Terminada a temporada 2019/2020, voltam a ser notícia as movimentações na secretaria que podem alterar quem desce e quem se mantém, com o Vitória FC debaixo de fogo e a arriscar cair para o Campeonato de Portugal, enquanto o Portimonense SC pode ficar salvo na Primeira Liga depois de não conseguir evitar a descida desportivamente.
No entanto, esta está longe de ser uma situação única no futebol português e o Bola na Rede mostra-lhe quatro clubes que alcançaram a manutenção pela via administrativa.
Há quem nunca vá ao estádio, menos a meio da semana. Quem não vê os resumos, menos os de quarta-feira à noite. Ou até quem não goste de ver futebol, menos o da Liga dos Campeões.
Na semana em que regressa o futebol da Champions League, o entusiasmo e a antecipação não param de crescer.
São oito os emblemas que precisam de derrotar os respetivos adversários para conseguir aceder à inédita final 8 que vai decorrer em Portugal. Certamente que nenhum dos intervenientes ambiciona perder o carimbo no passaporte para Lisboa, a cidade onde as melhores equipas do mundo querem passar o mês de Agosto.
O debate prognóstico intensifica-se na redes sociais: afinal, quem se vai juntar ao Atlético de Madrid, Atalanta, RB Leipzig e Paris Saint-Germain nos quartos de final da Champions League?
Em jeito de antevisão ao que resta dos oitavos-de-final, o Bola na Rede tenta desmistificar quais serão os jogadores decisivos nos quatro jogos antes da viagem para a capital portuguesa.
Depois de uma época fracassada, os jogadores entram de férias já a pensar no próximo ano, tal como qualquer jovem aluno anseiam receber as suas notas (ou não). Esta temporada quem foram os melhores “alunos”? Quem surpreendeu e quem desiludiu? É isso que vão ficar a saber neste artigo.
Nota: Não estão incluídos jogadores que já deixaram o SL Benfica (RDT, Caio Lucas, Fejsa ou Cadiz). Para mim têm todos nota 1/10 (com exceção de Gedson) pois em nada (ou muito pouco) contribuíram para o “sucesso” da equipa encarnada.
Todos presentes? Vamos lá começar esta deprimente avaliação…. Aqui não há recursos.
No final do passado mês de Julho surgiu a notícia no portal Guimarães Digital que o Vitória Sport Clube, através de um protocolo com o CCR Fermentões, vai trazer de volta, na próxima época, a secção de Andebol, com a equipa sénior, que irá competir na III Divisão.
Este era um desejo antigo de Pedro Guerreiro, vice-presidente para as modalidades dos vimaranenses, sendo que o Andebol é uma modalidade com história no Vitória, mas que já se encontrava encerrada desde a década de 90. Este protocolo permite que o CCR Fermentões mantenha as suas equipas de formação, sendo que o Vitória apenas surgirá, neste momento, como equipa sénior.
De recordar que o CCR Fermentões, em 2018/19, apesar de ter conseguido conquistar a manutenção no Andebol 1, desistiu da participação na prova em 2019/20 e suspendeu o escalão sénior do clube. O objetivo seria continuar a apostar na formação e, quando fosse viável economicamente, regressar com a equipa sénior. Passados dois anos, a solução foi outra, passando pelo regresso do histórico Vitória ao escalão sénior. De realçar, ainda, que foi a desistência do Fermentões em 2019 que permitiu o regresso doutro histórico, o Vitória FC, à primeira divisão.
Um dos principais nomes do Andebol nacional nas últimas duas décadas, Carlos Carneiro, fez grande parte da sua formação, de Infantis a Juvenis, nos escalões do Vitória SC. Terminou a sua formação no Francisco de Holanda e no ABC, tendo passado ao longo da sua carreira sénior pelo ABC, Boavista FC, Fafe, Madeira SAD, SL Benfica e nos últimos cinco anos no Sporting CP. Tem 109 internacionalizações e 313 golos por Portugal, tendo participado no EHF Euro 2006. No seu palmarés tem, entre outros, uma Challenge Cup, cinco títulos do Andebol 1, duas Taças de Portugal e duas Supertaças.
O Central Carlos Carneiro fez iniciou o seu percurso no Vitória SC Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Temos de esperar para ver se o regresso dos “Conquistadores” vai ser vitorioso, mas podemos, desde já, olhar para este regresso de um histórico do desporto em Portugal como algo muito positivo, principalmente numa altura em que o mais fácil seria adiar este esperado e desejado regresso e em que existem imensas equipas que estão a considerar não participar em competições seniores devido às dificuldades financeiras. Uma atitude de louvar e de grande clube, algo que o Vitória SC nos tem vindo a habituar nos últimos anos. Nota ainda para a participação do CCR Fermentões neste acordo que certamente terá sido decisiva para o regresso dos “Conquistadores”.
Durante a época 2019/2020, em alguns casos, a qualidade de jogo foi deixando muito a desejar. Então se formos analisar apenas o período após a retoma da competição, tal facto torna-se ainda mais evidente. É nestas ocasiões que os responsáveis pelas equipas aproveitam para dizer que estiveram impecáveis defensivamente. Os adeptos podem até ter adormecido face à falta de inspiração ofensiva, mas os responsáveis focam-se no aspeto defensivo. Neste contexto, torna-se pertinente analisar cinco defesas-centrais que foram autênticos patrões nas linhas defensivas das respetivas equipas, apresentando-se em muito bom plano.
Após uma época que acabou de forma positiva para o FC Porto, uma vez que conseguiu conquistar a tão desejada “dobradinha”, que já não acontecia desde a gloriosa temporada com Villas-Boas, a conversa do momento na atmosfera portista tem sido a continuidade ou não de Sérgio Conceição ao serviço dos azuis e brancos.
É natural que o sucesso do treinador pelas mãos do FC Porto ultrapasse as fronteiras portuguesas e cheguem a outros destinos e que isso possa aguçar um pouco o interesse em contar com as suas competências do ex- internacional português. Porém, Pinto da Costa, após a conquista da Taça de Portugal, tem concedido várias intervenções públicas em que expressa o desejo de continuar a contar com o seu treinador e até dá a ideia de que a renovação será uma certeza.
Apesar de estar a viver um estado de graça entre as hostes portistas, a verdade é que o seu percurso pelo clube tem sido pautado com alguma extremidade, ou seja, tanto já foi considerado intocável, como na primeira época, assim como já foi deveras contestado pelos adeptos por alguns resultados menos positivos, como a perda do campeonato na época passada. Além disso, o futebol ou o estilo de jogo apresentado por si e pela sua equipa técnica não é o mais entusiasmante, contudo o que interessa nesta modalidade são os resultados e Sérgio Conceição tem conseguido esconder com títulos a falta de brilhantismo no jogo jogado pela equipa do FC Porto.
⌚️Apito final: SLB 1-2 FCP
À terceira foi de vez, 🇵🇹Sérgio Conceição conquista a Taça de Portugal. É a primeira dobradinha do 🔵FC Porto em 9 anos.
⏪Depois de três finais perdidas pelos dragões, 🇵🇹Conceição vence o 🦅Benfica na final da 🏆Taça de Portugal pic.twitter.com/UuFy8q0Kd9
É verdade que a jornada do timoneiro português pela cidade da invicta não tem sido a mais brilhante da história dos nortenhos, dado que Sérgio Conceição em 3 anos apenas acrescentou ao museu do dragão 4 títulos, os mesmos que Villas Boas conseguiu numa só época, mas os que difere é o peso e o contexto da realidade do emblema azul e brancos. Uma vez que, o atual técnico pegou no clube após 4 anos a “seco” e de uma evidente superioridade do SL Benfica, tanto a nível desportivo como financeiro e o facto de repor o FC Porto no caminho dos títulos e ter devolvido a tão aclamada “mística” são pontos fortes a favor de Sérgio Conceição.
Desta forma, parece está o contexto ideal para a renovação e consequentemente a continuidade do treinador, apesar de ter ainda um ano de ligação com o emblema presidido por Pinto da Costa. Outra nota de realce nesta parceria é que Sérgio Conceição será um dos treinadores com maior tempo de duração com lugar na “cadeira de sonho” e o seu trajeto espelha muito bem a tão famosa frase que “no futebol o que interessa são os títulos”.
O FC Porto, recém campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal, terminou a época 2019/2020 em tom celebrativo e prepara já a temporada que está já aí à porta. Tudo indica que a renovação de Sérgio Conceição será acertada em breve, de acordo com o discurso do presidente Jorge Nuno Pinto da Costa. O técnico portista terá pouco descanso e já planeia montar a equipa para o próximo defeso, tendo em conta possíveis saídas do plantel.
A contratação de jogadores a atuar em Portugal é um ato corrente na política de mercado azul e branca, no entanto, o investimento no estrangeiro tende por norma a emancipar-se. As atenções têm sido viradas para o mercado sul-americano, embora a contratação de vários jogadores africanos já tenha sido praticada pelo clube. Na última época, a aposta foi claramente direcionada para o continente americano, com a vinda de Marchesín, Luis Díaz, Saravia e Uribe. Nakajima e Zé Luís foram outros reforços, contudo, ficaram aquém das expectativas.
As notícias lançadas esta semana apontam para uma investida interna por parte do conjunto portista neste início do mercado de transferências. Os órgãos de comunicação social dão conta de um suposto interesse, já confirmado pelo Rio Ave, em Taremi e Nuno Santos. Além da dupla vila-condense, aborda-se igualmente uma dupla famalicense – Pedro Gonçalves e Toni Martínez, do FC Famalicão. Além destes quatro, surge ainda o nome de Zaidu Sanusi, lateral-esquerdo do Santa Clara, e uma das revelações do campeonato português.
Como poderiam então encaixar estes reforços na equipa do FC Porto? Será que seriam suficientes para a conquista de títulos?
A SS Lazio é uma das maiores e mais importantes instituições do futebol transalpino, sendo que este emblema histórico da capital de Itália foi fundado em 1900. Há 32 anos consecutivos que milita na primeira divisão e no presente século tem apresentado plantéis fortes, recheados de experiência e qualidade, capazes de fazer frente a qualquer adversário.
Os últimos 20 anos têm sido os melhores da história da Lazio em termos de conquistas, vencendo uma Taça Uefa, uma Taça das Taças e sagrando-se campeã de Itália no final do século passado.
O “onze” escolhido apresenta-se num esquema tático de 4-4-2, baseando-se nos jogadores que mais marcaram o emblema de Roma no século XXI, pela sua qualidade e pelo que conquistaram vestindo a camisola “biancocelesti”.
De um momento para o outro, a toxicidade no futebol português desapareceu. SIC e TVI apelaram ao conteúdo e puseram termo aos debates futebolísticos que assombravam as respetivas instâncias. Segundo vozes vindas de não sei onde, a transformação está prestes a acontecer e a outorgar ao panorama desportivo um ar mais – como agora é moda dizer – fresh. Do jogo arbitrado e do amplo espetáculo de bastidores do qual fomos espetadores assíduos (altura na qual se coloca a mão na consciência) para o “jogo jogado”, a essência do futebol e todas aquelas coisas aparentemente insignificantes (que Bobby Robson e Cruyff, por exemplo, tanto exultavam). Se o “trogloditismo” se circunscrever à não explanação, é uma ideia gira e capaz de resultar.
Para os clubes de nomeada, a propaganda e toda aquele opróbrio estratagema do “ganhar a batalha” perde alguma força. Sem reparos dirigidos, a espécie que agrega os canários de painel representava uma bomba-relógio, prestes a explodir aquando do toque no nervo faccioso. Sem esta sinfonia de maestro pouco original e de batuta dúctil, espera-se (Sensibilidade e Bom Senso, Jane Austen fê-lo para isto. Surpresa!) um afrouxamento do clima de guerrilha: o fanatismo, o amor além-fronteiras como desculpa viável para as maiores incongruências e insubordinações. Contudo, esvai-se algo: o Big Brother perde concorrência e, consequentemente, manieta o que resta das audiências.
No Sporting CP, a conivência com a bandalheira não é exceção. Trago, junto do leitor, o péssimo, o mau e o horrível. A gama nauseabunda daquela que constituiu a defesa (pode exercer-se advocacia sem curso!?) do meu clube perante espécies necrófagas de outras fações. No fundo, e introduzindo e incrustando o minimalismo na expressão, os flops do comentário desportivo. Para bem do leitor, a seguinte lista encarreirou no mesmo trilho das chalotas (a descrição do hambúrguer de ontem já me colocou com água na boca). Segure-se ao sofá!
A “bolha” de Orlando tem dado à NBA muitas novas estrelas. Alguns já estão nos quadros da liga há muitos anos mas, na sua maior parte, são os jovens atletas que estão a ter oportunidade de brilhar nos grandes palcos, e nota-se que estão a aproveitar para deixar a sua marca.
Além dos nomes incontornáveis e lendários da melhor liga de basquetebol do mundo, como é o caso de LeBron ou Giannis, juntei cinco nomes, que provavelmente não conhecias, para seguir no que falta na temporada regular e até nos playoffs. Desde o gigante Bol Bol ao renascido TJ Warren, as surpresas não acabam por aqui.