A Rússia será a seleção anfitriã da edição de 2017 da Taça das Confederações. O anúncio foi feito a 2 de dezembro de 2010. É a primeira vez que participa e, na qualidade de anfitriã, foi colocada automaticamente no Grupo A, com Portugal, Nova Zelândia e México.
É mesmo, soube mesmo a pouco… A consequência do seu rápido crescimento fez com que contássemos com apenas 1 época a titular na equipa principal da luz. Há pouco mais de um ano, quando o mister Rui Vitória preparava o Derby, surgia a surpresa do jovem brasileiro no 11 inicial e começava aí uma história que só agora começou. Agora, chegou a hora de voltarmos a recordar os melhores momentos daquele que foi o melhor guarda-redes da primeira liga portuguesa deste ano.
Cumpriram-se esta semana exatamente trinta anos desde a primeira grande conquista europeia do FC Porto: 2-1 diante do Bayern Munchen, em Viena, Áustria.
Foi ali que tudo começou, nesse mítico dia 27 de maio de 1987, no temível Prater, repleto de bávaros prontos a conquistarem mais uma Taça dos Campeões Europeus. Privado do seu matador Fernando Gomes, o emblema azul e branco entrou em campo com um onze com oito portugueses: Mlynarczyk, João Pinto, Celso, Eduardo Luís, Augusto Inácio, André, Jaime Magalhães, António Sousa, Quim, Futre e Madjer.
Fonte: Imortais do Futebol Onze de Viena
João Figueiredo, jornalista do Mais Futebol, retrata na perfeição as palavras que sempre faltam para descrever momentos tão belos como este:
“A história do FC Porto tem mais de um século, mas a história do FC Porto moderno tem data específica. A 27 de maio de 1987 o azul ficou mais vivo que nunca e a Europa conheceu, de vez, a chama do dragão. Completam-se (…) 30 anos da primeira conquista europeia do FC Porto, numa altura em que, em Portugal, ser campeão europeu oscilava entre a utopia e a memória a preto e branco do Benfica de Eusébio e companhia. O Estádio do Prater, em Viena, ficou para a história do FC Porto, do futebol português e europeu. Nasceu o calcanhar de Madjer, o mundo descobriu o génio de Paulo Futre e Juary tornou-se o primeiro brasileiro a marcar numa final da Taça dos Campeões Europeus.
Fonte: Blog Num te Ponhas O calcanhar de Madjer
Heróis conscientes, mas pouco dados a nostalgias. Apenas em conversas de amigos. «Felizmente, estamos cá para recordar. Estamos todos vivos, menos um, o nosso amigo Zé Beto», recorda Jaime Magalhães, referindo-se ao guarda-redes portista, suplente de Mlynarczyk em Viena, que faleceu em 1990, a poucos dias de fazer 30 anos, vítima de um acidente de viação.
Dura realidade. O choque amargo que, ainda assim, dá o sabor certo à noite do Prater. Foi real e não sonho. Ou, como remata Frasco, foi «um sonho real».
São os melhores, de facto.” E porque ninguém melhor do que quem lá esteve e assistiu, in loco¸ ao momento único, será melhor para contar o que se viveu: “Fiz a narração do jogo ao lado do Ribeiro Cristóvão e é um dia que nunca me vou esquecer, porque essa foi a minha estreia internacional. E logo num jogo daquela dimensão. Foi deslumbrante para mim e acabou por ser o momento mais marcante da minha carreira.
Fonte: Blog reflexão portista
(…) o Porto não era uma equipa da alta-roda europeia e o Bayern era um colosso. Ainda por cima o Prater estava lotado com adeptos alemães. Ao intervalo, o Artur Jorge fez uma lavagem ao cérebro dos jogadores e o Porto surge transfigurado, começa a acreditar que era possível virar o jogo. E depois houve aqueles momentos mágicos, que todos os portugueses se lembram: o golo de calcanhar do Madjer (77 minutos) e o do Juary (79), que sentenciou a partida. Aquilo foi uma autêntica loucura. Era um clima mais intimista, havia uma outra relação entre as pessoas, havia menos concorrência. Lembro-me que éramos todos das mesmas cores: azul-e-branco. Depois da vitória, as pessoas choraram, gritaram… foi indescritível.” Miguel Prates
Hoje aproveito para vos falar acerca das distritais da AF Lisboa, mais concretamente de uma equipa que já esta época fez furor na Taça de Portugal, ao chegar à fase final da competição. Já sabe de quem estamos a falar? Pois bem, se pensou no GD Estoril-Praia, acertou em cheio. O percurso dos canarinhos até chegar a Gondomar foi muito interessante e motivou o despertar do meu interesse sobre esta equipa que é bem mais conhecida dos adeptos de futebol de 11 do que pelos aficionados de futsal, pelo menos até chegar à falada fase final da Taça.
Pois bem, o trajeto dos azuis e amarelos não ficou por aí pois ainda há mais objetivos para cumprir, nomeadamente a tentativa de rumar ao nacional da modalidade, e estão no bom caminho para o conseguir, uma vez que já estão na meia final do play-off, disputado em moldes diferentes da Liga Sport Zone. Ao contrário do principal escalão, onde é necessário ganhar dois jogos para seguir em frente, três no caso da final, este é jogado em duas mãos, uma em cada pavilhão, e segue em frente quem marcar mais golos, um pouco à semelhança do que se verifica na Liga dos Campeões de futebol, só para citar um exemplo mais fácil e com o qual os nossos leitores possam estar mais familiarizados.
Nos quartos-de-final, o Estoril logrou recuperar de uma desvantagem de 7-6 na primeira mão para vencer 5-2 o Milharado, passando para a fase seguinte com um total de 11-9, indo defrontar nesta etapa seguinte o ACC (Académico Clube das Ciências), clube que virou um 6-0 na primeira mão, selando a passagem com uma vitória caseira por sete(!) golos sem resposta. Olhando para os outros elementos desta associação, vemos um nome bastante familiar dos leitores mais antigos ou porventura com melhor memória, uma vez que o emblema de Carcavelos jogou várias temporadas na I divisão, a última das quais em 2008/09.
Um dos grandes obreiros da grande época do Estoril, o treinador Nuno Chumbo Fonte: GD Estoril-Praia
Outra curiosidade a reter nesta distrital é o facto de o líder da fase regular (Vialonga) já não poder lutar pela subida de divisão, porque foi afastado pelo oitavo e pior classificado na primeira fase, o Oficinas de São José, com um agregado de 9-8 favorável à equipa teoricamente menos forte das duas. Se o apuramento do campeão se desenrolar como na temporada transata, então o figurino é similar ao registado no principal escalão, com eliminatórias à melhor de três jogos, ou seja, passa para a ronda seguinte quem vencer duas partidas, sendo necessário recorrer a terceiro encontro caso cada equipa tenha uma vitória, tanto na meia-final como na final. Apenas o vencedor consegue o apuramento para o campeonato nacional, mais concretamente para a II divisão.
Para finalizar, muito do sucesso que o clube tem vivido nestes últimos tempos devem-se ao trinador Nuno Chumbo, que tem conseguido elevar a sua formação para um patamar mais elevado do que a sua situação atual representa, por isso já está na hora do Estoril-Praia subir aos escalões nacionais!
A vitória do Sporting para o campeonato nacional de andebol frente ao Benfica na passada quarta-feira (31/05) foi mais um exemplo de devoção e glória sportinguista. O Pavilhão Multiusos de Odivelas esteve repleto de adeptos do clube verde e branco, criando-se um ambiente frenético, eletrizante e apoteótico quer no apoio à equipa durante o jogo, quer nos festejos após o embate. Mais um exemplo da cultura eclética do clube protagonizada por parte dos melhores adeptos do Mundo. Mas as conquistas não ficaram por aqui. No fim-de-semana anterior, a conquista da Taça Challenge afirmou o Sporting como potência desportiva a nível europeu.
Realça-se sobretudo nesta equipa uma grande união no balneário que, aliada à experiência de alguns jogadores, foram os fatores preponderantes para o esforço, a devoção e a glória nesta época. Este clima interno encontra no treinador Hugo Canela um dos seus principais artesãos. Revelou ser sempre um exímio conhecedor do sistema tático adversário e capaz de lhes “dar a volta” dentro da quadra. Marca-o também a simplicidade nas declarações públicas, de respeito por qualquer adversário mas com ingredientes discursivos capazes de alimentar a motivação dos atletas. O seu trabalho faz-nos acreditar no valor e potencial dos treinadores lusos.
Carlos Ruesga foi um dos mais efusivos nos festejos Fonte: Sporting CP
Acredito que um clube, para se afirmar verdadeiramente eclético, não pode ficar-se por ter x ou y modalidades. O seu ecletismo é, principalmente, produto e resultado da mobilização dos adeptos para as modalidades, numa atitude de defesa intransigente do emblema onde quer que ele esteja, independentemente da competição ou da escala, nacional ou planetária. E nesta época, tal como nas anteriores, a vibração sportinguista fez-se sentir no apoio às modalidades, nomeadamente nas de pavilhão. Somos hoje, como o éramos no passado (mas infelizmente não muito recente), um clube eclético, o Sporting de Moniz Pereira, o Senhor Atletismo e, permitam-me, o Senhor Modalidades.
Depois de uma fase regular dominada pelo CR Évora, os play-offs ditaram que a final seria disputada entre os eborenses e a equipa do SL Benfica. Para chegar à final do campeonato, os encarnados deixaram pelo caminho a equipa-revelação da prova, o RC Bairrada, enquanto que os alentejanos derrotaram, de forma esmagadora, o CRAV. A final foi disputada em Setúbal e, após o CR Évora ir para o intervalo na frente do marcador, os benfiquistas recuperaram na segunda parte e venceram numa partida muito equilibrada. Vitória justa num jogo que poderia pender para qualquer um dos lados. Ambas as equipas irão agora para a Divisão de Honra, uma vez que está previsto o alargamento do principal campeonato nacional de dez para doze equipas.
A equipa: Com apenas três derrotas no campeonato nacional (duas na fase regular e a última na final do mesmo) o CR Évora cumpriu uma temporada quase perfeita – falhou a conquista do campeonato, novamente – mas demonstrou qualidade para estar presente entre as equipas da Divisão de Honra. Palavra de apreço também para o campeão SL Benfica que, apesar de alguns contratempos durante a época, conquistou os seus objectivos principais: a subida à Divisão de Honra e o troféu de campeão nacional.
Apesar de falhada a conquista do campeonato, o CR Évora terá uma oportunidade na Divisão de Honra Fonte: Bruno Fortuna
A surpresa: O RC Bairrada surpreendeu tudo e todos com o seu rugby agradável e, depois de uma excelente fase regular (terminou em terceiro, apenas atrás de CR Évora e SL Benfica), ultrapassou o Caldas RC no play-off, tendo sido batido apenas por aquele que viria a ser o novo campeão, SL Benfica. Tudo isto de uma equipa que militava na II Divisão na época passada!
Boa época de estreia dos aveirenses Fonte: Diogo Pereira
A desilusão: Depois de duas épocas em crescendo, e com a contratação de um treinador sul-africano, adivinhava-se que o RC Santarém partiria para a nova época com ambições reforçadas. E foi isso mesmo que viria a acontecer, o treinador AJ Abreu afirmou por mais do que uma vez que o grande objectivo dos cavaleiros passaria por subir à Divisão de Honra, mas, e depois não deslumbrar na fase regular (quinto lugar – nove vitórias, sete derrotas, dois empates) os escalabitanos não foram além do primeiro jogo do play-off.
Miguel Ferreira é treinador de futsal. Atualmente ao serviço do Ferreira do Zêzere, o técnico de 47 anos aceitou o convite de ser entrevistado pelo Bola na Rede, em que fala brevemente da sua carreira, aborda a sua colaboração com Nuno Dias, e, ainda, dá a sua opinião sobre temas importantes do futsal português.
Carreira como Treinador
Bola na Rede: Há quantos anos é que está ligado ao Futsal?
Miguel Ferreira: Comecei em 1991, como jogador na Académica de Coimbra. Fiz sete épocas como jogador, sete como jogador/treinador e 12 como treinador, ou seja, 26 anos no total.
Miguel Ferreira com o seu filho, com a taça relativa ao Campeonato Distrital da A.F. de Santarém 2016/2017
BnR: A primeira experiência ao mais alto nível foi no Instituto D. João V (treinado por Nuno Dias, atual treinador do Sporting C.P.), mas como adjunto e responsável pelo trabalho de guarda-redes. Como surgiu esse convite? Sentiu alguma dificuldade neste desafio? Já agora, na sua opinião, o técnico Nuno Dias já mostrava nessa altura alguns indícios de que poderia atingir um patamar de excelência?
M.F.: Esse convite surgiu através do Nuno Dias, que era o treinador principal. Nós éramos colegas de trabalho, pois dávamos ambos aulas em Monte Redondo, há vários anos. Partilhávamos, também, a paixão pelo futsal, por isso não foi difícil decidir. Já nessa altura, ele (Nuno Dias) revelava uma capacidade de trabalho e de liderança muito à frente de todos os outros que conheci, por isso trabalhar com ele sempre foi e será um prazer, e a sua ascensão até ao topo do futsal mundial será uma mera questão de tempo (e já lá está muito perto). A maior dificuldade foi ter de me adaptar ao trabalho com os guardar-redes, pois sempre fui jogador de campo e nunca tinha feito esse trabalho, o que exigiu de mim muito trabalho de casa e muita dedicação.
O Minho é uma região de turismo, e é também uma região de futebol. Uma região de futebol muito bem representada pelos seus principais dois emblemas: Sporting Clube de Braga e Vitória Sport Clube Há muitos anos que “espanhóis e marroquinos” se defrontam num derby que choca paixões e que para a região inteira.
Para além de serem os principais representantes da região a que pertencem, Sporting de Braga e Vitória de Guimarães também têm aspirações em comum. Actualmente, SC Braga e Vitória SC são tradicionais candidatos aos lugares de acesso às competições europeias. No entanto, apesar de ambos os clubes terem carimbado o acesso à Liga Europa na próxima época, os rivais minhotos terminam a época com sentimentos distintos.
O Vitória de Guimarães realizou uma das melhores épocas da sua história, com um quarto lugar alcançado com record de pontos e a chegada à final da Taça de Portugal. Já o Sporting de Braga, que aspirava aos lugares de acesso à Champions, não foi além do quinto lugar e perdeu a final da Taça da Liga para o também clube minhoto Moreirense FC.
Desde 2007/2008 que o Vitória de Guimarães não terminava o campeonato à frente dos rivais minhotos. E foi também nesta época que a equipa vitoriana derrotou o SC Braga no Estádio Axa pela primeira vez. Mas quais terão sido os factores que levaram a este desfecho?
Quanto ao SC Braga, pode-se dizer que o clube teve uma época má em todos os aspectos. Primeiro, começando pela decisão incoerente de António Salvador de contratar José Peseiro para treinador no início da época. Um treinador mal-amado pelos adeptos e para o qual, a conquista do primeiro título da “Era Salvador” em 2012/2013 não foi o suficiente para o manter no comando técnico da equipa na época seguinte.
Apesar da derrota na Supertaça, a equipa bracarense até vinha a realizar um campeonato regular com o técnico coruchense ao leme, chegando a espreitar o segundo lugar. No entanto, a eliminação da Liga Europa num grupo relativamente acessível e a eliminação precoce da Taça de Portugal, consumada com uma derrota caseira contra o SC Covilhã ditaram o seu segundo despedimento em 2017.
Para a sua sucessão foi escolhido Jorge Simão, o treinador na então equipa sensação deste campeonato. E quando se deu a sua apresentação oficial, com certeza que os adeptos do clube bracarense estavam longe de imaginar os tormentos que aí viriam, que tornaram a contratação de Jorge Simão num fiasco.
Os arsenalistas esperam viver melhores dias na próxima época Fonte: SC Braga
Antes de mais, o ex-treinador do GD Chaves estabeleceu uma meta para o clube no campeonato: 65 pontos. Pareceu-me uma meta pouco ambiciosa para um clube que aspira aos lugares de acesso à Champions. Vejamos, ao fim da primeira volta, o SC Braga tinha conquistado 39 pontos, faltavam 26 para os 65, sendo que na segunda volta iria receber os três grandes e o Vitória de Guimarães no seu estádio. Este sinal de pouca ambição pareceu ter deixado a equipa desmotivada.
Depois, em pleno mercado de Inverno, rebentou a polémica com o médio Marko Bakic e o defesa-central e capitão de equipa André Pinto, que resultou no encosto de ambos os jogadores, iniciou-se um ciclo de seis jogos seguidos sem vitórias, que iniciou na derrota na final da Taça da Liga contra o Moreirense FC. Este ciclo de maus resultados mostrou que a situação com os dois jogadores que ficariam a treinar na equipa B o resto da época, teve um impacto negativo no balneário.
E não foi apenas pela polémica com estes dois jogadores que o mercado de Inverno foi agitados para o Sporting de Braga. Foi também pelas muitas mudança que foram feitas no plantel, e que no final, só mostraram que estas satisfaziam mais os interesses do treinador do que as necessidades da equipa. Por exemplo, porque foram contratar o extremo Fede Cartabia, quando na posição já tinham Alan, Pedro Santos, Wilson Eduardo e Ricardo Horta?
Quando Abel Ferreira chegou para ficar na equipa principal bracarense, a quatro jornadas do fim, já era tarde. O mal já estava feito. Abel Ferreira teve apenas tempo para confirmar o descalabro, ao deixar-se ultrapassar pelo rival minhoto. No entanto, o presidente António Salvador (que foi reeleito no último fim-de-semana) mantém a sua confiança no técnico para liderar um novo projecto assente na aposta na formação.
A época acabou. Pelo menos para as equipas portuguesas, nada mais há para jogar. Os jogadores vão para férias e alguns não voltam para a casa que os viu jogar ao longo desta edição do futebol português. Uns já levam o manto sagrado vestido no coração, outros ainda não sabem ao certo se o irão vestir no corpo mais uma época.
Faço então, um levantamento das possíveis saídas de entre os 32 campeões nacionais, que podem assim não subir ao campo com as cores das águias na nova temporada.
É notícia fresca e em primeira mão (“queremos muito que sejam vocês a dar a notícia da nova equipa técnica”): o CD Pinhalnovense SAD vai atacar a época 2017/18 do Campeonato Nacional de Seniores com nova equipa técnica.
O escolhido para a liderar foi Pedro Santos, que terá em Mauro Basto o adjunto principal e em Ricardo Andrade o treinador de guarda-redes.
Este último passa da baliza para o treino depois de 20 anos como profissional, onde passou, entre outros, por Moreirense, Tondela, Leixões, CF Zico ou CD Pinhalnovense SAD. Uma carreira cheia e cujo fim merece ser dissecado, como o fazemos nas páginas que se seguem… no dia em que Ricardo obteve a cidadania portuguesa – “tudo no tempo certo”.
Todas as imagens foram gentilmente cedidas por Ricardo Andrade