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Antevisão GP 70.º Aniversário: Hulkenberg Smash!

A ANTEVISÃO: A PARTIR DO TERCEIRO LUGAR É FESTA

Dizer que a Mercedes é dominante este ano já soa a eufemismo e é, acima de tudo, repetitivo. Mais uma vez, foram superiores nos treinos livres e ficaram confortavelmente em primeiro e segundo na qualificação, desta feita com Valtteri Bottas na frente, seguido de Lewis Hamilton. Uma injecção de confiança no finlandês para, pelo menos, tentar levar a luta ao colega de equipa e não continuar a olhar para o difusor de outro carro durante as corridas.

A única coisa que pode tornar a corrida imprevisível é a questão estratégica e de gestão dos pneus, que, sendo mais macios do que na semana passada, prometem várias paragens e estratégias diferentes por toda a grelha. Depois dos problemas de pneus da semana passada, as equipas tem duas escolhas: apostar em conservar pneus ao máximo, ou arriscar em estratégias ousadas. Para nosso bem, espero que sigam a segunda opção.

A grelha de partida está um pouco diferente da semana passada. Apesar de ser o mesmo circuito, o destaque recai em Nico Hulkenberg (Racing Point), que, após substituir Sergio Perez em cima do acontecimento no fim-de-semana passado, se mostra muito mais habituado ao carro, conseguindo fazer tempos semelhantes a Lance Stroll (Racing Point). Inclusive, conseguiu qualificar-se à frente do canadiano na corrida, com quatro décimas de diferença, em terceiro lugar. A experiência superior de Hulkenberg na gestão de corrida poderá ser essencial para finalmente desbloquear o ritmo daquele carro, que, até agora nas mãos de Stroll, ainda não mostrou tudo o que pode dar.

Stroll sai em sexto, e só vejo hipótese de ele se aproximar de Hulkenberg se conseguir uma bela primeira volta. Lance Stroll tem mostrado uma tendência durante a temporada para ter uma excelente primeira volta, mas perder ritmo ao longo da corrida. Por vezes, ele pura e simplesmente é incapaz de retirar o máximo do carro, algo no qual o seu habitual colega de equipa, Sergio Perez é exímio – tal como Hulkenberg.

Atrás de Hulkenberg sai Max Verstappen (Red Bull), em mais uma performance desapontante e muito distante da dos Mercedes contra os quais supostamente iriam lutar. Verstappen extrai o máximo daquele carro, que, infelizmente, não é bom o suficiente. Alexander Albon (Red Bull) esteve ligeiramente melhor, chegando à Q3. Porém, continua distante de Max, e começa em nono.

O australiano Daniel Ricciardo (Renault) continua silenciosamente a mostrar-se um dos melhores pilotos esta época, com um bom ritmo nos treinos e uma excelente qualificação (quinto lugar). Esteban Ocon (Renault) não se mostrou capaz de acompanhar. Começou fora do top 10 e recebeu uma penalização de três lugares por impedir George Russell (Williams).

Por outro lado, o também francês Pierre Gasly (Alpha Tauri) mostrou que, se há algo de errado, é com o segundo carro da Red Bull e não com os pilotos. Conseguiu qualificar-se em sétimo, à frente dos dois Ferrari e de Alex Albon. Já o seu colega de equipa, Danil Kvyat, foi incapaz de sair da Q1.

Os Ferrari continuam sofríveis, com Charles Leclerc, desta feita, a não conseguir melhor do que oitavo, e com Sebastian Vettel cada vez mais em linha descendente, agora com um 12º lugar. Algo está muito errado ali.

A fechar o top 10 está Lando Norris (Mclaren), que, ao contrário da excelente qualificação nesta mesma pista na semana passada, hoje sofreu um pouco mais, com Carlos Sainz sem conseguir da Q2, começando de 12º.

Daí para baixo estão os suspeitos do costume, sendo uma das surpresas a ida de Romain Grosjean (HAAS) à Q2. O francês começa em 14º, o que, tendo em conta as recentes performances da equipa americana, deve ser tomado como um positivo. Os Alfa Romeo mostram mais uma vez ter o pior carro da grelha, com Kimi Raikkonen e Antonio Giovinazzi incapazes de sair da Q1. A fechar a tabela, o suspeito do costume: Nicolas Latifi (Williams).

Suspeito que amanhã veremos uma corrida bem mais interessante do que a última, no que toca à batalha frontal. Desta vez, não conta apenas a batalha em pista, mas também a estratégia, que será fulcral com este composto mais macio dos pneus. Daí para trás espera-se a confusão e equilíbrio do costume, sendo o desejo natural de todos os fãs de Fórmula 1 que Nico Hulkenberg chegue finalmente ao pódio, já que nunca teve um carro tão capaz de o fazer nas suas mãos.

Foto de Capa: Fórmula 1

Wendel | O “patinho feio” cheio de classe

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Todos sabemos que no futebol existem jogadores mais e menos queridos pelos adeptos. Quando ainda existia a possibilidade de ir ver um jogo ao estádio, deparava-me com uma espécie de fúria dos sportinguistas, cada vez que Wendel não soltava a bola assim que a recebia. Não sei se será pelas polémicas nas quais esteve envolvido, mas a verdade é que Wendel é subvalorizado pelos adeptos leoninos. Já eu vejo-o como um dos médios com mais qualidade na nossa Liga.

Wendel chegou a Alvalade em 2017. No entanto, foi só na temporada seguinte que se afirmou como titular do Sporting CP. O brasileiro é um médio box-to-box. Contém tanto a qualidade técnica, criatividade e rapidez para ajudar a equipa nas manobras ofensivas, como a propensão defensiva que não deixa a equipa desequilibrada (pelo menos, não por culpa dele). Na minha opinião, é um médio completo e fundamental para a equipa que representa.

No 3-4-3 de Rúben Amorim, vemos a formação leonina a utilizar as alas como o principal foco de transição defesa-ataque. Os médios são pouco utilizados na fase de construção, tendo um papel mais preponderante no momento sem bola. As características de Wendel deveriam chamar a atenção do jovem treinador português, visto que este poderia acrescentar algo mais, através das características que mencionei anteriormente. Com um médio mais posicional e defensivo a seu lado, Wendel teria uma maior liberdade para potenciar a sua qualidade ofensiva.

Com apenas 22 anos, Wendel é titularíssimo na equipa de Alvalade. É um dos maiores ativos do Sporting CP, e, bem aproveitado e com a cabeça dentro das quatro das linhas, poderá valer um grande encaixe financeiro ao clube. O facto de ser internacional canarinho de sub-23 é uma grande montra para este jogador que tem tudo para ser um craque.

Artigo revisto por Mariana Plácido

Juventus FC 2-1 Olympique Lyonnais: Les Gones perdem, mas passam aos Quartos de Final

A CRÓNICA: “BIS” DE CRISTIANO RONALDO NÃO CHEGA PARA EVITAR A ELIMINAÇÃO DA JUVENTUS

A Juventus FC sabia que precisava de marcar um golo para igualar a eliminatória e levá-la, no mínimo, a prolongamento. Em jogo estava a qualificação para a final eight em Lisboa, que começa no próximo dia 12.

O jogo começou da pior forma para a “Vecchia Signora”. Não só não conseguiu ter bola nos minutos iniciais, como viu Bentancur fazer falta dentro de área e ser assinalado penálti a favor do Olympique Lyonnais. Memphis Depay foi chamado a marcar e com muita calma converteu “à Panenka”. Nesta altura, a equipa de Cristiano Ronaldo precisava de três golos para seguir em frente na Liga dos Campeões.

A equipa italiana começou a subir linhas e a ter mais posse de bola. Ainda assim, a equipa de Maurizio Sarri pareceu sempre muito apática em campo, sem grandes ideias e com poucas soluções. O primeiro aviso surgiu numa grande jogada de Bernardeschi, que driblou por cinco jogadores (incluindo Anthony Lopes), mas viu um golo inesquecível ser negado por Marcelo. A cinco minutos do intervalo, duelo de portugueses em campo: Cristiano Ronaldo cobrou um livre e Anthony Lopes defendeu em grande estilo. Contudo, o guarda-redes português nada conseguiu fazer para evitar o golo do ex-Real Madrid, quando este converteu uma grande penalidade em cima dos 45 minutos.

O empate manteve-se até ao início da segunda parte, assim como as duas equipas. Os últimos 45 minutos iniciaram da forma como terminou a primeira, ou seja, com a Juventus à procura do golo e a dominar por completo a posse de bola.

Perto da hora de jogo, Ronaldo recebe a bola, descobre um espaço livre e com o pé esquerdo remata sem hipótese para Anthony Lopes, que ainda tocou na bola. A “Vecchia Signora” continuava a carregar, e, já com Dybala em campo (mais tarde sairia com problemas físicos), a campeã italiana pouco ou nada conseguia criar.

O Lyon conseguiu segurar a bola no meio-campo adversário e assim acabar com as esperanças da Juventus de passar aos quartos de final da Liga dos Campeões. Por outro lado, a equipa francesa alcançou um grande resultado e segue viagem para Lisboa, onde vai defrontar o Manchester City FC.

A FIGURA

Cristiano Ronaldo – O único jogador que realmente “remou contra a maré”. Faltam adjetivos para descrever as noites europeias de Cristiano Ronaldo, que ainda marcou dois golos, mas não conseguiu evitar a eliminação da sua equipa. Criou oportunidades, procurou espaços, jogou e fez jogar, mas foi insuficiente para alcançar o terceiro golo que dava a qualificação.

Ainda assim, Cristiano Ronaldo acaba a época com 37 golos e torna-se no jogador a marcar mais golos numa só época ao serviço da Juventus.

O FORA DE JOGO

Maurizio Sarri – À semelhança do que aconteceu no resto da época – ainda que tenha sido campeã -, a equipa de Sarri “joga pouco à bola”. Com os objetivos virados para as competições internas, mas, especialmente, para a Liga dos Campeões, o técnico italiano desiludiu e ficou-se pelos oitavos-de-final “aos pés” do Olympique Lyonnais, sétimo classificado da Liga Francesa.

 

ANÁLISE TÁTICA – JUVENTUS FC

No tradicional 4-4-2 de Sarri, a Juventus não teve ideias, e isso notou-se ao longo dos 90 minutos. Ainda que tenha ganho, a eliminação pesa bastante nos adeptos, ainda mais porque, de facto, a campeã italiana joga mal. Pouca criatividade no meio-campo, defesa muito permeável (Cuadrado não serve a esta equipa) e um ataque que assenta, essencialmente, nos ombros de Cristiano Ronaldo.

Para a próxima época, caso Maurizio Sarri continue, a direção vai ter de investir “forte e feio” para conseguir competir não só com o FC Inter a nível interno, como com os outros grandes da Europa na Liga dos Campeões.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Szczesny (5)

Cuadrado (4)

Bonucci (5)

De Ligt (5)

Alex Sandro (6)

Pjanic (5)

Rabiot (4)

Bentancur (4)

Bernardeschi (4)

Higuain (4)

Cristiano Ronaldo (8)

SUBS UTILIZADOS

Ramsey (3)

Danilo (3)

Dybala (3)

Olivieri (3)

 

ANÁLISE TÁTICA – OLYMPIQUE LYONNAIS

Uma verdadeira surpresa! Foi isto que a formação de Rudi Garcia proporcionou a todos os adeptos de futebol. Num jogo no qual teve de sofrer até final, a equipa fez o que lhe competia e marcou o golo que fez valer a eliminatória. Nos restantes 80 minutos, agarrou-se à vantagem que tinha e carimbou o passaporte para os quartos-de-final da prova.

A equipa do Olympique Lyonnais não se desmontou e nunca pareceu realmente “em pânico”, também devido à insuficiência da Juventus. Com esta vitória, o Lyon viaja para Lisboa à procura de fazer história. No entanto, vai enfrentar nos quartos-de-final um Manchester City de Guardiola que procura a conquista na competição.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Anthony Lopes (7)

Dubois (5)

Denayer (5)

Marcelo (6)

Marçal (5)

Cornet (4)

Aouar (6)

Bruno Guimarães (5)

Caqueret (5)

Toko Ekambi (4)

Depay (7)

SUBS UTILIZADOS

Andersen (5)

Reine-Adelaide (3)

Moussa Dembelé (3)

Thiago Mendes (3)

Tete (3)

Artigo revisto 

FC Porto: Um presidente que sabe ganhar!

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Depois de um longo ano, o FC Porto fechou a temporada com a conquista do Campeonato e da Taça de Portugal, conseguindo assim a dobradinha que fugia do clube há alguns anos.
Para além da pandemia que se instaurou em Portugal e no mundo, esta temporada foi atípica por todas as oscilações que o clube viveu, desde a eliminação precoce na pré-eliminatória da Liga dos Campeões à desvantagem pontual com o principal rival, o SL Benfica.

No entanto, as coisas acabaram por correr de feição e os portistas voltaram a festejar. Um feito que deixou não só os adeptos, como os jogadores, treinador e presidente em êxtase.

Jorge Nuno Pinto da Costa disse, aliás, que a dobradinha foi “a conquista mais feliz” na longa carreira do presidente portista reeleito este ano, que é também o presidente mais titulado do mundo. Esta dobradinha, apesar de ser a oitava na presidência de Pinto da Costa, tornou-se especial por ter sido numa fase tão complicada, com tantas dificuldades. O FC Porto foi, aliás, uma das poucas equipas que não deu férias aos jogadores no tempo de quarentena, fazendo com que os atletas mantivessem o ritmo para conseguirem recomeçar a qualquer altura.

Uma temporada imprópria para cardíacos que terminou com chave de ouro, numa altura em que os festejos têm de ser contidos e os adeptos não podem assistir aos jogos. Uma coisa que, aliás, tem desagradado o presidente do clube que continua a não entender como é que algumas coisas têm o aval da DGS e do Estado, e os adeptos continuam a ser proibidos.

Quanto à postura do clube no mercado de transferências, o presidente portista mostrou-se bastante tranquilo. “Tentaremos segurar os jogadores que o treinador quiser que fiquem e colmatar qualquer saída com outros que o treinador pense que servem. Não temos de prometer grandes figuras, grandes nomes, grandes loucuras, porque não precisamos. Não o fiz em tempos de eleições…”. Ainda assim, o presidente portista não prometeu nomes sonantes nem confirmou os jogadores que já foram apontados até então.

Este discurso acaba por confirmar a boa ligação existente entre o treinador e o presidente que estão a trabalhar juntos em prol do clube, conseguindo, aliás, manter a equipa e os adeptos unidos, com a mística habitual.

Aquilo que realmente preocupa o clube, que tem de fazer cerca de 100 milhões em vendas de jogadores, é mesmo a receita dos jogos. Se na próxima temporada se mantiver a interdição aos relvados, o clube pode ter uma quebra na faturação de 27 milhões de euros. E é neste ponto que o presidente portista ataca a DGS e o estado, que proíbe os adeptos, mas em outras situações – como as touradas e espetáculos de humor – permite a aglomeração de pessoas.

A temporada acabou em grande, e face a isso os jogadores portistas vão usufruir de 22 dias de férias, mais do que o expectável inicialmente. Isto acaba por ser uma compensação pelo esforço feito e pelas conquistas alcançadas. Agora é tempo de preparar a época que se avizinha, com a renovação do treinador em cima da mesa. A confirmar-se, Sérgio Conceição é o segundo treinador portista a estar no clube durante quatro anos, depois de Jesualdo Ferreira.

Artigo revisto por Joana Mendes

Manchester City FC 2-1 Real Madrid CF: Citizens carimbam passagem aos Quartos de Final

A CRÓNICA: VARANE COMPROMETEU ESPERANÇAS MADRILENAS

Finalmente Champions! Para regalo de todos os amantes do ludopédio, regressou a maior competição de clubes à escala global. Ainda que sem adeptos nas bancadas, Manchester City FC e Real Madrid CF trouxeram-nos um grande espetáculo de futebol, que culminou com a passagem da formação inglesa aos quartos de final da prova.

Os citizens receberam os madrilenos em vantagem na eliminatória – depois da vitória no Bernabéu por 2-1 na 1.ª mão – e entraram com o pé direito na partida, aplicando uma grande pressão à primeira fase de construção dos campeões espanhóis, pressão essa que viria a surtir efeito à passagem do minuto nove, quando Varane perdeu clamorosamente a bola na sua grande área e permitiu o golo de Sterling. O Real foi conseguindo desenvencilhar-se aos poucos do sufoco inglês, e conseguiu o golo do empate perto da meia hora de jogo, por intermédio do suspeito do costume, Karim Bezema, após um bom envolvimento ofensivo.

O segundo tempo começou tal como o primeiro, com os pupilos de Guardiola a pressionar alto e a forçar o erro dos jogadores blancos. Por cima do encontro e sempre mais perto de marcar que a formação visitante, o Manchester City voltaria a faturar, com Varane novamente muito mal na fotografia e a oferecer o golo a Gabriel Jesus, ao minuto 68. Com esse tento, a formação da casa sentenciou por completo a eliminatória, com o Real Madrid a não ter argumentos para virar o marcador.

Com este triunfo, a equipa de Manchester carimbou o passaporte para os quartos de final da prova milionária, onde vai defrontar o surpreendente Olympique Lyonnais, que deixou a Juventus FC de Cristiano Ronaldo fora da competição.

A FIGURA

Gabriel Jesus – Com a ausência de Agüero, a escolha de Pep Guardiola recaiu sobre o internacional brasileiro, que foi preponderante na partida ao apontar um dos golos dos citizens e arrancou uma exibição de encher o olho.

O FORA DE JOGO

Raphaël Varane O defesa-central francês fez um péssimo jogo, estando diretamente envolvido nos dois golos sofridos pelo Real Madrid CF, com erros completamente amadores. Dia para esquecer para o gaulês, que colocou os madrilenos fora da competição

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER CITY FC

Com o internacional português João Cancelo no onze inicial e com Bernardo Silva no banco, Pep Guardiola surpreendeu ao colocar o jovem internacional inglês Phil Foden de início, atuando como falso nove, atrás de Gabriel Jesus e Raheem Sterling. Num dispositivo base de 4-3-3, os citizens apostaram forte na pressão, atrapalhando muitas vezes o processo de construção do Real Madrid CF, conseguindo também instalar-se durante quase toda a partida no meio campo adversário.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ederson (6)

Walker (7)

Fernandinho (6)

Laporte (6)

Cancelo (7)

De Bruyne (8)

Rodri (6)

Gündogan (7)

Foden (6)

Gabriel Jesus (9)

Sterling (7)

SUBS UTILIZADOS

Bernardo Silva (6)

David Silva (-)

Otamendi (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – REAL MADRID CF

Sem o capitão Sergio Ramos devido a castigo, a formação madrilena dispôs-se em campo num sistema base de 4-3-3, com o brasileiro Rodrygo a ser a maior novidade no onze inicial. Rapahël Varane foi o escolhido por Zidane para substituir Ramos, uma decisão que acabou por comprometer a partida, face à péssima exibição do defesa francês. Os blancos cederam à pressão exercida pelos citizens, que dominou praticamente todo o encontro.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Courtois (7)

Carvajal (6)

Militão (7)

Varane (5)

Mendy (6)

Kroos (7)

Casemiro (6)

Modrić (6)

Rodrygo (7)

Hazard (6)

Benzema (8)

SUBS UTILIZADOS

Asensio (6)

Valverde (-)

Vasquéz (-)

Jovic (-)

Artigo revisto por Joana Mendes

Champions League | As 3 equipas mais bem posicionadas para a vitória

A Champions terá, esta temporada, um formato diferente. Lisboa será capital do futebol mundial durante o mês de agosto e receberá as melhores equipas do mundo para decidir quem leva o troféu para casa.

CALOR, CERVEJA E… CHAMPIONS! QUEM VAI VIAJAR ATÉ LISBOA À PROCURA DO CANECO MAIS APETECÍVEL DO FUTEBOL DE CLUBES? SE TENS A RESPOSTA, APOSTA JÁ EM BET.PT!

Quer pelo momento de forma, pelas armas que têm ao seu dispor ou pelo enquadramento que o sorteio proporcionou, a luta favorecerá alguns em detrimento de outros. Será como subir ao último andar de um prédio e uns irem de elevador, enquanto os outros vão pelas escadas.

É certo que a disputa pela orelhuda vai proporcionar magníficos espetáculos, mas importa olhar para as equipas em melhores condições para atingirem a glória europeia.

Os 7 pecados capitais do Sporting CP

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Quem está por dentro dos costumes religiosos cristãos estará familiarizado com a identificação dos sete pecados capitais ou mortais. Segundo essa religião, e para quem não sabe, é considerado pecado capital qualquer acto cometido, em consciência e de forma deliberada, contra as leis de Deus.

Ora, neste caso, não estando em causa as leis de Deus, estarão sim as leis com que o Sporting Clube de Portugal se deverá reger, principalmente as que cumpram os estatutos instituídos.

O problema aqui é que há no Sporting CP quem parece querer armar-se em Deus, usando as leis instituídas apenas quando lhe interessa. E pensando assim, nem em Deus será, porque mesmo Ele, assim que as inscreveu em pedra, nunca mais as mudou. Talvez os estatutos do clube também precisassem de estar cravados em pedra em vez de inscritos em papel, ainda que isso não garantisse que fossem seguidos porque dependerá sempre da interpretação dos mesmos.

Mas voltando aos pecados capitais, irei apenas tentar fazer uma adaptação dos mesmos à realidade do Sporting CP, tendo por base a definição original dos mesmos e por considerar que são atos tomados de forma consciente e deliberada em detrimento do clube:

GULA – Sendo que a definição deste pecado consiste em comer mais que o necessário a toda a hora, diria que este pecado não pode ser atribuído directamente ao Sporting CP, apesar de sofrermos com ele. A fome de títulos existe, mas não conseguimos satisfazê-la, porque outros lutam a qualquer custo para os reclamar para si.

No fundo, este deve ser imputado a quem, com a ambição de garantir tudo para si, faz qualquer coisa lícita ou ilícita, para o conseguir. Nós só passamos fome (de títulos).

No entanto, esta fome faz com que os Sportinguistas, por já não acreditarem em quem dirige, reclamem de todas as decisões tomadas, e, por vezes, nessa ambição de acharem saber o que é melhor, boicotem também o futuro do próprio clube. Lembro-me bem de José Mourinho.

AVAREZAA cobiça de bens materiais é o que tem motivado quem dirige o clube. O contrato com o patrocinador de direitos televisivos foi uma mina que muitos viram como o meio para satisfazer a sua ambição material.

Esse dinheiro, que inicialmente serviu para ajudar a retirar o clube do buraco financeiro em que se encontrava, está agora a ir para um buraco sem fundo, sem que seja dada qualquer explicação aos sócios. O que sabemos é que o dinheiro existia e que já foram feitas vendas que ultrapassam os 100 milhões de euros, e a direção continua a falar em dificuldades deixadas pela anterior direção.

Mas este pecado é comum a quase todas as direções que passaram pelo clube. Pensam apenas em si e nada no clube.

INVEJA – Este servirá de confissão do autor. Confesso que tenho inveja dos clubes que conseguem ter um rumo, timoneiros que consigam estabilidade (e não vou falar na forma como o conseguem para não me tornar repetitivo) e capacidade para contratar jogadores com valor.

Tenho inveja do futebol apresentado dentro de campo por outros clubes. Inveja pelos atletas que juram amor a esses mesmos clubes e o demonstram. Jogadores que lutam dentro de campo com a ambição de ajudar a instituição que os acolhe.

Tenho inveja da competência apresentada pelos outros clubes, ainda que seja através de esquemas. Tenho inveja que no meu clube só haja inveja entre sportinguistas e se tente sempre minar o trabalho de quem está, sobretudo, com o intuito de ocupar o seu lugar.

IRA – A minha ira será a de muitos outros sócios e adeptos do Sporting Clube de Portugal. E estará directamente ligado ao anterior.

A ira dos adeptos deve-se ao facto de não conseguirmos ver competência em quem dirige o nosso clube. Deve-se também ao facto desses dirigentes tudo fazerem para afastar do clube quem mais luta e tudo dá pelo seu sucesso.

Dá raiva vermos que nos estão a tirar o clube e nada podemos fazer contra isso. Podem dizer que teremos de esperar por eleições, mas eles já se preparam para que não haja nenhum percalço para os seus lados e possam garantir a sua permanência. Veremos.

Dá uma raiva ver jogadores a arrastarem-se dentro de campo, sem vontade de ali estar. E dá mais raiva ainda em ver dirigentes que não sabem o que fazem – ou nós não sabemos o que eles estão ali a fazer. Pelo menos resultados não apresentam.

SOBERBA – O Sporting CP sofre também muito de soberba. Ou seja, um sabe sempre mais que o outro e nenhum tem a hombridade e honestidade de pedir ajuda ou aproveitar as boas ideias alheias. Numa eleição há vários projetos apresentados, ao ganhar um deles, não quer dizer que seja perfeito e poderia absorver ideias dos outros para melhorar o seu.

O problema é que os outros candidatos, assim que termina o processo eleitoral, desaparecem e nunca mais os seus eleitores sabem deles. Se neste clube há tantos fóruns de debate, porque não aproveitam esses espaços para melhorar o clube? Para já, servem unicamente para entreter o povo.

LUXÚRIA – Não se preocupem, neste não vou falar em prazeres carnais. Ainda que no futebol português tenha havido uma época em que se falava muito de “fruta”. E muita dela serviu para pagar favores. Também nesse caso, o Sporting CP, não sendo o pecador, sofreu com isso. Mas tem culpa quando se escusa a ser arrolado como testemunha em processos de corrupção no futebol.

PREGUIÇA – Será preguiça a razão para os jogadores não jogarem o que sabem? (Talvez não saibam mesmo). Será preguiça o facto de os nossos dirigentes serem sempre os últimos a apresentar reforços e, quando o fazem, é à pressa e à última hora, com os “restos” que não foram aproveitados pelos demais clube? Será preguiça ou incompetência?

 

Assim sendo, e a pecar desta forma, acham que merecemos o céu?

Artigo revisto por Joana Mendes

Sr. Shéu | 67 anos de idade, 50 de Benfica

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Há nele aura mística que o eleva a figura do panteão encarnado, nome pronunciado em alturas de saudosismo por aqueles que o viram e que os mais novos, embevecidos a ouvir, perguntam por mais naquela curiosidade mórbida na tentativa da aproximação com realidades que sabem ser impossível repetir.

Shéu representa uma fase inesquecível de glória benfiquista e o compromisso máximo para com os valores mais altos que se levantam, das palavras de Mário Wilson. O ‘Pézinhos de Lã’, carinho pelo qual os mais antigos o reconhecem, jogou 488 jogos de águia ao peito, num percurso de 17 épocas que se iniciou no longíquo ano de 1970. Completou, no passado dia 3 do mês vigente, 67 anos.

Com 16, chegou a Lisboa depois de muitas tribulações. Nada de grave, mas o patriarca da família era avesso às pretensões da bola, a prioridade eram os estudos e só nessa condição é que Shéu Han conseguiu autorização para viajar. Tudo começa quando um imberbe moçambicano de feições asiáticas, vindas do lado do pai, deslumbrava nos relvados de Inhambane, província da Inhasorro que o viu nascer.

As qualidades eram tantas que não passaram despercebidas a um Tenente Coronel, Manuel da Costa de seu nome, que por ali passava. É ele que envia a primeiríssima notícia para a Metrópole dando conta do diamante que ali estava e quem a recebe é Fernando Calado.

O resumo das capacidades futebolísticas era tão entusiasmante que José Augusto, recém-adjunto, vai pessoalmente à Beira ver um jogo do Sport Lisboa e Beira – a sigla estava destinada. Precisou de pouco para conferir as imensas qualidades do prodígio. O pai, a muito custo, deixou-o embarcar sob uma única condição: terminar o estudos de Mecânica. Assim foi.

Chegado à Luz, vê-se em cidade que o assusta – «aquele movimento (da Baixa) fazia uma enorme confusão» – e então ficava pelo Lar, onde eram acolhidos os prodígios de longe, e ocupava o seu tempo entre treinos suplementares e leituras, outra das suas paixões.

Mário Coluna e Ângelo, seus primeiros treinadores, ajudaram à construção de um trinco moderno, muito à frente do seu tempo, e foi isso que impressionou Jimmy Hagan e o obrigou a estreá-lo a 15 de Outubro de 1972, num vitória no campo do Barreirense por 3-0. Substituiu Toni perto do final, e a simbologia da troca preconizava a importância suplementar que viria a conseguir mais à frente.

Porém, só em 1975-76 se assume como titular e pêndulo do meio-campo encarnado, com o ‘Velho Capitão’ Mário Wilson a ver nele um dos líderes da regeneração da equipa, passagem de testemunho entre a geração de Eusébio e António Simões e a sua, mais Humberto Coelho, Jordão ou Néné. A estreia europeia acontece nessa temporada, na expressiva goleada ao Fenerbahce (7-0), para a primeira eliminatória da Taça dos Clubes Campeões Europeus.

No dia da despedida, acompanhado de João Santos
Fonte: SL Benfica

Foi em contexto internacional onde teve as suas maiores mágoas como futebolista, uma delas como protagonista do golo e outra como capitão (a braçadeira só a herdou em 1986, depois da despedida de Bento). A final da Taça UEFA de 83, frente ao Anderlecht, onde faz o 1-0 na segunda mão, anulado poucos minutos depois pelo contra-ataque encabeçado por Lozano; e em 1987-88, na final da Taça dos Campeões Europeus, no famigerado desempate por penáltis (6-5) frente ao PSV de Ronald Koeman – o tal jogo que Diamantino viu da bancada, por causa da lesão sofrida uma semana antes, e onde os jogadores perderam largos períodos a perder e a calçar as botas, escorregadias estavam da goma dumas meias por estrear…

A despedida viria em 1988-89, na última jornada de um Campeonato já ganho. Frente ao Boavista, na Luz, jogou 45 minutos e homenageado seria ao lado de João Santos, presidente benfiquista. Sairia em lágrimas, naturalmente, mas pouco tempo teve para relaxar: seria imediatamente convidado para as funções de Secretário-Técnico, pelas competências que tinha a mexer em… Computadores. Um homem sempre à frente do seu tempo. Manteria o cargo até Maio de 2018, quando sentiu já ter cumprido o seu papel na íntegra. Levava 48 anos de Benfica.

Oportunidades para sair de casa? Naturalmente que existiram, mas Shéu é homem de princípios. Em 1987, respondia assim a essa questão: «Tive algumas oportunidades de sair, e o que determinou que tal não sucedesse foi o facto de um certo treinador, com quem não simpatizava nada, ter passado para o clube que iria representar». A identidade da figura enigmática ficará para quem sabe e para quem com ele já privou mais intimamente. Sortudos.

Com Luisão, que tutorou no seu crescimento enquanto profissional e líder de equipa
Fonte: SL Benfica

Foram, ao todo e enquanto jogador, nove campeonatos nacionais (1973, ’75, ’76, ’77, ’81, ’83, ’84, ’87, ’89), seis Taças de Portugal (’80, ’81, ’83, ’85, ’86, ’87) e duas Supertaças (1980, ’85). Enquanto Secretário-Técnico, seis campeonatos nacionais (1991, ’94, 2005, ’10, ’14, ’15, ’16), cinco Taças de Portugal (1993, ’96, 2004, ’14, ’17), cinco Supertaças (1989, 2005, ’14, ’16, ’17) e seis Taças da Liga (2009, ’10, ’11, ’14, ’15, ’16). Na curta passagem que teve enquanto técnico, cargo que nunca o seduziu e que só executou para proteger a instituição e a futura equipa técnica, saldou-se pela conquista do desejado terceiro lugar na difícil época de 1998-99, depois do despedimento de Graeme Sounness.

O papel fulcral que cumpriu junto da equipa ao longo de décadas é prontamente demonstrado pelas palavras de puro respeito que lhe entregam as mais variadas figuras do universo benfiquista e do futebol português. Os valores mais altos da Mística viram nele a sua máxima personificação e Shéu foi determinante na missão de dar continuidade até às gerações actuais, ficando célebre a sua relação estreita com o grande líder do século XXI benfiquista, Luisão, numa passagem de testemunho muito feliz.

Artigo revisto por Joana Mendes

5 treinadores com mãos para o Ferrari na próxima época

O final da época 2019/2020 trouxe inúmeras mudanças no banco de suplentes da Primeira Liga. Ora por acabar um ciclo, ora por bater recordes, ora por se ficar aquém das expectativas, foram vários os clubes a mudar de treinador, de forma a atacar a nova época com unhas e dentes. Sendo o cargo de treinador absolutamente fulcral para qualquer equipa, é de esperar que as mudanças a que assistimos nas últimas semanas se reflictam numa maior competitividade do campeonato português; com todas as equipas a se proporem a voltar em força na nova época, após um final de campeonato conturbado, nas circunstâncias excepcionais que vivemos, todos querem fazer melhor; resta saber quem será melhor liderado para atingir os ambiciosos objectivos a que se propõem. Vejamos, assim, cinco novos treinadores com “mãos para o Ferrari”.

E-Prix de Berlim (Corrida 1 e 2): E vão duas vitórias para a mesa do António!

A Fórmula E está de regresso após a paragem devido à pandemia de COVID-19, e no espaço de pouco mais de uma semana, verá esta temporada decidida em seis corridas no circuito de Berlim. Antes da paragem, o português António Félix da Costa (DS Techeetah) seguia em primeiro lugar no campeonato com 11 pontos de vantagem para Mitch Evans (Jaguar), e termina este primeiro par de corridas com 68 pontos de vantagem para o novo segundo classificado, Lucas Di Grassi (Audi). É seguro dizer que estas duas corridas correram bem ao português.

CORRIDA 1: NADA COMO UM GRAND SLAM PARA REGRESSAR

Na Fórmula E, devido às regras que procuram promover o equilíbrio e manter as corridas imprevisíveis, nunca tinha acontecido um piloto conseguir a volta mais rápida na qualificação, a volta mais rápida na Super Pole, a volta mais rápida na corrida e a vitória nunca abandonando o primeiro posto, porém, António Félix da Costa, veio para Berlim para provar que a vantagem no campeonato que trazia das cinco primeiras corridas, não era por acaso.

O piloto português conseguiu todos os feitos mencionados acima, e durante a corrida liderou e convenceu, mantendo o colega de equipa e ainda bicampeão de Fórmula E, Jean-Eric Vergne, a uma distância confortável, onde os dois seguiam solitários na frente durante a primeira metade da corrida.

Esse conforto diminuiu quando foi chamado o Safety Car causado pelo choque de Robin Frijns (Virgin) contra uma parede, após um toque de Max Guenther (BMW). O pelotão voltou a aproximar-se, e a hipótese de alguém tentar chegar aos homens da frente reacendeu, mas Félix da Costa quis mostrar como se cumpre o distanciamento social, e desapareceu no horizonte, deixando o seu colega de equipa para lidar com os pretendentes.

A partir deste momento a corrida de Vergne desintegrou-se, sendo que o francês, prejudicado por um “Full Course Yellow” durante o seu segundo Attack Mode, começou a cair pela tabela, até que na última volta, com um toque de Lucas di Grassi, que aparecia em nono vindo de 21.º, o piloto da DS Techeetah foi atirado para 20.º.

Mitch Evans podia e devia ter sido um dos pilotos a aproveitar a má corrida de Vergne, contudo, após ultrapassar o francês, entrou em batalha com Max Guenther, caindo para a 15ª posição, e perdendo a oportunidade de fazer a aproximação a António Félix da Costa.

O top 10 acabava então por não apresentar grandes surpresas, sendo Stoffel Vandoorne uma delas, que, tal como di Grassi, começara a corrida em 16º, terminando em sexto, envolvendo-se na fantástica batalha que desenrolava pelo quinto lugar de Jerome D’Ambrosio (Mahindra).

Os lugares do pódio acabaram fechados por André Lotterer (Porsche) em segundo, após uma corrida em que controlou quase sempre o ritmo atrás dos DS Techeetah, e aproveitou da melhor maneira a queda de Jean-Eric Vergne, já o terceiro lugar ficou para Sam Bird (Virgin), que fez uma corrida segura, sem muito a apontar e acaba por entrar no pódio, com o top 4 fechado por Nick de Vries (Mercedes), que chegou a ter o pódio nas mãos.

Acabou por ser uma vitória tranquila de António, apesar de todo o caos e batalhas atrás de si, e de passar a bandeira axadrezada com precisamente 0.0% de bateria no seu carro dourado. Esta primeira vitória aproveitou da melhor forma a má corrida dos adversários diretos, aumentando a vantagem para Mitch Evans para 40 pontos, após conseguir o máximo possível de 30 pontos em todas as sessões.