Início Site Página 10943

As 5 posições a reforçar? | FC Porto

Ainda com muito mercado pela frente, é tempo de concentrar as atenções nas posições que realmente precisam de reforços para, de uma vez por todas, termos um FC Porto competitivo em todas as vertentes. As competições prometem aumentar o nível e, internamente, os dragões são “obrigados” a vencer, mas, com igual importância, convencer também.

Até ao momento, fora os jogadores que na época transata foram emprestados, o FC Porto contratou Pepê, Grujic, Fábio Cardoso (não sendo um titular indiscutível) e fez regressar Bruno Costa. Em sentido reverso, Marega, Chidozie e Danilo Pereira foram os que abandonaram os azuis e brancos em definitivo.

Elaboremos, assim, uma lista de posições que precisam de ser reforçadas para Sérgio Conceição atacar a temporada 2021/22, com as condições necessárias para dar vitórias à massa adepta do FC Porto.

Os 5 jovens a observar na Europa em 2021/22

Poucas coisas entusiasmam mais os adeptos do que jovens revelações. Aquele produto da academia que irrompe pela equipa principal e se torna a nova referência do clube ou o reforço desconhecido que se revela uma autêntica descoberta.

Claro que, no início da época, é praticamente impossível adivinhar que jogadores jovens se vão destacar e quais os que vão desiludir. No entanto, há sempre aqueles que vão deixando indicações positivas e que podem, em 2021/2022, ter a sua época de afirmação. Aqui estão cinco deles.

A nova história de Lázaro e Jesus | SL Benfica

“´Lázaro, levanta-te e anda!` E Lázaro andou”. Já o negócio de Lázaro não andou e aparenta não anda nem por milagre. De acordo com o agente do próprio, Valentino Lázaro deseja ficar no FC Internazionale Milano, numa clara relação unilateral, dado o desinteresse que o campeão italiano demonstra nutrir pela permanência do austríaco com raízes angolanas.

O SL Benfica vai insistindo e persistindo, como a amante que acredita que ele vai deixar a atual para assumir a nova relação. É triste um clube desta dimensão prestar-se a este papel? Não, não… Oh, é lá triste… Não, não… Vá, é um bocadinho. É um bocado. É. Se Lázaro não quer vir, não vem. Por mais qualidade que assista o jogador.

No entanto, a nova direção encarnada parece andar cega de amor pelo internacional austríaco de 25 anos. Apartando as questões mais subjetivas relacionadas ao amor (mormente a ideia que defende que este reside no ser amante mais do que no ser amado), indaguemos: o que é que Rui Costa e companhia veem de tão magicamente belo e apaixonante em Valentino Lando Lázaro?

Experiências em ligas de renome, qualidade técnica, características físicas interessantes, potencial rendimento financeiro e suprimento de uma lacuna do plantel. Lázaro já conheceu quatro campeonatos – o austríaco e três do top-5 das ligas europeias (Alemanha, Itália e Inglaterra). Como tal, o penta campeão austríaco tem granjeado várias experiências enriquecedoras.

Além disso, em todos os clubes que já representou (Red Bull Salzburg, Hertha BSC, FC Internazionale Milano, Newcastle United FC e Borussia VfL 1900 Mönchengladbach), Lázaro mostrou sempre competências técnicas notáveis, sobretudo no um para um ofensivo. Contudo, Valentino também goza de faculdades técnicas defensivas razoáveis. Falta-lhe, claro está, a consistência necessária para se estabelecer e estabilizar num só clube.

Às qualidades técnicas, o jogador, que fez dois golos em 28 encontros pelos alemães do Borussia M´gladbach em 2020/2021, alia traços físicos interessantes para um homem de corredor (neste caso, direito). O seu 1,80m e os seus 72 quilos permitem-lhe estar no ponto ideal para congregar poderio físico, agilidade e velocidade, e fazem dele um lateral/ala à medida (e com as medidas) de Jorge Jesus.

Rui Costa e demais “estrutura” olharão com igual agrado para o aspeto financeiro do negócio. Aos 25 anos, é plausível que Lázaro, caso se torne jogador do SL Benfica, renda uns bons milhões quando deixar de o ser.

Com um valor de mercado atual de dez milhões de euros (de acordo com o “Transfermarkt”) e tratando-se de um futebolista que já esteve avaliado em 19 milhões (idem), é fácil acreditar que um eventual êxito desportivo se fizesse acompanhar de lucro financeiro.

Por fim, Valentino Lázaro viria suprir uma lacuna que se mantém no plantel das águias, apesar dos bons desempenhos de Diogo Gonçalves na segunda metade da época transata. Ideal para um sistema de três centrais, o austríaco cumpriria com sucesso também no 4-4-2 que tem sido escolha de JJ na atual pré-temporada.

Com Diogo Gonçalves lesionado, a titularidade de Valentino seria, ainda mais, um dado adquirido. E, então, com o português recuperado e com o austríaco em forma, o SL Benfica ficaria finalmente abastecido de laterais/alas direitos com a propensão ofensiva que se exige num clube que goza da posse de bola durante a larga maioria do tempo e na larga maioria dos jogos.

Assim, compreendo até certa extensão a paixão que a “estrutura” do clube tem por Valentino Lázaro. Não compreendo, todavia, que se torne uma obsessão. Há mais Lázaros na Terra e, parafraseando Florbela Espanca, “o melhor de todos os Lázaros não merece um fanatismo”. Reiterando e resumindo, se não quer vir…

Artigo revisto por Gonçalo Tristão Santos

Fórmula 1 | O «circo» dentro do «circo»

É o tema do momento na Fórmula 1 e foi um dos temas das redes sociais no último domingo. Lewis Hamilton e Max Verstappen colidiram em Silverstone, no Grande Prémio da Grã-Bretanha, Max ficou fora da corrida e Lewis, apesar da penalização, ganhou a prova e reduziu a desvantagem para o holandês no campeonato de pilotos. Seguiram-se todo o tipo de reações e de opiniões, por parte de pilotos, equipas e adeptos. E, infelizmente, também se seguiram algumas reações exageradas.

Antes de mais, e porque todos os que acompanham Fórmula 1 já o fizeram (nem que seja para eles próprios), também vou dar a minha opinião sobre o incidente. Para mim, é incidente de corrida. Antes de chegarem à curva, o Mercedes está suficientemente lado a lado com o Red Bull para considerar que conseguia ficar com a posição. E Verstappen, talvez por confrontos anteriores, também deve ter considerado que Hamilton ia levantar o pé do acelerador e ceder. Nenhum cedeu, Verstappen acabou ali a corrida, Hamilton também poderia ter abandonado se não tivesse havido a bandeira vermelha.

A minha opinião é esta e aceito outras. Tal como aceito a interpretação que os comissários fizeram do incidente. Consideraram que o britânico falhou ligeiramente a curva (e de facto tinha mais espaço para virar mais para dentro) e, por isso, consideraram-no a ele como culpado e atribuíram-lhe 10 segundos de penalização (e nem esse castigo foi consensual). Há outras coisas que eu tenho mais dificuldade em aceitar e, por isso, é que no título lhes chamei de “circo” dentro do “circo” da Fórmula 1.

Primeiro, a ideia de que Hamilton não devia ter festejado de forma tão exuberante porque Verstappen estava no hospital (o próprio piloto holandês deixou essa ideia no Twitter, não sei se por iniciativa própria, ou para entrar no espírito de mind-games da Red Bull). Em primeiro lugar, Hamilton só ficou a saber que Verstappen tinha ido para o hospital nas entrevistas depois das celebrações do pódio. E, em segundo, o piloto festejou uma vitória alcançada em casa, uma vitória que foi arrancada a ferros, em que passou para a frente da corrida a duas voltas do fim. Para além de que recuperou de uma desvantagem que se estava a tornar muito grande na luta pelo campeonato.

Depois, as comunicações que Christian Horner e Toto Wolff, chefes da Red Bull e da Mercedes, respetivamente, foram tendo com Michael Masi, diretor da Federação Internacional do Automóvel. A determinada altura, com queixas de um lado e queixas do outro, sentia que estava a ver aquilo que menos gosto de ver em jogos de futebol (foco nas queixas e não no jogo, ou neste caso, na corrida). Nesta altura, já li que a Red Bull contratou um advogado para tentar agravar a penalização de Hamilton, por isso aqui, tal como no futebol, também temos ‘pós-jogo’ para uma ou duas semanas.

E depois, claro, o pior que existe no desporto e que, infelizmente, era inevitável que acontecesse aqui: o racismo. Hamilton, ainda por cima um grande combatente deste problema que afeta, e muito a sociedade, foi alvo de insultos racistas nas redes sociais depois do incidente. Tal como disse (e bem) a Fórmula 1, uma coisa é opinião e rivalidade. Mas, quando se leva a rivalidade ao campo do fanatismo, costuma quase sempre ser mau sinal e costumamos acabar no campo do insulto e do racismo.

Sigo Fórmula 1 atentamente desde 2018 e tenho gostado de ver como, corrida após corrida, as rivalidades se resumem apenas ao número de voltas que cada prova tem, o que proporciona um ambiente civilizado e agradável à modalidade. O que peço daqui para a frente é que não ‘futebolizem’ (no pior sentido) a Fórmula 1. Não façam da Fórmula 1 um desporto em que toda a gente tem de se odiar fora de pista, porque a Fórmula 1 não é isso.

Foto de Capa: Fórmula 1

Artigo revisto por Gonçalo Tristão Santos

João Almeida: «Se estiver num bom dia, posso conquistar uma medalha»

Os Jogos Olímpicos estão aí à porta e o Bola na Rede tem uma pequena surpresa para ti. A nossa capa da revista do mês de agosto, João Almeida, em exclusivo para fazer uma pequena antevisão sobre as expectativas para os Jogos Olímpicos deste ano.

Sem rodeios, João Almeida garante que há expectativa para conquistar uma medalha: «Se estiver num bom dia, desde que não haja azares ou quedas, tanto eu como o Nélson (Oliveira) podemos estar ali a discutir a corrida. Pelo menos pelo diploma acho que somos capazes».

Sobre as duas provas, João Almeida assegura que há uma preferência clara entre ambas para tentar alcançar o sucesso:

«O contrarrelógio é muito longo e vão lá estar os contrarrelogistas e é um pouco mais difícil. Mas apesar desses fatores, vou dar o meu melhor e acho que consigo fazer um bom resultado. Mas acho que estar no topo é um bocado mais difícil para mim do que a prova em linha. A prova em linha é um pouco mais acessível para mim e é mais a minha praia. Mas claro que é tudo muito relativo».

Finalmente, sobre objetivos e um lugar que já poderia ser considerado como positivo, João Almeida aponta ao Top-10: «Ficar no top-10 seria uma vitória para mim, basicamente».

A ANTEVISÃO DO BnR

Não sabes quem são os destaques portugueses para os Jogos Olímpicos de Tóquio? Fica informado com tudo aquilo que a comitiva lusa poder oferecer no maior evento desportivo do Mundo.

FC Shkupi 0-3 CD Santa Clara: Açorianos fazem partida perfeita e estão a um pé da próxima fase

A CRÓNICA: COM GOLEADA, SANTA CLARA IMPOE SUA FORÇA NA MACEDÓNIA

A equipa portuguesa fez a sua estreia na nova em jogos oficiais na época 21/22, e foi com uma grande atuação. Com uma postura inteligente e madura o CD Santa Clara instalou-se, inicialmente no campo adversário, forçando a equipa adversária a devolver a bola. Como resultado, logo aos 10 minutos de jogo, a primeira oportunidade de golo foi criada pela equipa portuguesa. O remate de Anderson Carvalho, a funcionar com assistência de Allano, acabou com a bola a passar por cima, após uma jogada realizada.

A equipa do Shkupi sem muitas soluções com a marcação imposta no meio-campo do Santa Clara teve um ritmo da partida lento e fraco. Mas conforme a partida foi a passar, o Shkupi foi perdendo a vergonha e arranjando a sua marcação, tendo um pouco mais da posse da bola.

Contudo, a partir dos 26 minutos, o Santa Clara impôs uma série de jogadas que culminaram no primeiro golo da partida. Começando com uma jogada do lateral que ganhou o confronto 1×1 deu e deu uma bela assistência para Carlos que desperdiçou na pequena área. Logo em seguida, o Santa Clara rouba a bola na defesa adversária e Morita jogou perto da baliza.

Mas foi quando uma triangulação no corredor esquerdo sobrou para Lincoln arrematar para a área, mas seu arremate é desviado por Rwatubyaye tirando o guarda-redes da jogada, afirmando um autogolo.

Mesmo com o placar adverso, o FC Shkupi não mudou o seu estilo de jogo reativo para obtenção da bola.

Sem grandes oportunidades, e sem ao menos acertar a baliza, a posse da bola continuou maioritariamente sendo do lado encarnado, finalizando o primeiro tempo da partida na Macedônia do Norte.

Logo após o intervalo, as substituições no ataque do Shkupi, brevemente tiveram alguns minutos que surpreenderam a marcação do Santa Clara. Entretanto, os espaços no campo abriram-se e, num contragolpe, aos 48 minutos, o Santa Clara apareceu pelo lado esquerdo de ataque, onde, Allano cruzou para Carlos, que livre, só precisou completar para dentro da baliza.

O segundo golo refreou as ações da equipa da Macedónia do Norte. Mesmo com maior posse da bola, em comparação ao primeiro tempo, Shkupi. Somente aos 64 minutos após a sobre de um cruzamento, Ismailli obrigou ao guarda-redes encarnado realizar a sua primeira defesa.

Com mais espaços e uma queda física da equipa da Macedónia do Norte, as únicas oportunidades reais de golo eram exclusivas da equipa dos Açores.

Nos descontos finais, a já cansada defesa do Shkupi não rebate a bola e após sobrar um remate de Rui Costa, a bola sobra para João Costa que arremata com força e não dá oportunidades para o guarda-redes adversárias.

Assim, a equipa portuguesa está devidamente encaminhada para, a confirmar seu favoritismo, só precisando segurar o resultado de empate e podendo até perder por dois golos de diferença que está na terceira fase na nova competição da UEFA.

 

A FIGURA

Morita – Como destaque, o médio japonês ficou responsável de controlar o meio-campo do Santa Clara. Com toque de bola diferente e visão que se destaca perante os seus companheiros, as jogadas do passam sempre por ele, além de manter-se sempre regular dentro de todo o seu tempo em campo.

O FORA DE JOGO

Rwatubyaye – Numa equipa com uma exibição fraca coletivamente, é difícil escolher apenas um jogador, no entanto, num lance de mais azar do que qualquer outro elemento, o autogolo do central foi determinante para a queda psicológica e emocional da sua equipa, além de não transparecer segurança para os seus companheiros.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC SHKUPI 1927

O vice-colocado e melhor defesa da última liga macedónica, apostou inicialmente no seu usual 4-3-3 defensivo, com grande influência e exigência física dos médios para a partida. Entretanto, a parte defensiva foi pessimamente realizada, com apenas Adem Ali a tentar realizar de forma mínima algumas criações de ataque.

Como a estratégia não surtiu efeito, o técnico TAL no segundo tempo substituiu as suas peças de ataque. Com Souhabib como ponta de lança e a inversão dos ponteiros fizeram com que o Shkupi ocasionasse mais espaços, se lançando mais ao ataque.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Kristijan Naumovski (4)

Tome Kitanovski (3)

Abdul Rwatubyaye (2)

Faustin Senghor (4)

Fisnik Zuka (4)

Konstantin Chemshmedjiev (5)

Ali Adem (5)

Freddy Alvarez (5)

Marko Gjorgjievski (5)

Kire Markoski (4)

Matej Cvetanoski (4)

SUBS UTILIZADOS

Kristijan Trapanovski (5)

Mouhamadou Souahib (5)

Fati Ismaili (5)

Erion Shuku (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD SANTA CLARA

O Santa Clara, que fez a sua primeira partida oficial nesta época, repete a formação que lhe conferiu o sexto lugar na Primeira Liga. Através do 4-3-3, a força da marcação alta com pressão no ataque da equipa açoriana foi a aposta do técnico Daniel Ramos e deu resultado com o controlo do meio-campo adversário, além de utilizar as triangulações para o avanço dos laterais para ser utilizada a jogada lateral para ataque.

Na segunda metade da partida, priorizando a defesa e o contragolpe, o técnico Daniel Ramos escolheu preservar o físico dos seus jogadores mais prestigiados, além de renovar o fôlego do meio-campo. Dando a bola para Shkupri, o Santa Clara defendeu-se esperando o melhor momento para o contra-ataque. Com as substituições, o Santa Clara ficou mais consistente defensivamente, com Costinha jogando no meio-campo, e o deslocamento de Lincoln para médio central, favorecendo a defesa da equipa dos Açores.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marco Pereira (7)

Rafael Ramos (6)

João Afonso (7)

Villanueva (7)

Mansur (6)

Anderson Carvalho (6)

Hidemassa Morita (8)

Lincoln (7)

Carlos Júnior (8)

Allano (7)

Crysan (6)

SUBS UTILIZADOS

Rui Costa (6)

João Costa (7)

Jean Patric (5)

Rui Correia (5)

Artigo redigido por Kayalu da Silva

Um Samaris a ferro e fogo na Luz | SL Benfica

0

Andreas Samaris chegou ao SL Benfica em 2014. O médio grego que passou de titular para a bancada, devido a uma lesão no tendão de Aquiles, e está, neste momento, num “braço de ferro” com o clube. Há um tempo para cá, começou a falar-se do contrato de Samaris e, durante esta semana, esse tema parece ter ganho ainda mais destaque.

A comunicação social começou a dizer que o clube queria rescindir o acordo que tem com o jogador até 2023 e que este se recusa a aceitar essa rescisão. Samaris quer, alegadamente, cumprir o contrato que tem com os encarnados. Face a esta intransigência, o grego foi posto a trabalhar com a equipa “B”.

Ao que tudo indica, o grego não entra nos planos de Jorge Jesus para a próxima época. Primeiro, porque as opções para o meio campo são muitas: Pizzi, Taarabt, Weigl, João Mário, ou até mesmo, Paulo Bernardo, Florentino ou Gedson. Segundo, porque a lesão que o acompanha desde a época de 2019/20 ainda não está totalmente curada (na passada quinta-feira, o jogador foi a Madrid para ser avaliado pelo médico que o operou em março).

Esta é mais uma situação que tem dividido o universo benfiquista: uns concordam com o grego, outros opõem-se. Para alguns adeptos é importante manter Samaris na equipa, ou até mesmo na estrutura, porque é um bom exemplo, quer para os miúdos, quer para os mais graúdos, do que é ser um benfiquista “de alma e coração”.

Andreas Samaris foi colocado a trabalhar com a equipa B por não ter aceitado rescindir o contrato
Andreas Samaris foi colocado a trabalhar com a equipa B por não ter aceitado rescindir o contrato
Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede

Uma vez que este espírito se tem perdido cada vez mais, com a saída de jogadores como Rúben Dias e Cervi, é fulcral preservar os jogadores que sentem o verdadeiro peso de vestir o manto sagrado.

No entanto, como diz a antiga expressão “existe sempre o outro lado da moeda”, e é nesse lado que estão os que são contra o jogador. Para esses, o salário que Samaris ganha, tendo em conta os minutos que tem somado, é um autêntico balúrdio.

Com a rescisão de contrato, o médio poderia continuar a carreira noutro clube e o SL Benfica poderia apostar na contratação de outros jogadores que fossem úteis e que trouxessem novas dinâmicas para a equipa.

Samaris ainda tem mais dois anos de contrato e, com 32 anos, pode estar muito perto de pôr um fim na carreira. Assim sendo, a questão que agora se coloca é: será que o grego vai chegar a acordo com o clube e terminar a carreira no SL Benfica, ou até mesmo ser vendido, ou irá este “braço de ferro” prolongar-se até ao final do contrato?

CS:GO: Os três melhores jogadores do IEM Cologne 2021 | eSports

0

No passado domingo, jogou-se um dos torneios do ano no cenário do jogo CS:GO, o IEM Cologne 2021, disputado em Colónia, na Alemanha.

Os NAVI levaram a melhor sobre os G2, venceram no melhor de cinco por 3-0 nos mapas Dust 2 (16-11), Mirage (16-14) e Nuke (16-13), com um primeiro mapa onde houve domínio total da equipa da região CIS, enquanto os restantes foram mais equilibrados.

O regresso à LAN marcou o torneio de CS:GO, os meninos fizeram-se homens e tivemos alguns destaques.

Este evento contou com equipas como Natus Vincere, FaZe Clan, G2 Esports, Astralis, Liquid, entre outras… as maiores estrelas do planeta estiveram presentes, porém só iremos destacar três, as que mais brilharam no torneio.

Deste modo, nomes como FalleN, Dev1ce, ZywOo e ropz ficarão de fora.

A ordem dos jogadores será apresentada por ordem crescente.

Foto de capa: Intel Extreme Masters

Artigo redigido por Henrique Silva

Liga dos Campeões | Os favoritos em 2021/22

O mercado de verão ainda está longe de terminar e por isso toda e qualquer previsão para a temporada que se avizinha, sobretudo na Liga dos Campeões, pode ser arriscada, devido às mudanças que ainda deverão acontecer. Ainda assim, houveram já algumas movimentações que entusiasmaram os adeptos do mundo do futebol e vieram mudar alguns paradigmas da época transata. Equipas que se têm vindo a reforçar e que prometem recuperar o auge que já atingiram no passado ou, por outro lado, equipas que querem lá chegar pela primeira vez.

A realidade é que o investimento tem sido grande e os maiores tubarões europeus estão a reforçar-se muito e bem, não só para ganharem os seus campeonatos nacionais mas, mais do que isso, a “Liga Milionária”, que todos sonham conquistar. Assim, fazemos um top quatro das equipas que, neste momento ainda muito indefinido e incerto, parecem favoritas a ganhar a Liga dos Campeões na próxima temporada. Apesar disto, toda e qualquer previsão é sempre muito arriscada numa fase tão prematura, recordando que o Chelsea FC seria o “underdog” da edição passada e acabou mesmo por conquistá-la.

Antevisão Jogos Olímpicos Tóquio 2020: Os portugueses em ação

Finalmente chegou o dia. O dia pelo qual os atletas de todo o mundo mais ansiavam: a sua estreia/participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, sendo os Jogos Olímpicos a maior competição desportiva do planeta, aquela que poderá dizer-se que integra, também ela, os melhores atletas do mundo.

Assim sendo, no que toca a Portugal, teremos 92 atletas a representar a nossa nação, registando-se como uma das melhores participações de Portugal nos Jogos Olímpicos.

Como não poderia deixar de ser, também nós tentamos o nosso melhor para vos apresentar, então, quem são os nossos «heróis» que voaram rumo a Tóquio com o objetivo de nos representar e, acima de tudo, orgulhar. Na verdade, já nos orgulham só pelo facto de terem chegado lá.

Assim, desde o Andebol até ao Triatlo, apresentámos, detalhadamente, os atletas portugueses em ação. Deste modo, e sem possibilidade de texto, faz-se, desde já, uma menção honrosa aos atletas que competirão na Ginástica, Remo, Tiro c/ Armas de Caça e Vela, desejando boa sorte a todos os atletas!

Orgulhem-nos como só vocês o sabem fazer.

Foto de Capa: Andebol Portugal