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As 10 transferências mais caras da década por ano

Os mercados de transferências têm sido uma loucura esta década. Rapidamente nos habituamos a jogadores a serem contratados por três dígitos e a clausulas de rescisão elevadíssimas. Comparando com trocas de outros tempos podemos considerar que o preço a pagar pelos serviços de alguns atletas está inflacionado e descontrolado, mas esta é a realidade, onde poucas carteiras parecem ter espaço. Nesta espécie de top vão estar aqueles que foram os jogadores mais caros desta década por ano.

Algumas surpresas, algumas loucuras e algumas asneiras. Além disso, descobre ainda os lusos que mais custaram aos cofres dos clubes que os acolheram durante estes anos.

Os 10 treinadores revelação no Futebol Europeu

Os principais campeonatos domésticos já chegaram ao fim. E houve vários treinadores espalhados pela Europa fora que mostraram as suas credenciais fazendo com que as suas equipas fossem referenciadas no seu país. Por isso, irei aqui fazer o meu Top de 10 treinadores revelação no futebol europeu.

GP 70.º Aniversário: Max Verstappen está de volta às vitórias!

Celebrando-se, este fim-de-semana, o 70.º Aniversário da Fórmula 1, foi em 1950, precisamente em Silverstone, que a magia da modalidade começou.

A CORRIDA: NÃO GANHOU A MERCEDES?

Conta-se a quinta ronda do Campeonato Mundial de Fórmula 1, onde, numa luta sempre intensa entre a equipa da Mercedes e a Red Bull, são os “touros vermelhos” que acabam por triunfar, numa estratégia de corrida fantástica que acaba por levar Max Verstappen para o seu primeiro triunfo da época.

No arranque da corrida, Valtteri Bottas ainda conseguiu ultrapassar Lewis Hamilton, e assim ficou, mas acabou por ceder à pressão do colega de equipa.

Lewis Hamilton (Mercedes), que permaneceu no topo durante maior parte da corrida, optou por arriscar e mudar de pneus a 11 voltas do fim, para tentar travar a vantagem de Max Verstappen (Red Bull) que tinha pneus mais frescos. Se houvessem mais voltas, teria resultado, porém, a estratégia apenas lhe garantiu o segundo lugar.

Charles Leclerc foi o único Ferrari nos pontos. Numa corrida bastante sólida por parte do monegasco, levou a macchina rossa ao quarto lugar. Já Sebastian Vettel (Ferrari) não passou de um 12.º lugar.

Alex Albon (Red Bull) surpreende ao arrecadar o quinto posto. Parecendo que não, a paragem cedo do tailandês fez com que a Red Bull conseguisse apresentar uma estratégia consistente, não só para ele, como também para Max Verstappen, noutras vertentes.

Esperávamos ver uma corrida mais sólida de Nico Hulkenberg (Racing Point) que, saindo de terceiro lugar, voltou a substituir Sergio Perez esta semana. Porém, tal não aconteceu, permanecendo no sétimo lugar, atrás de Lance Stroll (Racing Point).

Os últimos lugares nos pontos pertenceram a Esteban Ocon (Renault), Lando Norris (McLaren) e Daniil Kvyat (Alpha Tauri).

A única desistência de hoje pertenceu a Kevin Magnussen (Haas).

Em suma, se tivéssemos que denominar esta corrida, seria como uma espécie de «triângulo amoroso» entre os dois homens da Mercedes e Max Verstappen (Red Bull).

Não foi, de todo, uma corrida em que a emoção estivesse à flor da pele, mas a verdade é que, pelo menos, conseguimos ver uma corrida em Silverstone que não fosse nem a Mercedes, nem Lewis Hamilton a ganhar.

Foto de Capa: Red Bull Racing

Top 5 jovens jogadores para seguir com atenção na próxima época

A retoma do campeonato após a paragem devido à pandemia Covid-19 levou a que vários jovens fossem lançados pelos treinadores das equipas portuguesas, demonstrando de imediato qualidade e potencial para se afirmarem até em patamares superiores. Este é o top cinco de jovens lançados a quem devemos estar atentos na próxima temporada, sendo que vários outros nomes poderiam caber dentro destes parâmetros.

GP República Checa: Brad Binder faz história em Brno

A CORRIDA: ALGUÉM QUE PEGUE NOS LIVROS, PORQUE FOI FEITA HISTÓRIA

Não podia ter começado da melhor maneira o GP da República Checa, pois quem pensava que estava tudo controlado por Johann Zarco (Esponsorama Racing) na partida, enganou-se. Franco Morbideli (Petronas Yamaha STR) foi aquele que saiu melhor e depressa arrancou para ter uma enorme vantagem logo desde início. No entanto, temos também de dar uma atenção à partida de Brad Binder (KTM Factory Racing) e dos irmãos Espargaró (Pol e Aleix).

As primeiras voltas mostraram um domínio da Petronas Yamaha STR e da KTM, que ocupavam as quatro primeiras posições. Binder mesmo longe do primeiro lugar já mostrava que queria muito um pódio e nem com Morbideli longe deixava de sonhar com o 1.º lugar. O italiano não esperava de todo aquilo que mais para a frente iria acontecer na corrida.

Já tínhamos destacado o início dos irmãos Espargaró e com 12 voltas para o final foi o fim de corrida para Pol. O 44 da KTM Factory Racing abriu demasiado na curva um e Zarco aproveitou para conseguir a ultrapassagem, mas o espanhol quando voltava à melhor linha acabou por tocar no francês e cair. Um incidente que levou à penalização de Zarco com uma “long lap (e que long lap!) nunca antes vista à frente de Quartararo! Se o francês começou da pior forma, não nos podíamos queixar com aquilo que estávamos a ver…

Se a corrida à frente estava emocionante na parte de trás havia surpresas, mas algumas bem desagradáveis. Maverick Viñales (Yamaha Factory Racing) vinha a rodar de uma forma péssima e era ultrapassado por tudo e por todos. O espanhol acabou mesmo fora dos pontos e dos dez primeiros. Já Quartararo, que vinha numa excelente forma desde o início da corrida, acabou da pior maneira ultrapassado por Binder, Zarco, Alex Rins (Team Suzuki), Valentino Rossi (Yamaha Factory Racing) e Miguel Oliveira (Redbull KTM Tech3).

O primeiro e segundo lugares estavam mais do que assegurados e história foi feita! Brad Binder venceu pela primeira vez no MotoGP, foi o primeiro a fazê-lo como rookie depois de Marc Márquez em 2013, e foi o primeiro sul-africano a vencer na categoria rainha! Depois de três temporadas no MotoGP, Franco Morbidelli chegou pela primeira vez ao pódio! Mas não nos esqueçamos do terceiro classificado. A luta ainda esteve intensa até ao final com Rins a ameaçar o lugar de Zarco, mas foi o francês a ficar com o último lugar no pódio.

Mas se já havia história nos primeiros lugares, o que dizer de Miguel Oliveira! Partiu de 13.º lugar e acaba em 6.º, na melhor posição da carreira do português no MotoGP. Uma corrida incrível e onde esteve muito perto de alcançar o 5.º lugar, ameaçando a posição de Valentino Rossi. O que esperar para a próxima temporada na KTM Factory? Só maravilhas. Vai, Miguel!

Podia muito bem estar novamente nas desilusões do dia, mas é mais um péssimo dia para a Ducati com Andrea Dovizioso e Danilo Petrucci a terminarem em 11.º e 12.º, respetivamente. Porém, esta é uma corrida que deve estar a deixar os responsáveis pelos livros de história, e os amantes de estatísticas, de cabelos em pé com tanta para fazer depois do Grande Prémio de hoje.

As lições que não queremos aprender

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Nos últimos metros da etapa inaugural do Tour de Pologne, numa reta em ligeira descida e com final ao sprint, o campeão neerlandês Fabio Jakobsen tentou ultrapassar pela direita o seu compatriota Dylan Groenewegen. Sem pernas para responder à perseguição do seu jovem oponente, Groenewegen teve que recorrer a truques menos limpos e encosta-se à direita, fechando o espaço a Jakobsen, que ao forçar a passagem, acaba por ser empurrado contra as barreiras e perde o equilíbrio.

O cenário não é alegrante, mas é repetitivo, de já tantas vezes visto no passado. Nos 200 metros finais, os sprinters descontrolam-se e, por vezes, vão longe demais na luta pela vitória. O normal seria Groenewegen acabar desclassificado, indo o triunfo na jornada para o segundo a cruzar a meta, e a queda resultar nalgumas lesões de baixa ou média gravidade para os envolvidos.

Mas, não foi isso que aconteceu na Polónia. Quando Jakobsen embateu nas barreiras, estas não deram qualquer suporte de forma a manter o ciclista na estrada, pelo contrário, não providenciaram qualquer proteção e o atleta da Deceuninck – Quick Step acabou projetado para lá das mesmas, o que resultou em lesões graves e uma estadia prolongada no hospital que incluiu quase dois dias em coma induzido.

É compreensível que nem todas as centenas de quilómetros de corrida estejam em perfeitas condições ou que um ciclista tenha uma queda grave a descer uma montanha. São riscos que aceitámos. O que não podemos aceitar é que esses riscos sejam os mesmos na zona mais controlada da corrida e em que já sabemos que um enorme pelotão vai passar em velocidade de ponta.

Quem não parece ter compreendido bem a severidade da situação foi a UCI, que se limitou a emitir um curto comunicado em que sacudia tuda a culpa para cima de Groenewegen. Ora, é certo que o sprinter da Jumbo-Visma errou e teria de ser punido regulamentarmente por uma manobra ilegal, mas querer culpabilizá-lo pela gravidade das consequências da queda é fugir às responsabilidades.

Nos últimos anos, já nos habituamos à passividade da UCI face a vários problemas de segurança que se têm levantado nas provas de ciclismo. É triste que ciclistas, equipas e adeptos estejam à mercê de um órgão cuja única preocupação parece ser desculpabilizar-se. A UCI não quer aprender e quem paga são os Jakobsen, os Maas, os Lambrecht…

Foto de capa: Deceuninck – Quick Step

Crónica da primeira época “100% Varandas”

A época 2019/2020 chegou oficialmente ao fim após a entrega da Taça de Portugal ao FC Porto. Tudo correu demasiado mal na primeira e única época dirigida exclusivamente por Frederico Varandas. “Futebol, fácil…”. Esta foi sem dúvida a pior época do Sporting CP de que tenho memória: uma época repugnante, repulsiva, asquerosa, indigna para o emblema do Sporting CP e para os valores que representa. Digo “pior” (não esquecendo a época do malogrado 7.º lugar) tendo em consideração as consequências que ainda estão para vir de um planeamento desportivo que nunca existiu e de uma gestão delinquente (para não dizer criminosa) do Clube.

A par do horrendo resultado desportivo, o Sporting CP foi também vítima de um clima de fracturação e discórdia, muito alimentado pela actual Direcção. Viveram-se situações que são inadmissíveis num clube da dimensão do Sporting CP, como a de sócios e adeptos leoninos serem obrigados a tirar os sapatos antes de entrarem no estádio.

Fomos alvo de achincalhamento por parte de sujeitos que sempre se colocaram em “biquinhos” de pés diante do Sporting CP, tais como o presidente do Braga, que, mal garantiu o seu preciosíssimo terceiro lugar, não esperou em vociferar palavras de soberba e ódio ao Sporting CP, agradecendo ao “nosso” treinador pela conquista da Taça da Liga e pelo excelente percurso no campeonato. Um Clube como o Sporting CP liderado por gente séria e competente jamais daria azo a que um presidente de um clube pequeno gozasse desta maneira.

O responsável por toda esta miséria não pode deixar de ser Frederico Varandas e a sua entourage que gere o futebol profissional do Sporting CP. Na entrevista travestida “dada” ao Jornal Record, Varandas desculpou-se com os chavões habituais: Alcochete, Pandemia e “herança pesada”. O que não deixa de ser curioso, se compararmos este discurso com o de auto-glorificação de Varandas aquando do final da época de 2018/2019.

O surgimento da pandemia com o regresso do Capitão Varandas ao Exército veio amenizar a contestação em torno da Direcção e deu-lhe alguma trégua ao ponto de até ter andado desaparecido. Todavia, convém contextualizar a época do Sporting CP em factos concretos e objectivos, que é para não sermos acusados de brunismo, como tem vindo a tornar-se um hábito:

  • Pior pré-época desde 1967, com 0 vitórias, 3 empates e 3 derrotas;
  • Derrota contra o adversário de escalão mais baixo na história do Sporting CP (FC Rapperswill-Jona);
  • Maior derrota da história do Sporting CP numa final (Supertaça);
  • A pior série de jogos sem ganhar de toda a história do clube (11 jogos);
  • Pela primeira vez na sua história, o Sporting CP sofreu três derrotas consecutivas em casa;
  • Após onze anos de jejum, o FC Porto voltou a vencer em Alvalade;
  • Eliminação da Taça de Portugal por uma equipa do terceiro escalão na 3.ª eliminatória;
  • Eliminação da Liga Europa depois de uma vitória na 1.ª mão em casa por 3-1;
  • Uma época com quatro treinadores, um dos quais Leonel Pontes, e não se conseguiu qualquer vitória;
  • O Sporting CP terminou o campeonato a 22 pontos do primeiro lugar, o segundo pior registo da história;
  • Maior número de derrotas numa época da história do Sporting CP (17);
  • O melhor marcador da equipa na Liga – Bruno Fernandes – saiu no mercado de Inverno e só jogou metade do campeonato, algo que também é inédito;
  • Derrota em todos os confrontos contra os outros dois grandes do futebol português, algo que nunca tinha acontecido na história do Sporting CP.
Após o vexame da Supertaça, Frederico Varandas “não estava preocupado”
Fonte: Sporting CP

Nem se ouse dizer que foi o dinheiro ou a falta de dinheiro que ditaram o desastre que foi esta época. Apesar da “herança pesada” de que Frederico Varandas tanto invoca como causa de todos os males, o certo é que o Sporting CP orçamentou só para a época transacta cerca de 70 milhões de euros, que terão sido “corrigidos” após o despedimento de Marcel Keizer para se contratar Silas, que, por sua vez, foi despedido para se dar dez milhões de euros por Rúben Amorim.

Com efeito, tudo leva a crer que dinheiro não era um problema para o Sporting CP. Varandas até se deu ao luxo de fazer a terceira contratação mais cara do futebol mundial de um treinador que nem sequer tem essa qualificação. Mais não foi do que um acto irresponsável e de desespero de quem vai sobrevivendo mal no poder com uns balões de oxigénio, e que, durante pouco tempo, serviu para atirar areia para os olhos aos que bateram palminhas a esta contratação. Para cúmulo dos cúmulos, o mesmo treinador não evitou que o Sporting CP acabasse atrás do seu antigo clube.

Vejamos então quais foram as contratações da Administração Varandas para a equipa principal do Sporting CP até ao momento: Idrissa Doumbia, Borja, Tiago Ilori, Luiz Phellype, Gonzalo Plata, Luciano Vietto, Camacho, Valentin Rosier, Eduardo Henrique, Luís Neto, Jesé, Bolasie, Fernando e Sporar. Com a excepção de Vietto, que só muito dificilmente não sobressairia num plantel de baixa qualidade como o do Sporting CP, nenhum dos restantes nomes logrou convencer os sócios e os adeptos sportinguistas. Será isto normal? E será isto admissível e consentâneo com saídas ao de jogadores fulcrais como Bas Dost, Nani, Raphinha, Bruno Fernandes ou Fredy Montero?

Mais, e ainda a propósito do actual treinador do Sporting CP, Varandas fez apregoar que Amorim traria uma revolução a Alvalade que passaria pelo lançamento na equipa principal dos jovens talentos da Academia. Enfim, um discurso de charme para cativar todos os adeptos que queriam ver mais “miúdos” a jogar na equipa principal. É bom recordar que, durante a campanha eleitoral, era apanágio de Varandas o célebre chavão da aposta na formação. E também é bom recordar que Varandas afirmou que Keizer era o homem indicado para este seu projecto. O que é que mudou entretanto para só agora ser possível a aposta nos mais jovens?

Não esqueçamos que foi o próprio Varandas, muito preocupado com os próprios colchões da Academia, que contratou os jogadores acima identificados e que os mesmos impediram que os jovens da formação tivessem oportunidades na equipa principal.

Foi preciso que estes jogadores pagos a peso de ouro apresentassem rendimentos muito abaixo do mínimo exigido para Varandas concluir que os jovens formados em Alcochete são o futuro do futebol leonino? Tudo isto soa a incompetência, a desonestidade intelectual e a incoerência.

Na verdade, isto chama-se gestão danosa e gozar com a cara dos verdadeiros Sportinguistas que vivem este Clube. E como já tem sido dito em vários “lugares”, engane-se quem disse que o Sporting CP é eterno, pois não o é. Não é apenas o futuro próximo que preocupa, mas também tudo leva a crer que a vida do Sporting CP poderá vir a ser hipotecada a longo prazo.

Foto de Capa: Candidatura “Unir o Sporting”

Artigo revisto

FC Bayern München 4-1 Chelsea FC: Bávaros confirmam apuramento

A CRÓNICA: Bávaros entraram forte na partida e acabaram com as poucas dúvidas que restavam na eliminatória

Quase meio ano depois, o Chelsea FC de Frank Lampard e o FC Bayer Munique de Flick voltaram a encontrar-se, mas pareceu que não passou assim tanto tempo. A equipa londrina tinha a difícil tarefa de anular os três golos de vantagem que os germânicos levavam da 1ªmão disputada em Londres.

A jogar em casa, o Bayern entrou no jogo como no duelo anterior: mais dominante, com mais posse de bola e no domínio das operações. Aos três minutos, os bávaros tiveram a primeira oportunidade na sequência de um pontapé de fora da área por David Alaba. Foi o aviso para o que iria passar-se a seguir. O guarda-redes do Chelsea, Caballero, derrubou Lewandowski, que estava isolado na área, e o árbitro, com recurso ao VAR, apontou para a marca de grande penalidade. O ponta de lança polaco não falhou e colocou o Bayern em vantagem ainda antes dos 10 minutos.

Nem com o Chelsea a precisar de marcar cinco golos para virar a eliminatória o Bayern baixou a guarda. A sucessão de oportunidades criadas pelos alemães levou ao inevitável aos 24 minutos. Desta vez, foi Lewandowski a assistir, depois de roubar a bola a Kovacic já nas imediações da área, e Perisic a finalizar. O Chelsea apostou mais no contra-ataque e teve a seguir aos 2-0 um golo anulado a Abraham por fora de jogo, na sequência de um passe em profundidade de Hudson-Odoi. Abraham viria mesmo a reduzir a desvantagem à beira do intervalo.

Na segunda parte, os bávaros baixaram o ritmo com a eliminatória decidida e o Chelsea aproveitou para criar mais oportunidades em especial através de passes em profundidade. Só que o Bayern não deixou de chegar com perigo à baliza de Caballero e foi quem acabou por marcar por duas vezes, uma pelo médio Tolisso, com assistência do inevitável Robert Lewandowski. E quem havia de marcar o derradeiro golo? Tinha de ser o internacional polaco, que assim figura isolado na lista dos melhores marcadores da Liga dos Campeões 2019/20 com 13 tentos.

Destaque negativo para a lesão do central do Bayern, Boateng, que, ao atrasar a bola em esforço, caiu mal no relvado e foi substituído à passagem do primeiro quarto de hora da segunda parte.

Próxima paragem do Bayern? Estádio de Alvalade, frente ao Barcelona, nos quartos de final da Champions, já na próxima sexta feira.

 A FIGURA

 


Robert Lewandowski  – Com duas assistências e dois golos na partida, era inevitável não ser a figura de jogo. Letal na finalização, conseguiu ainda conquistar um penalty e arranjou tempo e oportunidade para servir os colegas.

 

O FORA DE JOGO

 


Dupla de Centrais do Chelsea Nem Chrisensen, nem Zouma conseguiram controlar as ações de Lewandowski e de quem aparecia no seu raio de ação durante quase toda a partida. A forma como o avançado polaco se consegue isolar frente a Caballero, o que leva ao penalty que dá origem ao primeiro golo, e a liberdade de Tolisso a cabecear para o terceiro tento no coração da área da equipa londrina são o exemplo do desnorte e também de alguma inexperiência da dupla.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC Bayern München

No esquema habitual 4-2-3-1, o Bayern manteve o onze tipo da época, com os setores bastantes compactados, o que permitiu manter o domínio da posse de bola e do jogo. Com as incursões constantes dos laterais e do médio Gnabry conseguiu criar muitas oportunidades em todo o duelo.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Neuer (6)

Boateng (7)

Alaba (7)

Davies (7)

Thiago (7)

Kimmich (7)

Goretzka (7)

Gnabry (7)

Lewandowski (9)

Perisic (8)

Muller (7)

SUBS UTILIZADOS

Sule (6)

Coutinho (6)

Odriozola (6)

Tolisso (7)

Martinez (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – Chelsea FC

Num sistema base em 4-3-3, Lampard tinha novidades na equipe titular. N’Golo Kante voltou de lesão e assumiu a braçadeira de capitão. Além de Kante, Ross Barkley e Mateo Kovacic foram os titulares no meio-campo. Os londrinos apostaram no contra-ataque e nas bolas longas para o trio da frente: Hudson-Odoi, Abraham e Mount.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Caballero (6)

James (6)

Christensen (5)

Zouma (5)

Emerson (5)

Kanté (6)

Mount (5)

Barkley (6)

Kovacic (5)

Abraham (7)

Hudson-Odoi (6)

SUBS UTILIZADOS

Giroud (-)

 

Artigo redigido por: Pedro Silva

Artigo revisto

FC Barcelona 3-1 SSC Napoli: Catalães carimbam passaporte para Lisboa

A CRÓNICA: PRIMEIRA PARTE DEMOLIDORA DECIDE ELIMINATÓRIA

Na primeira mão, ainda antes da paragem das competições devido à pandemia, a partida acabou com o empate a uma bola no marcador no San Paolo. Neste segundo jogo referente aos oitavos de final da Liga dos Campeões, o Barcelona FC derrotou o SSC Napoli por três bolas a uma. Os catalães asseguraram um lugar na final eight em Lisboa.

A primeira parte foi um excelente espetáculo de futebol, resumindo-se numa avalanche ofensiva, principalmente por parte da equipa da casa. Existiram ocasiões para ambos os lados, mas as rápidas transições ofensivas aliadas à eficácia do Barcelona em frente à baliza acabaram por levar a melhor. Cada equipa demostrou ter máximo empenho e acerto nas táticas, algo equivalente acódigo bónus bet365 bigbet que apresenta um dos maiores leques de benefícios do mercado. 

Logo no segundo minuto de jogo, depois de um conjunto de ressaltos, a bola sobrou para Mertens, que atirou ao poste esquerdo da baliza, sendo esta a melhor ocasião para os visitantes em todo o encontro.

À passagem do minuto 10’, Clément Lenglet inaugurou o marcador, colocando a bola no fundo das redes de cabeça, após um canto batido por Rakitic. Ao minuto 23’, Lionel Messi fez o 2-0, numa jogada de insistência, rematando em direção ao poste mais distante, com a bola a descrever um arco perfeito. No fecho da primeira parte, Messi antecipou-se a Koulibaly e foi derrubado pelo defesa do Napoli. Na conversão da grande penalidade, Suaréz não desperdiçou e fechou praticamente a eliminatória. Pouco tempo depois, foi assinalado um penálti a favor do Napoli, o qual Insigne concretizou.

No segundo tempo, o Napoli entrou de forma ameaçadora, mas o golo não apareceu, apesar de criar boas oportunidades de o concretizar. O Barcelona baixou o ritmo e limitou-se a gerir o resultado, recuando as linhas no processo defensivo. Os segundos 45’ minutos foram menos intensos do que os primeiros, com uma equipa claramente a tentar recuperar a eliminatória, enquanto os seus adversários aguentavam o resultado.

Desta forma, o Barcelona segue em frente na competição, tendo encontro marcado com o FC Bayern Munique no Estádio da Luz, no próximo dia 14, a contar para os quartos de final da prova.

A FIGURA


Lionel Messi- Mais uma exibição de grande nível por parte do jogador argentino, contribuindo no resultado como um golo marcado e uma grande penalidade conquistada. No primeiro tempo, foi crucial no ataque dos catalães, sendo a principal referência criativa da sua equipa, e, na segunda parte, destacou-se pelo trabalho de contenção e gestão de jogo.

 

O FORA DE JOGO


Setor defensivo do SSC Napoli- A partida ficou praticamente decidida na primeira parte, destacando-se a eficácia do ataque do Barcelona. A defesa do Napoli sentiu imensas dificuldades para combater as transições rápidas e sempre venenosas por parte do adversário. Nos primeiros 45’ minutos, o Barcelona introduziu a bola nas redes adversárias por quatro vezes, sendo que numa dessas ocasiões o golo foi invalidado.

 

ANÁLISE TÁTICA-FC BARCELONA

O Barcelona alinhou num esquema tático de 4-4-3, apresentando-se inicialmente bastante pressionante até inaugurar o marcador. Após o golo, baixou as linhas defensivas. O Barcelona apostou no ataque organizado, apanhando o Napoli em contrapé.

No meio campo blaugrana, Rakitic funcionava como elementos central e mais recuado, enquanto Sergi Roberto atuava como “box-to-box”, e Frenkie De Jong encarregava-se de organizar o jogo. No ataque, Messi e Griezmann ocupavam os corredores laterais, realizando frequentemente movimentos interiores para apoiar Suárez no corredor central.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marc-André ter Stegen (7)

Nélson Semedo (7)

Gerard Piqué (6)

Clément Lenglet (7)

Jordi Alba (6)

Ivan Rakitic (6)

Sergi Roberto (7)

Frenkie de Jong (6)

Lionel Messi (8)

Luis Suárez (7)

Antoine Griezmann (5)

 

SUBS UTILIZADOS

Monchu (5)

Junior Firpo (-)

ANÁLISE TÁTICA SSC NAPOLI

A equipa de Gattuso alinhou num 4-3-3, com a frente de ataque habitual, confiando na sua dinâmica ofensiva e imprevisibilidade. O Napoli esteve com mais bola, colocando todos os jogadores no meio campo adversário, mas teve muita dificuldade em criar espaços.

O Napoli demonstrou ser uma equipa bem organizada taticamente, mas com alguma debilidade em ligar o setor do meio campo ao ataque, construindo o jogo de forma lenta e previsível.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

David Ospina (6)

Giovanni Di Lorenzo (5)

Kostas Manolas (6)

Kalidou Koulibaly (5)

Mário Rui (6)

Diego Demme (5)

Fabián Ruiz (5)

Piotr Zielinski (4)

José Callejón (5)

Dries Mertens (6)

Lorenzo Insigne (7)

 

SUBS UTILIZADOS

Stanislav Lobotka (6)

Matteo Politano (5)

Hirving Lozano (5)

Elif Elmas (5)

Arkadiusz Milik (6)

Artigo revisto

Os 5 jogadores com um pé no SL Benfica

O SL Benfica acabou a época 2019/2020 ao perder a Taça de Portugal para o FC Porto. Pelo meio, o segundo lugar no campeonato, os dezasseis avos da Liga Europa e dois treinadores (Bruno Lage e Nélson Veríssimo).

Na segunda-feira, Jorge Jesus foi apresentado no Seixal para treinar “os encarnados” nas próximas duas épocas. Com o ex-Flamengo chegou também a promessa de fazer uma equipa forte e competitiva, e os reforços já começaram a chegar a Lisboa.

Assim, esta semana, decidimos apresentar os cinco principais nomes na órbita do clube de Luz.