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Lusitano FCV 3-0 GD Oliveira de Frades: Pressão alta permite ultrapassagem na tabela

A CRÓNICA: JOGO DE SENTIDO ÚNICO

Depois de dois jogos sem ganhar, o Lusitano FCV procurava voltar ao caminho das vitórias e também conseguir ultrapassar o GD Oliveira de Frades na tabela classificativa.

A equipa da casa começou a partida praticamente na frente. Luís Almeida de cabeça, aos cinco minutos, fez o 1-0.

Apesar da vantagem, eram os anfitriões que estavam mais próximos do golo. À passagem do minuto 20, Luís Barry rodou no coração da área perante o defesa adversário e rematou para uma excelente defesa de Badi Sea.

Dez minutos depois, lance caricatura, com o guardião do Oliveira de Frades a sair da grande área para aliviar a bola. No entanto, a bola ressaltou, Sea não conseguiu sequer tocar no esférico e deixou à mercê de Gonçalo, que perdeu tempo e acabou por permitir a defesa do guarda-redes adversário.

Antes do intervalo, tempo ainda para Gonçalo, com um remate de fora de área, atirar à barra da baliza dos visitantes.

Na segunda parte, os anfitriões entraram a um ritmo mais lento, mas ainda assim Kiko poderia ter feito o segundo, mas Sea conseguiu defender o remate.

Já o Oliveira de Frades continuava sem levar perigo à baliza de Tony, que apenas tinha trabalho a agarrar as bolas vindas de cruzamentos inofensivos.

Apenas perto do minuto 80 do jogo houve motivos de interesse. Na sequência de um canto à direita, Leal cabeceou para o fundo da baliza adversária e fez o 2-0.

Só perto do minuto 90 o Oliveira de Frades fez um remate digno de registo, mas Igor acabou por rematar muito longe do poste esquerdo da baliza de Tony. No entanto, o resultado havia ainda de se alterar, com Iuri Bessa a rematar de fora de área para o 3-0, depois de uma defesa incompleta de Sea.

O Lusitano acaba por vencer de forma incontestável e ultrapassa na tabela classificativa o Oliveira de Frades.

 

A FIGURA

Fonte: Bola na Rede

Pressão alta do Lusitano – O treinador arriscou e mudou o esquema tático para este jogo. Preocupado com a dinâmica ofensiva do Satão. A organização da equipa da casa com três centrais retirou espaço no ataque à equipa adversária e permitiu fechar os caminhos da baliza, em especial na primeira parte.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: GD Oliveira de Frades

Falta de ideias do ataque do Oliveira de Frades – A equipa visitante nunca conseguiu lidar com a pressão alta dos adversários e acabou por nunca conseguir ligar o jogo, abusando dos pontapés longos do seu guarda-redes. Sem soluções, o único remate do Oliveira de Frades acabou por ser realizado à passagem do final da segunda parte…

 

ANÁLISE TÁTICA – LUSITANO FCV

Sérgio Fonseca estreou-se no comando técnico, abdicando de um dos três centrais habitualmente usados esta época. Tati foi o sacrificado, mantendo-se o capitão Calico com João André.

A equipa da casa jogou em 4x3x3, com Luís Almeida, muitas vezes a movimentar-se da esquerda para o centro, juntando-se ao experiente Luís Barry. Kiko ocupava o corredor esquerdo do ataque, mas por vezes, teve de baixar e compensar o lateral Leal. A pressão alta exercida não permitiu que a equipa adversária construísse o jogo a partir de trás.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Tony (6)

Tomé (7)

Calico (7)

João André (7)

Leal (7)

Salú (7)

Bruno Loureiro (6)

 Gonçalo Santos (7)

 Kiko (7)

Luís Almeida (7)

 Barry (6)

SUBS UTILIZADOS

Iuri Bessa (-)

Vasco Paredes (-)

Chico Simões (-)

Ricardo Ferreira (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – GD OLIVEIRA DE FRADES

Marcos Bastidas apostou num 4x5x1. Mamadu era a referência ofensiva na área, mas passou muitas vezes despercebido junto dos defesas adversários e teve regularmente de recuar para apoiar defensivamente a equipa e procurar jogo.

Magique, antigo jogador da Académica, era organizador do jogo do GDOF, tendo, muitas vezes, de recuar até aos centrais para vir buscar bola. Os alas da equipa encontravam-se muito encostados aos laterais, numa tentativa de defender de forma compacta, que acabou por não resultar.

Como não conseguiam lidar com a pressão alta do Lusitano, a equipa oliveirense abusou dos pontapés longos de Sea que eram preza fácil para a defensiva adversária.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Sea (7)

 Lille (6)

Tiago Cabé (6)

 Zé Carlos (6)

Pedro Rordigues (6)

Stephen (5)

Magique (5)

Zoca (5)

 Igor (5)

 Nando (5)

 Mamadou (5)

SUBS UTILIZADOS

Mauro (5)

  Luís Pinto (5)

Nery (-)

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Lusitano FCV

BnR: O Lusitano jogou hoje dois centrais, ao contrário de vários jogos esta época. Pretende manter o esquema tático utilizado hoje?

Sérgio Fonseca:  A nossa primeira preocupação foi tendo em conta que era a falta de confiança que os atletas estavam a demostrar, era coloca-los num esquema tático em que se sentissem confortáveis, através da conversa que tivemos com eles durante a semana. Depois, também avaliámos as dinâmicas do Oliveira de Frades e decidimos optar por este sistema. Poderá ser um sistema que a gente mantenha ou se virmos necessidade de alterar, vamos fazê-lo também. Vai depender daquilo que for o nosso adversário também, toda a estratégia vai ser avaliada semana a semana.

BnR: O bom jogo e o resultado alcançado passaram muito pela pressão alta exercida pelo Lusitano sob os jogadores do Oliveira de Frades?

Sérgio Fonseca: Sim, começa também por aí. Uma das armas que o Oliveira de Frades tem são os dois médios que costumam pegar muito no jogo. São jogadores com muita qualidade e a partir daí eles começam a desenrolar todo o seu futebol que tem muita qualidade também. Inicialmente a nossa ideia foi estancar esses mesmo jogadores, não permitir que eles conseguissem iniciar a fase de construção do jogo e daí tirarmos os nossos devidos proveitos dessa situação.

BnR: O Lusitano apresenta registos antagónicos em casa [quatro vitórias em quatros jogos] e a jogar fora [quatro empates e uma derrota, em cinco jogos]. A forma de jogar fora de casa irá ser diferente?

Sérgio Fonseca: Nós vamos a todos os jogos em buscar dos três pontos. Podemos mudar aqui ou acolá a estratégia, criarmos outra nuance, mas o principal objetivo será sempre lutar pelos três pontos. Temos passado essa mensagem aos jogadores e vamos continuar em busca sempre das vitórias. Vínhamos da primeira derrota da equipa e precisávamos de voltar urgentemente às vitórias e esperamos continuar nos jogos fora com essa dinâmica.

 

GD Oliveira de Frades

BnR: Que análise faz a esta partida?

Marcos Bastidas: O Lusitano marcou três golos, leva a vitória, consegue os três pontos. Uma equipa experiente que foi eficaz, tem cinco remates enquadrados com a baliza, concretizou três. Parabéns aos vencedores. O primeiro golo foi muito cedo, demérito nosso do lançamento em que permitimos que o atleta do Lusitano faça um bom cruzamento e depois uma boa finalização. Condiciona o jogo todo. O jogo foi bastante repartido, acho que tivemos mais bola em determinados momentos do jogo, mas isso não faz diferença no resultado porque quem ganha, é quem marca mais golos. Por isso, o Lusitano é um justo vencedor. Oliveira de Frades

BnR: A equipa acabou por não criar lances de perigo. Não conseguiram lidar com a pressão alta do Lusitano?

Marcos Bastidas: O facto de não conseguir concretizar ou criar situações de finalização haverá demérito da nossa parte e mérito do adversário. Eu vou acreditar mais que houve mérito do adversário porque, neste momento, preciso do grupo junto e unido porque nós ainda temos jogos pela frente que devemos e queremos ganhar. Este foi mais um jogo que tristemente perdemos, mas obviamente temos de fazer mais e melhor se queremos ganhar os restantes. Posso realçar uma situação individual que não gosto de fazer: no meu entender, para mim o melhor jogador em campo foi o nosso júnior, Igor e, quando isso acontece alguma coisa está mal, alguma coisa está mal com a equipa técnica, com o treinador e tenho de assumir as minhas responsabilidades. Mas também é sinal que temos malta que quer e que a temos de a pôr em campo para conseguirmos melhores resultados.

BnR: Apesar desta derrota [desceu da 3ª. para 4ª. posição, fora dos lugares de acesso à fase de subida], a equipa continua com o objetivo de tentar alcançar as três primeiras posições?

Marcos Bastidas: Claro, depois do que foi feito na época passada, em que obtivemos um quarto lugar, o objetivo era ficar nos dois primeiros classificados ou ser um dos melhores terceiros que nos permitisse garantir a manutenção o mais rapidamente possível. Está a olhos vistos a competitividade da nossa série. Dependemos só de nós neste momento. Por isso, temos de fazer mais e melhor. Oliveira de Frades

Académica OAF 1-2 FC Porto B: Série mais negra que a capa

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A CRÓNICA: DRAGÕES VOAM NAS ASAS DA EFICÁCIA

Já falta leito ao Mondego para conter tantas lágrimas derramadas. A Académica OAF deu seguimento à péssima época que vai fazendo e somou ante o FC Porto B a sexta derrota consecutiva (a quinta para a Segunda Liga). Por seu turno, os jovens Dragões passam a somar 15 pontos e levam já oito de vantagem para o Varzim SC (primeira equipa em zona de descida direta).

Os dez minutos iniciais foram jogados em “banho-maria”, mas culminaram com o primeiro lance de perigo da partida. Tudo começou com um bom pontapé de Mika, na reposição da bola em jogo, e tudo terminou com um mau pontapé de João Carlos. O “50” da Briosa foi servido por um cruzamento decente pela direita do ataque academista, não tendo todavia sido capaz de finalizar da melhor forma perante a pressão de um defensor adversário.

A resposta azul-e-branca surgiu pelo mesmo método e com a mesma eficácia. Levi Faustino, na ala direita portista, puxou do cruzamento para colocar o esférico nos pés de Bernardo Folha. O médio de 19 anos agradeceu e rematou, fazendo a bola sobrevoar a trave da baliza de Mika.

Teria sido um bom ensaio caso ainda se mantivessem no relvado do Cidade de Coimbra as balizas de rugby do Portugal x Japão. Infelizmente, de um fim-de-semana para o outro só se mantiveram umas quantas linhas do terreno de rugby e uma quanta areia nesse jogo levantada no tapete auriverde da Académica-OAF. Foi, ainda assim, um bom ensaio para o que se seguiria.

Aos 18 minutos, Bernardo Folha apareceu ainda em maior estilo e atirou às portas da área com o pé esquerdo. Mika, batido, acompanhou com o olhar o trajeto da bola e com o ouvido esquerdo o baque da mesma no poste. A turma de negro mantinha a “Folha” limpa, mas estavam deixados os dois avisos portistas.

O FC Porto B viria, aos 29 minutos, a vestir a pele de companhia de eletricidade. Já haviam deixado dois avisos, à terceira foi mesmo para cortar a luz. Mor Ndiaye olhou para a bola, mediu os 25/30 metros que a separavam da linha de golo, encolheu os ombros e disse para si mesmo: “Cá vai disto”. E foi. Que golo de pé esquerdo do “64” forasteiro.

A reação caseira foi quase imediata e altamente eficaz. Aos 35 minutos, Mimito, Toro e João Carlos formaram uma task force com o intuito de distribuir o golo do empate e conseguiram-no. Foi o ponta-de-lança brasileiro quem “a meteu lá dentro” – nem outra hipótese tinha, a baliza estava à sua mercê -, mas o mérito foi repartido em partes iguais.

A Académica-OAF espevitou-se nos restantes 10 minutos e entusiasmou as bancadas. Ainda assim, o intervalo chegaria com um empate a um golo ainda no marcador. O entusiamo academista não esmoreceu no quarto de hora de descanso e Ricardo Silva foi o primeiro a descobri-lo.

O guardião azul-e-branco foi posto à prova – e correspondeu – logo no segundo minuto do segundo tempo, após remate de Fatai. O entusiasmo caseiro não esmoreceu ao intervalo… mas diluiu-se logo aos 50 minutos. Silvestre Varela foi o feliz contemplado do sorteio “Quem quer uma bola cruzada por Léo Borges?” e fez o 2-1, num remate prensado precedido de uma receção orientada de alguma classe.

A reação da Briosa foi muito singela. Foi preciso aguardar um quarto de hora para que as bancadas se levantassem em uníssono na previsão coletiva de golo academista. João Carlo, todavia, não conseguiu desfeitear Ricardo Silva no um para um e aumentou o desespero dos adeptos presentes no Cidade de Coimbra. Até final, os momentos de maior ebulição nas bancadas foram apenas aqueles em que os adeptos da casa sentiam haver ações de anti-jogo dos jovens Dragões.

 

A FIGURA

Bernardo Folha o seu posicionamento foi suficiente para desequilibrar. A atuar entre linhas, não deu referências aos defesas para que o pudesse controlar. Procurou muitas vezes o remate, mas não conseguiu chegar ao golo que coroaria a bela exibição que assinalou.

 

O FORA DE JOGO

João Carlos teve um conjunto de más definições que inibiram a Académica de criar um maior número de oportunidades de golo. Desperdiçou uma série de ocasiões e apenas marcou num lance em que o difícil era não o fazer.

 

ANÁLISE TÁTICA – ACADÉMICA OAF

A versatilidade da Académica torna difícil encontrar uma sequência de números adequada, daquelas com que normalmente caracterizamos os sistemas táticos das equipas, para definir a maneira como os estudantes se apresentaram em campo. Ainda assim, será o 3-4-3 a configuração mais representativa.

Com três laterais-esquerdos de origem no onze, João Carlos Pereira deu a Fábio Vianna e a David Sualehe o papel de, no flanco canhoto, adaptarem a forma como a equipa defendia ao que era apresentado pelo adversário. Em caso de necessidade, mas não como principal prioridade, Sualehe baixava para formar uma linha de cinco elementos atrás. Nessa situação, Fábio Vianna somava-se a Michael Douglas e Ricardo Dias como terceiro central. Na hora da pressão, Sualehe saltava no lateral contrário e era Vianna quem se responsabilizava pela defesa ao extremo. Do outro lado, Traquina fez todo o flanco.

No meio-campo, Mimito e João Lucas (o outro lateral-esquerdo de raiz do onze) articularam-se. João Lucas geriu mais a posse, enquanto Mimito anotou bons pormenores na condução de bola e na execução de movimentos de rutura. Ainda assim, não se pode dizer que tenha existido um meio-campo a dois, dado que Toro e Fatai, falsos extremos, estiveram constantemente no corredor central.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Mika (5)

Traquina (6)

Michael Douglas (4)

Ricardo Dias (5)

Fábio Vianna (4)

David Sualehe (5)

João Lucas (5)

Mimito (5)

Toro (6)

Fatai (6)

João Carlos (4)

SUBS UTILIZADOS

Michel Lima (4)

Costinha (5)

Fábio Fortes (4)

Reko (-)

João Pedro (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO B

O Porto B dispôs-se taticamente em 4-4-2. Muito daquilo que os dragões demonstraram bem que pode ser comparado ao que faz habitualmente a equipa A.

Mor Ndiaye e Rodrigo Fernandes operaram no meio-campo. Nos corredores, atuaram jogadores com características bastante distintas. Bernardo Folha, a partir da esquerda, transformava-se, a atacar, num terceiro médio, demonstrando encontrar no miolo conforto para combinar e até finalizar jogadas. Ao invés, Peglow, dono da faixa direita, posicionou-se bem perto da linha lateral de modo a obrigar a defesa adversária a estender-se. Na frente, Danny Loader foi-se movimentando por onde pressentia que existia espaço para tal, bem complementado por um Varela mais fixo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ricardo Silva (5)

Levi Faustino (5)

João Marcelo (5)

Romain Correia (6)

Leonardo Borges (5)

Mor Ndiaye (6)

Rodrigo Fernandes (5)

Peglow (5)

Bernardo Folha (7)

Varela (5)

Danny Loader (6)

SUBS UTILIZADOS

Zé Pedro (-)

Vasco Sousa (-)

Rodrigo Ferreira (-)

BNR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

 

ACADÉMICA OAF

Bola na Rede: A Académica-OAF fez alinhar no onze inicial, num sistema de três centrais, um central, um médio-defensivo e um lateral-esquerdo, além de fazer alinhar outros dois laterais esquerdos (um em cada ala). O que é que os jogadores que jogaram fora de posição dão à equipa que os dois centrais e o lateral-direito que ficaram no banco não dão?

João Carlos Pereira: É o trabalho do treinador: arranjar soluções. Quando procuramos dotar a equipa de equilíbrio para ter competência e se bater com certo tipo de adversários, temos que encontrar soluções. Em termos de rendimento, acho que estivemos bem.

 

FC PORTO B

Bola na Rede: O que é a presença de dois extremos com características tão distintas como o Peglow e o Bernardo trouxe ao jogo do Porto B?

António Folha: Alterámos um pouco aquilo que é o nosso sistema habitual devido a algumas baixas que temos tido. Hoje, jogámos em 4-4-2. Com tanta gente a jogar por dentro, conseguíamos ter superioridade no meio e rodar facilmente a bola de um lado ao outro, uma vez que a Académica joga com uma linha de cinco atrás e apenas dois elementos no meio. O Varela e o Danny tinham liberdade para atacarem a profundidade e, de vez em quando, um vir em apoio.

 

Rescaldo da opinião de Francisco Martins e Márcio Francisco Paiva.

GP Catar: Isto vai até ao fim

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A CORRIDA: HAMILTON DOMINOU, VERSTAPPEN RECUPEROU E ALONSO REGRESSOU AOS PÓDIOS

À semelhança do que tinha acontecido no Brasil, o Grande Prémio do Catar teve drama antes de começar. Max Verstappen (Red Bull) e Valtteri Bottas (Mercedes) tinham alcançado o segundo e terceiro lugares na qualificação, respetivamente, mas foi penalizados em cinco e três lugares por não respeitarem bandeiras amarelas (duplas no caso de Verstappen), com o neerlandês a começar em sétimo e o finlandês em sexto.

No final de tudo, Lewis Hamilton (Mercedes) dominou a corrida, mantendo sempre a liderança, com Verstappen a recuperar e a acabar em segundo, e Fernando Alonso (Alpine) a voltar aos pódios sete anos depois, com o terceiro posto.

A corrida de Hamilton não tem grande história. O britânico tinha Pierre Gasly (AlphaTauri) ao seu lado, mas arrancou bem e nunca mais foi perturbado. Verstappen arrancou bastante bem, subindo rapidamente ao quarto lugar, e ultrapassando Gasly e Alonso em voltas consecutivas com a ajuda do DRS (o espanhol tinha subido momentaneamente ao segundo lugar, com uma belíssima ultrapassagem ao francês, por fora).

A partir daí, os dois candidatos ao título tiveram basicamente corridas solitárias, com Verstappen a ganhar tempo a Hamilton no início, mas a perder depois, e a ir à box para trocar de pneus primeiro do que o seu rival, mas com Hamilton a responder na volta seguinte e a sair à frente (isto aconteceu no primeiro e no segundo stint).

Verstappen ainda aproveitou um safety car virtual tardio para conseguir o ponto bónus pela volta mais rápida, indo para as últimas duas corridas da época com oito pontos de vantagem sobre Hamilton.

Em relação a Sergio Pérez (Red Bull que se tinha qualificado mal) e a Bottas, que arrancou mal, ambos estavam a recuperar bem, até que a tentativa de Bottas de apostar numa estratégia de uma só paragem resultou mal. À 34.ª volta, o pneu médio dianteiro esquerdo do finlandês furou, levando ao seu abandono umas voltas mais tarde.

Já Pérez, que estava de regresso ao terceiro lugar, estava numa estratégia de duas paragens, ao contrário de Alonso, que só parou uma vez, levando ao pódio do espanhol. A Alonso ainda valeu o azar dos dois carros da Williams (ambos furaram, com Nicholas Latifi a abandonar mesmo a corrida, levando ao safety car virtual que negou a Pérez a tentativa de ultrapassar o espanhol.

Pérez foi assim quarto, à frente de quatro carros que beneficiaram da estratégia de uma paragem: Esteban Ocon, no segundo Alpine, Lance Stroll da Aston Martin, e Carlos Sainz e Charles Leclerc, ambos da Ferrari. Lando Norris, da McLaren, desistiu dessa estratégia a sete voltas do fim e ficou-se pelo nono lugar, à frente do segundo Aston Martin, de Sebastian Vettel, que parou apenas uma vez.

A Fórmula 1 regressa daqui a duas semanas, em Jeddah, na Arábia Saudita, para outro circuito novo, com várias lutas a começarem a ficar definidas (Ferrari cada vez mais à frente da McLaren, Alpine com uma vantagem que já pode ser decisiva sobre a AlphaTauri, que não pontuou), mas a principal, pelo campeonato de pilotos, ainda bem viva.

Foto de Capa: Mercedes AMG-F1

Balanço Europeu 2021: Desilusão nacional e Super França em destaque

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Terminou a 54ª. edição do Europeu de Hóquei em Patins. Este ano, houve muitas surpresas na competição disputada em Paredes.

PORTUGAL NÃO ESTEVE AO MELHOR NÍVEL

A Seleção Nacional desiludiu e não demostrou ser uma das duas melhores equipas europeias como habitualmente tem demostrado. Apesar da goleada esperada à Alemanha na primeira jornada da fase de grupos, viu-se surpreendida por uma França fortalecida pelos Di Benedetto e muito bem organizada em termos defensivos.

Esta derrota desestabilizou a Seleção, que precisava de reagir contra a Itália, à partida um adversário ainda mais forte do que os gauleses. Novamente a jogar contra um adversário em bloco baixo, mas que é mais letal no contra-ataque, os portugueses não conseguiram conquistar a vitória, conquistando apenas um ponto.

Enquanto a Seleção Nacional escorregava e seguia em terceiro lugar, a Espanha não dava brindes e liderava rumo à final. No entanto, os franceses, na segunda posição e que bateram os campeões mundiais em título na jornada anterior comprometeram ao empatar frente a frágil Seleção de Andorra e deram esperanças aos portugueses de ainda atingirem a final.

A penúltima jornada era decisiva e Portugal defrontava o grande rival, a Espanha, a necessitar de ganhar. Num grande jogo com um final épico, a equipa dirigida por Renato Garrido deu a volta à beira do fim e bateu os nuestros hermanos. Já os franceses cumpriram, venceram a Alemanha e saltava para o primeiro lugar da fase de grupos.

As decisões ficaram adiadas para a última jornada, com Portugal a necessitar de ganhar a Andorra, mas depende de um decisivo Espanha – França. Os portugueses sabiam que necessitavam de ganhar a Andorra, mas para que a vitória valesse a presença final, precisava que a Espanha não vencesse ou que os espanhóis derrotassem os franceses, mas por, pelo menos, três golos de diferença.

Num jogo polémico e marcado por um aparente antijogo nos últimos minutos, o vizinho ibérico venceu por 3-1 a França, o que serviu às duas Seleções e atirou Portugal para o jogo dos 3º e 4º lugares, independentemente do último jogo que viria a vencer.

Num Europeu longe de ter corrido da melhor forma, a forma como a Seleção Nacional terminou a competição foi a imagem da desinspirada participação na restante competição: dois jogadores portugueses testaram positivo à Covid-19 e a Seleção Italiana recusou realizar testes de despiste à infeção, acabando por não acontecer o duelo pela posição mais baixa do pódio.

Na final, a Espanha acabou por ser mais forte do que a Seleção Francesa, mas a equipa orientada por Fabien Savreux vendeu muito cara a derrota e só se deu por vencida no prolongamento.

Por fim, este modelo de competição parece estar a ficar ultrapassado, com o aumento de qualidade de outras Seleções e com o risco de existir acordos entre Seleções para resultados concertados. É altura de a World Skate Europe refletir sobre a estrutura do torneio europeu. A participação de mais Seleções seria importante para a divulgação da modalidade e o aumento do nível da competição.

 

O CINCO DO EUROPEU

Baptiste Bonneau (GR, França)

Sergi Panadero (Espanha)

Ignacio Alabart (Espanha)

Carlo Di Benedetto (França)

Gonçalo Alves (Portugal)

 

DESILUSÃO DO EUROPEU: Portugal

SURPRESA DO EUROPEU: França

Foto de Capa: RFE Patinaje

Pote: O médio mais jovem de sempre a atingir a marca dos 30 golos

Pedro António Pereira Gonçalves, ou como é carinhosamente apelidado, Pote, já deixou a sua marca nos livros da história do futebol. Na época passada voltou a colocar um nome português no topo da lista dos melhores marcadores do campeonato, feito que já não se sucedia desde a época de 1995/1996.

Desta feita passou a ser o médio mais jovem de sempre a chegar aos 30 golos. Precisou apenas de 49 partidas para alcançar este número redondo. E já contra o Varzim SC igualou ainda o recorde de António Oliveira como o jogador com mais tiros certeiros (32) em 50 jogos com a camisola do Sporting CP.

Pote: Jogador sensação em 19/20

O neste momento internacional A português chegou a Alvalade em 2020 proveniente do FC Famalicão. O clube da capital teve de abrir mão de 6,5 milhões de euros por 50% do passe do na altura jovem de 22 anos de idade. O médio criativo ficou blindado por uma cláusula de 60 milhões de euros.

O jovem oriundo de Vidago, distrito de Chaves, aterrou em Lisboa com o peso de ter sido o jovem revelação na época anterior. Veio juntar-se a um grupo repleto de jovens. E a verdade é que, mesmo sendo um jovem, dele esperava-se mais.

Com 22 anos já tinha somado bastantes minutos no Championship ao serviço do Wolverhampton Wanderers FC e realizado uma época notável pelos famalicenses. Em 40 jogos com a camisola do Famalicão marcou sete golos e fez oito assistências.

No esquema de Rúben Amorim passou a desempenhar um papel diferente. É sem dúvida um médio criativo, mas parte sempre mais junto à linha. O seu habitat natural é o miolo do campo, mas cai muitas vezes para os corredores.

É um jogador “todo o terreno”, um “vagabundo” como se costuma dizer. Esta função permitiu-lhe desenvolver a veia goleadora que todos conhecemos e que o coloca noutro patamar. Dele esperavam-se coisas boas, mas creio que superou todas as expectativas.

O crescimento exponencial de Pote

Na primeira época ao serviço do Sporting, Pedro Gonçalves disputou 37 jogos em todas as competições e marcou 23 golos, todos eles no campeonato. Na primeira temporada de leão ao peito, Pote alcançou algo que um português não alcançava desde 1986 – foi o melhor marcador do campeonato – e encantou os adeptos como poucos jogadores são capazes de fazer.

Este crescimento exponencial despertou a atenção do selecionador nacional, levando-o a convocar o jovem prodígio do Sporting para a principal seleção portuguesa. Esteve à disposição de Fernando Santos no Euro 2020, mas para infelicidade do jovem flaviense não somou qualquer minuto na competição.

Pote
Fonte: Isabel Silva / Bola na Rede

Um jogador de uma época?

Pote começou a nova temporada de pé quente. Mostrou mais uma vez ser o homem golo da formação verde e branca com quatro golos em três jogos. Esta série de golos foi interrompida por uma lesão que se arrastou por um período de cerca de um mês.

O seu regresso não culminou com o retorno aos golos. Demorou cinco encontros para voltar a fazer as redes balançar. E se já era motivo de preocupação, voltou aos golos com um bis frente ao Besiktas JK na sua estreia a marcar na Liga dos Campeões, e no seguinte jogo fez novamente o gosto ao pé, num jogo a contar para o campeonato contra o FC Paços de Ferreira. E se os mais céticos não acreditavam que pudesse voltar a alcançar os mesmos números, a verdade é que a conta não para de crescer.

Faro de golo

Pote descobriu a sua veia goleadora no esquema de Rúben Amorim. O faro de golo que nele se reconhece está também muito ligado à boa relação em campo que tem com Paulinho. A falta de golos apontada ao avançado leonino é colmatada por Pedro Gonçalves. E a grande causa por detrás dos tantos golos apontados por Pote é o ex-avançado do SC Braga.

Paulinho desempenha um papel crucial na equipa comandada por Amorim. O treinador trabalhou com ele no Braga e decidiu trazê-lo para o novo projeto que lhe foi colocado nas mãos. O avançado do Sporting cria inúmeros espaços que são ocupados por Pote e que muitas vezes dão em golo. Estes dois revelaram muita química desde o início e certamente irão continuar a dar muitas alegrias aos sportinguistas.

Pote já entrou para a história do Sporting ao fazer 32 golos em meia centena de jogos. Partilha a par de António Oliveira o topo da lista de jogadores com mais golos em 50 jogos com a verde e branca vestida. Ficam os sportinguistas à espera que na próxima meia centena de jogos de leão ao peito mais recordes o jovem jogador possa bater.

Solskjaer | “Olé” para fora do clube, o adeus ao Manchester United

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A última dança no Teatro dos Sonhos. Para o treinador, um dia triste. Para milhões e milhões de adeptos de futebol, um dos dias mais aguardados dos últimos tempos: a demissão de Ole Gunnar Solskjaer.

Se, em tempos, levou o Manchester United FC à glória e ao céu, hoje em dia estava a enterrá-lo em direção ao inferno do fracasso. Tal como o ZeroZero perguntou a Fernando Santos, como é que um clube com tanta qualidade e talento, joga tão pouco futebol? Culpa inteiramente do treinador. Quem não sabe dançar, diz que a sala está torta.

Com contrato até 2024, Solskjaer estava no comando técnico desde dezembro de 2018. Foram 92 vitórias, 35 empates, 41 derrotas e zero troféus em 168 jogos, como treinador. A realidade é que a onda de maus resultados já estava forte de mais e a derrota pesada de 4-1 frente ao Watford FC foi a gota de água.

Na Liga Inglesa, ocupa o sétimo lugar a seis pontos da zona de Liga dos Campeões e a 12 pontos do primeiro lugar. Algo impensável para um clube da dimensão do Manchester United FC. E mais, nos últimos sete jogos apenas venceu um.

No lugar da vitória, veio a humilhação: em casa, perdeu o dérbi de Manchester (0-2), foi destruído pelo Liverpool FC (0-5), superado pelo Aston Villa FC (0-1) e, ainda, eliminado pelo West Ham United FC (0-1) na Taça da Liga Inglesa (EFL Cup). Não esquecendo que, fora de portas, ainda encheu o saco com quatro bolas do Leicester City FC.

Na Liga dos Campeões, por sorte ou por Cristiano Ronaldo, os resultados ainda apareceram e lideram o grupo F com sete pontos, os mesmos que o Vilarreal CF. Ainda assim, com o seu lote riquíssimo de jogadores, estão muito aquém das expetativas com performances pobríssimas, em qualquer competição.

Aliás, durante a sua estadia em Manchester, o que o salvou muitas vezes foi a qualidade individual, pois o coletivo e o trabalho tático que apresentou foi fraquíssimo. E por isso, afirmo o que a maioria acredita: finalmente, Solskjaer é despedido.

Por incrível que pareça (ou não), é o primeiro treinador do Manchester United FC a não conseguir ganhar um troféu, depois da era Sir Alex Fergurson. E se continuasse no cargo, este ano seria mais do mesmo.

Contudo, o treinador norueguês não sai de mãos a abanar. De acordo com a imprensa inglesa, receberá uma indemnização à volta de nove milhões de euros. Muito “papel” para um trabalho tão mau.

Ainda assim, a sua fase negra enquanto treinador não poderá apagar o seu legado enquanto jogador. Apesar de tudo, Ole Gunnar Solskjaer será sempre uma lenda do clube.

Substituição de treinadores, em Manchester. Sai Solskjaer, mas falta entrar alguém. A pergunta é: quem?

Para já, Michael Carrick fica como treinador interino, mas naturalmente já foram apontados vários nomes. Entre eles, Erik ten Hag (AFC Ajax), Brendan Rodgers (Leicester City FC), Luis Enrique (selecionador de Espanha) e Zinédine Zidane (sem clube).

Na minha perspetiva, duvido que os três primeiros saiam dos seus lugares e tudo parece bater certo com o técnico francês. Acredito no regresso da dupla maravilha Zidane-Ronaldo e, a meu ver, é a peça final que falta ao puzzle dos Red Devils. Mas isso, só o tempo o dirá e teremos de aguardar por atualizações. O importante é não ser Solskjaer ao leme, o resto é conversa.

 

Espanha 2-1 França: Espanhóis renovam título europeu

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A CRÓNICA: FRANCESES VENDERAM CARA A FINAL

Depois do jogo polémico que permitiu o apuramento das duas seleções para a final, França e Espanha reencontravam-se no jogo decisivo em Paredes.

No primeiro tempo, houve bastante equilíbrio entre as duas seleções, com destaque para os dois guarda-redes: Bonneau e Grau. Apesar de os espanhóis terem mais posse de bola, houve muitas oportunidades para os dois lados. Só que o intervalo chegou e o nulo no resultado permanecia.

A segunda parte começou também equilibrada, mas os franceses estiveram mais perigosos, com o trio Di Benedetto, em destaque. Sem surpresa, acabou por ser a seleção francesa a fazer o primeiro da partida, por Bruno Di Benedetto, num remate de longa distância.

Os gauleses continuavam por cima da partida e podiam ter feito o segundo em várias ocasiões por Roberto e por Carlo Di Benedetto. O avançado do FC Porto não conseguiu mesmo concretizar um livre direto.

Mais habituados a finais, os espanhóis conseguiram chegar ao empate, através de uma grande penalidade. Carballeira fez o 1-1 a 10´ do final.

A partida continuou dividida, mas os guarda-redes não permitiram que o marcador alterasse e o jogo seguiu para o prolongamento.

A primeira parte do prolongamento decorreu com os franceses a mostrarem-se mais perigosos no ataque. No entanto, o marcador só mudou nos segundos 5´ e foi para o lado adversário. Toni Pérez fez o golo decisivo.

Ainda antes do final, a seleção francesa ainda teve uma oportunidade por Le Berre, que, livre ao segundo poste, atirou ao lado.

Sob um coro de assobios, os espanhóis acabaram por chegar ao 18.º Título europeu, mas não foi tão fácil como certamente esperavam.

A FIGURA

Carles Grau (Espanha) – O guardião espanhol foi absolutamente decisivo para a vitória na final, com muitas defesas decisivas. Permitiu que os franceses não alargassem o resultado, dando tempo para os seus colegas de equipas fizessem o empate.

O FORA DE JOGO

 

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Carlo Di Benedetto (França) – Um dos principais destaques da seleção francesa no europeu, acabou por não exercer a sua principal especialidade: finalizar. Esteve bem na criação de oportunidades, ao criar espaços na defensiva espanhola, mas falhou um livre direto e nunca conseguiu bater Grau.

ANÁLISE TÁTICA – ESPANHA

Cabestany usou a tática habitual, com o recurso ao ataque apoiado. Panadero era o elemento que distribua jogo, na organização ofensiva. Por outro lado, a equipa teve dificuldades em conseguir lidar com a verticalidade ofensiva francesa.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Grau (9)

Xavi Barroso (7)

Alabart (7)

Panadero (8)

Bargalló (6)

SUPLENTES UTILIZADOS

Xavi Malián (-)

 Aragonès (6)

Toni Perez (7)

Carballeira (7)

Ferran Font (6)

ANÁLISE TÁTICA – FRANÇA

Savreux usou o cinco do costume, com os irmãos Di Benedetto a criarem o espaço necessário junto da baliza de Grau. Na defesa, os gauleses defenderam à zona, colocando-se junto à sua área e obrigando os espanhóis a usarem a meia distância. Contudo, a falta de soluções no grupo, segundo a perspetiva do selecionador, acabou por desgastar os titulares.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Baptiste Bonneau (8)

Rémi Herman (7)

Roberto Di Benedetto (7)

Bruno Di Benedetto (7)

Le Berre (6)

SUPLENTES UTILIZADOS

Audelin (-)

Gefflot (6)

Debrouver (6)

Savreux (6)

Carlo Di Benedetto (6)

Foto de Capa: RFE Patinaje

FC Porto 5-1 CD Feirense: Dragão sedento de golos na festa da Taça

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A CRÓNICA: ATAQUE ARDENTE FRENTE A FOGACEIROS SEM BRASA

A festa da Taça de Portugal esteve de volta ao Estádio do Dragão, que foi palco do encontro entre o FC Porto e o CD Feirense. Esperava-se um encontro difícil para ambas as formações, dado que ambas ocupam o lugar desejado nas suas tabelas classificativas, perante os seus objetivos. Na Primeira Liga, os dragões ocupam o primeiro lugar, enquanto na Segunda Liga, os fogaceiros se mantêm no segundo lugar, atrás da equipa B do SL Benfica (onde, para as contas da subida, esta não entra).

A pressão ofensiva do FC Porto sobre o CD Feirense esteve imposta desde o primeiro minuto de jogo. Aos sete minutos, Francisco Conceição personificou essa mesma pressão quando roubou bola a Sidney Lima, deixou para Evanilson que acabou por atirar largo por cima da barra da baliza de Arthur.

O golo cedo se adivinhava, dada a quantidade de tempo que os azuis e brancos passavam dentro da grande área adversária. A única questão que se levantava, na altura, era a capacidade de definição no último passe. Perto do primeiro quarto de hora, no seguimento de um pontapé livre praticamente em cima da linha, Vitinha cruzou de forma teleguiada para a cabeça de Matheus Uribe, a quem restou encostar de cabeça para o golo inaugural da partida e da vantagem do FC Porto no marcador.

Com muitas soluções no pouco espaço dado pela defesa dos fogaceiros, o FC Porto apresentou bastante criatividade e isso culminou mesmo na produtividade ofensiva. Aos 39 minutos, Francisco Conceição passou o esférico para Wilson Manafá, que assistiu Otávio. O jogador portista recebeu no peito e rematou para o fundo das redes da baliza de Arthur.

Apenas cinco minutos depois, no seguimento do canto batido por Vitinha, a confusão instalou-se na pequena área e Otávio bisou depois de cabecear inconsequentemente, numa defesa incompleta de Arthur. Estava completa a primeira parte de deleite dos comandados de Sérgio Conceição e de desespero da turma de Rui Ferreira.

O dragão voltou dos balneários com a mesma identidade com a qual subiu ao relvado: sedento de golos e com um grande calibre ofensivo. Bastaram dez minutos do reinício para alargar a vantagem no marcador. Bruno errou o passe para João Pinto em zona proibida e Evanilson fez o que tinha a fazer: intercetar a bola e atirar para a baliza.

O CD Feirense não quis perder a sua honra e continuou a jogar no contra-ataque e no erro portista em busca do golo, nas poucas oportunidades que assim teve. Depois de um mau alívio de Marchesín e de uma perda de bola de Vitinha, Vargas rematou para o fundo das redes. Estava reduzida a vantagem e o 4-1 no marcador.

No entanto, se já poucas dúvidas existiram, o coletivo portista quis mesmo desfazê-las. Foi assinalada uma grande penalidade a favor do FC Porto, depois do árbitro Hugo Miguel apitar falta de João Pinto sobre Mehdi Taremi dentro da grande área fogaceira. Francisco Conceição converteu o quinto golo dos dragões sem dó. Foi um momento marcante nas bancadas e mesmo no banco de suplentes do Estádio do Dragão que acabou por fechar o encontro.

 

A FIGURA

Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Otávio – Forçado a sair aos 60 minutos por lesão, Otávio não passou, de todo, indiferente no encontro. Jogou e fez jogar, para além do “bis” na partida. O capitão do FC Porto, até à entrada de Sérgio Oliveira, foi um dos homens fortes no potenciar do jogo da formação portista.

O FORA DE JOGO

Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Defesa do CD Feirense – A dar pouco espaço para o ataque portista, o plano defensivo da equipa de Rui Ferreira poderia até ter corrido bem, não fosse a linha estar desfasada daquilo que efetivamente se julga ter sido o plano. Comprometeu perante um FC Porto com sede de golos e bastante criatividade a nível ofensivo.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

O FC Porto de Sérgio Conceição voltou a alinhar no esquema de 4-4-2. Nos flancos defensivos, Zaidu pela esquerda e João Mário na direita imprimiram velocidade e verticalidade ao jogo. Fábio Cardoso e Chancel Mbemba ocuparam as posições mais centrais da defensiva azul e branca, para culminar a ausência de Pepe.

Com Francisco Conceição e Otávio a darem profundidade nas alas, Vitinha e Matheus Uribe compuseram o restante do meio-campo. Na frente, restavam Evanilson e Taremi, snedo que o avançado iraniano estava encarregue de elaborar movimentos de aproximação ao meio-campo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marchesín (6)

Zaidu Sanusi (6)

Chancel Mbemba (6)

Fábio Cardoso (6)

Wilson Manafá (6)

Matheus Uribe (7)

Vitinha (6)

Otávio (8)

Francisco Conceição (8)

Evanilson (7)

Mehdi Taremi (6)

SUBS UTILIZADOS

Wendell (6)

Sérgio Oliveira (6)

Fábio Vieira (6)

Danny Loader (6)

Luis Díaz (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD FEIRENSE

Rui Ferreira apostou num 3-5-2 tradicional, mas moldável num 5-3-2 a defender. Arthur assumiu o comando entre os postes, com uma linha de três centrais alinhada à sua frente: Bruno, João Pinto e Sidney Lima. No meio-campo, alinharam João Paulo, Latyr e Mau, com Diga e Zé Ricardo dar profundidade pelas alas, mas que desciam à primeira linha aquando das transições ofensivas.

No último setor do terreno, Vargas e André Rodrigues eram as setas apontadas à baliza do FC Porto. 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Arthur (5)

Diga (5)

João Pinto (5)

Manu (5)

Vargas (6)

Zé Ricardo (5)

João Paulo (5)

Latyr (5)

André Rodrigues (5)

Sidney Lima (6)

Bruno (5)

SUBS UTILIZADOS

Jardel (5)

Steven Petkov (5)

Fábio Espinho (6)

Washington (5)

Samuel Teles (5)

FC Alverca 1-2 FC Famalicão: Famalicenses tardam a entrar no jogo, mas garantem passagem

 

A CRÓNICA: ERROS INDIVIDUAIS SAEM CAROS AO FC ALVERCA

Na quarta ronda da Taça de Portugal, defrontaram-se as equipas do FC Alverca e do FC Famalicão, no Complexo Desportivo do FC Alverca. De salientar que o vencedor deste jogo garantia o apuramento para os 1/8 de final desta edição da Prova Rainha.

O treinador do FC Alverca, Argélico Fuchs, fez algumas alterações na sua equipa relativamente ao passado jogo frente ao Anadia FC, jogo este onde o FC Alverca venceu, por 4-1, garantindo assim o apuramento para esta ronda da Taça de Portugal. Já o treinador Ivo Vieira, efetuou também algumas alterações face ao onze inicial que venceu o Boavista FC, por 5-2, na 11ª jornada da Liga.

Na primeira parte, o FC Famalicão tentava impor o seu jogo diante do adversário, porém, o FC Alverca, mostrava-se consistente a nível defensivo, não dando qualquer espaço à equipa da casa. Fruto de um grande ambiente proporcionado pelos adeptos do FC Alverca, a equipa de Vasco Faisca mostrava agressividade e garra em cada lance que disputava com a equipa algarvia. O FC Famalicão, apesar de tudo, conseguia mostrar uma maior “maturidade” de jogo conseguindo amenizar todas as investidas do ataque do FC Alverca. Aos 26 minutos, com muita tranquilidade, os visitantes quase chegam ao golo por intermédio de Adrian Gomes que remata à baliza, após um ressalto, mas o defesa Ronaldo Rodrigues faz um corte extraordinário em cima da linga de golo. O FC Famalicão parecia controlar as investidas por contra-ataque da equipa da casa, porém, por vezes os lances individuais mudam completamente o rumo de um jogo. Aos 30 minutos, o extremo do FC Alverca, Ricardo Rodrigues, tira um defesa do caminho com uma receção extraordinária e finaliza com um remate em arco indefensável para o guarda-redes dos visitantes, Luiz Reis. Um golo de se tirar o chapéu.

O FC Famalicão tentava mudar o rumo do jogo, conseguia ter mais posse de bola, mas a formação da equipa da casa estava compacta e determinada, não concedia qualquer espaço à equipa visitante. Posto isto, os visitantes tentavam chegar ao golo através de remates à longa distância ou de cruzamentos para a área, sem qualquer sucesso até ao momento.

Na segunda parte, o FC Famalicão entrou a todo o vapor em busca do golo que lhes dava, pelo menos, o empate. No entanto, de forma idêntica ao que acontecia na primeira parte, não conseguiam ultrapassar a defensiva da equipa da casa. Aos 68 minutos, através de um erro individual do defesa-central, João Sousa, os visitantes conseguem então chegar ao golo do empate por intermédio de Pedro Teixeira. De forma fulminante, aos 69 minutos, novamente um erro da defesa João Sousa, que comete penalti sobre o atacante do FC Famalicão: Simon Banza, até então um pouco apagado do jogo, converte a grande penalidade e marca. Os famalicenses estavam, depois de muita insistência, na frente do resultado.

Os adeptos do FC Alverca puxavam pela equipa, porém a equipa, mesmo com as substituições, demonstrava certa fadiga face à equipa visitante. A equipa visitante demonstrou garra e bateu-se contra o FC Famalicão, todavia, os erros individuais saem caros.

Desde já, o Bola na Rede deseja força e rápidas melhoras ao avançado do FC Famalicão, Simon Banza.

 

A FIGURA

Alexandre Penetra Dá gosto ver este jovem central jogar. Com a bola nos pés, conseguiu executar passes em profundidade que causaram perigo à baliza adversária. Consistente e seguro, é um defesa que faz o difícil parecer fácil.

 

O FORA DE JOGO

João Sousa – Os dois erros defensivos cometidos pelo defesa no jogo de hoje, deram os dois golos à equipa visitante. Frente a adversários deste calibre, estes erros não podem ser cometidos.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC ALVERCA

O FC Alverca apresentou-se num 4-4-3 com um ataque muito veloz e baseado muitas vezes em lances de profundidade e bolas nas costas. Essa foi uma das principais armas que destabilizaram a defesa do Famalicão FC, protagonizadas principalmente por Diogo Ribeiro, Ricardo Rodrigues e Jefferson Nem. Ao longo dos 90 minutos viu-se uma equipa agressiva ofensivamente e com uma compacta organização defensiva.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

José Costa (6)

Tiago Gomes (5)

Ronaldo Rodrigues (5)

João Sousa (4)

Klismahn (6)

Felipe Ryan (7)

Eurico Lima (6)

Jefferson Nem (6)

Ricardo Rodrigues (7)

Diogo Ribeiro (6)

Gustavo Klismahn (6)

SUBS UTILIZADOS

Marcos Paulo (5)

Rafael Castanheira (5)

Talison Ruan (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC FAMALICÃO

O Famalicão apresentou-se num 4-2-3-1 com Pedro Teixeira enquanto sombra do ponta de lança Simon Banza – uma tarefa árdua para o número “8” da equipa algarvia, que pressionava a defesa do FC Alverca, recuava para defender e “caía” para os flancos durante o ataque. O FC Famalicão entrou na segunda parte a perder, e, mesmo com certa desinspiração ofensiva, conseguem melhor o seu jogo e chegar assim ao golo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Luiz Reis (6)

Diogo Figueiras (7)

Alexandre Correia (7)

Alexandre Penetra (8)

Adrián Marín (7)

Pêpê (6)

Charles Pickel (6)

Pedro Rodrigues (6)

Heriberto Tavares (6)

Iván Jaime (8)

Simon Banza (6)

SUBS UTILIZADOS

Bruno Nascimento (5)

David Tavares (6)

Hérnan de la Fuente (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FC Alverca

BnR: Acredita que o ambiente proporcionado hoje pelos adeptos do Alverca contribuiu e refletiu-se nesta grande determinação apresentada pela equipa?

Artur Moraes: “Primeiramente, gostaria de agradecer o apoio que os adeptos deram á equipa no jogo de hoje, empurraram bastante a equipa. Infelizmente, não foi o resultado que esperávamos e que merecíamos.”

 

FC Famalicão

BnR: A equipa, na primeira parte, mostrou certa desinspiração ofensiva. Crê que a qualidade individual demonstrada na segunda parte, por alguns dos seus jogadores, foi fulcral para desbloquear a boa organização defensiva do Alverca?

Ivo Vieira: “Certamente que sim. Mas não há nenhum jogador hoje em dia que decida um jogo sozinho, o coletivo tem de ser bastante forte. Claro, temos jovens jogadores aqui com grande qualidade e margem de progressão que têm ganho protagonismo individual ao longo dos jogos”.

Liverpool FC 4-0 Arsenal FC: “Reds” vencem e continuam perseguição ao líder

A CRÓNICA: QUEM POUCA ATACA, ACABA (QUASE) SEMPRE POR PERDER

Em perspetiva este era o jogo de cartaz da jornada 12 da Primeira Liga Inglesa. De um lado o poderosíssimo Liverpool FC que parece ter encontrado a sua forma esmagadora, e do outro um Arsenal FC em reconstrução mas que não perdia há 11 partidas e queria dar continuidade ao seu bom momento de forma.

Ainda assim esperava-se que fossem os da casa a mandar, com mais posse de bola e controlo da partida e foi isso que aconteceu desde o primeiro minuto. Do outro lado, a equipa de Mikel Arteta procurou ser muito competente no momento defensivo para depois conseguir sair em contra ataque e ferir a equipa de Alisson.

Na zona mais recuada do terreno as coisas ainda foram correndo mais ou menos bem, com a competência dos homens mais recuados a ser aliada ao grande momento de forma de Ramsdale, que aqui e ali ia fazendo defesas muito importantes. Ainda assim era algo que viria a durar apenas 39 minutos, quando Sadio Mané aproveitou uma bola parada executada de forma perfeita por Alexander-Arnold para fazer o primeiro da partida e o seu sétimo na temporada. Estava feito o primeiro e os visitantes tinham de procurar algo diferente na segunda parte para conseguirem levar tentos de Anfield.

Para a segunda parte esperava-se que o Arsenal FC conseguisse vir com uma outra ideia, mais ofensiva e pressionante, mas a verdade é que foi o Liverpool FC a continuar a assumir as rédeas totais da partida. Pouco ou nada vimos a nível ofensivo dos comandados de Arteta e assim sendo a tendência era para a diferença aumentar.

Pois bem foi isso que aconteceu, desta vez depois de uma falha de Nuno Tavares que ofereceu a bola a Diogo Jota que, com toda a calma, fintou Ramsdale e fez o segundo, confirmando o que era quase evidente.

A partir daqui era esperar que o jogo acabasse e ver por quantos o Liverpool FC conseguia ganhar. No fim foram quatro, com golos de Salah e Minamino, que confirmaram assim a grande diferença que ainda existe entre estes dois conjuntos.

 

A FIGURA

Sadio Mané – Antes do primeiro golo do Liverpool, foi o senegalês que mais tentou e criou dificuldades a Ramsdale, com várias oportunidades criadas e finalizadas. Falhou algumas vezes, mas aos 39 minutos fez o golo inaugural que daria outra calma à equipa para conseguir fazer, a partir dali, o seu jogo que queria, Para além disso esteve sempre muito bem em todos os momentos da partida, tendo conseguido fazer uma assistência, que serve de cereja no topo do bolo. Que exibição.

 

O FORA DE JOGO

Equipa do Arsenal FC – Num jogo tão mal conseguido não dá para escolher aquele que foi o fora de jogo, uma vez que todos os elementos que vestiram de amarelo estiveram um patamar abaixo daquilo que deveriam para encarar uma partida deste calibre. Perderam e perderam bem, nada à imagem daquilo que têm feito nas últimas jornadas do campeonato.

 

ANÁLISE TÁTICA – LIVERPOOL FC

A equipa de Klopp apresentou-se no típico 4-3-3 com uma linha defensiva afetada pela ausência de Robertson, que foi substituído por Tsimikas, e que contou com a companhia dos habituais Van Dijk, Matip e Alexander-Arnold. Um pouco mais à frente Fabinho, como número seis, que desta vez teve perto de si Thiago Alcântara e Oxlade-Chamberlain, o médio mais ofensivo da equipa. Na frente do Liverpool, os habituais Mané e Salah, com o português Diogo Jota a atuar como atacante mais no centro, no lugar normalmente ocupado pelo agora lesionado Roberto Firmino. A ideia de jogo já se sabe, uma equipa muito pressionante, muito rápida a sair para o ataque e sempre muito objetiva e vertical nas suas ações.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Alisson (7)

Alexander-Arnold (7)

Matip (6)

Van Dijk (7)

Tsimikas (6)

Fabinho (7)

Thiago (7)

Oxlade-Chamberlain (6)

Salah (8)

Diogo Jota (7)

Sadio Mané (9)

SUBS UTILIZADOS

Minamino (7)

Henderson (6)

Morton (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – ARSENAL FC

Mikel Arteta dispôs a equipa num 4-4-1-1 com duas linhas de quatro bem juntas, dando alguma liberdade na frente a Lacazette e Aubameyang, que deveriam aproveitar essencialmente os momentos de contra ataque para ferir a equipa contrária. Na linha defensiva atuaram Tomiyasu, Ben White, Gabriel e Nuno Tavares, com Thomas Partey e Lokonga logo à sua frente no centro do terreno. Nas alas atuaram Saka pelo direita e Smith-Rowe pela esquerda, num jogo muito difícil para ambos. Como referido, a equipa do Arsenal FC procurou defender bem e depois conseguir sair para o contra ataque, algo que raramente aconteceu com qualidade. Defensivamente as coisas começaram a descambar depois do segundo golo e por isso o resultado tão desnivelado no final da partida.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ramsdale (8)

Tomiyasy (6)

Ben White (5)

Gabriel (5)

Nuno Tavares (4)

Saka (5)

Thomas Partey (6)

Lokonga (6)

Smith-Rowe (5)

Lacazette (5)

Aubameyang (5)

SUBS UTILIZADOS

Maitland-Niles (5)

Odegaard (5)

Elneny (-)