No decorrer dos últimos dez anos, os relvados portugueses serviram de palco a jogadores de enormíssima qualidade, na sua maioria jovens promessas estrangeiras que encontraram neste «Jardim da Europa à beira-mar plantado” um terreno fértil para crescer. Veja-se os casos de James Rodríguez, Di María, Bruno Fernandes, Islam Slimani, Éder Militão, Alex Sandro ou de Casemiro, só para enumerar alguns.
Posto isto, escusado será dizer que a eleição de um melhor onze se configurará sempre como algo discutível e subjetivo. Aquando da elaboração desta equipa, tive por base a constância exibicional de cada um destes futebolistas, bem como a influência que cada um deles exerceu na conquista de títulos por parte dos respetivos clubes.
Nota: apenas foram considerados jogadores que atuaram, pelo menos duas épocas, na Primeira Liga.
Domingo, 15 de abril de 2018. Mais de 63 mil espectadores enchiam bancadas da Luz para o jogo contra o FC Porto. Os dragões chegavam a este jogo com menos um ponto do que as águias, sendo que restavam apenas quatro jornadas para o fim do campeonato.
O jogo começou bem para os comandados de Rui Vitória, com Pizzi a abrir o marcador logo aos dez minutos de jogo. O médio português disparou um remate potente ao ângulo inferior direito da baliza de Iker Casillas, materializando o bom arranque dos encarnados na partida.
No entanto, a resposta azul e branca não tardou em chegar e, aos 35 minutos de jogo, Hector Herrera, através de um remate potente ao ângulo superior esquerdo das redes de Bruno Varela, repôs a igualdade no marcador. O resultado manteve-se inalterado até ao final dos primeiros 45 minutos da partida.
No segundo tempo, os homens de Sérgio Conceição entraram mais fortes, mas foi o Benfica a colocar-se, novamente, na frente do marcador. Após uma recuperação de bola de Ljubomir Fejsa, Rafa lançou um contra ataque fulminante pela ala esquerda encarnada, assistindo Raúl Jiménez, que, aos 60 minutos, fez o segundo golo dos encarnados na partida.
Bruno Varela segurou os três pontos perante o assédio portista na segunda parte Fonte: SL Benfica
Os restantes 30 minutos foram de assédio total à baliza de Bruno Varela. Os dragões estavam instalados no meio campo defensivo dos encarnados, anulando qualquer tentativa de contra ataque por parte dos homens da casa. No entanto, o guardião português mostrou estar à altura do desafio, tendo segurado os três pontos.
Os homens de Rui Vitória davam, assim, um passo enorme rumo à conquista do título. Ao alargar a vantagem de um para quatro pontos, os encarnados ganhavam agora uma almofada pontual mais confortável, que permitia enfrentar as jornadas restantes com mais tranquilidade. A “águia” voava, agora, rumo ao inédito pentacampeonato e, excetuando um pequeno deslize frente ao Sporting CP – Benfica empatou 0-0 em Alvalade -, manteve a senda de vitórias até ao final do campeonato.
Erling Braut Haaland é o nome da contratação mais sonante do mercado de inverno, até ao momento. O jovem prodígio de apenas 19 anos viu a sua tremenda primeira metade de época no RB Salzburg ser recompensada com o salto para um grande do futebol europeu. O Borussia Dortmund viu no avançado norueguês qualidades mais que suficientes para abrir os cordões à bolsa e desembolsar 20 milhões de euros, valor correspondente à cláusula de rescisão do jogador, um valor irrisório se pensarmos que Raul de Tomás custou o mesmo ao Benfica.
Haaland, que era também pretendido pela Juventus e pelo Manchester United, assinou um contrato válido com o Borussia Dortmund até 2024, prova de que é visto como alguém em quem o clube deposita muitas esperanças. O avançado norueguês irá receber cerca de seis milhões de euros por época nos primeiros dois anos de contrato, sendo que o valor sobe para os oito milhões no terceiro ano.
Assim que Haaland se começou a evidenciar, a disputa pela sua aquisição ganhou chama na cidade de Manchester, com os dois clubes da cidade a apertarem o cerco ao avançado do RB Salzburg. Se por um lado o pai de Haaland parecia inclinado para que o filho seguisse as suas pisadas e ingressasse no Manchester City, por outro, o Manchester United é orientado por um norueguês, Solskjaer, que conhecia bem Haaland, uma vez que já o tinha treinador no Molde quando este tinha apenas 16 anos.
A verdade é que o Dortmund “fintou” os dois gigantes ingleses e ganhou a luta pelo prodígio de 19 anos, havendo agora uma enorme expetativa para ver o que fará Haaland no Signal Iduna Park. Porque a verdade é que o norueguês teve um início de época fulminante no RB Salzburgo, o que aumentou o interesse no jogador pela Europa fora. Em 2019/2020, Haaland somou uns impressionantes 28 golos em 22 jogos ao serviço do RB Salzburg, distribuídos por Campeonato (14 J/16 G), Taça da Áustria (2 J/4 G) e Liga dos Campeões (6 J/ 8 G).
Dono de uma compleição física que impressiona, Haaland alia o seu 1.91m a uma invulgar agilidade, um pé esquerdo matador, velocidade vertiginosa e um faro de golo pouco comum para um jogador tão jovem. Estes atributos fazem do norueguês um dos jovens jogadores do momento a nível europeu e permitiram-lhe até ser comparado com Ibrahimovic.
Haaland assinou um contrato válido até 2024 Fonte: Borussia Dortmund
Há muito que os responsáveis do Dortmund e o seu treinador Lucien Favre definiram como prioridade para o mercado de inverno a contratação de um ponta-de-lança de raiz, um avançado de área, algo que o clube não tinha nos seus quadros. Marco Reus tem sido a escolha de Favre para jogar na posição mais avançada, mas o alemão é um segundo avançado e não um ponta-de-lança puro, assim como Gotze, que também surgiu muitas vezes como a referência ofensiva da equipa, ainda que não tenha características para ser essa referência. A outra alternativa para esta posição é Paco Alcácer. Numa altura em que se fala na sua provável saída para o Atlético de Madrid, era urgente a contratação de um avançado de raiz como Haaland, que tem características que nenhum outro avançado do plantel do Dortmund tem.
Apesar de a época ainda nem estar a meio, Haaland conseguiu já alguns registos impressionantes, mais ainda quando se tem em conta a sua idade. O avançado norueguês assinou um registo recorde de oito golos nos seus primeiros cinco jogos na Liga dos Campeões, e fê-lo ainda antes de cumprir 20 anos de idade, um feito que nem Lionel Messi nem Cristiano Ronaldo conseguiram. Outro dado que impressiona é o facto de o jogador ter já atingido o número máximo de golos que um norueguês marcou numa única época na Liga dos Campeões (oito), um recorde estabelecido por Tore-Andre Flo em 99/00 e depois também alcançado pelo agora treinador do Manchester United, Ole Gunnar Solskjaer, em 01/02.
Para a segunda metade da época, há a expetativa de que Haaland continue a quebrar recordes, sobretudo no que toca à Liga dos Campeões, porque, graças a uma alteração introduzida nos regulamentos na temporada passada, o Dortmund vai poder inscrever o norueguês para a segunda fase da competição, a partir dos oitavos-de-final, como uma das três alterações permitidas ao plantel inscrito na prova.
A Bundesliga enfrenta agora uma paragem de um mês entre dezembro e janeiro, pelo que os adeptos do Borussia Dortmund terão que esperar até ao dia 18 de janeiro para ver Haaland em ação, na deslocação da equipa ao terreno do FC Augsburg, em jogo a contar para a jornada 18 do campeonato alemão.
Durante a História do futebol, muitas têm sido as teorias e ideias de jogo que têm acompanhado gerações e gerações de jogadores e, a cada ano que passa, o desporto rei torna-se cada vez mais completo e complexo. Nos primórdios do futebol, altura essa que infelizmente não acompanhei, foi aí que se viveu a verdadeira essência do futebol, era essencial saber atacar porque era atribuída toda a importância à lei mais universal do futebol: quem marca mais golos ganha o jogo. Como tal, as equipas utilizavam apenas dois defesas e nalguns casos um líbero.
Contudo, com o evoluir do tempo, foi-se percebendo que quem sabia defender, ia obtendo os melhores resultados e a valorização da defesa subiu a pique ao ponto de, hoje em dia, existirem equipas que dão toda a importância ao processo defensivo, na esperança de conseguirem o tal golo da vitória num contra-ataque. Ao fim de alguns anos, e juntando todas estas descobertas, apareceram por fim os chamados sistemas táticos (4x2x3x1, 4x3x3, etc) em que a organização é imperial e como consequência origina resultados reduzidos que existem hoje em dia.
Mas, como a evolução é um processo constante e intemporal, há que aperfeiçoar as abordagens de jogo por parte dos treinadores. O treinador do Sporting Clube de Portugal, Silas, possui uma abordagem diferente da maioria dos treinadores porque, durante uma partida de futebol, não utiliza apenas um sistema tático mas sim dois ou três, dependendo das necessidades da equipa e dos acontecimentos que ocorrem, alguns deles impossíveis de prever por parte do treinador.
Se a equipa leonina precisa de ser mais ofensiva, consegue-se observar uma postura mais arrojada e guerreira, com o intuito de recuperar a posse de bola o mais rápido possível, colocando vários jogadores no processo ofensivo, mas não desequilibrando a equipa no setor defensivo, pois os defesas treinam esses processos e sabem qual o posicionamento mais correto a adotar. Contudo, quando a equipa precisa de acalmar o jogo, nota-se uma postura mais cautelosa e o posicionamento dos jogadores é diferente.
Com paciência e à base de muito trabalho, Silas tem conseguido melhorar o jogo leonino Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Por isso, podemos constatar que, para Silas, os sistemas táticos não são o objetivo principal, mas sim um meio para atingir um fim. Uma determinada disposição das peças é apenas uma forma de o treinador dar a entender aos seus jogadores o que pretende para um determinado momento de jogo. Contudo, tal abordagem tem um grande inconveniente dado que requer tempo para que todos os jogadores assimilem as ideias e ligações propostas.
Como tem sido visível pelos sportinguistas, o nível exibicional da equipa leonina tem subido de rendimento e apesar de, na minha opinião, termos jogadores com uma qualidade abaixo da média, consegue-se observar que os jogadores estão a jogar melhor a cada jogo que passa e, como consequência, têm aparecido resultados mais sólidos.
Há que dar tempo a toda a equipa técnica que rodeia o treinador leonino, pois todo o trabalho de pré-época desenvolvido por Marcel Keizer foi “pelo cano abaixo”, e mesmo pegando numa equipa despedaçada a meio da época, conseguiu até agora obter resultados satisfatórios, tendo em conta toda a confusão e incerteza que rodeia o Sporting Clube de Portugal.
Estivéssemos nós nos princípios do atual milénio e este jogo seria entre dois inevitáveis candidatos ao título. No entanto, o primeiro embate de 2020 para Arsenal e Manchester United não acarretou o peso dessa luta, fruto dos décimo-segundo e quinto lugares que ocupavam antes do jogo começar, respetivamente.
Numa primeira parte onde os gunners se superiorizaram de forma clara aos red devils, surgiram dois golos, ambos para os londrinos (Pépé e Sokratis, respetivamente) e ambos com justiça. Se, por um lado, assistíamos a um Arsenal que já mostrava sinais da influência do recém-chegado técnico, Mikel Arteta, na circulação de bola e construção de jogadas ofensivas, por outro víamos um United muito apático e partido, deixando espaços enormes entre os vários setores e, consequentemente, revelando grandes dificuldades na ligação de jogo.
A segunda metade do encontro não trouxe grandes alterações ao que se passou dentro de campo, apenas é de salientar o aumento do número de remates da parte dos pupilos de Solskjaer, mas sem que algum deles fosse inserido numa verdadeira oportunidade para reduzir a desvantagem. De facto, o resultado nunca pareceu fora do controlo dos homens do Norte de Londres, que venceram com justiça (a primeira vez sob o comando de Arteta) e ascenderam ao décimo lugar, reduzindo distâncias para os lugares europeus. Já o Manchester United falhou o “assalto” ao quarto lugar do Chelsea, permanecendo assim uma posição atrás dos “Blues”.
A FIGURA
Fonte: Arsenal FC
Nicolas Pépé – Esta foi, muito provavelmente, a melhor exibição do costa-marfinense ao serviço dos gunners. Fazendo-se sempre valer da sua técnica e velocidade, deixou a cabeça de Luke Shaw “à roda” e nunca pareceu minimamente incomodado pelo lateral inglês. À boa exibição juntou ainda um golo, que abriu o caminho para uma vitória importantíssima para o Arsenal.
O FORA DE JOGO
Fonte: Manchester United FC
Daniel James – As últimas exibições do extremo galês não têm tido, nem de perto, a qualidade que as primeiras ao serviço dos “Red Devils” tiveram e em Londres houve mais um “apagão”. Sempre fora do jogo, não há registo de uma ação bem sucedida com bola, ao que se junta a falha defensiva no primeiro golo do Arsenal, quando não apoiou o lateral. Uma verdadeira sombra do que já mostrou.
ANÁLISE TÁTICA – ARSENAL FC
Dispostos num 4-2-3-1, os londrinos revelaram uma ótima dinâmica ofensiva, bem como grande segurança no momento defensivo. Com Torreira e Xhaka a fazerem um dos jogos mais completos desde que estão nos “Gunners”, estes serviram como elos entre a zona recuada e a parte mais adiantada do terreno. Aí, Pépé e Aubameyang foram sempre os mais irreverentes, com destaque para o costa-marfinense, que apontou um golo e ameaçou constantemente a baliza adversária.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Bernd Leno (7)
Ainsley Maitland-Neiles (7)
Sokratis Papastathopoulos (7)
David Luiz (7)
Sead Kolasinac (6)
Granit Xhaka (7)
Lucas Torreira (7)
Nicolas Pépé (8)
Mesut Ozil (6)
Pierre-Emerick Aubameyang (7)
Alexandre Lacazette (6)
SUBS UTILIZADOS
Reiss Nelson (6)
Bukayo Saka (6)
Mateo Guendouzi (-)
ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER UNITED FC
Igualmente alinhados em 4-2-3-1, os homens de Manchester até tiveram duas unidades fortes no meio-campo, entre as quais Fred se destacou como a melhor da equipa. Todavia, os “eclipses” de Rashford e Daniel James, no ataque, bem como de Luke Shaw e Maguire (que continua muito longe de justificar a verba que por ele foi paga), na defesa, foram fatores que impediram os “Red Devils” de conseguir uma boa exibição e um bom resultado na capital inglesa.
Edmond Tapsoba é, aos 20 anos, um defesa central com um potencial tremendo e as suas excelentes atuações não têm passado despercebidas além-fronteiras Fonte: Vitória Sport Clube
Edmond Tapsoba tem sido claramente uma das revelações do ano. O defesa central do Burquina Faso, de apenas 20 anos, chegou à equipa B do Vitória SC na temporada de 2017/2018, oriundo dos juniores do Leixões SC, e desde logo deu na vistas – apesar da despromoção da equipa ao Campeonato Portugal, o defesa central contabilizou sete golos em 30 partidas, números bastantes apelativos para a sua posição no terreno de jogo. Ivo Vieira, técnico da equipa principal do emblema de Guimarães, viu isso mesmo e levou-o para a equipa principal, onde tem sido até ao momento um dos jogadores mais utilizados pelo técnico português. Tapsoba é um jogador inteligente, perspicaz e agressivo – não é fácil para os adversários passarem pelo defesa de 1.90 metros e 80 kg, que utiliza todo o seu poderio físico para se afirmar no campo. Dizem que as suas caraterísticas têm despertado o interesse de vários clubes e, por isso mesmo, o Vitória SC aumentou a sua cláusula de rescisão para a maior do plantel: 50 milhões de euros. Mais um sinal de que Tapsoba é claramente valorizado pelos vimaranenses e que ainda vai dar muito que falar.
2019 foi um ano perfeito para Jordan Santos. Ganhou todas as competições possíveis a nível de clubes e de seleção e foi eleito o melhor jogador do mundo de Futebol de Praia. Com a saída de Madjer, o número um do Mundo quer continuar a somar conquistas e manter sempre a sua ambição bem alta para a conquista de novos troféus. Em entrevista ao Bola na Rede, Jordan Santos abre o jogo e, sem rodeios, fala sobre o seu passado, presente e futuro.
– As origens e o título de melhor do Mundo –
«Quero garantir um emprego, depois de jogar Futebol de Praia».
Jordan Santos: É um sentimento muito bom, é o atingir do topo para um atleta. Ainda para mais sendo de um país pequenino, de uma vila pequenina… Portugal teve poucos jogadores que são os melhores do mundo. Cristiano Ronaldo, Madjer, Ricardinho, Eusébio, Figo… E eu. É um motivo de muito orgulho, ainda para mais sendo de uma vila pequena como a Nazaré, e neste momento estou a desfrutar.
BnR: Depois de seres o melhor do mundo, o que ainda há para ganhar a nível individual?
JS: Depois de se ganhar o título de melhor do mundo, a nível individual há pouco para ganhar. Acabas por ganhar o prémio mais alto de todos. Em termos coletivos, praticamente também já ganhei os títulos mais importantes que há para ganhar e agora o melhor troféu que posso ganhar é garantir um emprego, depois de jogar Futebol de Praia, para sustentar a minha família. Espero que as pessoas se lembrem de mim.
BnR: Nasceste no Canadá, mas vieste cedo para Portugal. Podes explicar-nos de forma rápida a tua história inicial?
JS: Sim, vim com três meses para Portugal. Os meus pais estavam, na altura, no Canadá, e quando eu nasci vieram diretos para Portugal. Tenho lá família e já lá voltei, mas desde os meus três meses que toda a minha vida foi feita neste país.
O título de campeão do mundo foi a cereja no topo do bolo Fonte: FPF
BnR: És pai, tens uma família grande. Como é que geres tudo isto, juntamente com a tua profissão?
JS: Às vezes, é complicado. Tenho três filhos e a minha mulher, que trabalha, tem sido uma grande mulher e uma verdadeira heroína. Não é fácil ficar sozinha com três crianças. Eu, quando estou cá, também passo praticamente os dias fora de casa porque estou sempre a treinar e então é difícil conciliar isso. Mas temos familiares que nos ajudam. Deixamos os meninos com a minha mãe ou com a tia dela e é assim que vamos gerindo isto.
BnR: O nome “Jordan” é raro em Portugal. Podes explicar-nos a origem do teu nome?
JS: É verdade… Acho que surge precisamente por causa do Michael Jordan. Ele estava, na altura, a aparecer e a minha mãe gostou do nome (risos). Pronto, há poucos nomes iguais. Aqui, na Nazaré, não há nenhum e acabo por ser o único. Também acaba por ser bom ser o único, não é? (risos).
Estamos perto de mais um novo ano e a chegar à marca dos 365 dias, mas não podemos acabar o ano de 2019 sem antes vermos quem foram os melhores dos melhores nas mais diversas modalidades. Há sempre o/a atleta que marcaram devido à sua performance ao longo de todo o ano ou até aqueles momento que ficará gravado na memória de todos os amantes de desporto.
Assim, reunimos uma lista daqueles que foram os melhores na modalidade em que estão inseridos e de todos os momentos decisivos, brilhantes, bizarros, de orgulho, de superação e de tristeza estão todos aqui selecionados só para ti. Um ano de 2019 que ficará para a história por muito que deu a Portugal, seja ele a nível de clubes portugueses ou à seleção, e que queremos que seja sempre assim.
O ano de 2019, como já é habitual, foi um ano muito bem-sucedido para o SL Benfica. Do futebol às modalidades de pavilhão, a equipa encarnada foi campeã e conquistou as mais variadas honras nos diversos desportos e escalões. Atletas de qualidade é do que mais abunda a estrutura do clube lisboeta.
Elaborei, então, um top 10 dos melhores atletas encarnados no ano de 2019. O grande foco vai para o futebol, as principais modalidades de pavilhão e o atletismo. Decidi não incluir atletas cuja modalidade não tenha campeonatos de clubes, portanto atletas como Fernando Pimenta – que merecia figurar neste top – ficaram de fora. Vamos lá a isso.
Num ano repleto de feitos pessoais e coletivos, muitos jogadores podiam fazer parte desta lista, mas de certa forma, e como acontece em tudo, há sempre quem consiga destacar-se pela sua audácia e astúcia e foi o caso destes jogadores escolhidos. Desde o futebol ao bilhar, sem esquecer o ciclismo, o andebol, o hóquei e o basquetebol, este é o top 10 do FC Porto no ano de 2019.