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10 melhores golos da Champions 16/17

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A Champions League é talvez uma das montras mais propícias ao espetáculo. Como tal, as equipas apuradas para a fase de grupos da competição, principalmente as de menor calibre, tendem em mostrar os seus melhores jogadores ao mundo, promovendo não apenas o futebol do seu país, como também lançando os seus melhores talentos. Daí que, qualquer um desses jogadores encare uma partida desta prova como um meio de divulgar os seus atributos, as suas qualidades. E contra os seus ídolos. Um ambiente de glória, como a própria música da Liga dos Campeões sugere. É por isso que é tão bom ouvi-la antes de disputar o jogo. Quando a música acaba, há inúmeros gritos de guerra que ecoam no estádio, significando que se está a postos para a batalha. Os jogadores unem-se, abraçam-se como se fossem um só. E são. São uma equipa, que concentrada e motivada, está preparada para corresponder à coreografia ensaiada pela sua claque.

A edição 2016/17 não foge à regra e, como em qualquer ranking, hierarquizar apenas 10 entre as dezenas de golos espetaculares que foram marcados assume-se uma tarefa um pouco árdua, que pressupõe desde logo a exclusão de muitos deles…Porém, se atentarmos no lado positivo, chega-se à conclusão de que este top 10 tem tanta qualidade que comete a ousadia de deixar autênticos “golaços” de fora!

Foto de Capa: SportingNews.com

Taça das Confederações ’17 (Magazine): Portugal

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Numa altura em que faltam poucos dias para o arranque da Taça das Confederações, prova de teste para o Mundial de 2018, o mister Fernando Santos montou as tropas para essa deslocação. E quer entrar para ganhar!

Sim, eles são bons demais

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Cabeçalho modalidadesÉ ponto assente que os playoffs da NBA em 2017 são uma enorme desilusão para quem gosta de imprevisibilidade e jogos renhidos. Os Cavaliers dominaram no Este enquanto os Warriors passearam na Conferência Oeste, chegando às finais invictos. E, depois de mais duas partidas, a invencibilidade da equipa de Golden State mantém-se. Costuma dizer-se que uma série dos playoffs só começa quando uma das equipas ganha fora de portas. Porém, os Warriors nem precisam disso. E, mesmo que precisassem, não parece difícil fazê-lo. Até porque uma coisa é bater o recorde de vitórias na fase regular. Outra é ser campeão sem derrotas nos playoffs…

Os campeões moram em Cleveland e o melhor jogador da liga também. No entanto, os Warriors são tão bons que fazem dos Cavs os underdogs destas finais. E tudo porque acrescentaram a uma equipa de três all-stars aquele que é, em condições normais, o segundo melhor jogador da NBA, com uma fome de títulos tremenda, no papel de vilão que ele próprio aprendeu a amar.

Durant é o fator diferencial que os Warriors procuravam Fonte: Mercury News
Durant é o fator diferencial que os Warriors procuravam
Fonte: Mercury News

O segundo jogo das finais trouxe uns Cavs renovados. Kevin Love estava quente, LeBron continuava a atacar o cesto com força e os jogadores complementares do plantel de Cleveland estavam a aparecer. Do outro lado, Draymond Green andou carregado de faltas, Klay Thompson apareceu a espaços e Stephen Curry juntava momentos de brilhantismo a perdas de bola desnecessárias (algo que no ano passado custou um título). Mas, no ano passado, não havia Kevin Durant. E é esse o fator que torna uma das melhores equipas de sempre numa (vou arriscar uma previsão) equipa imbatível. KD consegue penetrar para o cesto com facilidade, lançar de meia-distância quando o caminho para o cesto está fechado e lançar triplos do parque de estacionamento quando os Cavs defendem mesmo muito bem. Depois, do outro lado do campo, dá sempre jeito ter um extremo com mais de dois metros e com braços que vão de um lado ao outro do campo, capaz de defender qualquer um.

Foi por essa razão que, apesar de ameaçarem, os Cavaliers nunca passaram para a frente na segunda partida destas finais. Foi também por causa de Kevin Durant que os Warriors terminaram com mais de 130 pontos num jogo das finais, mesmo com vinte perdas de bola. E é por causa da sobrenatural qualidade e capacidade física de Durant, o novo vilão da NBA, que o troféu vai voltar para Oakland. Sim, os Cavaliers sofreram derrotas mais pesadas nos dois primeiros jogos há um ano. E também é verdade que James não cairá sem dar luta. Mas, mesmo que Curry, Thompson, e Green se exibam a meio-gás (o que já faria dos Warriors uma equipa temível), este ano há o fator que não existia na temporada passada: Kevin Durant.

Foto de Capa: http://www.nbcbayarea.com

Roland Garros 2017: Portugueses cumpriram

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Cabeçalho modalidadesA participação portuguesa em Roland Garros 2017 correu mais ou menos dentro do esperado. João Sousa e Gastão Elias não foram capazes de desafiar as expectativas e fazer grandes campanhas, mas também não desapontaram verdadeiramente.

Para Gastão Elias, havia a esperança de poder vencer o seu primeiro encontro em torneios de Grand Slam na sua carreira, especialmente depois da sua grande vitória contra del Potro em Lyon, mas o britânico Kyle Edmund revelou-se demasiado forte e venceu em 3 sets relativamente confortáveis. Não era um encontro impossível para Gastão Elias, mas Edmund era o favorito e isso confirmou-se no court. Elias irá agora para Wimbledon ainda à procura dum primeiro triunfo em torneios do Grand Slam.

Quanto a João Sousa, esteve muito perto de se ver 0-2 abaixo contra Tipsarevic na primeiro ronda, mas conseguiu dar a volta após vencer o tie-break do segundo set e ganhou com algum conforto no fim contra um adversário ‘semi-retirado’. Na segunda ronda defrontou Novak Djokovic e o resultado foi aquele que toda a gente esperava com o sérvio a vencer com facilidade.

Esteve longe de ser a melhor prestação portuguesa de sempre em torneios do Grand Slam, mas também não defraudou as expectativas. Segue-se Wimbledon no fim do mês, com Gastão Elias à procura da sua primeira vitória e João Sousa à procura de pelo menos repetir a terceira ronda do ano passado.

Foto de Capa: João Sousa

Futebol Feminino bate recordes

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Os adeptos do Sporting são verdadeiros fanáticos pelos Leões. Seja no futebol, andebol, futsal, hóquei, goalball (não é possível aqui escrever todos os exemplos existentes), no berlinde, no pião ou na macaca – se os tivéssemos- os adeptos iam estar loucos a apoiar…

Desde que a camisola verde-e-branca estivesse vestida, lá estaríamos em festa a apoiar, a ganhar ou perder… sim, porque quem tanto tem, também perde. E ainda bem que assim é… valoriza mais as vitórias e faz-nos trabalhar para todos os dias sermos melhores… não melhores que ninguém, mas um melhor clube todos os dias.

Em maio, num site norte-americano, falaram da loucura do Sporting à volta do Futebol Feminino… que teve um jogo que bateu todos os recordes em Portugal e que superava médias de grandes equipas dos Estados Unidos da América (país que é uma referência no Futebol Feminino). A nossa jogadora Tatiana Pinto respondeu que o segredo para estes grandes números era a “Paixão”. Este fim de semana, na Final da Taça de Portugal mais um recorde foi batido…

Em 25 de fevereiro deste ano, o Sporting Clube de Portugal e o Sporting de Braga defrontaram-se em Alvalade e tiveram a maior assistência de sempre no campeonato português: 9263 espectadores. Mas este número ainda estava longe da maior assistência de sempre em Futebol Feminino em Portugal, aquando da Final da Liga dos Campeões Feminina em 2013/2014 , no Estádio do Restelo, entre as equipas do Wolfsburgo (Alemanha) e Tyreso (Suécia), com a vitória a sorrir à equipa alemã por 5-4. Nessa altura foram 11 217 adeptos presentes no Estádio.

À “Paixão” dos adeptos, as nossas Leoas responderam com a dobradinha. No ano de regresso ao Futebol Feminino, não se podia esperar melhor. Fonte: Sporting CP
À “Paixão” dos adeptos, as nossas Leoas responderam com a dobradinha. No ano de regresso ao Futebol Feminino, não se podia esperar melhor.
Fonte: Sporting CP

Mas no Jamor, a “Paixão” voltou a levar a melhor! Foram 12 213 adeptos no Estádio Nacional com uma loucura verde-e-branca tremenda e uma representação do Sporting Clube de Braga “simpática”. E esta “Paixão” foi coroada com a dobradinha do Futebol Feminino na época: a vitória no Campeonato Nacional e na Taça de Portugal!

Venha de lá a próxima época para batermos mais recordes, porque “O Sporting é o nosso grande amor!”

 

A odisseia das transferências

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Findo o campeonato nacional e praticamente todas as restantes ligas europeias, é altura de começar a odisseia mais preferida da comunicação social: o mercado de transferências. Ao longo desta etapa vamos ouvir falar de cerca de 50 possíveis nomes de jogadores para integrar a equipa do Sporting onde apenas 10% serão consumadas. O normal!

Este é apenas o primeiro capítulo desta história, semanalmente será feito um diagnóstico de todos os interesses e contratações da equipa leonina, apresentando o melhor onze possível para atacar o título nacional e também algumas sugestões que poderiam acrescentar qualidade ao plantel.

É perceptível que a defesa do Sporting seja o sector com mais necessidade de ser reforçado. Schelotto é um jogador limitado a nível ofensivo, Marvin uma má adaptação a lateral esquerdo. Jefferson, Douglas e Esgaio sem espaço no plantel e Ruben Semedo parece estar cada vez mais na porta de saída. Por outro lado, André Pinto é uma boa contratação para reforçar o eixo da defesa e Piccini um jogador adaptado ao futebol europeu. Lucas e Fábio Coentrão são outros nomes comentados pela imprensa. Lucas poderá vir a ser uma boa surpresa enquanto Coentrão, por mais qualidade que tenha, não parece ser o mesmo que nos habituou a grandes exibições. A exemplo de Markovic, será arriscado para quem não pode novamente falhar neste capítulo.

Fábio Coentrão está a ser negociado para o Sporting Fonte: Facebook de Fábio Coentrão
Fábio Coentrão está a ser negociado para o Sporting
Fonte: Facebook de Fábio Coentrão

No meio-campo, as crónicas vendas de Adrien e William continuam a ser alimentadas. William fez uma época muito abaixo da qualidade a que nos habituou e será, sem dúvida, o jogador do núcleo forte mais provável a ser vendido. Mattheus, ex-Estoril Praia, está garantido e a sua qualidade/evolução pode ser triunfante para a necessidade do Sporting. Em relação a Battaglia, os parâmetros da sua contratação parecem demasiado exigentes para um jogador que poderá nada acrescentar às necessidades da equipa leonina. O Argentino de 25 anos tem qualidade sem dúvida, mas será sempre arriscado “reforçar” a equipa do SC Braga com dois jogadores e contratar um médio que provavelmente será a sombra de Adrien.

Ofensivamente é urgente garantir um ou dois avançados para acompanhar o matador Bas Dost. Joel Campbell regressará ao Arsenal, Castaignos não terá espaço e muito prováveis serão os empréstimos de Matheus Pereira e Lukas Spalvis. Alan Ruiz recupera de uma grave lesão, sobrando apenas Gelson Martins e Daniel Podence. Também é provável que Gelson Dala e Iuri Medeiros façam a pré-época no plantel de Jorge Jesus. O Angolano é mesmo visto como um trunfo para o arranque da nova época.

WWE Extreme Rules: No lugar certo e na hora certa

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Dean Ambrose © vs. The Miz (WWE Intercontinental Championship)

A abrir o evento, The Miz surpreendeu e venceu o Título Intercontinental pela sétima vez Fonte: WWE
A abrir o evento, The Miz surpreendeu e venceu o título Intercontinental pela sétima vez
Fonte: WWE

O combate pelo título Intercontinental abriu o evento e não defraudou as expetativas. Desde cedo, Dean Ambrose tentou evitar as tentativas do ex-campeão de desqualificar o seu adversário (caso acontecesse, Ambrose perdia o título). O “Lunatic Fringe” não cedia e dava luta ao candidato pelo título, mas Miz arranjava sempre alguma maneira de entrar na cabeça do campeão.

A um certo ponto, Maryse deu um estalo no seu marido, para que Ambrose fosse desqualificado, mas o juiz não caiu na estratégia do “A-Lister”. Por fim, Miz empurrou Ambrose contra o juiz John Cone, este ameaçou que iria desqualificar Ambrose, e Miz surpreendeu-o com um Skull Crushing Finalle e conquistou o título.

Apesar de ser um combate completamente fora da essência do PPV (nada neste combate foi “extreme”), foi uma boa maneira de começar o evento. Quando toda a gente esperava a desqualificação do campeão, The Miz venceu de forma “limpa” e volta a conquistar o título que elevou nos últimos meses. Esperemos que consiga dar-lhe o valor que teve no SmackDown Live!

Foto de Capa: WWE

Toni, Felix e Roland: A família Kroos de Rostock para o mundo

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“O Toni Kroos é o jogador com o maior talento natural que eu já vi desde o Karl-Heinz Rummenigge.”Werner Kern (responsável pelo departamento de formação do FC Bayern München; 2010)

 

A qualidade de Toni Kroos é irrefutável; se dúvidas restassem quanto à sua influência no sector intermédio do Real Madrid CF, os números que apresentou na noite da final da UEFA Champions League, frente à poderosa Juventus CF, desfazem qualquer interrogação que ainda pudesse ser colocada relativamente àquilo que ele é realmente capaz de fazer. Um total de 61 passes completos com uma precisão acima dos 91%, aos quais se juntam mais dois que ajudaram a criar oportunidades de golo, tornam Toni Kroos num dos jogadores mais influentes na conquista da 12.ª Liga dos Campeões pelo emblema madrileno. O médio alemão conta também ele próprio com um palmarés pessoal verdadeiramente invejável, do qual fazem parte, entre outros troféus, três Ligas dos Campeões, três Super Taças Europeias, três Mundiais de Clubes e um Campeonato do Mundo ao serviço da Mannschaft.

O nome Kroos é sinónimo de futebol na Alemanha actual, mas ao mergulharmos na história percebemos que esta ligação vem bem mais de longe, desde os tempos em que o seu pai, Roland Kroos, trabalhava como treinador nos escalões de formação e na equipa de reservas do FC Hansa Rostock. Toni Kroos nasceu em Greifswald, na antiga República Democrática Alemã, e foi no clube local que deu os seus primeiros passos no mundo do futebol.

Toni Kroos apresentado como reforço do Real Madrid CF Fonte: ndr.de
Toni Kroos apresentado como reforço do Real Madrid CF
Fonte: ndr.de

O desporto era uma parte importantíssima nas vidas da família Kroos. O seu pai Roland vivia o futebol de forma intensa e esteve ao serviço do FC Hansa Rostock, nas mais diversas funções técnicas, durante grande parte da sua vida activa. A sua mãe Birgit Kämmer era jogadora de badminton e representou a ex-RDA ao mais alto nível em diversas ocasiões. Toni e o seu irmão, Felix, seguiram a paixão do seu pai e tornaram-se jogadores de futebol.

Depois de ter dado nas vistas no modesto Greifswalder SV, Toni mudou-se para o outrora poderoso FC Hansa Rostock e ali permaneceu até 2006. Aos 16 anos de idade, a família Kroos decidiu fazer cerca de 643 quilómetros em direcção a sul para que Toni pudesse prestar provas no FC Bayern München. Foi uma decisão difícil de tomar para todos, como Roland já referiu em diversas entrevistas nos últimos anos, mas ao fim destes anos todos é fácil perceber que foi a mais correcta. A ascensão de Toni Kroos no emblema da Baviera foi feita com passos sólidos e o período que passou por empréstimo no Bayer 04 Leverkusen ajudou-o a refinar ainda mais toda a sua qualidade para depois rapidamente se tornar num jogador imprescindível aquando do seu regresso a Munique.

Os 10 atletas em destaque nesta época

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Fonte: Sporting CP
Fonte: Sporting CP

Diana Silva – Futebol Feminino: Depois de uma temporada no Clube Albergaria, onde registou números interessantes, Diana Silva foi uma das apostas para a recém-criada equipa de futebol feminino do Sporting Clube de Portugal. A avançada de 21 anos contribuiu (e muito) para os títulos alcançados na época de estreia e a sua irreverência foi sempre uma dor de cabeça para as adversárias. Entre Campeonato Nacional e Taça de Portugal, a internacional portuguesa realizou 29 jogos e apontou 31 golos, sendo que bisou quatro vezes, fez três hat-tricks e apontou dois pokers.

Roland Garros: Alguém viu por aí Rafa Nadal?

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Cabeçalho modalidadesTerminou neste domingo a primeira semana de Roland Garros, a mais importante prova mundial disputada em pó-de-tijolo e os fãs de ténis estarão certamente contentes com os encontros que têm sido disputados em Paris.

Começando pela competição feminina, irregularidade continua a ser a palavra que melhor descreve a presente temporada no circuito WTA. À cabeça da lista de principais deceções da primeira semana, está a número 1 do mundo Angelique Kerber que, como muitos já esperavam, cedeu na ronda inaugural frente a Ekaterina Makarova. Também Svetlana Kuznetsova figura neste lote, pois apesar do bom nível apresentado pela russa nas semanas anteriores a Roland Garros, nesta prova foi eliminada por Caroline Wozniacki – que apesar de não ser, de todo, uma desconhecida, atravessa um período muito instável na sua carreira e o pó-de-tijolo não é a sua superfície de eleição.

A campeã em título e quinta classificada no ranking WTA Garbiñe Muguruza foi também eliminada precocemente nos oitavos-de-final frente a uma inspirada Kiki Mladenovic que, perante um court Philippe Chatrier em erupção, levou de vencida a espanhola em 3 partidas. Para já ainda não se vislumbra uma sucessora clara de Muguruza, pelo que Simona Halep, Timea Bacsinszky, Karolina Pliskova e Kiki Mladenovic são talvez as jogadoras que mais estáveis têm estado e o troféu tem boas hipóteses de terminar esta edição nas mãos de uma destas quatro atletas.

Fonte: Kristina Mladenovic
Fonte: Kristina Mladenovic

Na prova masculina pode dizer-se que os principais candidatos à vitória final têm cumprido as suas “obrigações”. Se Andy Murray, atual líder do ranking ATP, se tem conseguido desenvencilhar de alguns encontros mais complicados (como foi aquele frente a Martin Klizan, que poderia ter desembocado numa sempre apetecível quinta partida), já Rafael Nadal – o grande candidato ao título em Paris, e que celebrou no passado dia 3 o seu 31º aniversário – tem aproveitado para “passear” pelo complexo de Roland Garros tendo perdido apenas uns incríveis 20 jogos (de serviço) em 4 encontros disputados o que, numa prova do Grand Slam, é um feito absolutamente raro. Na terça-feira, dia 6, Rafa irá disputar com Pablo Carreño Busta um lugar nas meias-finais, depois de Busta ter sido o protagonista daquele que foi certamente um dos encontros mais espetaculares da semana, frente a Milos Raonic (Carreño d. Raonic 4/6; 7/6; 6/7; 6/4; 8/6).

Também Djokovic tem resolvido eficazmente todos os seus compromissos pelo que na 3ª ronda teve de “puxar dos galões” para levar de vencida um destemido e muito aguerrido Diego Schwartzman, num encontro que ficará decerto na memória dos espetadores pelo equilíbrio desde a primeira bola do encontro. O jovem Dominic Thiem parece estar também muito tranquilo relativamente ao ténis que tem desempenhado, e resultado disso são as esclarecedoras vitórias em 3 sets frente a Bernard Tomic, Simone Bolelli, Steve Johnson e Horacio Zeballos que irão fazer certamente do austríaco um adversário muito perigoso no encontro dos quartos-de-final frente a Novak Djokovic. Já Alexander Zverev não seguiu as pisadas do companheiro austríaco da “NextGen” e regressou a casa com uma derrota amarga (ainda para mais depois de vencer o Masters 1000 em Roma) frente ao experiente Fernando Verdasco que parece ter (re) encontrado durante esta semana a alegria no court e, com ela, o seu ténis tanto explosivo como espetacular (o que tem andado a direita de canhoto de Verdasco!).

Fonte: Dominic Thiem
Fonte: Dominic Thiem

Gael Monfils, Alize Cornet, Caroline Garcia e Kiki Mladenovic são já os últimos representantes gauleses na prova, o que fará certamente o court Philippe Chatrier transformar-se numa “praça de touros” estilo Taça Davis cada vez que um deles entrar em cena, numa semana em que todos esperam ver o “verdadeiro” Rafa Nadal em prova pelo que todos os que ainda se encontram em competição tentarão com certeza acabar com o sonho do maiorquino de conquistar “La Decima” em Paris – curiosamente na mesma semana em que o “seu” Real Madrid conquistou “La Duodecima”. Será que o maiorquino se sentirá inspirado e conseguirá levar o troféu mais uma vez para casa?

Foto de Capa: Rafa Nadal