O UFC 250 realizou-se ontem no UFC Apex, em Las Vegas. Amanda Nunes teve uma das suas melhores exibições e defendeu, pela primeira vez, o título de peso-pena feminino. Cody Garbrandt está de volta às vitórias com um KO espetacular.
Amanda Nunes vs Felicia Spencer
Felicia Spencer conseguiu uma chance pelo título de peso-pena feminino, após uma vitória no primeiro round frente a Zarah Fairn. A única verdadeira concorrente numa divisão com poucas atletas teve à sua frente a campeã – e uma das melhores de sempre – Amanda Nunes, que vinha numa sequência de dez vitórias.
O combate foi até aos cinco rounds, e Nunes controlou todos eles. Logo no primeiro, após lançar bons golpes, projetou Spencer e fez um corte na lateral da cabeça com fortes cotovelos. A luta foi maioriamente em pé, e Nunes mostrou ser muito difícil de vencer. Lançou golpes variados, precisos e muito fortes, e quase finalizou Spencer no quarto assalto.
No final, foi declarada a vencedora por decisão unânime, após uma exibição dominante. Fica a nota para Felicia Spencer, que mostrou muita garra e aguentou mais pancada do que qualquer outra adversária de Nunes.
Raphael Assunção vs Cody Garbrandt
Depois de três derrotas consecutivas, o antigo campeão de peso-galo, Cody Garbrandt, precisava urgentemente de voltar às vitórias. À sua frente, tinha um adversário difícil em Assunção, que estava no n.º 5 do ranking, mas que vinha de três derrotas.
Cody entrou mais calmo e ponderado, a procurar lançar golpes em contra-ataque, e ser mais paciente no seu jogo. Assunção lançou um pouco mais, mas os golpes não tiveram grande impacto. Já no segundo assalto, Assunção foi para a frente e procurou lançar mais, mas, a terminar a ronda, Garbrandt acertou um cruzado de direita que apagou por completo Raphael Assunção.
Aljamain Sterling vs Cory Sandhagen
Talvez os dois lutadores da divisão de peso-galo em melhor forma. Sterling vinha de quatro vitórias consecutivas, enquanto Sandhagen já não perdia há sete combates.
O combate em si não mostrou o equilíbrio a nível de qualidade que há entre ambos lutadores. Sterling rapidamente apanhou as costas do adversário, conseguindo levá-lo para o chão, fazendo-lhe depois um mata-leão. Finalizou Sandhagen por submissão em apenas um minuto e 28 segundos.
Desde a sua chegada à Invicta, Iván Marcano nunca conseguiu verdadeiramente efetivar-se como um nome unânime dentro do universo azul e branco. O central espanhol é ainda alvo de alguma reprovação por parte da massa adepta, massa adepta essa que, para azar do jogador de trinta e dois anos, é particularmente exigente nesta posição do terreno. Ora, não fosse a mesma povoada, em outros tempos, por nomes históricos do futebol português e europeu.
Gostos à parte, o facto é que o defensor castelhano, com treze golos nas últimas duas épocas de dragão ao peito, tem sido uma das principais figuras da turma comandada por Sérgio Conceição.
No entanto, devido a uma lesão contraída num recente treino, Marcano ficará afastado dos relvados por um longo período, e, consequentemente, está impedido de dar o seu contributo nesta reta final de campeonato. Por esse motivo, decidimos elencar cinco partidas nas quais o defesa central do FC Porto marcou e foi decisivo para os triunfos do FC Porto.
No regresso aos treinos após a (primeira?) fase crítica da pandemia, o SL Benfica anunciou a subida ao plantel principal de um “grupo de elite” de oito jovens dos escalões de formação: o guarda-redes Leo Kokubo, o defesa-direito João Ferreira, o central Morato, os médios Rafael Brito, Paulo Bernardo e Tiago Dantas, o ala/extremo esquerdo Tiago Araújo e o médio-ofensivo/avançado Gonçalo Ramos.
Apesar de a primeira convocatória pós-pandemia não haver refletido essa subida ao principal plantel dos referidos futebolistas, é expectável (sobretudo depois do empate e da exibição frente ao CD Tondela) que alguns destes jovens formandos dos encarnados sejam aposta nesta reta final.
No presente artigo, trazemos o elenco hierarquizado dos três jovens com maior probabilidade de somarem minutos, tendo em conta a qualidade e a maturidade dos próprios e as lacunas do plantel. Vamos a isso!
Betão, cimento, tijolos e argamassa. É assim que se tapam os caminhos para a baliza. Ou que se impede que o adversário marque um golo. Caso não tenha nenhum destes materiais à mão, pode optar por uma destas cinco alternativas que se seguem.
São cinco duplas de defesas centrais, parcerias solidamente cimentadas no eixo da linha defensiva e que foram o ponto de partida para o sucesso das respetivas equipas. Cada dupla completa-se na complementaridade dos seus elementos, numa simbiose plena.
O Regresso a Casa é uma rubrica na qual os antigos redatores voltam a um lugar que bem conhecem e recordam os seus tempos remotos, escrevendo sobre assuntos atuais.
Depois de sensivelmente um ano afastado do “bloco e da caneta”, regresso a “casa” por um dia para abordar um tema que, estou seguro, preocupará todos os sportinguistas: a identidade do Sporting Clube de Portugal na “pele” dos jogadores leoninos.
A Dedicação, o Esforço e a Devoção são o pilar do clube verde e branco, e foi precisamente nisto que me centrei. Para a minha abordagem, irei refletir sobre três aspetos. O primeiro aspeto é referente aos jogadores que considero que mais se identificaram com o clube nos últimos cinco anos. Falo de Slimani (o avançado argelino não deixa saudades apenas pelos golos marcados); Nani;Adrien e Rui Patrício (nesta lista, os únicos provenientes da Academia de Alcochete); e Bruno Fernandes (para mim, umas das melhores contratações do clube, se não a melhor da história).
No segundo aspeto, refleti sobre possíveis regressos a Alvalade. Obviamente que todos os mencionados anteriormente poderiam ser incluídos nesta listagem, mas neste ponto, não restringi um período de tempo. Nesse sentido, considero que Daniel Carriço (atualmente no Wuhan Zall FC), Raphinha (atualmente no Stade Rennais FC) , Adrien e Slimani (atualmente no AS Monaco, emprestados pelo Leicester City) seriam opções com muita margem para envergar a listada verde e branca novamente.
— Sporting Clube de Portugal (@Sporting_CP) June 6, 2020
O último aspeto, e aquele que alavancou a minha abordagem, é referente aos jogadores que mais se identificam com o clube na atualidade. São eles Luís Neto, Mathieu e Acuña. Este é um aspeto que faz soar o alarme em Alcochete… nenhum dos três é proveniente da Academia.
Todo e qualquer jogador deve dar o seu melhor com a camisola que enverga, e isso tem sido muito questionável no Universo Leonino. Na minha perspectiva, o problema de alguns dos jogadores visados não é a sua entrega, mas sim a sua qualidade.
É natural que a formação seja umas das componentes importantes nesta questão. O Sporting Clube de Portugal tem uma das melhores Academias do mundo, o que nos leva a esperar que os jogadores provenientes de Alcochete se identifiquem com o ADN do clube. No entanto, isso não é muito visível devido a diversos fatores, que incluem a qualidade dos jogadores, a aposta nos jogadores e oportunidades. Eu acredito vivamente que existem jogadores da formação que têm aquilo que os adeptos desejam, mas que, por qualquer razão, não o conseguem transmitir.
— Sporting Clube de Portugal (@Sporting_CP) June 5, 2020
Na última jornada (empate diante do Vitória SC), fiquei bastante agradado com o facto de no onze inicial estarem cinco jogadores provenientes da Academia, nomeadamente Eduardo Quaresma e Matheus Nunes, que tiveram um estreia impecável. Acredito que, se escrevesse este artigo no final da temporada, estes dois nomes seriam dois dos jogadores “à Sporting”.
Sim, caro leitor, este texto é um exercício de hipocrisia. O início do meu mês de junho foi acordar, ler um email que dava conta da contratação da Lorena Wiebes pela Team Sunweb e ficar entusiasmado com uma transferência como não acontecia em muito tempo.
Lorena Wiebes é uma sprinter de topo que se afirmou em 2019 como uma das melhores velocistas da atualidade. Com apenas 21 anos, é o encaixe perfeito do dinamismo Sunweb numa jovem, dinamismo esse que tem vindo a crescer.Acima de tudo, é a número um do ranking mundial a assinar pela minha equipa favorita.
O problema é o porquê de Wiebes ter assinado de imediato desde 1 de junho até ao final de 2024. Depois de duas épocas a crescer na Parkhotel Valkenburg, a campeã de fundo dos Países Baixos entrou em conflito com a equipa e quis sair mais cedo, no final de 2019. Após uma longa disputa, acabou por haver acordo entre as partes, com Wiebes a ficar na equipa até junho deste ano e passar a ser livre nessa altura.
Pessoalmente, achei a atitude da ciclista não muito correta e pouco grata para quem, mesmo com menos recursos, lhe deu todas as condições para que chegasse ao patamar em que agora se encontra. É claro que se percebe a vontade de melhorar as suas condições, tanto salariais como em termos da qualidade da equipa com quem está, mas não se pode elogiar a forma como Lorena Wiebes lidou com este dilema.
Ainda assim, apesar dessa minha postura, é impossível não celebrar uma chegada tão importante à nossa equipa. É impossível não perdoar tudo, quando uma estrela vem revolucionar o conjunto que apoiamos. Sobretudo, sabe tão bem quando não o esperávamos.
E, verdade seja dita, depois da traição de Dumoulin, a Sunweb estava claramente com superavit de karma, pelo que bem pode dar-se ao luxo de se aproveitar um pouco dos problemas dos outros.
A revista Forbes anunciou, na última semana de maio, os 100 desportistas mais bem pagos dos últimos 12 meses (rendimento dos atletas entre maio de 2019 e maio deste ano). Sem surpresa, o ténis voltou a demonstrar ser uma das modalidades na qual as mulheres conseguem alguma igualdade salarial perante os homens.
Para além disso, Roger Federer fez história, sendo o primeiro tenista no topo da lista, desde que a mesma foi criada. Entre os 100 atletas, tanto o homem como a mulher que mais faturaram são tenistas.
OSAKA INIGUALÁVEL
Osaka ficou na 29.ª posição da lista anunciada pela Forbes Fonte: Wimbledon
Com apenas 21 anos de idade, Naomi Osaka deixou de ser, há já muito tempo, apenas o futuro do Ténis, tornando-se naturalmente o presente da mesma. Este ano, segundo a revista Forbes, tornou-se a atleta feminina que mais faturou no espaço de um ano, ultrapassando a veterana e colega de profissão, Serena Williams.
Curiosamente, a jovem tenista teve o seu maior impacto mediático precisamente aquando a sua vitória frente a Serena, naquela que se revelou uma das finais mais polémicas da história do US Open, onde o árbitro português Carlos Ramos teve um papel de destaque.
.@Naomi_Osaka_ becomes the first Japanese player to ever win a Grand Slam title. In a very (let’s say) unsual atmosphere she overcomes both pressure and @serenawilliams 62 64 to win the #USOpen Congrats Naomi.
Naomi Osaka remporte son 1er titre majeur.
Apesar da sua capacidade técnica acima da média, das muitas vitórias dentro do court e de um prize money invejável, Osaka tem na criação da sua marca/valor desportivo a principal fonte de rendimento. A jovem japonesa foi rapidamente aliciada por várias marcas/empresas e presenteada por vários parceiros/patrocínios milionários, que ajudaram à ascensão repentina de Osaka na revista Forbes.
A sua personalidade “acanhada”, simpática e genuína, em junção com a sua mentalidade insaciável e vencedora dentro de campo, traz uma mistura quase perfeita para uma marca «adotar» a atleta japonesa como referência dentro da ótica da modalidade em questão (como é o caso da Nike). Outro aspeto essencial é o facto de a tenista, que tem dupla nacionalidade, ter anunciado que ia abdicar da possibilidade de competir pelos Estados Unidos da América nos Jogos Olímpicos de Tóquio, assumindo a vontade de jogar pelo Japão. Isto catapultou o seu valor, ao passo que, automaticamente, se tornou muito “querida” em mercados extremamente valiosos, como é o japonês.
Todavia, a equidade entre salários é um assunto que ainda está por resolver, já que as mulheres estão longe de obter prémios que se aproximem dos homens. Mesmo no ténis (uma das modalidades na qual menos esta disparidade sobressai) denotou-se um desvio significativo do tenista mais bem pago, Federer, da tenista mais bem paga, Osaka. Aliás, a jovem japonesa recebeu sensivelmente três vezes menos do que o helvético.
A CRÓNICA: MENOS UM PERCALÇO NO CAMINHO DO (QUASE) OCTACAMPEÃO
O clássico entre Bayern München e Bayer Leverkusené protagonista desta 30.ª jornada da Liga Alemã. Colocou frente a frente o 1º e 5º classificados da tabela da Liga alemã, num jogo onde havia muito a ganhar e alguma coisa a perder para os dois históricos emblemas da Alemanha.
Por um lado, Bayern podia encontrar nesta deslocação a Leverkusen um dos maiores percalços que ainda os separam do inédito feito de conquistar oito campeonatos alemães consecutivos. Por outro, o Bayer Leverkusen queria aproveitar o deslize do Borussia Mönchengladbach, que ontem perdeu diante do Freiburg por 2-0, para ascender ao quarto lugar da Bundesliga. Para desagrado dos Lowën (Leões), a equipa não pôde contar com a estrela da companhia, Kai Havertz, que está com problemas musculares e falhou a partida diante do (ainda) heptacampeão.
O Leverkusen entra com a lição bem estudada. Pressionar com alta intensidade o primeiro momento de construção do Bayern, tentando evitar que os bávaros controlem o jogo. A estratégia começa por funcionar muito bem, e o Bayer Leverkusen inaugura o marcador à passagem do minuto 10, por intermédio do argentino Lucas Alario, que beneficia de um passe a régua e esquadro do veterano capitão do Leverkusen, o austríaco Julian Baumgartlinger.
Contudo, o Bayern toma inevitavelmente o leme da partida. Aos 27 minutos, na sequência duma perda de bola de Moussa Diaby no meio campo, Goretzka serve a corrida de Kingsley Coman, que empata a partida, depois de uma finalização muito colocada, sem deixar hipóteses a Hradecky, o finlandês que defende as redes do Bayer Leverkusen. Já em cima do intervalo, o Bayern acaba a deitar por terra qualquer esperança dos Lowën ao marcar dois golos de rajada. Aos 42 minutos, Goretzka recebe o passe de Müller e o seu remate certeiro de pé esquerdo só pára dentro das redes de Hradecky. No minuto 45, um sensacional passe picado de Kimmich atravessa o relvado duma ponta à outra e apanha a defesa do Bayer Leverkusen desprevenida. Gnabry domina e, com tempo para tudo, faz um chapéu ao guarda-redes finlandês, fixando o resultado ao intervalo no 1-3.
Inconformado com o marcador, Peter Bosz faz três substituições ao intervalo com a esperança de ainda conseguir dar algum ânimo à partida, um esforço que acaba por ser em vão. Na segunda parte, o Leverkusen só conseguiu jogar aquilo que o Bayern permitiu. Corre o minuto 66 quando o ex-Vitória de Guimarães, Edmond Tapsoba, faz um passe disparatado, que acaba por resultar num quarto golo do Bayern com assinatura de Lewandowski, que chega hoje à meta dos 30 golos em 30 jogos na Bundesliga.
Importa referir, também, o destaque da segunda parte: o segundo golo do Bayer Leverkusen, marcado já mesmo no final da partida pelo muito jovem Florian Wirtz. Depois de uma boa troca de bola ofensiva entre Demirbay, Paulinho e Kevin Volland, o menino, de apenas17 anos, um mês e três dias, marca um golo fantástico a Manuel Neuer, colocando a bola fora do alcance do gigante alemão. Com este golo, Wirtz torna-se o jogador mais jovem de sempre a marcar um golo na Liga alemã.
Thomas Müller – Apesar de termos assistido a um dos melhores jogos de Coman na presente temporada – certamente o melhor desde a retoma da Bundesliga -, no qual o Leverkusen cai aos pés da belíssima forma de Goretzka, é o inevitável Thomas Müller que leva o prémio de homem do jogo do Bola na Rede. Com os dois passes para golo que faz hoje, chega às 20 assistências em 30 jogos nesta edição da Bundesliga. Seja a ir buscar jogo ao meio-campo, a aparecer na zona de finalização ou a driblar as defesas adversárias, o avançado alemão não sabe fazer uma exibição que desiluda os adeptos de futebol. Nem a paragem de mais de dois meses impede Müller de viver um dos melhores momentos da sua carreira, aos 30 anos de idade.
— Eleven Sports Portugal (@ElevenSports_PT) June 6, 2020
Edmond Tapsoba – Um dia complicado para o jovem central da Burkina Faso. Todas as repetições escolhidas pela realização da Bundesliga mostram Tapsoba a correr atrás do prejuízo. Depois de uma perda de bola de Diaby no meio-campo, Tapsoba só não acompanha a velocidadede Coman, que acaba por empatar a partida, porque parou de correr. Mais tarde, um espetacular passe de Kimmich apanha Tapsoba desconcentrado, permitindo que Gnabry faça o terceiro golo do Bayern mesmo em cima do intervalo. Já com o jogo mais frio, o defesa faz um passe disparatado e acaba por obrigar Hradecky a ir buscar a bola ao fundo das redes pela quarta vez. Uma exibição que não mancha a boa temporada que o ex-Vitória de Guimarães tem feito pelos Lowën, mas que deixa muito a desejar.
ANÁLISE TÁTICA – BAYER LEVERKUSEN
Ciente das dificuldades que os bávaros poderiam causar, Peter Bosz desenhou um 3-4-3 para garantir solidez na última linha antes de Hradecky e, simultaneamente, velocidade para lançar um ataque rápido e capaz de danificar a fortaleza defensiva do Bayern. Ficou evidente que os jogadores do Leverkusen subiram ao relvado com duas indicações do treinador: pressionar alto no momento de construção do Bayern e despejar bolas longas para as alas.
O pensamento tático de Peter Bosz até começa por funcionar, mas rapidamente se vê contrariado pela superioridade individual dos jogadores do Bayern, que se manteve sempre fiel aos seus princípios.
Ao intervalo, e ciente de que o sistema apresentado no início da partida não estava a funcionar, Bosz faz entrar Wendell, Wirtz e Demirbay para os lugares dos muito apagados Bellarabi, Leon Bailey e Amiri. A equipa passa a jogar num mais tradicional 4-3-2-1 num jogo que o Bayern congelou, e, por isso, a mexida tática já não veio a tempo de fazer a diferença.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Hradecky (5)
Dragovic (5)
Sven Bender (6)
Tapsoba (3)
Amiri (4)
Aranguiz (5)
Baumgartlinger (6)
Leon Bailey (5)
Bellarabi (4)
Alario (6)
Moussa Diaby (6)
SUBS UTILIZADOS
Wendell (6)
Wirtz (7)
Demirbay (5)
Paulinho (5)
Volland (5)
ANÁLISE TÁTICA – FC BAYERN MÜNCHEN
A turma de Hans-Dieter Flick não pensa em mais nada senão em jogar à sua maneira, independentemente do adversário que tem pela frente. Um 4-2-3-1 que joga em posse de bola, constrói a partir de Manuel Neuer e aproveita a velocidade de Alphonso Davies no lado esquerdo, ou a visão de jogo dos imperiais Joshua Kimmich e Leon Goretzka no meio campo. No início, Peter Bosz parecia ter encontrado o antídoto para as rotinas de Hans-Dieter Flick, mas o treinador do Bayern acaba por vencer o jogo sem sequer pensar em abandonar os seus princípios de monopolização da posse de bola e desgaste das defesas adversárias.
A Liga da Bielorrússia chegou ao Bola na Rede, e, esta semana, temos uma difícil deslocação do líder BATE Borisov ao terreno do FC Vitebsk. A turma de casa soma quatro empates consecutivos e tenta bater o pé à equipa de Borisov, que continua firme na liderança.