Início Site Página 11258

Valverde e Mas lideram Movistar no Tour e Vuelta, Soler no Giro

0

A Movistar Team realizou ontem uma conferência com os seus três principais líderes, Alejandro Valverde, Enric Mas e Marc Soler, para anunciar os seus planos para a retoma da época e a grande novidade foi o anúncio de que Valverde e Mas serão os líderes da equipa azul para o Tour de France e para a Vuelta a España e Soler para o Giro d’Italia.

Aos 40 anos, o campeão espanhol Alejandro Valverde voltará a alinhar no Tour e na Vuelta, dizendo-se focado principalmente em desfrutar dos últimos anos da carreira. Por outro lado, esta temporada praticamente abdicará da época de clássicas, na qual costuma brilhar, alegando falta de espaço no calendário.

Quanto aos Mundiais, nos quais deverá liderar a seleção espanhola em busca de uma segunda camisola arco-íris, o veterano comparou a sua proximidade ao Tour deste ano ao que acontece habitualmente com a Clasica San Sebastian, em que é um de apenas cinco ciclistas a ter ganho por mais que uma vez.

Alejandro Valverde aventurar-se-á pelas montanhas do Tour pela 13.ª vez
Fonte: José Baptista/Bola na Rede

Ao seu lado durante todas estas provas terá Enric Mas, segundo na Vuelta 2018 e reforço da Movistar para 2020, que não hesita em apontar este como um factor de motivação extra, dizendo mesmo que «Alejandro nunca falha». O maiorquino aproveitou para referir ainda que acredita que a mudança de datas no Tour para começar ainda em agosto poderá ser benéfica para si, já que lhe assenta bem o provável clima ainda mais quente que os ciclistas enfrentarão.

Contudo, a grande surpresa foi a indicação de que Marc Soler será o chefe de fila no Giro, prova que a Movistar venceu em 2019 por intermédio de Richard Carapaz, enfrentando assim pela primeira vez uma prova de três semanas como líder único. O catalão e Eusebio Unzué, Diretor Geral do conjunto telefónico, admitiram que o ciclista se mostrou primeiro reticente, mas após uma tarde de reflexão, concluiu que «não é assim tão má ideia» e acabou por se mostrar bastante excitado com a oportunidade.

O rumor de que Froome poderia estar a caminho da Movistar também foi tema, havendo alguma recetividade com Valverde a garantir que o britânico «será bem recebido em qualquer lado», mas Enric Mas não deixou de avisar que «estamos bem aqui os três».

Foto de Capa: Movistar Team

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

FC Famalicão 2-1 FC Porto: Famalicão coloca liderança portista em risco

A CRÓNICA: DESATENÇÃO PORTISTA REFLETIU-SE EM FELICIDADE DO FAMALICÃO

O Futebol Clube do Porto partiu para Famalicão ciente das dificuldades que ia passar no Estádio Municipal de Famalicão. A equipa famalicense ultrapassava um mau momento aquando da paragem por causa da pandemia, no entanto esperava-se uma equipa revigorada e a fazer lembrar o Famalicão das primeiras jornadas desta edição de jogo. Tendo isto em conta, o Porto entrou em campo sem ideias de facilitar a vida aos pupilos de João Pedro Sousa e a pressão exercida pelos dragões ficou logo notória nos primeiros minutos de jogo. Isto aliado aos passes em profundidade, maioritariamente para Marega no centro para a ala direito do meio-campo ofensivo mostraram-se perigosos. O Famalicão quis-se manter fiel aos seus princípios de jogo, mas com esta tática implementada pelos azuis e brancos, tornou-se algo complicado. A eficácia e consequentes golos só chegaram na segunda parte. O Porto facilitou e o Famalicão não perdoou. Os dois golos do Famalicão, primeiro por intermédio de Fábio Martins e depois por Pedro Gonçalves, anularam o golo do empate de Corona e o momento de crescendo portista. A liderança do FC Porto ficou, desta forma, à mercê do resultado do duelo entre SL Benfica e CD Tondela. Esperou-se muito tempo pelo recomeço do campeonato e não se poderia ter pedido um recomeço mais escaldante.

 

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Defendi – É certo que errou, mas se não fosse este elemento dos famalicenses, o resultado poderia muito bem ter sido outro. Grandes defesas na primeira parte preveniram um resultado desfavorável ao conjunto de João Pedro Sousa e permitiram que os seus pupilos entrassem na segunda-parte a sonhar com um bom resultado.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Marchesin – Ofereceu o primeiro golo a Fábio Martins e esteve francamente mal no segundo golo do Famalicão. O guarda-redes que, no início do campeonato, entusiasmou os adeptos portista, começa a ver esse entusiasmo desvanecer e hoje, pareceu que não estava focado no jogo.

ANÁLISE TÁTICA – FC FAMALICÃO 

A equipa de João Pedro Sousa é fiel à sua ideia de jogo. Não prescindiam de ter a bola no chão e também não se importavam de passar para trás para depois poder construir com calma.  A novidade foi talvez Fábio Martins a jogar no meio-campo ao invés de Gustavo Assunção. Com o criativo português em campo, notou-se mais movimentações no meio-campo, mas ficou a faltar estabilidade e músculo para aguentar a pressão portista. Na segunda-parte, uma oferta do guardião portista motivou os famalicenses para agarrarem o resultado, apesar do maior caudal ofensivo do Porto.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÔES

Defendi (8)

Ivo Pinto (7)

Roderick (6)

Nehuen Perez (6)

Centelles (6)

Fábio Martins (7)

Lameiras (5)

Racic (7)

Pote (7)

Diogo Gonçalves (6)

Toni Martinez (6)

SUBS UTILIZADOS 

Patrick William (6)

Guga (6)

Walterson (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

A ideia parecia clara desde o início. Atacar as fragilidades do Famalicão. Uma frase simples, mas algo complicada de executar, já que o conjunto famalicense não tem muitas. Atacar a profundidade, procurando por movimentações de Marega na frente de ataque do centro para a direita do terreno ofensivo e pressionar os criativos centrocampistas do Futebol Clube de Famalicão. Tal foi até bem sucedido, mas faltou alguma eficácia. Esta ideia de jogo desvaneceu depois do primeiro golo do Famalicão. Depois deste primeiro tento, os azuis e brancos optaram por apostar mais nos cruzamentos e na forte presença de avançados na grande área, mas a defensiva do Famalicão esteve sempre à altura.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÔES

Marchesin (4)

Manafa (5)

Mbemba (5)

Pepe (6)

Corona (7)

Luis Diaz (7)

Danilo (7)

Sérgio Oliveira (6)

Otávio (6)

Tiquinho (5)

Marega (5)

SUBS UTILIZADOS

Zé Luis (5)

Aboubakar (-)

 

 

 

5 dados estatísticos dos duelos entre SL Benfica e CD Tondela

0

A Primeira Liga está de volta já amanhã e o SL Benfica entra em campo na quinta-feira, dia 4 de junho. Os encarnados recebem, num deserto Estádio da Luz, o CD Tondela.

SE ACREDITAS QUE VAMOS TER MUITOS GOLOS NA LUZ, APOSTA JÁ COM A BET.PT! +3,5 COM ODD DE 2.30!

Antes do mais do que ansiado regresso do futebol português, deixo-vos algumas curiosidades e dados estatísticos relativos aos duelos entre Sl Benfica e CD Tondela.

As 5 duplas mais desvalorizadas do futebol português

Em dias de retorno da Liga Portuguesa, aproveito para fazer uma análise e também chamar à atenção dos interessados às duplas mais desvalorizadas do futebol português. Desde do FC Famalicão até ao SL Benfica, eis o top 5 das duplas mais desvalorizadas em Portugal:

«Luís Filipe Vieira preferiu Mantorras a Jardel» – Entrevista BnR com Drulović

A obra-mestra de Tolstói faz serventia de promoção à vida e obra d Ljubinko, figura esguia e frágil aos olhos de quem não o visse em campo. Guerra e Paz foram vividas, de perto, por um homem que se sentiu obrigado a abandonar o país que o viu nascer a troco de esperança, deixando para trás a possibilidade de vestir a camisola de um campeão europeu. O grito do Ipiranga fez-se sob o desígnio do canto do galo, que se uniu com a Fénix do renascimento em Barcelos. Pinto da Costa rapinou-o para o FC Porto, onde ganhou asas esPentaculares. 14 títulos depois, levantou voo e pousou no poleiro em construção de uma águia que ainda não cantava Vitória. Do outro lado da barricada, deitou por terra as esperanças de Bernardo Silva e companhia, percebeu o quão efémero e promíscuo é o topo e deixou um conselho a Zivkovic, o “seu craque”. Em mais um exclusivo Bola na Rede, e em bom português, eis Drulović sem papas na língua.

– Guerra e Paz –

“Não fui campeão do mundo de sub-20 no Chile porque estava na tropa”

Bola na Rede [BnR]: Zdravo, Ljubinko. Hvala što ste prihvatili našu pozivnicu. U Bola na Rede volimo da se naši gosti osjećaju kao kod kuće. [Olá, Ljubinko. Obrigado por teres aceitado o nosso convite. No Bola na Rede gostamos que os nossos convidados se sintam em casa.]

Drulović [D]: Não foi nada mau! [risos] A nossa língua é muito difícil, não é fácil de pronunciar, mas percebi tudo. Para primeira vez estiveste muito bem.

BnR: Ainda usas a língua portuguesa no quotidiano?

D: Só quando falo com os meus amigos portugueses, porque maioritariamente falo sérvio. Mas aqui em casa tenho canais portugueses e acompanho tudo o que se está a passar em Portugal, por isso tenho contacto com a língua portuguesa através da televisão.

BnR: Façamos jus a Camões, então. Estás em Belgrado?

D: Sim.

BnR: Como é que a pandemia tem sido vivida por aí?

D: Talvez um pouco parecido com Portugal. Inicialmente foi muito complicado, desde meados de março até há bem pouco tempo, quando começaram a aliviar as restrições impostas pelo Governo. Não podíamos circular livremente, por dois ou três dias tínhamos de ficar em casa (…) mas agora está melhor: o país começou a reabrir as fronteiras e no comércio praticamente já está tudo aberto novamente e a voltar ao normal.

BnR: Esta é, desde o desmembramento da Jugoslávia, a época mais difícil para o povo sérvio?

D: Sem dúvida alguma. Ninguém esperava um vírus deste, que se transmite muito facilmente. É uma situação bastante delicada, em que ninguém sabia o que fazer no início. Mesmo em relação às máscaras, as opiniões dividiam-se. Tivemos muitos infetados, pessoas que morreram. Depois da guerra, este é o momento mais complicado.

BnR: A Eslovénia proclama a independência a 25 de junho de 1991, tinhas tu 23 anos. Como é que um jovem adulto assiste ao início de uma guerra no seu país?

D: Como a Eslovénia estava mais perto de Itália e da Áustria, e fazia fronteira com países mais ocidentais, podemos dizer que – embora tenha sido aí que começou – não tivemos grandes problemas com essa saída. Mais problemas houve na Croácia e na Bósnia… a Sérvia teve inúmeras ações económicas impostas pela União Europeia e pelos Estados Unidos da América, duas grandes forças mundiais. Tivemos muitos problemas para um país funcionar: fronteiras fechadas, aeroportos fechados… Lembro-me de já jogar em Portugal e não poder viajar diretamente para a Sérvia: tinha de ir até à Hungria e depois apanhar o autocarro até aqui. Às vezes pergunto-me como é que aconteceram aquelas situações e penso que houve muitas influências exteriores. A política é muito complicada.

BnR: Entendias o que estava a acontecer?

D: Nós percebíamos, porque sabíamos que a Jugoslávia era um país de povos diferentes, regiões diferentes e, neste sentido, foi muito fácil fazer uma guerra civil. Na minha opinião – e na da maioria do povo jugoslavo -, tudo foi feito de fora, ainda que com a ajuda de pessoas que estavam cá dentro. Depois da morte de Tito, que foi um líder pacífico e que tinha boas relações com a União Soviética e com os EUA, foi o início do descalabro. A partir daí, foi muito fácil controlar a Jugoslávia, que era um país bastante forte em termos militares. É muito mais fácil controlar pequenos países.

BnR: O futebol conseguia ser agregador num momento de segregação étnica?

D: Não creio… Quando os problemas começaram na Croácia, percebemos o que estava para vir, e tudo começou num derby entre o Estrela Vermelha e o Dínamo Zagreb, com ataques à polícia e o jogo nem chegou a terminar; foi uma situação bastante grave. Parece-me que estes ataques foram com intenção, porque um jogo de futebol, sobretudo com aquela rivalidade e com o estádio com 50 mil pessoas, teria um grande alcance. Foi aí que começou tudo.

Fonte: Facebook de Drulovic

BnR: O 1,70 m e 65 kg não te impediu de te estreares nos seniores do Zlatar Nova Varos com apenas 15 anos. No futebol, a força da técnica prevalece sobre a técnica da força?

D: É possível. Existem muitos jogadores que não são portentos físicos. Ao contrário de outros desportos em que a força é muito solicitada, no futebol qualquer pessoa pode jogar, desde que tenha jeito. No meu caso, a minha estatura era suficiente para as posições onde jogava. Se tivesse mais uns centímetros, talvez pudesse jogar um pouco mais à frente, ainda que também tenha jogado como segundo avançado. Felizmente tive a sorte de isso não ter sido impedimento, se bem que quando comecei a jogar pela primeira equipa do Zlatar Nova Varos tivesse de apresentar uma declaração médica porque ainda era muito novo. Passei pelas várias seleções até chegar à principal e só não tive sorte quando não fui campeão do mundo no Chile [Campeonato do Mundo sub-20 de 1987] porque estava na tropa, que era obrigatória; até o jogador que era meu suplente foi no meu lugar e foi campeão.

BnR: Em 1992, trocas o Rad Beograd pelo Gil Vicente, quando tinhas uma proposta do Estrela Vermelha, campeão europeu no ano anterior. A paz era a equipa em que mais querias jogar?

D: Sem dúvida. Tinha praticamente tudo acertado com o Presidente do Estrela Vermelha, mas por causa da guerra fui obrigado a sair e comecei tudo do zero, em Portugal. Por exemplo, se tivesse jogado no Estrela Vermelha um ou dois anos, era muito fácil sair para uma grande equipa da Europa, mas tive de fazer tudo de novo. Voltar a jogar bem pelo Gil Vicente para conseguir, mais tarde, sair para uma equipa grande como o veio a acontecer. Mas no futebol nunca se sabe o que pode acontecer e tive muita sorte em ter sido bem recebido em Barcelos.

Regresso a Casa: O primeiro título do míster Dejan Stankovic

O Regresso a Casa é uma rubrica onde os antigos redatores voltam a um lugar que bem conhecem e recordam os seus tempos antigos escrevendo sobre assuntos atuais.

Foi mesmo no clube onde despontou para o futebol, na casa de partida que Dejan Stankovic ergueu o primeiro troféu da sua carreira de treinador. Foram poucos dias antes do Natal que o ex-médio, que se sagrou campeão europeu pelo Inter de Milão sob as ordens de José Mourinho, assumiu o comando técnico do Estrela Vermelha, conjunto que garantiu o tricampeonato sérvio na última sexta-feira.

Anunciado pelo clube do centro de Belgrado poucos dias antes do Natal, o técnico que trabalhava nas camadas jovens do Inter de Milão substituiu Vladan Milojevic. O homem que havia sido o obreiro do ‘bi’ rumou ao Al Ahli Jeddah, da Arábia Saudita, e ainda levou consigo Marko Marin, experiente criativo alemão que pensava o jogo ofensivo da equipa que dominou esta edição da Liga da Sérvia.

Depois de pendurar as botas e antes de trabalhar nos escalões de formação do ‘seu’ Inter, Stankovic esteve, em 2014/15, na Udinese como treinador-adjunto, coadjuvando Andrea Stramaccioni, o último treinador com quem trabalhou no seu trajeto de futebolista, ao passo que na temporada seguinte assumiu a função de diretor desportivo no… Internazionale.

Não podia, pois, recusar a oportunidade de viver a primeira experiência como treinador principal num clube cuja equipa começou a capitanear, ainda adolescente, em meados dos anos 90. O trabalho realizado pelo antecessor deixava o título nacional bem ao alcance, dado que, à 20ª jornada, altura em que houve mudança de equipa técnica, o Estrela Vermelha era líder, com 55 pontos, mais 11 do que o Partizan e apenas uma derrota na prova, precisamente contra o arqui-rival da cidade de Belgrado, no reduto do adversário.

Daí para cá, o novo timoneiro soube conduzir a tripulação vermelha e branca numa sequência sem derrotas, de cinco vitórias e dois empates em sete jogos. Mais, à boa maneira italiana, a equipa orientada pelo jovem treinador, de 41 anos, revelou grande solidez defensiva, uma vez que apenas sofreu um golo nesse período. É de facto um dos pontos fortes do estilo de Stankovic: o seu 4-2-3-1 é marcado pela disciplina tática, o que não impede a equipa de ser produtiva no ataque. É que foram 16 os tentos concretizados na série referida.

Veja-se o exemplo do jogo que deu o título ao ‘Crvena Zvezda’. Uns inapeláveis 5-0 em casa do Rad Beograd abriram o champanhe da festa de um inédito tricampeonato para o clube desde o fim da antiga Jugoslávia, o 31º em toda a história do emblema fundado a 4 de março de 1945.

Para além do ‘nosso’ Tomané, nesta equipa do Estrela Vermelha saltam à vista, são os seus principais destaques, o guarda-redes e capitão Milan Borjan, o defesa-central Milos Dejenek, o extremo Aleksa Vukanovic ou até o ponta-de-lança El Fardou Ben.

Conquistado este título no primeiro jogo após o regresso do futebol na Sérvia, cujas competições estavam suspensas pelas óbvias razões da pandemia mundial do coronavírus, Stankovic, ainda com três jornadas do campeonato pela frente e os mesmos 11 pontos de vantagem para o Partizan que havia herdado, já afirma estar a pensar na ‘dobradinha’. O Estrela Vermelha está nos quartos-de-final da Taça.

De referir é igualmente as circunstâncias competitivas diferentes desta campanha. Por força da paragem que a Covid-19 provocou no futebol daquele país de leste, os responsáveis locais pela modalidade decidiram, excecionalmente, não terminar a Liga com o play-off de campeão com os oito primeiros classificados, mas através ‘apenas’ da classificação da fase regular. Por outro lado, não haverá descidas e a prova, na temporada que se avizinha, aumentará de 16 para 20 equipas.

29 de maio volta a estar marcado na história do clube das cores vermelhas e brancas, pois havia sido igualmente nesse dia que, em 1991, o Estrela Vermelha ergueu a antiga Taça dos Campeões Europeus, uma coincidência histórica que faz os fervorosos adeptos do emblema de Belgrado experimetar a euforia destan glória, esquecendo um pouco os tempos de dúvidas e incertezas em que vivemos.

Quanto a Dejan Stankovic e traçado o retrato do seu primeiro troféu enquanto ‘míster’, há a reconhecer uma clara influência italiana na forma de jogar da sua equipa. Não é para menos. Passou lá 15 anos da carreira de jogador e as três experiências após o fim dessa caminhada dentro das quatro linhas recheada de sucessos foram todas em Itália.

Conforme afirmou o próprio à chegada a esta nova etapa, podemos esperar de Stankovic um pouco das características dos treinadores com quem trabalhou, desde José Mourinho a Sven-Göran Eriksson, de Mancini a Mihajlovic… Não lhe faltam bons mestres.

É certo que naturalmente dirá que o treinador português o marcou de uma maneira mais especial e revelou até lhe ter mandado mensagem quando abraçou a nova aventura em dezembro. O ‘Special One’, por sua vez, já deve ter mandado mensagem, entretanto, para congratular Dejan pelo êxito alcançado.

A manter esta organização coletiva que privilegia, reforçada por toda a plural bagagem que dispõe e pelas atitude e personalidade vincadas, com uma ‘gracinha’ nas competições europeias pelo seu ‘Estrela’, Stankovic pode voltar à ribalta nos próximos anos. Só que desta vez lendo e analisando o jogo ao longo da linha lateral.

As 10 finais do campeonato que o SL Benfica tem pela frente

0

São 10 as “finais” que o SL Benfica encontrará na luta pelo título. Sabendo que não depende só de si, a margem de erro é ainda mais reduzida e a excecionalidade dos tempos que vivemos acrescenta uma dúvida adicional quanto à condição em que os encarnados se apresentarão dentro de campo.

SE ACREDITAS QUE VAMOS TER MUITOS GOLOS NA LUZ, APOSTA JÁ COM A BET.PT! +3,5 COM ODD DE 2.30!

Para o SL Benfica a paragem ocorreu aquando da pior fase da época, pelo que estamos expectantes pelo regresso.

5 jogadores para o FC Porto ter em conta no FC Famalicão

0

No dia em que vai regressar aquilo que todos os amantes de futebol em Portugal esperam e anseiam, o Bola na Rede também decidiu voltar a acompanhar ao detalhe as antevisões e rescaldos da Liga Portuguesa. Nesta terça-feira, o FC Porto volta a entrar em campo para tentar manter a liderança do campeonato.

O FC FAMALICÃO É A REVELAÇÃO DESTE CAMPEONATO E TENTA BATER O PÉ AO LÍDER. SE ACREDITAS NUMA SURPRESA, OLHA QUE HÁ 6.90 PELA VITÓRIA E 4.60 PELO EMPATE. APOSTA COM A BET.PT!

O adversário é a equipa-sensação do campeonato, o FC Famalicão, que tem cinco jogadores que se destacam dos restantes e que o FC Porto terá de ter em conta. Apesar do ritmo que os catapultou para um nível superlativo já não ser o mesmo (devido à falta de ritmo competitivo pelo isolamento), não deixam de ser jogadores a ter em conta para o FC Porto.

Os prós e os contras de Carlos Sainz na Ferrari

Num ano que julgávamos vir a ter uma silly season sossegada, não só pela mudança de regras ao virar da esquina, como pelo facto de a época ter sido adiada pela pandemia de COVID-19, Sebastian Vettel resolveu animar os fóruns e caixas de comentários já aborrecidos com a falta de corridas, ao anunciar que não iria renovar com a Ferrari para 2021.

Como já testemunhámos em 2018, isso é como atirar uma pedra em águas calmas, as ondas de choque propagam-se por todo o ecossistema. Neste caso em específico, assistimos a dois pilotos de alto nível a anunciarem uma mudança de ares em 2021, Daniel Ricciardo para a McLaren, substituir Carlos Sainz que salta para o lugar deixado disponível por Sebastian Vettel.

Não vou disfarçar, estes são os meus dois pilotos favoritos da grelha, e a minha missão para hoje, é olhar especificamente para “nuestro hermano” Carlos Sainz, e avaliar os prós e contras da sua mudança para a Ferrari.

Como referi num artigo passado aqui no Bola na Rede, no desporto motorizado, um apelido tem um peso dantesco, sendo poucos os que conseguem corresponder. O apelido Sainz não foi popularizado nas pistas, mas sim nos caminhos de terra, onde Carlos Sainz Sr. conseguiu dois títulos mundiais de Rally e venceu por três vezes o Dakar, portanto, é basicamente realeza do desporto motorizado.

“Psst, Seb, os chefes são tão malucos quanto dizem?”
Fonte: Fórmula 1

Desde que chegou há cinco anos à Fórmula 1, Carlos Sainz Jr. não tem mostrado sinais dessa mesma pressão, sendo cotado como um dos pilotos mais entusiasmantes dos próximos anos. Começou na família Red Bull na Toro Rosso ao lado de Max Verstappen, tendo uma relação conturbada e extremamente competitiva com o belga.

Mudou ainda no final da época de 2017 para a Renault, onde não conseguiu ser tão competitivo como Nico Hulkenberg, voltando a mudar em 2019 para a McLaren, onde substituiu o seu herói, Fernando Alonso, e liderou a equipa na sua remontada, tendo uma das melhores campanhas individuais de toda a grelha.

5 jogadores que jogaram no Vitória SC e no Sporting CP

Neste regresso da Primeira Liga Portuguesa, o Sporting Clube de Portugal desloca-se ao Estádio D. Afonso Henriques para defrontar o Vitória SC.

O VITÓRIA CHEGA A ESTE JOGO COM TRÊS VITÓRIAS CONSECUTIVAS E RÚBEN AMORIM VENCEU NO ÚNICO JOGO QUE FEZ EM ALVALADE! QUEM LEVARÁ A MELHOR? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Na história dos dois emblemas, há vários jogadores que vestiram a camisola de ambos. Paulinho Cascavel, Pedro Martins, Pedro Barbosa, Paulo Oliveira e Raphinha, são cinco desses nomes que se destacam.