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Anulação de golo limpo entrega título ao FC Porto

Cabeçalho modalidadesNo jogo de todas as decisões, o Sporting recebeu o Benfica num pavilhão do Alverca Futebol Clube completamente cheio. Numa partida onde os leões foram melhor na maior parte do tempo, uma grande reação dos encarnados na parte final chegou mesmo a permitir a reviravolta para 6-5. Todavia, o golo de João Rodrigues que garantia o título foi anulado e fez com que a festa da conquista do Campeonato Nacional de Hóquei em Patins regressasse aos dragões.

O Sporting entrou com tudo e desde cedo mostrou intenção de rapidamente abrir o marcador. As águias tentavam responder ao ímpeto leonino, por intermédio de iniciativas individuais de Diogo Rafael e Nicolia, mas sem grande perigo.

Perto dos primeiros cinco minutos de jogo, Diogo Rafael viu um cartão azul devido a uma falta sobre Tuco. No respetivo livre-direto, Traball conseguiu João Pinto, mas ao não saber onde estava o esférico, o guardião espanhol deitou-se, movimento que o arbitro, erradamente, considerou penalti. Na primeira tentativa Traball ainda defendeu, mas à segunda Sergi Miras fez o 1-0. O Benfica respondeu e um minuto depois, seticada do meio campo de Nicolia que desviou em Tuco e traiu Girão. Estava restabelecido o empate.

Mesmo com a rápida resposta encarnada ao golo dos leões, o Sporting era a melhor equipa em pista e a vantagem foi restabelecida. Caio aproveitou um passe de João Pinto, resultante de uma perda de bola de Nicolia, para fazer o 2-1. Logo a seguir, o Benfica esteve perto de voltar a empatar, mas Girão travou a seticada de Nicolia.

Só com o aproximar dos dez minutos de jogo os encarnados começaram a mostrar-se mais. Sinal disso foi uma seticada, à entrada da área, de Miguel Rocha que Girão travou.

Mais cinco minutos e tudo igual, apesar de agora o Sporting não procurar o golo da mesma maneira como no inicio, continua a ser a equipa com mais tempo de posse, logo ia controlando o jogo.

A cerca de oito minutos da pausa, o Benfica voltou a querer dar mais e melhores sinais de perigo, com o guarda-redes do Sporting a ser chamado a intervir algumas vezes. Apesar desta melhoria, os leões não se recolheram, bem pelo contrário, continuando a assustar a defensiva contrária em alguns lances.

Eslovénia 28-18 Portugal: Ainda não foi desta vez

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Cabeçalho modalidadesDesilusão. É o sentimento de todos que têm acompanhado a seleção e a sua evolução sentem após o término do jogo de hoje. Depois de uma grande exibição na jornada passada diante da poderosa Alemanha, Portugal ia jogar uma autêntica final à Eslovénia, porque quem vencesse a partida iria garantir a qualificação para o Campeonato Europeu de 2018 na Croácia.

A seleção das Quinas entrou forte e determinada na partida, não se deixando intimidar pelo grande ambiente que se sentia, conseguindo diversos empates no marcador e estando na frente do marcador durante alguns momentos. O pior aconteceu nos últimos cinco minutos da primeira parte: o resultado era 7-8 e Portugal estava em inferioridade numérica, atacando sem guarda redes. Nessa altura o selecionador nacional pediu time-out para preparar a situação ofensiva. No reatamento do jogo algo correu mal e Hugo Figueira entrou em campo antes do tempo previsto, tendo sido excluído e Portugal voltou a estar em inferioridade numérica por mais dois minutos. Até ao final da primeira parte a Eslovénia fez um parcial de 5-1 e só não foi pior porque Alfredo Quintana entrou bem no jogo. O resultado ao intervalo era 12-9.

Se a situação no final da primeira parte não dou a melhor na segunda parte nada melhorou, até piorou. Apesar de a Eslovénia estar em inferioridade numérica no inicio da segunda parte, fez uma parcial de 2-0, tendo ficado com cinco golos de vantagem, que geriu ao longo da partida. Portugal voltou a não conseguir encontrar soluções ofensivas (18 golos em 60 minutos espelha isso mesmo) e não conseguiu parar a ofensiva eslovena. Ainda nos aproximamos numa altura em que o marcador marcava 15-11, mas com um parcial de 4-0 a Eslovénia passou a vencer 19-11, tendo “matado” o jogo. O resultado final foi 28-18.

Mais uma vez vamos ficar fora dos grandes palcos… Mas como referi no rescaldo do jogo da Alemanha, o futuro é risonho e a Federação deve continuar o seu projeto porque o Andebol em Portugal tem evoluído e não podemos querer que tudo volte ao seu lugar de um momento para o outro. Nós, Bola na Rede, estaremos cá quando Portugal voltar aos grandes palcos, o que será muito em breve.

Foto de Capa: Federação de Andebol de Portugal

Rússia 2-0 Nova Zelândia: Vitória caseira na abertura da Taça

Cabeçalho Futebol Internacional

O jogo de abertura da Taça das Confederações colocou frente a frente a Rússia, seleção anfitriã, e a Nova Zelândia.

A seleção da casa, sem Dzyuba nos convocados, apresentou um onze renovado, com Akinfeev e Zhirkov como parte da velha guarda russa. Por seu lado, a Nova Zelândia contou com Chris Wood como principal referência.

O jogo começou com a Rússia a assumir a vertente atacante, face a uma Nova Zelândia forte no ataque, mas com fragilidades na defesa. Devido a este fator, os jogadores russos aproveitaram e protagonizaram vários momentos que quase davam vantagem à equipa. Apesar das fragilidades, a defesa nova zelandesa estava bem posicionada e impediu o ataque.

As maiores oportunidades foram ao minuto 6, com um cruzamento de Samedov para um cabeçeamento de Vasin, que foi ao poste e seguidamente cortado. A seleção forasteira respondeu com vários lances de bola parada, em que Akinfeev se mostrou atento.

Num lance de excelente qualidade, a Rússia marca por Glushakov Fonte: Associated Press
Num lance de excelente qualidade, a Rússia marca por Glushakov
Fonte: Associated Press

Ainda na primeira parte, e após várias oportunidades, a Rússia chega ao golo. Ao minuto 30, um contra-ataque rápido entre Erokhin, Poloz e Glushakov permite ao número 8 um toque em habilidade para o golo. No entanto, antes de entrar, a bola tocou em Boxall, contraindo um auto-golo.

A primeira parte termina com a Rússia na frente do resultado, e a dominar o jogo em posse de bola e em número de oportunidades.

O segundo tempo confirmou o domínio russo que, apesar do ritmo baixo de jogo, criou várias oportunidades, resultando em 11 tentativas de golo e seis remates à baliza, enquanto a Nova Zelândia registou cinco tentativas e apenas um remate.

Por volta do minuto 69, a Rússia confirma a vitória com mais um golo. Um passe rasteiro de Samedov para dentro da área permite a Smolov ganhar o ressalto sobre Boxall e marcar o segundo da contagem.

A Rússia iniciou a Taça das Confederações com o pé direito, e com uma vitória importante. O fator casa foi útil, a que se juntou uma exibição bem conseguida, de uma seleção renovada e com novos objetivos. A Nova Zelândia apresentou um todo coeso, mas com algumas debilidades, que a Rússia soube explorar e, com isso, somar os primeiros três pontos da competição.

 Foto de Capa: FIFA

Sub21 – Portugal 2-0 Sérvia: Começámos com o pé direito

Cabeçalho Seleção Nacional

 

O Estádio Bydgoszcz recebeu o jogo de estreia da seleção nacional no Campeonato Europeu de sub-21 frente à Sérvia, também ela a realizar o seu primeiro jogo na competição. Finalista vencida na edição de 2015, a equipa das quinas iniciou a caminhada neste campeonato, onde se assume como uma das seleções favoritas à sua conquista. Já a Sérvia, com Zivkovic de início, procura este ano uma prestação melhor na prova, depois de há dois anos não ter conseguido mais do que o último lugar do seu grupo.4

Nos primeiros minutos da partida foi Portugal a demonstrar mais vontade em praticar um melhor futebol, ao apostar em combinações ao primeiro toque e num futebol apoiado, enquanto que os sérvios iam procurando verticalizar mais o seu jogo, principalmente através do benfiquista Zivkovic, jogador de maior talento da formação balcã.

O primeiro lance de perigo no jogo foi protagonizado pelos portugueses, que aos cinco minutos enviaram uma bola ao poste por Rúben Neves, após um livre à entrada da área. No entanto, e contrariamente ao que este lance prometia para o resto da primeira parte, raras foram as restantes ocasiões de perigo para os lusos, que depois permitiram aos jogadores da Sérvia que se fossem aproximando com mais frequência da baliza defendida por Bruno Varela, embora nunca com grande perigo, à exceção da bola enviada ao lado da baliza por Djurdjevic, ao qual foi concedido muito espaço por parte da defensiva portuguesa.

Face a esta ausência de grandes oportunidades não se esperava que o golo aparecesse, o que não se confirmou. Aos 37 minutos, Podence, após passe de Diogo Jota, com o seu grande poder de explosão e velocidade conseguiu encontrar espaço nas costas da defesa sérvia e cruzou para a área, onde o guardião Milinkovic-Savic defendeu incompletamente e fez a bola encontrar a cabeça de Gonçalo Guedes, que só teve de atirar a contar para o fundo das redes. Estava feito o primeiro golo da seleção portuguesa, que chegou ao intervalo ainda em vantagem.

No início da segunda parte, nota para a entrada de Bruma para o lugar de Diogo Jota na equipa portuguesa e para a substituição de Cavric por Plavsic na Sérvia.

Nos primeiros minutos do segundo tempo claramente notável a tentativa de reação por parte da seleção comandada por Lalatovic, num momento em que o jogo estava mais aberto e eram concedidos mais espaços por ambas as equipas, e consequentemente eram criadas mais oportunidades de golo para os dois lados, como por exemplo, a mais clara, para Grujic, que sem marcação falhou o alvo, na melhor chance para marcar até ao momento. Apesar dos espaços existentes devido à maior aposta ofensiva dos sérvios e dos riscos defensivos a que se sujeitaram, Portugal não ia conseguindo aproveitá-los da melhor forma, mesmo com jogadores de qualidade como Bruma e Iuri Medeiros, e era a Sérvia quem ia criando sempre mais perigo, á exceção de um lance com Iuri Medeiros, que isolado em frente ao guarda-redes.

Apesar do maior perigo criado pela Sérvia, foi Portugal que marcou mais um golo aumentando a sua vantagem para dois golos, aos 88 minutos, por intermédio de Bruno Fernandes, após um grande passe de Renato Sanches, que começara o jogo no banco de suplentes.

O jogo terminou praticamente com este golo. Portugal dominou na primeira parte, tendo sido a Sérvia a dominar a segunda. Valeu a eficácia num jogo em que ela era necessária e Portugal conseguiu assim a primeira vitória na competição, no primeiro jogo. O que se viu hoje é o que se pede para os próximos jogos – vitórias. Só assim Portugal conseguirá chegar ao seu objetivo. Para já, começamos bem.

Foto de Capa: Seleções de Portugal

Os 10 Melhores Argentinos do Campeonato Português no século XXI

No futebol português, grandes foram os jogadores que passaram pelos três grandes e que não só alcançaram a glória em território português, como em território internacional.

Com o passar das décadas, o desporto rei tem vindo a alterar-se e é, cada vez mais, um negócio em que os grandes clubes, com grande poderio financeiro compram o que podem e o que não podem e os clubes sem tantas posses, ou apostam na formação, ou têm que se deslocar para fora do velho continente com vista a conseguirem jogadores de qualidade, a preços mais baixos.

Prova viva disso, são os clubes portugueses, nomeadamente os três grandes, que vêm no mercado sul-americano um dos mais atrativos e que apostam, sobretudo desde a década de 90 em jogadores quer brasileiros, quer argentinos, quer colombianos, etc. para alcançarem a glória nos seus planteis.

Para o artigo de hoje, irei-me focar nos jogadores argentinos que chegaram, viram e venceram, não só em Portugal, mas também noutras grandes ligas europeias e ainda pela seleção albiceleste, neste século XXI, não esquecendo craques como Yazalde, Cannigia ou Acosta que também pisaram solo lusitano.

Como foram vários os argentinos de qualidade a passar pelos três grandes, escolho assim o meu top 10 de jogadores argentinos que pisaram o solo português desde sempre onde, está claro, alguns nomes ficaram de fora, deixando assim uma menção honrosa sobretudo a Quiroga ea Enzo Pérez, numa lista que seria diferente para o mais e o menos entendido de futebol.

Manchester United: Venha daí 2017/18

Cabeçalho Liga Inglesa

O Manchester United, mal Ferguson saiu, perdeu todo o brilho. Como é possivel? Uma equipa que em todo o século XXI figurou no mais elevado patamar de equipas da europa, um autêntico “tubarão”. Á imagem do seu então carismático técnico, detinha uma reputação absolutamente abismal. Com centenas de milhares de sócios espalhados pelo mundo, devido ao seu estilo de jogo e mística, a última que contemplava toda a essência do desporto rei. Para mim, o estilo que caracterizava o grande Manchester United da primeira década deste milénio era bastante apreciado pelos espetadores, tal como todo o futebol praticado na Premier League. Jogos marcantes, que ficam para sempre guardados na memória dos amantes deste desporto. Jogos intensos, tão apaixonantes ao ponto de fazer com que o espetador aguente o “chichi” até ao final, por não querer perder nem 1 segundo da partida. Felizmente temos o Youtube, uma plataforma de facílimo acesso que nos permite recordar esses tempos… E vale sempre a pena recordar, embora na vida seja melhor olhar em frente e não se prender ao passado. Coisa que Mourinho faz.

Confesso que, embora em ano de estreia, esperava uma melhor prestação a nível de qualidade futebolística. Achei a maior parte dos jogos do United um tanto cinzentos, sem primor. E os resultados espelham bem isso, determinando o número de empates obtidos, que foram muitos tendo em conta as aspirações do clube. Contudo, a análise global que faço à temporada realizada pelos ingleses, permite-me concluir que o trabalho foi positivo. Mas atenção: o United não disputou a Liga dos Campeões, participou numa competição europeia de nível inferior, o que retira uma condicionante bem importante, na avaliação que se dá a uma equipa. Então uma equipa como esta, que quando aparece inserida na lista de emblemas da Liga Europa, automaticamente é apontada como a equipa mais provável de conquistar o título. E foi o que se sucedeu, curiosamente.

Como disse acima, o que se sucedeu já lá vai, agora segue-se uma nova oportunidade para José Mourinho. Em função do crédito que tem enquanto treinador, acredito que se espera uma grande campanha. As já habituais cogitações de mercado de transferências que nos chegam através dos media, remetem para grandes alvos na mira dos “Red Devils”. Mas é a mesma estória todos os anos. Mesmo sabendo disso, ao tratar-se de uma fase muito obscura, isto atendendo ao passado recente da equipa, julgo que as eventuais entradas e saídas no emblema inglês, mas principalmente as entradas, vão ser muito interessantes e objeto de discussão. Até ao momento, entrou Victor Lindelof.

Lindelof já é reforço Fonte: Sport24.gr
Lindelof já é reforço
Fonte: Sport24.gr

Além do sueco, de muitos outros se fala e vai falando, como podendo vir a ser um próximo reforço, nomeadamente Alvaro Morata, que juntando ao facto do Real Madrid, atual clube do avançado, ter pretensões na contratação de De Gea, todo o “gossip” instado pela Comunicação Social ganha fundamento, e parece muito bem ser um negócio que, ao ser fechado, beneficia ambas as partes. Kylian Mbappé, Gianluigi Donnarumma, Renato Sanches, Fabinho, Ivan Perisic são jogadores que já foram referenciados como possíveis contratações.

Ao olhar para o Manchester de Sir Alex Ferguson, noto que não rebentavam tamanhas bombas de mercado por parte do clube. Víamos jogadores formados no clube (Gary Neville, Scholes, Nicky Butt, Ryan Giggs, David Beckam); pechinchas encontradas nas equipas menos grandes do campeonato inglês (Wayne Rooney, Berbatov, Ferdinand) ;ou então jogadores menos cotados mas que assentavam muito bem na equipa (Park Ji Sung, Patrice Evra, Vidic).

Ferguson com alguns jogadores da formação Fonte: Sport24.gr
Ferguson com Giggs, Butt, Beckham, os irmãos Neville e Scholes
Fonte: Sport24.gr

Embora o futebol hoje em dia seja diferente, e que as movimentações constantes de jogadores sejam absolutamente naturais, há que levantar a ideia de que uma equipa não pode só ser constituída por estrelas. Por exemplo, sem desprezar a qualidade do jogador, no ano passado o Man. United gastou grande parte do seu astronómico orçamento em Pogba. Apesar de acreditar que o médio irá ser uma das figuras da próxima temporada, penso que a ideia deveria ser montar uma equipa com 11 jogadores com funções específicas, de modo a produzir um melhor futebol, com maior rigor tático, melhores níveis de decisão, um grau de entendimento e entrosamento de excelência, promover o espírito de sacrifício em prol de um todo; e não um grupo de vedetas, que só se preocupa consigo mesmo, e caso não concorde com alguma questão técnica por parte do seu treinador, ligue de imediato ao seu agente a queixar-se e querer ir embora. Quanto a isto, penso que José Mourinho sabe fazer frente a estas situações, e depois das experiências que teve em Madrid e na sua última passagem em Londres, está extremamente capaz de assegurar a estabilidade e consistência da equipa.

Quer queiramos quer não, este tipo de contrapartidas é uma situação bem comum nos dias que correm. Portanto, como apreciador do Manchester United “vintage”, espero que na próxima temporada recordemos essa equipa, sejam quem forem os escolhidos para integrar o plantel. As segundas épocas de Mourinho costumam dar que falar, portanto depois de um primeiro ano de experiência, de adaptação no histórico inglês, as expetativas só poderiam ser as melhores.

Foto de Capa: therepublikofmancunia

Oportunidade de ouro num evento histórico

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Cabeçalho modalidadesCandidato a um dos Big 4 da WWE, o Money in the Bank deste ano reúne todos os ingredientes necessários para tal.

Desde um combate histórico para a divisão feminina ao regresso de uma das melhores equipas dos últimos anos, passando pela estreia da “Ravishing Russian” ou o tradicional Money in the Bank completamente imprevisível e inesperado, a edição deste ano promete ficar gravada na memória.

Venham daí, e não percam cada momento deste evento e da sua antevisão, aqui na Bola na Rede.

Corinthians surpreende e é o mais eficiente do Brasileirão

Cabeçalho Liga Brasileira

Contestado desde o início da temporada por jornalistas e até torcedores, o Corinthians é sem dúvidas a grande surpresa positiva do ano até agora. Além de ter sido campeão paulista – quando era tido como a 4ª força por muitos – o timão tem o melhor aproveitamento da 7.ª rodada do brasileirão desde 2003 – ano que a competição passou a ser disputada no sistema de pontos corridos. Com nada mais nada menos que 1 empate e 6 vitórias consecutivas, o Corinthians tem surpreendentes 90,5% de aproveitamento e lidera o campeonato.

Time forte mesmo com limitações técnicas

É fato que o elenco corintiano está longe de ser o mais técnico ou o mais qualificado do futebol brasileiro, mas também é fato que é o time que vem fazendo partidas mais eficientes em relação aos outros.  do ponto de vista tático, a equipe alvinegra tem feito atuações quase perfeitas, principalmente defensivamente. É um time que joga compacto e extremamente forte na marcação, o que dificulta as investidas dos adversários. Nesse campeonato brasileiro, por exemplo, o Corinthians levou somente 5 gols até agora.

Maicon domina a bola entre dois jogadores do Cruzeiro na partida válida pela 7ª  rodada do Campeonato brasileiro na Arena Corinthians Fonte: SC Corinthians
Maicon domina a bola entre dois jogadores do Cruzeiro na partida válida pela 7ª rodada do Campeonato brasileiro na Arena Corinthians
Fonte: SC Corinthians

Visitante indigesto

O aproveitamento fora de casa também tem sido um ponto forte do Corinthians em 2017. No campeonato paulista, por exemplo, dos 8 jogos que disputou como visitante perdeu somente 1. E nesse campeonato brasileiro, o aproveitamento fora de casa é de 100%. Muito disso se deve à postura tática da equipe frente aos adversários quando joga longe do Parque São Jorge. O Corinthians é um time consistente na defesa que busca o gol a todo momento. Um estilo muito parecido com a equipe de Tite, que conquistou o brasileirão de 2015.

Treinador competente

Fábio Carille, ao substituir Tite – que assumiu a Seleção brasileira  – teve um início de trabalho completamente conturbado, tanto pela rejeição inicial dos torcedores  quanto pela pressão pela falta de experiência com equipes grandes do futebol nacional. Mas aos poucos – e com muito trabalho – o jovem treinador corintiano foi se consolidando como peça fundamental para ótima campanha que a equipe vem fazendo em 2017. Hoje, Carille é tratado como unanimidade no clube paulista.

Com um estilo bem parecido com o de seu antecessor, Carille preza pela consistência defensiva da equipe e busca os gols por meio de contra-ataques rápidos. Fórmula que tem funcionado bem esta temporada.

Já pode sonhar com o título?

Obviamente é muito cedo pra especular quem será o campeão brasileiro este ano, no entanto, algumas equipes já mostram que estão em um nível bem melhor que as outras, é o caso do Corinthians. Além disso, por ser uma competição extremamente longa e com 2 jogos por semana, o Campeonato Brasileiro exige preparação física e um bom elenco das equipes, pois haverá momentos da competição que será preciso substituir à altura os jogadores. E é justamente esse o calcanhar de Aquiles da equipe alvinegra. O Corinthians tem um time titular muito bom, mas reservas que estão em nível muito inferior. Portanto, se quiser sonhar com o título brasileiro, o Corinthians vai ter que se reforçar, principalmente no meio campo.

Foto de Capa: SC Corinthians 

WWE em Portugal: A espera terminou!

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Cabeçalho modalidadesCinco anos depois, a WWE está de volta a Portugal. A Ritmo & Blues, responsável pelos espetáculos da companhia em Portugal, confirmou no seu Facebook que o espetáculo está marcado para dia 6 de novembro, no Campo Pequeno, em Lisboa.

A brand presente será o Smackdown Live, que contará com a presença de AJ Styles, Kevin Owens, Jinder Mahal, Randy Orton, Becky Lynch, Naomi, Charlotte Flair e Shinsuke Nakamura, entre outros.

A partir do dia 20 de junho, terça-feira, poderão garantir os vossos bilhetes, em vários locais. Mais informações sobre o espetáculo serão dadas nos próximos dias.

É uma oportunidade excelente para os fãs de wrestling assistirem a um espetáculo em solo nacional conduzido por uma das maiores empresas da modalidade.

A WWE regressa a Portugal Fonte: Ritmo & Blues
A WWE regressa a Portugal
Fonte: Ritmo & Blues

Este ano a localização será diferente. O Campo Pequeno receberá a WWE e os atletas do Smackdown Live, no que se espera ser um regresso em grande.

Após vários momentos, como a onda de manifestações com a hashtag #PortugalWantsWWE, a companhia atendeu aos nossos desejos e prepara-se para, cinco anos depois, fazer as delícias dos fãs espalhados um pouco por todo o país.

É, sem dúvida, uma grande oportunidade. Por alguma razão, os fãs incendiaram as redes sociais ou mesmo Raul Jiménez utilizou a máscara de Sin Cara na comemoração de um golo. É um sonho tornado realidade, em pleno ano de 2017.

A espera terminou! Falta pouco mais de 5 meses, e a emoção reina! Por isso, garantam os vossos bilhetes em qualquer ponto de venda referido acima, e façamos a festa.

Vamos todos vibrar com a presença da WWE e dos seus atletas, e aproveitar cada segundo deste momento. Agora, na preparação para o grande espetáculo, e no dia 6 de novembro, quando o sonho de todos nós se tornar realidade, cinco anos depois.

Foto de Capa: WWE

Os 5 Melhores Guarda-Redes da Primeira Liga 16-17

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Cabeçalho Futebol NacionalNão festejam com os colegas os golos da equipa, dada a distância. Ficam muitas vezes esquecidos no fundo do campo e só vêm à memória dos adeptos quando falham, mesmo que seja só por uma vez. Bravos e corajosos, o certo é que cada vez mais os guarda-redes assumem um papel essencial no estilo de jogo das equipas, e até mesmo na construção das mesmas. Assim, esta semana prestamos homenagem aos solitários homens que defendem as redes das nossas paixões, em especial aqueles que defenderam as balizas no nosso campeonato. Há um campeão do mundo, jogadores que começaram no banco e um português: eis o Top 5 BnR dos Melhores Guarda-Redes da Liga NOS 16/17.

 

 

Para a realização deste Top BnR foram utilizados os dados dos portais GoalPoint e ZeroZero, presentes à data de 16 de junho de 2017.