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Liverpool FC x FC Porto | Com o segundo lugar em aberto todos os pontos contam

Liga dos Campeões, 5.ª Jornada, Fase de Grupos: quarta-feira, 20:00, 24 de novembro de 2021
ANTEVISÃO: DAVID CONTRA GOLIAS

Mais uma vez, a Champions está de voltas. Os grandes palcos chamam pelos maiores protagonistas, e como tal, o FC Porto deve erguer-se como David e enfrentar o maior Golias da competição para os dragões, o Liverpool FC. Em Anfield os jogos são com outra intensidade e depende da “raça” portista para conseguir um bom resultado.

DRAGÕES TENTAM ESCREVER NOVO PEDAÇO DE HISTÓRIA EM ANFIELD COM TAREFA MUITO COMPLICADA. SERÁ UM DIA HISTÓRICO? APOSTA JÁ EM BWIN COM A TUA PREVISÃO!

Os reds são favoritos, seguem invictos nesta edição da Liga dos Campeões, em que já garantiram, de forma tranquila, a classificação para a fase seguinte da competição no primeiro lugar, e encontram-se na terceira posição da Premier League.

No primeiro encontro e como tem sido um costume nos confrontos entre estas equipas, os pupilos de Jurgen Klopp dominaram o jogo, acabando com um resultado avantajado de cinco bolas a uma.

No entanto, o FC Porto tem aqui uma boa oportunidade para garantir um resultado positivo e aumentar a pressão ao Atletico de Madrid que segue, igualmente, na corrida pelo segundo lugar.

10 DADOS RÁPIDOS

  1. O FC Porto nunca venceu o Liverpool FC;
  2. Em 2018, o FC Porto conseguiu empatar em Anfield;
  3. O Liverpool FC já marcou 23 vezes aos portistas, contra apenas quatro golos dos azuis e brancos;
  4. O Liverpool FC segue invicto na competição, com 12 pontos no total;
  5. Os reds já garantiram a passagem aos “oitavos” da Liga dos Campeões;
  6. O FC Porto é a vítima favorita de Sadio Mané na Liga dos Campeões;
  7. Klopp não conta com Firmino para o jogo;
  8. Nos nove encontros entre os conjuntos, só não houve golos em duas ocasiões, em 2001 e 2018.
  9. Desde 2018, os reds contam com 16 golos marcados e apenas dois sofridos contra o FC Porto
  10. Pepe continua o seu estatuto lendário na competição, conta com 108 jogos.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Sadio Mané (FC Liverpool) – O senegalês é o motivo de pesadelos da defesa portista, o faro de golo aliado à velocidade e capacidade de drible tornam-no num extremo muito perigoso, continua a sua soma de golos frente ao FC Porto, já leva cinco em cinco jogos.

Salah Luis Díaz Liverpool FC FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Luis Díaz (FC Porto) – O colombiano está a ter, até ao momento, a melhor temporada da sua carreira, o jogador com mais golos no campeonato e, na Liga dos Campeões continua a provar ser um jogador mais que sabe fazer estragos nas defesas contrárias.

XI’S PROVÁVEIS

FC Liverpool: Alisson, Tsimikas, van Dijk, Matip, Alexander-Arnold, Fabinho, Henderson, Alcantara, Mané, Salah, Minamino.

Treinador: Jurgen Klopp

“Vencemos o primeiro jogo de uma forma que, estou certo, não os deixou muito contentes e, depois, se o FC Porto vencer terá uma final com o Atlético de Madrid na última jornada”

FC Porto: Diogo Costa, Zaidu, Pepe, Mbemba, João Mário, Vitinha, Sérgio Oliveira, Luis Díaz, Otávio, Taremi, Evanilson.

Treinador: Sérgio Conceição

“Não podemos controlar a estratégica do adversário, que joga semana a semana num grande nível, mas temos as nossas armas, a nossa ambição, capacidade e organização. Representamos um clube histórico, e não vamos a Inglaterra para fazer mais um jogo, mas sim o jogo que pode ser decisivo para passarmos à próxima fase”

PREVISÃO DE RESULTADO: LIVERPOOL FC 0-0 FC PORTO

Sporting CP x BVB Dortmund | Motivação em alta para ultrapassar os alemães

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Liga dos Campeões, Jornada 5: Sporting CP x BVB Dortmund – Quarta-feira, 20h, 24 de novembro

ANTEVISÃO: UMA BOA OPORTUNIDADE COM O FATOR CASA

No grupo C da Liga dos Campeões, o Ajax FC contrariou o favoritismo do Borussia Dortmund e já está apurado, deixando a luta pelo segundo lugar para os alemães e para o Sporting. Os leões têm os mesmos pontos dos germânicos (6).

Um triunfo por dois ou mais golos de diferença dará apuramento aos leões. Um empate beneficiaria o Dortmund, que ficaria com vantagem pelo confronto direto – pois ganhou por 1-0 ao Sporting na Alemanha – e só lhe faltando receber o Besiktas JK na última jornada, equipa só com derrotas neste grupo.

O SPORTING TEM DE VENCER POR DOIS OU MAIS GOLOS DE DIFERENÇA PARA SE APURAR. ACHAS POSSÍVEL? APOSTA JÁ COM A BWIN

Se a derrota em Alvalade com o Ajax na primeira jornada (1-4) assustou os sportinguistas, a verdade é que os holandeses também esmagaram o Dortmund no primeiro confronto com os alemães, num 4-0 em Amesterdão.

Mesmo tendo começado este grupo com duas derrotas, o conjunto de Rúben Amorim não baixou os braços e ganhou os dois jogos contra o Besiktas, afastando a hipótese de os turcos ameaçarem um eventual terceiro lugar dos leões e reaproximando a turma de Rúben Amorim da disputa pelo segundo lugar do grupo.

Thorgan Hazard é baixa no Dortmund, por ter testado positivo à covid-19. Já Mats Hummels falha o jogo por castigo, após ter sido expulso na receção dos alemães ao Ajax (1-2). A ausência com maior relevância continua a ser, claro, a de Erling Haaland. Do lado do Sporting, as baixas são Jovane Cabral e Rúben Vinagre.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Os leões só venceram equipas alemãs em duas ocasiões.
  2. Nos últimos 13 jogos com equipas alemãs, o Sporting empatou cinco vezes e perdeu seis.
  3. O Dortmund foi a última equipa a derrotar o Sporting. Desde aí, os comandados de Rúben Amorim somaram nove vitórias para todas as competições.
  4. Nessa sequência, marcaram 22 golos e sofreram apenas quatro. Isto dá uma média de 2,2 golos marcados por jogo e de 0,4 golos sofridos.
  5. Desde a lesão de Haaland, o Dortmund perdeu fogo no ataque. O norueguês havia faturado 13 vezes nos primeiros 10 jogos.
  6. Nos últimos 23 jogos europeus fora de casa, o Dortmund venceu apenas sete.
  7. O Dortmund ainda tentou a despenalização de Mats Hummels, expulso no último jogo, mas sem sucesso.
  8. Foi há 13 anos o único apuramento do Sporting para a fase a eliminar da Liga dos Campeões.
  9. Apontado esta semana como possível sucessor de Ole Gunnar-Solskjaer no comando técnico do Manchester United FC, Rúben Amorim sugeriu que os ingleses deviam contratar já Erik ten Hag, treinador do Ajax, adversário do Sporting na última jornada do grupo.
  10. Os adeptos do Sporting que entrem no estádio até às 19h25 vão receber um convite para o jogo de domingo, dia 28, frente ao CD Tondela.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Paulinho Sporting
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Paulinho (Sporting CP) – Este pode ser o jogo ideal para Paulinho mostrar que pode ser importante para o Sporting neste papel de número 9 que recua para se associar com os colegas. A motivação do avançado tem estado em baixo, mas em partidas deste nível a motivação de todos os jogadores cresce e superam-se limites.

 

Big time 🏟 pic.twitter.com/6GPf9ZlihT

— Borussia Dortmund (@BlackYellow) November 23, 2021

Jude Bellingham (BVB Dortmund) – O médio inglês é quem leva a equipa para a frente. É um verdadeiro box to box. Tem passada larga, energia inesgotável e até tem golo.

 

XI’S PROVÁVEIS

Sporting: Adán, Pedro Porro, Gonçalo Inácio, Coates, Feddal, Matheus Reis, João Palhinha, Matheus Nunes, Pedro Gonçalves, Pablo Sarabia, Paulinho

Treinador: Rúben Amorim

“Sabemos que podemos ter mais bola do que no primeiro jogo contra eles, mas também que o Borussia Dortmund nos vai empurrar para a nossa baliza. Portanto, olhando para o jogo de lá, temos de ser melhores ofensivamente, mantendo a nossa qualidade defensiva.”

Borussia Dortmund: Kobel, Meunier, Akanji, Zagadou, Raphael Guerreiro, Witsel, Bellingham, Brandt, Reus, Malen, Tigges

Treinador: Marco Rose

“O Sporting é uma equipa que marca muito golos de bola parada, os médios são muito bons no jogo aéreo, e depois o Pote e o Sarabia nas alas são dois bons jogadores… e depois ainda há o Paulinho no ataque. Não vai ser fácil, mas estamos na Champions.”

 

PREVISÃO DE RESULTADO: SPORTING CP 2-2 BVB DORTMUND

 

Artigo com opinião de Miguel Bravo Morais

 

 

 

 

 

Papo de Bola #6: Antevisão da Libertadores e o fim da era Tabárez

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Papo de bola no bola rede podcast

HORA DO SEXTO EPISÓDIO DO PODCAST “PAPO DE BOLA” SOBRE
A ATUALIDADE DO FUTEBOL SUL-AMERICANO!

Depois do quinto episódio do podcast “Lei do Mercado” e da estreia do Mourinhos vs. Guardiolas, estreamos o sexto episódio, o teu espaço para ouvires as últimas novidades sobre o futebol sul-americano.

Neste episódio, o César Mayrinck recebe o treinador de futebol e comentador do Bola na Rede, Fellipe Andrade, e ambos focam toda a atenção na final da Copa Libertadores. Quem irá ganhar?

Fica com a sexta edição deste podcast, que está disponível no Spotify, bem como em todas as plataformas habituais.

6.º PROGRAMA – PAPO DE BOLA

Chelsea FC 4-0 Juventus FC: Exibição categórica vale ultrapassagem londrina no grupo

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A CRÓNICA: APENAS UMA EQUIPA JOGOU PARA GANHAR

A Juventus FC, já apurada, precisava apenas de um empate para garantir o primeiro lugar do grupo, mas o Chelsea FC foi a única equipa que quis ganhar e a goleada por 4-0 permitiu que fossem os londrinos a ascender à liderança do grupo H.

Só deu Chelsea na primeira meia hora de jogo! Os londrinos entraram fortes, instalaram-se no meio-campo adversário e criaram as primeiras ocasiões de perigo: primeiro por Ben Chilwell e depois num livre de Reece James. Os laterais iam ganhando protagonismo, mas seria um central a assumir maior destaque. Na sequência de um canto, Chalobah aproveitou uma bola vinda do braço de Rüdiger e não tremeu na hora de inaugurar o marcador, aos 25 minutos.

A Juventus não tardou em responder e até foi Morata (que bem conhece Stamford Bridge) a estar perto do empate, mas viu o seu ‘chapéu’ sobre Mendy ser negado por Thiago Silva, praticamente em cima da linha. Ainda assim, a reação revelou ser sol de pouca dura, uma vez que foi o Chelsea a estar muito perto do segundo, antes do intervalo, por Reecce James e Hudson-Odoi.

O regresso dos balneários não trouxe nada de novo e os detentores da Champions acabariam por ampliar a vantagem, com inteira justiça. Em dois minutos, dois golos! Aos 56 minutos, Reece James apareceu solto na grande área e atirou para o merecido golo e, logo a seguir, foi a vez de Hudson-Odoi finalizar uma grande jogada coletiva, premiada com passes curtos de inegável qualidade.

O jogo serenou de tal modo que a Juve só se aproximou com perigo da baliza de Mendy nos últimos dez minutos, através de um remate de McKennie, o primeiro da equipa enquadrado com a baliza. Do outro lado, logo a seguir, Ziyech esteve muito perto de marcar, porém, os contornos de goleada seriam assumidos por Timo Werner no último minuto de compensação, naquela que foi uma exibição muito diferente do jogo de Turim, em setembro.

Ambas as equipas sabem que vão marcar presença nos “oitavos” da Liga dos Campeões, mas resta agora saber quem fechará a fase de grupos na liderança. Aguardemos pela última jornada…

 

A FIGURA

Jorginho – Fez o que quis, como quis e quando quis! O campeão italiano foi o cérebro do jogo do Chelsea e, por ele, passaram vários momentos de desequilíbrio, fruto de passes algo inesperados para as costas da defensiva contrária. Preponderante na ocupação do espaço, travou as transições do adversário e recuperou bolas que dariam em golo. Não criou as ocasiões, mas deu a criar e isso foi suficiente para se destacar com uma exibição completa a todos os níveis.

O FORA DE JOGO

Alex Sandro – Passou completamente ao lado do jogo. Não subiu no terreno pelo lado esquerdo, falhou vários passes e somou erros atrás de erros na leitura às abordagens das referências ofensivas do Chelsea. Além disso, perdeu praticamente todas as disputas de bola, algo que revelou ser letal no perigo que foi sendo criado junto da baliza de Szczesny. Exibição fraca do lateral brasileiro…

 

ANÁLISE TÁTICA – CHELSEA FC

Thomas Tuchel optou por promover meia dúzia de alterações por comparação ao duelo de Turim (em finais de setembro). Trevoh Chalobah ocupou o lugar de Andreas Christensen no eixo da defesa, Ben Chilwell e Reece James renderam César Azpilicueta e Mateo Kovacic (lesionado) nas laterais e N’Golo Kanté assumiu a vaga deixada por Marcos Alonso no meio-campo. Já na frente de ataque, Hudson-Odoi e Christian Pulisic trataram de substituir Kai Havertz e Romelu Lukaku.

Alinhados em 3-4-2-1, os líderes da Liga Inglesa entraram fortes e fiéis ao seu estilo de jogo, com um Futebol positivo e fluído, mas foram esbarrando na consistência defensiva do adversário. Sem referências na área, foram poucos os momentos de cruzamento, algo que por vezes complicou o raio de ação no último terço do terreno, apesar das soluções que eram encontradas já com a defesa italiana recomposta.

Tuchel ajustou algumas ligações entre setores no intervalo e o resultado ficou à vista nos primeiros minutos do segundo tempo, com um soberbo nível de eficácia nas chegadas à baliza de Szczesny. A partir daí, tirou o pé do acelerador e limitou-se a controlar o jogo sem grandes dificuldades, tendo chegado ainda ao quarto em transição.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Edouard Mendy (6)

Antonio Rüdiger (6)

Thiago Silva (7)

Trevoh Chalobah (8)

Ben Chilwell (7)

N’Golo Kanté (6)

Jorginho (9)

Reece James (8)

Hakim Ziyech (6)

Hudson-Odoi (7)

Christian Pulisic (5)

SUBS UTILIZADOS

Ruben Loftus-Cheek (7)

Timo Werner (7)

César Azpilicueta (5)

Mason Mount (6)

Saúl Ñíguez (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – JUVENTUS FC

Já Massimiliano Allegri modificou apenas duas peças em relação ao triunfo caseiro diante do Chelsea, ambas de forma forçada devido a lesão. Weston McKennie figurou no “onze” e fez com que Juan Cuadrado baixasse no terreno na lateral direita (onde estivera Danilo) e, na frente de ataque, Álvaro Morata rendeu Federico Bernardeschi.

A jogar em 4-4-2, os italianos apresentaram-se em Londres com as linhas muito baixas e convidaram o adversário a aproximar-se da sua área, mas sempre de olho no contra-ataque vertiginoso, apoiado nas referências individuais da equipa. A maior dificuldade terá estado em aliviar o perigo das bolas paradas do Chelsea, uma vez que os homens da Juventus perderam vários duelos aéreos.

Mesmo em desvantagem, a Juventus não se atreveu a pressionar alto no início do segundo tempo e rapidamente sofreu mais dois golos, fruto da densidade baixíssima. Allegri recorreu a Dybala, mas já ia tarde para sonhar com uma eventual recuperação no encontro e na própria classificação.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Wojciech Szczesny (6)

Alex Sandro (4)

Matthijs De Ligt (5)

Leonardo Bonucci (6)

Juan Cuadrado (6)

 Adrien Rabiot (5)

Rodrigo Bentancur (6)

Manuel Locatelli (7)

Weston McKennie (6)

Álvaro Morata (6)

Federico Chiesa (5)

SUBS UTILIZADOS

Paulo Dybala (6)

Moise Kean (5)

Arthur (5)

Dejan Kulusevski (-)

Koni De Winter (-)

Artigo revisto por Joana Mendes

FC Barcelona 0-0 SL Benfica: Serenata à chuva merecia golo

A noite chuvosa em Camp Nou não afetou a qualidade do relvado, que por consequência ajudou a aumentar a qualidade do Futebol jogado. Que belo jogo este a que assistimos entre FC Barcelona e SL Benfica, uma autêntica serenata à chuva.

Os culés mostraram uma cara mais lavada em relação aos últimos jogos desta temporada, entrando melhor na partida. Sem grande surpresa, chegou às primeiras oportunidades, ainda que sem eficácia, tendo pela frente Odysseas Vlachodimos, que se agigantou entre os postes.

Com o desenrolar dos acontecimentos, o SL Benfica começou a sentir confiança em sair a jogar e através de bola parada esteve mesmo muito perto do golo. Numa decisão controversa, o árbitro anulou o golo a Nicolás Otamendi. Quando se findavam os primeiros 45 minutos, Yusuf Demir esteve perto de pintar uma belíssima obra de arte, que só a trave negou.

O segundo tempo foi mais dividido, e com menos oportunidades nos primeiros minutos. Os blaugrana faziam proveito da posse de bola no meio-campo encarnado, mas não conseguiam traduzir em perigo o domínio no jogo. Por outro lado, iam deixando escapar bolas e permitiam até contra-ataques ao adversário. A entrada de Ousmane Dembélé abanou o jogo de forma tremenda, obrigando Jorge Jesus a reforçar o corredor esquerdo da sua defesa, com a entrada de Lazaro, habitual lateral pela direita.

Até ao final, sentia-se que ambas as equipas tinham mais medo de perder a partida do que vontade de a ganhar. Apesar dos esforços, os caseiros não chegaram ao golo e o Benfica ia aproveitando os contra-ataques, estando perto, muito perto até, de conseguir uma histórica vitória. Haris Seferović teve o golo nos pés, mas falhou de forma inacreditável perante uma baliza praticamente escancarada. Tudo em aberto para a última jornada da Liga dos Campeões, que promete ser ainda mais interessante de acompanhar.

 

A FIGURA

Otamendi
Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede

Nicolás Otamendi – Exibição tremenda do argentino no centro da defesa encarnada, que poderia ter ficado ainda mais saborosa, não fosse o golo anulado na primeira parte. Esteve em todo o lado o central argentino, demonstrando toda sua capacidade defensiva na partida desta noite. Liderou as hostes benfiquistas e transmitiu bastante segurança aos companheiros.

O FORA DE JOGO

Roman Yaremchuk tem impressionado os adeptos do SL Benfica
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Roman Yaremchuk – Jogo muito pouco conseguido de Roman Yaremchuk. Para surpresa de muitos, o avançado ucraniano foi opção entre os titulares e esperava-se uma melhor resposta da sua parte. Além de incapaz de fazer aquilo a que se propunha: ganhar bolas e fazer golos, não conseguiu acrescentar nada de positivo à sua equipa. Diria que a saída aos 59 minutos soa a tardia.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC BARCELONA

O FC Barcelona alinhou num 4-3-3 clássico. Ronald Araújo foi surpresa na direita, atuando como defesa-direito. Busquets apresentou-se como médio mais recuado, tendo pela sua frente Frenkie de Jong e Nico González. Yusuf Demir demonstrou toda a qualidade do seu pé esquerdo, pela ala direita. Gavi pisou terrenos mais interiores, fazendo movimentos de apoio no meio. Memphis Depay foi arma solta no ataque blaugrana, deambulando várias vezes de posição.

As poucas semanas de Xavi Hernández no comando do FC Barcelona não fizeram milagres, mas a verdade é que se sentiram grandes diferenças em relação às miseráveis exibições que vimos em tempos não muito longínquos de Ronald Koeman. A posse de bola foi palavra de ordem, num jogo mais paciente e calmo, com o esférico a circular com maior frequência em espaços curtos.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marc-André Ter Stegen (6)

Jordi Alba (7)

Clément Lenglet (5)

Gerard Piqué (4)

Ronald Araújo (6)

Sergio Busquets (7)

Frenkie de Jong (6)

Nicolás González (7)

Gavi (6)

Yusuf Demir (6)

Memphis Depay (7)

SUBS UTILIZADOS

Ousmane Dembélé (7)

Sergiño Dest (5)

Eric García (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Jorge Jesus apostou no seu esquema tático predileto nesta temporada: o 3-4-3. As surpresas no onze foram André Almeida e, tendo em conta as opções que tinha, Roman Yaremchuk. O lateral-direito português apareceu como defesa-central pelo lado direito, preterindo Morato para o banco de suplentes. Quem também não foi titular, foi Darwin Núñez, que se esperava que pudesse fazer parte das escolhas iniciais do SL Benfica, escolhendo com o avançado ucraniano para ocupar a posição frontal. As poucas variantes táticas observavam-se pelas alas, com as trocas de lados dos extremos.

As escolhas de Jorge Jesus confirmaram o que se poderia esperar dos encarnados numa fase inicial: um jogo na expectativa e à procura do melhor momento para procurar a profundidade nos seus velozes extremos, Rafa Silva e Everton. A verdade é que o Barcelona foi carregando no acelerador e pouco ou nada se viu do ataque do Benfica, ia valendo Odysseas Vlachodimos. A bola parada ia fazendo a equipa sentir que poderia discutir o resultado, tendo ficado muito perto do golo, que acabou por não acontecer. Perto do fim, a velocidade do contra-ataque português deixou o FC Barcelona em cacos, que só não alcançou a vitória por escassos centímetros.

Jogo irrepreensível do ponto de vista defensivo. Linha de fora de jogo sempre muito bem montada e cortes implacáveis de Otamendi e companhia.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Odysseas Vlachodimos (7)

Jan Vertonghen (7)

Nicolás Otamendi (8)

André Almeida (5)

Gilberto (6)

Alejandro Grimaldo (7)

João Mário (6)

Julian Weigl (6)

Rafa Silva (5)

Everton (5)

Roman Yaremchuk (4)

SUBS UTILIZADOS

Adel Taarabt (5)

Darwin Núñez (6)

Lázaro (6)

Pizzi (5)

Haris Seferović (4)

Artigo revisto por Joana Mendes

Novo capítulo na má gestão da SAD azul e branca | FC Porto

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De facto, não sabemos o que acontece dentro de uma determinada Instituição – ambiente, influências e até as pessoas que trabalham lá dentro. Quando queremos então “avaliar” a gestão realizada por determinada Instituição, obviamente, analisamos as ações que toma no exterior. Mas, no caso da má gestão da SAD do FC Porto, analisamos as ações que não toma, no que toca às renovações dos seus ativos.

PERDER JOGADORES A CUSTO ZERO TORNOU-SE “MODA” NO FC PORTO

Não me recordo de um clube de Futebol que tenha perdido tantos jogadores como o FC Porto já perdeu. Para além de estarem atentos ao que ocorre dentro de campo (resultados e exibições da equipa), os adeptos devem estar também a par da gestão do clube, não é “politicagem”, é o grande pilar para um clube funcionar.

má gestão da SAD FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Devemos congratular o grande trabalho efetuado por Sérgio Conceição e a sua equipa técnica, mas devemos atentar para esta má gestão que a SAD azul e branca tem exercido nos últimos anos. Tornou-se “moda” no FC Porto – Brahimi, Herrera, Marega, Adrián Lopez, Maxi Pereira e até Iván Marcano, jogadores importantes na história do clube saíram a custo zero.

Isto traduz-se em muitos milhões perdidos, mas, ao que parece, isto vai voltar a acontecer.

má gestão da SAD FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Já para não falar da delicada situação de Corona, Mbemba, a partir de janeiro, já pode assinar por outro clube, pois fica apenas a seis meses de encerrar o seu contrato. Não sabemos o que se passa lá dentro, mas podemos inferir que a SAD é incapaz de persuadir os seus jogadores a renovarem o contrato.

Claro, por vezes, não consegue abranger o salário que um determinado jogador pede para renovar, mas, para mim, vai muito além disso.

O FC Porto renovou com Otávio, por valores sobressalentes, porque era desejo de o jogador ficar no clube, ambas as partes queriam o acordo. Recordo-me do caso de Jackson Martínez que, prestes a encerrar o seu contrato e com muitos clubes pretendentes, renovou com o FC Porto, permaneceu mais uma época, e só foi vendido posteriormente.

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Quero com isto dizer que as finanças do clube são preocupantes, mas, por vezes, depende também da sensibilidade do jogador. A SAD é culpada? Claramente. Mas não na totalidade da situação.

Foto de capa: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Artigo revisto por Joana Mendes

Ponto de Vista: És o Diretor Geral da Ineos Grenadiers e precisas de ganhar a Volta a França

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Sir Dave Brailsford, como? Por incrível que pareça, a Ineos-Grenadiers não vence o Tour de France há dois anos. O sucesso do projeto britânico é tal que faz parecer esta afirmação despropositada, porém, este jejum de triunfos constitui-se como um dos maiores sinais de reforma do Ciclismo moderno, agravado pelo facto de que a tendência é intensificar-se.

Retirando da equação os dois primeiros anos de World Tour (2010-2011), após a sua primeira vitória, por intermédio de Bradley Wiggins, a Ineos Grenadiers – anteriormente denominada por Team Ineos, Team Sky ou Sky Procycling -, nunca tinha falhado a conquista da camisola amarela do Tour de France num espaço de duas edições consecutivas.

Sete vitórias em doze participações, imagine-se. No papel, acabar com esta “longa” seca, de missão impossível, não parece ter nada. O que é certo é que nem o melhor Tom Cruise poderia fazer frente a Tadej Pogacar num esforço montanhoso superior a 40 minutos ou a Primoz Roglic num contrarrelógio individual de 40 quilómetros.

O principal problema reside nisto mesmo: a Ineos-Grenadiers não tem um dos dois melhores voltistas do mundo. Não parece haver grandes motivos de discussão quanto a isto, no entanto, na sucessão da realeza eslovena segue Egan Bernal, ex-vencedor do Tour, campeão do Giro d´Italia, corredor da Ineos Grenadiers e um dos poucos que se pode vir a intrometer entre o bicampeão do Tour e o tricampeão da Vuelta a España.

O DOMÍNIO COLETIVO PARA FAZER FRENTE ÀS INDIVIDUALIDADES

Um dos maiores alicerces dos sucessos de Bradley Wiggins, Chris Froome ou Geraint Thomas foi o coletivo que rodeou esta corrente de sucesso britânica: o controlo que os seus companheiros exerciam sobre o pelotão era assustador e, acima de tudo, responsável por colocar os respetivos líderes extremamente bem posicionados para vencer.

Passado. Esta autêntica máquina de guerra vem agora perdendo influência, e não é que se trate de um decréscimo de qualidade abrupto, até porque os níveis de investimento continuam altíssimos. Uma equipa que dispõe de “gregários” como Daniel Martínez, Pavel Sivakov, Richie Porte, Tao Gheoghegan Hart ou até mesmo Adam Yates, não se pode queixar.

Como pode a equipa Ineos Grenadiers ganhar a Tour de France? 

Apesar de continuar a possuir um dos coletivos mais fortes do mundo para este tipo de competições, senão o mais forte, a tarefa de rentabilizar essa superioridade, à medida que a própria diferença qualitativa continua a equilibrar-se comparativamente com a Jumbo-Visma e UAE Team-Emirates, é cada vez mais difícil.

A curto/médio prazo, sem o número um ou dois do pelotão e sem uma estrutura francamente superior às maiores rivais, como pode a Ineos Grenadiers voltar a vencer o Tour de France? Bernal e Richard Carapaz são as maiores esperanças, sendo que o segundo teve a sua oportunidade em 2021, finalizando no pódio.

A primeira tentativa de quebrar o enguiço acontece no próximo verão. Se nenhum contratempo mudar a planificação de Dave Brailsford para 2022, o jovem colombiano de 24 anos será aposta no Tour, competição que já venceu, a par do Giro deste ano. Não obstante ter terminado o ciclo de grandes voltas com uma prestação apagada na Vuelta, a ideia de termos um Bernal no Tour ao nível do que vimos no Giro transato dá uma certa esperança de existir a possibilidade de bater os dois eslovenos em simultâneo.

Essas esperanças esbarram no perfil dos três ciclistas e nas particularidades do trajeto desta prova, nomeadamente, a quilometragem de contrarrelógio individual: serão 53 quilómetros de esforço, divido entre duas etapas e predominantemente planos (salvo alguns picos explosivos na penúltima etapa).

Outro aspeto relevante são os 11 setores de pavet que aguardam os ciclistas na etapa cinco. 19,4 quilómetros de dificuldade e uma incógnita enorme sobre aquilo que esperar dos maiores candidatos à vitória. Obviamente, as grandes montanhas do Tour estão de volta, destacando-se o Alpe d’Huez, Peyragudes e Hautacam: potencialmente, o timing perfeito para Bernal fazer diferenças, mas a falta de regularidade em termos de altitude no perfil das jornadas e as prestações monstruosas dos seus rivais neste terreno, não colocam as probabilidades do seu lado.

Estas dificuldades que se preveem servem para futuras prestações e até para futuros líderes. É verdade que correr em equipa deixa um ciclista mais perto da vitória, mas que ciclista? O melhor Bernal pode ganhar tempo na montanha ao passo que nunca conseguirá controlar as duas flechas eslovenas no contrarrelógio e até mesmo em etapas explosivas, onde Primoz Roglic se encontra bem acima de qualquer outro.

A solução? Continua a ser Bernal, pelo menos para já. É a hipótese mais rentável que a Ineos Grenadiers poderia encontrar, a solução que pode devolver Dave Brailsford e restante estrutura ao triunfo na maior competição de Ciclismo do Mundo. Como o fazer? Encontrar um nível altíssimo para disputar as etapas de montanha, defender-se no contrarrelógio (evoluir) e servir-se da equipa para se proteger de momentos menos bons e atacar nos momentos de fragilidade dos adversários.

A receita parece simples. Quase tudo vai depender da condição física em que o Ciclista se apresentar e no crescimento que vai registar quando comparado com outros ciclistas da sua geração, numa perspetiva de aposta contínua. Ainda em 2022, retirando desta análise situações de corrida inesperadas ou a mudança de planeamento dos britânicos para esta competição, especular sobre a performance de Bernal frente a uma concorrência tão forte é o caminho que separa o regresso aos triunfos da seca que promete durar enquanto os dois melhores voltistas da atualidade perdurarem no topo… E longe da Ineos Grenadiers.

Foto de Capa: Ineos Grenadiers

Artigo revisto por Joana Mendes

Histórico! Leonardo entra no Jardim dos campeões asiáticos

Está feita história em português. Leonardo Jardim é o primeiro treinador luso a conseguir vencer a Liga dos Campeões Asiática. A formação do Al Hilal SFC entrou praticamente a vencer na partida com um golo aos 16 segundos de jogo, marcado por Nasser Aldawsari. Aos 63 minutos, o conhecido Moussa Marega selou o resultado em 2-0 frente ao Pohang Steelers FC.

Depois de José Mourinho e Artur Jorge ganharem a Liga dos Campeões, de Manuel José vencer quatro “Champions africanas”, de Jorge Jesus e de Abel Ferreira conquistarem as Américas, Leonardo Jardim descobre o caminho para a Liga dos Campeões Asiática. O técnico coloca pela primeira vez o nome de um treinador português entre os vencedores.

Com 43 anos, o técnico vence um título importante na carreira, e continua a sua imaculada caminhada na Arábia Saudita. No plantel, o técnico conta com algumas caras conhecidas como Matheus Pereira, André Carrillo e Luciano Vietto, além do maliano Marega, que foi importante ao marcar o segundo golo na Final.

O CAMINHO ATÉ ÀS “ARÁBIAS”

Depois de, em 2019/2020, ter deixado o AS Monaco, o treinador português esteve uma temporada sem treinar. Durante a época transata foi associado a vários clubes desde o Brasil à Ásia, passando por Portugal e pelos principais campeonatos europeus. Foi indicado até a seleções, mas a verdade é que Leonardo Jardim só se decidiu em junho deste ano.

Foi com alguma surpresa, até, que surgiu a notícia da ida do timoneiro luso para a Arábia Saudita. O Al-Hilal SFC foi a porta de entrada na Ásia, clube que começa a ter algumas ligações a Portugal. Depois de Jesus ter assumido a formação saudita em 2018/2019, ainda passou por lá José Morais em 2020/2021.

Leonardo Jardim chegou aos Al-Zaeem, alcunha do clube na Arábia Saudita, com uma Liga Francesa, uma Liga e uma Taça Grega e, ainda, uma Segunda Liga Portuguesa vencida. Com 47 anos, espera-se que o caminho das Arábias seja breve (tem contrato de um ano), já que falamos de um técnico com capacidade para mais.

INVENCÍVEL

Com nove jornadas feitas, o Al-Hilal SFC tem cinco vitórias e quatro empates. A nível de golos, 15 marcados e nove sofridos. A turma de Leonardo Jardim está no quarto lugar, com 19 pontos, a cinco do topo da Liga.

A diferença pontual para o primeiro classificado deve-se ao facto de a equipa do treinador luso ter menos três jogos. O Al-Hilal SFC tem somado a maior parte dos pontos em casa, onde em cinco jogos tem quatro vitórias e um empate. Fora de portas, três igualdades e um triunfo. Os pupilos de Leonardo Jardim marcaram em todos os jogos, e sofreu em seis das nove partidas.

A destacar da formação saudita, Bafétimbi Gomis, que leva oito golos em 12 jogos e que foi o melhor marcador da liga saudita na época passada com 24 tentos. Atualmente, o Al-Hilal SFC é bicampeão da Liga da Arábia Saudita.

PRIMEIRO PORTUGUÊS A CONQUISTAR A “CHAMPIONS ASIÁTICA”

História feita, vamos ao rescaldo. Leonardo Jardim assumiu o clube já nos oitavos-de-final da competição. Com o brasileiro Rogério Micale no comando na fase de grupos, o Al-Hilal SFC terminou em segundo, com três vitórias, um empate e duas derrotas.

Desde a chegada do luso, os novos campeões asiáticos não perderam mais e passaram para os “quartos” após vencer por 2-0 o Esteghlal Tehran FC, do Irão. Na fase seguinte, mais uma formação iraniana, o Persepolis Tehran FC, eliminada por 3-0. Nas “meias”, o Al-Hilal despachou os conterrâneos do Al Nassr ASCC, treinado, na altura, por Pedro Emanuel, por 2-1.

Na derradeira final, Leonardo Jardim segurou firme no troféu com o 2-0 diante dos sul-coreanos do Pohang Steelers FC. Se aguentar até lá, teremos desde já um português no Mundial de clubes de 2021, nos Emirados Árabes Unidos. Esta é a quarta Liga dos Campeões do clube saudita.

Artigo revisto por Joana Mendes

BVB Dortmund: Uma equipa a tremer

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O próximo jogo do Sporting contra o Borussia Dortmund é determinante para que a equipa de Rúben Amorim continue na Champions League. Com isto, algo que não seja uma vitória, deverá levar a que o Sporting abandone a competição milionária na fase grupos e que passe a disputar a Liga Europa.

Sporting x Dortmund
Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede

Antes dos jogos da Liga dos Campeões, grande parte dos adeptos de Futebol previa que o Borussia Dortmund ficasse em primeiro no grupo, mas a grande prestação do AFC Ajax arredou o clube alemão para a luta do segundo lugar do grupo, contra os leões.

Se a fase de grupos acabasse hoje, as equipas que passavam o grupo C seriam: o AFC Ajax (com 12 pontos) e o BVD Dortmund (com 6 pontos), os mesmos pontos do Sporting,

O primeiro embate entre os alemães e os verdes e brancos, foi em Dortmund. O jogo foi muito disputado por ambas as equipas, mas a vitória acabou por sorrir para o lado do clube amarelo, mas agora é a vez do Borussia Dortmund visitar o estádio José de Alvalade, e espera-se um grande jogo de futebol, disputado até ao último minuto, com as emoções “à flor da pele”.

Se formos ver as estatísticas, o Sporting até agora só perdeu um jogo em casa contra o primeiro classificado do seu grupo: AFC Ajax, por cinco bolas a uma, por sua vez o Dortmund já perdeu 5 vezes, a contar para a Champions e para a Bundesliga: duas vezes contra o AFC Ajax (tanto em casa, como fora), contra o SC Freiburg, contra o RB Leipzig e contra o Borussia M’Gladbach, sendo que contra estes últimos 3 clubes, o Dortmund perdeu a contar para a liga alemã e fora do seu estádio… O que significa que o Dortmund fora de casa é muito mais frágil, se compararmos com os seus jogos no Signal Iduna Park (estádio do Borussia Dortmund).

Time to focus on my recovery. I’ll be back stronger! 🔜💪🏻 pic.twitter.com/G5Ez5bohTv

— Erling Haaland (@ErlingHaaland) October 22, 2021

Análise ao Dortmund

Prever o 11 para o jogo de quarta do Dortmund é bastante difícil. Marco Rose é um treinador que gosta muito de adaptar as suas equipas aos adversários, à imagem do treinador do Brighton & Hove Albion Football Club, Graham Potter.

É um apologista do estudo intensivo do adversário, mas acima de tudo as suas equipas praticam um Futebol espetáculo, tendo sido um exemplo claro disso os seus trabalhos no Borussia M’Gladbach e no Red Bull Salzburg.

Esta época, o Dortmund já apresentou vários esquemas táticos diferentes: já jogou em: 4x3x3, 3x4x3, 4x4x2 e em 4x2x3x1. Por isso, a equipa que se apresentará deverá ter em mente sempre uma coisa: a fraqueza que o técnico alemão achar que o Sporting terá no jogo de quarta-feira.

Minha previsão

A meu ver, dado o histórico dos jogos de Champions, o Borussia deverá apresentar um esquema de: 3x4x3.

Prevejo que o Dortmund, visto que está em vantagem no confronto direto em relação ao Sporting, deverá querer dar mais segurança defensiva, principalmente nos momentos de contra-ataque que deverá realizar. Além disso, com a lesão da estrela da equipa, o jovem norueguês Erling Haaland, o ponta de lança deverá ser o holandês Donyell Malen, que chegou neste mercado de verão à cidade de Dortmund, a troco de 30 milhões de Euros, vindo do PSV Eindhoven.

Com isto, o Dortmund para o jogo deverá esperar pelo “erro” do Sporting e contra-atacar em velocidade, tendo 3 jogadores (Donyell Malen, Marco Reus e Thorgan Hazard) na frente de ataque, para chatearem a defesa leonina.

 

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— Erling Haaland (@ErlingHaaland) October 22, 2021

Previsão dos 11 

Sporting CP

António Adán (GR), Pedro Porro (LD), Gonçalo Inácio (DCD), Sebastian Coates (DC), Zouahir Feddal (DCE), Matheus Reis (LE), João Palhinha (MCD), Matheus Nunes (MC), Pote (ED), Pablo Sarabria (EE) e Paulinho (PL)

Borussia Dortmund

Gregor Kobel (GR), Marius Wolf (LD), Thomas Meunier (DCD), Mats Hummels (DC), Manuel Akanji (DCE), Raphael Guerreiro (LE), Axel Witsel (MCD), Jude Bellingham (MC), Marco Reus (ED) e Thorgan Hazard (EE) e Donyell Malen (PL).

Artigo revisto por Joana Mendes

NBA | O melhor 5 da semana: Tempo de atirar e cativar

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NBA | O melhor 5 da semana, artigo do bola na rede sobre NBA5 da semana é uma rubrica semanal do Bola na Rede que tem o objetivo de destacar os melhores cinco jogadores da NBA de cada semana. Desta forma, aqui estão cinco dos jogadores que mais se destacaram na semana de 16 a 23 de novembro.

Esta seleção será realizada todas as terças-feiras. NBA

Foto de Capa: Portland Trail Blazers