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As 10 figuras do Sporting CP que marcaram 2019

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O ano de 2019 foi repleto de grandes momentos para a nação sportinguista. Uns melhores, outros piores. As conquistas da Taça da Liga e da Taça de Portugal pela equipa de futebol sénior trouxeram uma enorme alegria aos adeptos leoninos e provaram que o Leão mesmo ferido é capaz de rugir bem alto.

Mas sendo o Sporting CP o clube eclético que sempre foi, também no plano das modalidades, os sportinguistas viveram emoções muito fortes com as conquistas de vários títulos europeus!

É, pois, chegado o momento de realçar 10 figuras do mundo Sporting, de entre as suas diversas modalidades, sem qualquer ordem de relevância, não esquecendo a importância de todos os que contribuem para o engrandecimento do Clube desde atletas, funcionários e os próprios sócios.

Willem II | Deixem os meninos voar

O campeonato holandês tem a particular característica de ser um dos mais competitivos da Europa. Prova disso é o facto de nos últimos três anos terem havido três campeões diferentes – o Ajax, o PSV e o Feyenoord. Por sua vez, o Willem II muito raramente se encontra numa posição que lhe permita lutar pelo tão ambicionado troféu, mas não deixa de merecer destaque pela notável época que está a fazer.

A equipa de Tilburgo costuma, ano após ano, rondar os lugares neutros, não conseguindo assim comparecer nas provas europeias mas assegurando a manutenção com alguma tranquilidade. Tem apenas três campeonatos conquistados e o último foi em 1955, o que mostra que o seu ADN não é o de uma equipa grande. De resto, é de notar que em 2014 assegurou a subida de divisão, depois de uma fase mais conturbada do clube.

A situação pareceu estabilizar, e nos últimos anos a equipa tem procurado subir os seus níveis competitivos e aumentar a sua qualidade de jogo. Parecem tê-lo conseguido na presente temporada, e encontram-se agora no quarto lugar da Eredivise, que dá acesso aos playoffs da Liga Europa. Lutar pelo título parece já algo impensável, uma vez que se encontram a 11 pontos do líder Ajax, mas é certo que esse também não é, para já, um dos seus objetivos. Ainda assim estão um ponto apenas atrás do terceiro classificado, PSV, e parecem ter tudo para lutar por esse lugar que dá acesso direto à mesma competição europeia. Estará então definido o novo objetivo para a temporada, que certamente será bem mais elevado do que o proposto no início da mesma.

O Willem II encontra-se cinco pontos acima dos lugares que dão acesso ao Playoff da Liga Europa
Fonte: Willem II

Ainda sobre a sua prestação no campeonato é de destacar a regularidade acima da média que apresenta. Não perde há seis jogos e conseguiu arrecadar 33 pontos em 18 partidas. O facto de jogar em casa ou fora parece estranhamente irrelevante para esta equipa, tendo conseguido, na primeira condição, 17 pontos e na segunda, 16. De resto e olhando para as estatísticas da liga rapidamente percebemos que não marca muitos golos, sendo o pior ataque dos nove primeiros classificados, o que faz com que sete das suas 10 vitórias no campeonato tenham sido por apenas um golo. Por outro lado é de glorificar o facto de não terem perdido com nenhum dos três primeiros classificados, derrotando o Ajax e o PSV (o primeiro no Johan Cruijff Arena, proeza que só o Valência e o Chelsea haviam conseguido) e empatando com o AZ Alkmaar.

Na Taça da Holanda parecem também bastante sólidos e derrotaram nos 16 avos de final o Sparta Rotterdam por três bolas a zero. Na próxima fase vão encontrar o Heerenveen, equipa que derrotaram no passado dia 12 por 1-2.

Sobre a equipa é de referir o 4-3-3 defensivo que apresentam em maior parte dos jogos e que parece estar cada vez mais bem trabalhado. O treinador Adrie Koster parece muito fã desta estabilidade, e talvez por isso apresente um 11 inicial quase sempre alicercado nos mesmos jogadores. Na baliza o indiscutível Timon Wellenreuther; no centro da defesa aparecem os experientes Holmen e Peters, que contam com a ajuda dos laterais Freek Keerkens e Bart Nieuwkoop. No meio campo a três surge Mike Tresor como homem mais recuado e Pol Llonch e Dries Saddiki no seu apoio. Por fim os três miúdos da frente: Che Nunnely, Mats Kohlert e o maior goleador Vangelis Pavlidis.

A turma de Tilburgo tem este ano a característica de ter muitos jovens, o que lhe confere alguma inexperiência, mas, por outro lado, muita irreverência que não se vê na maior parte das equipas deste campeonato. Consegue, no entanto, ter dois ou três elementos mais experientes e talvez por isso se esteja a sair tão bem.

Sobre o futebol praticado… ainda não é deslumbrante, mas melhorias de jogo para jogo são notórias, e o treinador de 65 anos parece estar feliz com o que a equipa produz. Por estarem tão bem classificados não enfrentam agora qualquer tipo de pressão. Por isso, só têm de deixar estes miúdos jogar e observar do que eles são capazes.

Nós enquanto adeptos é normal que não acompanhemos estas equipas de segunda linha de campeonatos que também eles são de segunda divisão em relação às cinco principais ligas europeias. No entanto, deixo aqui o convite para que observem um jogo deste conjunto e apreciem o que o futebol da juventude tem de mais belo para nos oferecer.

Foto de Capa: Willem II

Revisto por: Jorge Neves

Os 9 melhores laterais esquerdos do mundo

Depois do Bola na Rede ter enunciado os tipos de laterais direitos, chega agora a vez do lado oposto do terreno, onde a posição tem evoluído tanto dum flanco como do outro. Isto deve-se às mesmas razões por serem ambas do cariz defensivo e por enfrentarem maioritariamente das vezes um extremo do outro lado.

O extremo denotou uma evolução tremenda, tendo em conta a mudança técnico-tática no futebol, desde métodos de treino, desenvolvimento de rotinas e influências tecnológicas, o que resultou no aumento da velocidade do jogo e numa preparação diferente para o lateral, com uma exigência de ritmo diferente.

No virar do século houve uma alteração significativa na posição, pois o lateral tornou-se tipicamente mais ofensivo. Roberto Carlos foi um lateral que marcou o início do século XX e influenciou (e de que maneira) os defesas daí para a frente, assim como a forma de analisar esta posição.

Conheça então aqueles que, possivelmente, serão os melhores laterais esquerdos da atualidade, embora seja impossível selecionar todos os jogadores de qualidade a atuar ao mais alto nível, mesmo que a posição não seja tão vasta nesse aspeto, arrisco-me a dizer como todas as outras. De qualquer das formas, nos últimos anos, têm aparecido mais laterais esquerdos de alta qualidade.

O bom filho a casa torna

Mikel Arteta voltou ao Arsenal, desta vez como treinador. Esta é a primeira aventura do espanhol como treinador principal, depois de três épocas e meia como adjunto de Pep Guardiola no Manchester City.

O antigo centro campista volta ao Arsenal três anos depois de terminar a carreira de jogador. Arteta representou os Gunners entre as épocas de 2011/12 e 2015/2016, tendo realizado 150 jogos oficiais e marcado 16 golos. Foi contratado para cumprir a árdua tarefa de substituir Fábregas, que rumou ao Barcelona, e Nasri, que se transferiu para o Manchester City.

Mikel Arteta construiu uma grande carreira como jogador. Formado nas escolas do Barcelona, teve passagens pelo Paris SG, Rangers, Real Sociedad, Everton, e por fim, Arsenal.

Em 2016 aceitou o convite de Pep Guardiola e integrou a sua equipa técnica no Manchester City. Como treinador adjunto conquistou dois títulos da Premier League, duas EFL Cup, duas Community Shield, e venceu a FA Cup também por uma vez. Um grande currículo em apenas três temporadas e meia.

Esta é uma grande oportunidade para Arteta, que com apenas 37 anos tem a possibilidade de orientar um colosso do futebol inglês.

A contratação do espanhol para o comando técnico dos Gunners foi uma jogada de risco, derivado da falta de experiência como treinador principal. Estreou-se com um empate em casa do Bournemouth, e em seguida foi derrotado em casa frente ao rival Chelsea, no seu primeiro grande jogo como treinador principal.

Do meu ponto de vista, o técnico espanhol foi uma escolha acertada. Neste momento o Arsenal ocupa o 12º lugar no campeonato inglês, e só uma jogada de risco pode alterar este momento crítico que o Arsenal atravessa.

Fonte: Arsenal FC

Mikel Arteta conhece bem o clube que já foi “sua casa” e sabe o que é preciso para vestir a camisola Gunner. Nestes dois primeiros jogos foi possível observar a aposta na juventude, com a entrega da titularidade a Maitland-Niles, Bukayo Saka e Reiss Nelson, que foram formados no clube.

O técnico espanhol decidiu fazer duas alterações no onze inicial para o encontro com o Chelsea. Retirou da titularidade Sokratis, que saiu lesionado no último encontro e colocou Chambers. Granit Xhaka, que gerou muita polémica esta época devido às suas más exibições e que também perdeu a braçadeira de capitão após um gesto controverso, saiu do onze para a entrada de Guendouzi. O jovem médio francês realizou uma ótima exibição.

No encontro frente ao Bournemouth, o Arsenal sofreu primeiro, mas acabou por empatar por intermédio de Aubameyang. No derby londrino, o Arsenal adiantou-se no marcador ao minuto 13’ novamente com um golo de Aubameyang, mas o Chelsea acabou por ser superior, e teve a força física e mental necessária para dar a reviravolta no resultado. O cansaço acumulado do jogo disputado na passada quinta-feira e a falta de experiência de Arteta nesta nova tarefa acabaram por resultar na derrota dos Gunners. Lampard também teve muito mérito na forma como geriu o encontro.

Os adeptos já anseiam o título de campeão inglês, que lhes “escapa” desde 2003/2004. Esta temporada é impossível concretizar esse sonho, visto que a distância para o líder Liverpool é enorme. O clube deve recorrer ao mercado de transferências em janeiro, reforçando as lacunas presentes na defesa, que já conta com 30 golos sofridos nesta temporada na Premier League. O ponto forte do plantel é o ataque composto pelo capitão e melhor marcador da equipa Aubameyang, Lacazette, Nicolas Pépé e o jovem prodígio Martinelli.

Nesta fase, Arteta aparenta ser a melhor escolha, aliando o conhecimento interno do clube à aprendizagem resultante da sua passagem na equipa técnica de Pep Guardiola. Com contrato assinado até 2023, Arteta terá tempo para crescer enquanto treinador e também de aplicar a sua ideia de jogo, numa época aparentemente “perdida”.

Foto de Capa: Arsenal FC

Artigo revisto por Joana Mendes

Os 10 melhores combates da WWE na última década

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Por vários motivos, a década que agora finda foi histórica para a WWE: tomou um risco enorme ao lançar a WWE Network; assistiu ao crescimento improvável do seu território de desenvolvimento; teve, pela primeira vez no século, competição televisiva de relevo; realizou uma aposta séria no wrestling feminino; assinou um acordo (no mínimo) controverso com a Arábia Saudita; protagonizou momentos chocantes e inacreditáveis (estreias de AJ Styles e Ronda Rousey, regressos de Brock Lesnar, Shawn Michaels e muitos outros). Em suma, foi uma década repleta de acontecimentos.

Apesar das muitas críticas que se possam fazer à empresa, é inegável que esta ainda nos sabe oferecer combates de altíssima qualidade e que nos deixam boquiabertos.

Recordemos então os melhores combates da WWE na última década.

Foto De Capa: WWE

Os desejos para as Modalidades de 2020

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O ano de 2019 está a terminar e estamos perto de entrar num novo ano, o de 2020. Este foi um ano recheado de conquistas portuguesas por esse Mundo fora e que tal se conseguíssemos com que isso fosse algo que acontecesse novamente neste ano que vamos entrar? Seria excelente!

Em ano de Olimpíadas, e de muitas outras competições, sejam elas mundiais ou europeias, temos uma boa montra para esperar um grande ano que por aí vem. Por isso, decidimos então revelar quais são os desejos para o ano de 2020 da nossa secção para as mais diversas modalidades.

5 Resoluções de Ano Novo do Futebol Internacional

O ano 2019 já está a terminar. Passou a correr, e como todos os outros tantas e tantas coisas aconteceram no mundo do Futebol Internacional.

Como é costume sempre que um ano termina e outro começa, é também tempo de lançar os desejos e as resoluções para o novo ano. Aqui ficam os meus cinco desejos para o próximo ano e que nada triste me deixariam se não forem concretizados (vá só um pouquinho).

O importante é que a bola continue a estar no meio-campo e a rolar ao apito do árbitro, sempre. Isso é o desejo que eu e todos nós temos todos os anos e que nunca pare.

5 Resoluções de Ano Novo do SL Benfica

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Estamos perto do fim do ano 2019, um ano recheado de grandes memórias para os adeptos benfiquistas: a reviravolta no campeonato com exibições de categoria e a vitória em pleno Estádio do Dragão; os festejos de um título que parecia impossível em 2018; a goleada de mão cheia no derby da Supertaça; e agora o término de um ano em que a equipa lidera o campeonato com sensações de um futebol em crescendo de qualidade (finalmente).

Este ano que termina, contudo, não foi um mar de rosas: houve uma abordagem desastrosa ao mercado de inverno, consecutivas exibições de muito pobre qualidade entre Setembro e Dezembro e ainda a eliminação da Liga dos Campeões da Taça da Liga.

Assim, o ano 2020 surge com novas esperanças, novos objectivos e novas oportunidades de remendar o que de pior se fez em 2019. É neste contexto que deixo as minhas cinco resoluções de ano novo.

5 Resoluções de Ano Novo do FC Porto

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O ano civil de 2019 está a terminar e com ele fecha-se mais um ciclo, mais uma década, um espaço temporal, onde aconteceram e ocorreram muitas vitórias, derrotas, dias mais felizes e outros menos felizes.

Assim de cabeça, chega-nos à memória a temporada memorável com Villas Boas, que culminou com uma vitória na Liga Europa, o FC Porto que se mantém como a única equipa portuguesa, até ao presente, a ter esta competição no seu currículo, o tricampeonato, onde ocorreu a partida emblemática de Kelvin para sempre perpetuada no museu, a partida memorável contra o FC Bayern de Munique, que fez sonhar alguns adeptos mais românticos com uma nova Liga de Campeões.

Mas também, é verdade, que foi neste período que os azuis e brancos estiveram mais tempo sem ganhar uma Liga NOS, no reinado de Pinto de Costa. Por sua vez, não esquecer outros tantos jogadores, que passaram pelo relvado do Dragão, desde Hulk a Casillas, de James Rodriguez a Alex Sandro, de João Moutinho a Danilo, de Otamendi a Militão, entre tantos outros, que fizeram a plateia do Estádio vibrar com os seus nomes, após um golo, um drible ou um desarme crucial.

Mas, como o FC Porto não é só futebol, também há o particular destaque para as modalidades, onde foi um fim de década incrível para a equipa de Andebol, que dia após dia continua a bater recordes, em Portugal, olhar também para o ressurgimento do ciclismo e a sua dominância nas estradas portuguesas, o excelente trabalho no Bilhar, a competitividade demonstrada no hóquei, a perseverança e a raça evidenciada pela secção do basquetebol, entre outras tantas conquistas que enchem de orgulho qualquer portista.

Porém, o tempo não pára e agora é momento de olhar para o presente e preparar o futuro, e apesar de estarmos a concluir mais um ano, a época desportiva ainda vai a meio e muito longe do seu término. Neste sentido, focando mais no futebol, a equipa de Sérgio Conceição chega a 2020 com os objetivos todos intactos e a tentar melhorar o registo da época transata, que no seu final acabou por saber a pouco, dado os objetivos que o emblema da invicta se propunha a atingir.

Sendo assim, é altura de propor 5 resoluções que como portista, eu e todos os adeptos do clube, gostaríamos de ver cumpridos, por isso às 24h do dia 31 de dezembro de 2019 para o dia 1 de janeiro de 2020, no momento de abrir o champanhe e consumir as 12 passas, vamos ter no pensamento estes 5 desejos.

5 (Re)Soluções de Ano Novo

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Contam-se as passas para acompanhar a contagem das badaladas. São elas os 12 momentos solenes para, em cada uma, cada um, a seu belo prazer, pedir os seus desejos para o próximo ano.

A verdade é que o número de desejos para o Sporting CP, feitos pelos seus adeptos sedentos de vitórias, extravasa, em grande escala, uma dúzia. São desejos perdidos, esquecidos e com fraca esperança de concretização. São-no porque, como em grande parte dos desejos, são despidos de racionalidade ou noção das circunstâncias. Para isso, para a criação das condições para concretizar desejos, existem as soluções ou resoluções. E é sobre essas que o Sporting CP e os seus adeptos se devem debruçar.

Da nossa parte, deixamos cinco que consideramos pertinentes para ajudar o clube a ter um 2020 melhor do que 2019 e que, sobretudo, permita criar bases para que todos os anos vindouros tendam a ser cada vez melhores.