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Ondas japonesas deixam Frederico Morais surfar nas Olimpíadas

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Se em 2016 já se tinha feito história para o Surf mundial… então agora foi tempo de Frederico Morais conseguir escrever uma bela página do Surf português. “Kikas”, como é conhecido o surfista, conseguiu uma vaga para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. Algo histórico por dois motivos: primeiro porque será a estreia do Surf e segundo pois teremos um português em prova.

No ISA World Surfing Games, em Miyazaki (Japão), havia a possibilidade de quatro surfistas de quatro continentes (África, Europa, Oceânia e Ásia) conseguirem já uma vaga para os Jogos Olímpicos. E foi aqui que Frederico Morais conseguiu concretizar um sonho inesperado.

O português foi o melhor europeu nos Mundiais de Surf, organizados pelo ISA (International Surf Association), onde terminou no sétimo lugar. Foi um sétimo lugar que chegou para ganhar um bilhete para Chiba, a cidade onde o Surf terá oportunidade de se estrear em 2020.

No pódio dos Mundiais ficaram Gabriel Medina, no lugar mais baixo, Kolohe Andino, em segundo, e Italo Ferreira, no lugar mais alto. Os surfistas brasileiros estiveram em grande numa final onde também esteve Shun Murakami, que ficou em quarto. Quanto à classificação por equipas Portugal ficou no 11º lugar e o Brasil foi o grande vencedor.

Um desporto que tem ganho cada vez mais fãs, e praticantes, em todo o país, este é um feito que poderá fazer com que o Surf ganhe ainda mais expressão. Ter a presença de um surfista português no Japão para a primeira vez do Surf nos Olímpicos será, sem dúvida, um motivo de orgulho para todos. E será também uma inspiração para aqueles estão ligados ao desporto ou até mesmo que queiram começar, tal como afirmou Frederico Morais.

 TÓQUIO ABRIU AS PORTAS DO OLIMPO AO SURF

A atribuição da organização ao Japão beneficiou (e muito) o acolhimento do Surf nos Jogos Olímpicos. Por ser cada vez mais praticado e conhecido um pouco por todo o mundo, bem como ter a capacidade para atrair muitos jovens, o Surf foi bem recebido na agenda olímpica. Para além disso, também é popular em terras nipónicas, ou seja, só pontos positivos.

Será uma boa oportunidade para vermos outro tipo de desportos na agenda olímpica visto que entrarão ainda mais quatro (skate, escalada, karaté e beisebol). E este desporto é particularmente competitivo, onde as surpresas podem surgir a qualquer momento e também não há um domínio constante de uma só nação.

Há apenas 40 vagas (20 masculinas e 20 femininas) para preencher para os Jogos Olímpicos em diversas oportunidades para conseguir um bilhete para o Japão. Falando apenas do caso masculino. Neste Mundial houve já quatro apurados: os melhores da Europa, África, Ásia e Oceânia. Para o Mundial 2020 ainda há quatro vagas para os melhores surfistas. Uma vaga nos Jogos Panamericanos e outra para o país anfitrião. As restantes vagas (dez) são atribuídas ao top dez da World Surf League de 2019.

Caso haja sucesso no ano de 2020, porque não continuar com o desporto para os próximos Jogos Olímpicos? É certo que será muito mais complicado em termos de organização do próprio evento, visto que Paris está longe de estar perto do mar… Mas os Estados Unidos em 2028 vão organizar os Olímpicos e será de esperar que os norte-americanos queiram acolher um desporto que é tão popular no país.

Fonte: International Surf Association

Para Portugal será mais uma oportunidade para conseguir implementar mais este desporto na sociedade. Somos um país muito ligado ao mar e sempre aproveitámos da melhor maneira este ponto. A ida de “Kikas” às Olimpíadas vai deixar muitos portugueses colados à televisão para ver a prestação do surfista. O orgulho português falará mais alto e até mesmo os mais desconfiados a mudanças vão receber de braços abertos o Surf em suas casas.

Resta agora esperar por 2020 para ver como tudo será organizado e em especial atenção para o nosso Frederico Morais, que vai, certamente, orgulhar os portugueses com a sua prestação nos Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio. Parabéns, Frederico, por esta vaga história para as Olimpíadas e que as ondas japonesas te deixem brilharem.

Foto de Capa: International Surf Association

Arranca a Liga Europa para os vimaranenses!

Depois de ter conseguido os primeiros três pontos na Primeira Liga, o Vitória SC tenta agora a mesma façanha, desta feita na Bélgica, contra o Standard de Liège. Já os homens da casa, depois de terem garantido o primeiro lugar da liga doméstica – à condição, porque o Club Brugge tem menos um jogo –, procuram entrar com o pé direito, frente aos seus adeptos e (teoricamente) contra o adversário mais fraco, quando comparado com os outros dois.

Posto isto, ambas as equipas vêm de resultados positivos: o Vitória SC venceu por 5-1 no D. Afonso Henriques e o Stantard de Liège ganhou, fora de casa, ao Oostende (1-4). Esta será uma partida que previsivelmente destacará as características ofensivas de ambas os intervenientes, porque é aí que estão os seus melhores jogadores. Davidson (que vem “descansado”, depois de cumprir castigo), Rochinha, André Pereira, Lucas Evangelista e Alexandre Guedes são setas apontadas à baliza dos belgas. Já do outro lado, atenção à qualidade de Mehdi Carcela-Gonzalez (ex-SL Benfica), Lestienne, Limbombe e Emond. Orlando Sá, o único português no plantel, continua a recuperar de lesão.

ACHAS QUE O VITÓRIA SC TEM ARGUMENTOS PARA VENCER? ENTÃO, APOSTA JÁ!

Ambas deverão entrar em campo com a sua tática favoritas: 4-3-3, embora com nuances diferentes. No caso dos vimaranenses, será com um médio de cariz mais defensivo, um oito “box-to-box” e depois um terceiro elemento, funcionando mais de ligação direta com os atacantes. No caso do Standard de Liège, será com um meio-campo mais defensivo, com dois pivôs mais fixos no terreno, a arriscar pouco, e um terceiro que fica com a capacidade de ligar a defesa ao ataque e que faz precisamente o contrário dos seus guarda-costas. Aliás, este deve ser mesmo o jogador mais perigoso dos belgas, que será (aposto eu) Anthony Limbombe.

Standard de Liège em campo, na última vitória forasteira da equipa
Fonte: Standard de Liège

Se tivesse de apostar neste jogo, diria que estou à espera de golos. Estamos a falar de um relvado em boas condições (algo de que os dois conjuntos gostam), espaços para atacar – porque ambas têm dificuldade no processo defensivo –, num jogo onde acho que há pouca ou nenhuma pressão: qualquer uma das equipas não é favorita a passar, relegando essa pasta para o Arsenal e para o Eintracht de Frankfurt.

Dito isto, a minha opinião é que o Vitória SC nada deve, em termos de qualidade, aos seus oponentes. Vou até mais longe: se funcionarem em equipa e tiverem atenção à profundidade dos extremos e ponta-de-lança do Standard, podem claramente vence-los, apesar de jogarem fora de casa. Agora, tudo vai depender das mexidas dos treinadores – podem aproveitar para rodar alguns elementos – e claro, do elemento “sorte”.

O Standard de Liège vs Vitória Sport Clube decorre amanhã, dia 19 de Setembro, pelas 17h55, o “primeiro” horário da Liga Europa. À mesma hora joga o Sporting CP, enquanto no horário das 20h, entram em campos os outros dois portugueses: FC Porto e SC Braga.

Foto de Capa: Vitória SC

Um objetivo com a primeira paragem no Estádio Molineux

É já esta quinta-feira que o SC Braga inicia a sua campanha na Liga Europa. Quis a sorte, ou não, que o primeiro embate fosse frente à equipa estrangeira com mais portugueses no plantel: o Wolverhampton Wanderers. Para além da formação inglesa, os Arsenalistas lutarão com os turcos do Besiktas e ainda com o Slovan Bratislava por uma vaga na próxima fase da competição.

Após um inicio de época tremido – com três derrotas nos primeiros cinco jogos da Primeira Liga – a equipa liderada por Sá Pinto vai em busca de um começo diferente nas competições europeias. Pelo caminho vai encontrar uma equipa que tem tido um percurso semelhante na Premier League – com três empates nos primeiros cinco jogos, mas sem qualquer vitória até ao momento. Por isso, será um jogo onde ambas as equipas vão querer mostrar o seu real valor e reverter esta fase menos positiva.

DEPOIS DO DESAIRE EM SETÚBAL, ACREDITAS NUMA VITÓRIA DOS BRACARENSES? DIZ-NOS E APOSTA JÁ!

A jogar em casa, diante dos seus adeptos, a equipa comandada por Nuno Espírito Santo não costuma ser presa fácil para os seus oponentes. Uma formação que se adapta bem aos jogos em que os adversários assumem a posse, aproveitando as falhas na construção para sair em transições rápidas, terá neste jogo um desafio diferente: controlar a partida. Este facto deve-se não só à pressão que tem para ganhar o jogo, mas também para, em sua casa, mostrar uma faceta diferente daquela que tem mostrado nas competições internas.

Irá ser um duelo entre treinadores portugueses onde Sá Pinto comandará as cores da equipa portuguesa
Fonte: SC Braga

O SC Braga entrará em campo também pressionado pelos últimos resultados e, certamente, com o desejo de alterar esta situação. Para isso, terá de ser uma equipa sólida defensivamente e de aproveitar ao máximo os erros do adversário. Apesar da urgência de bons resultados, os “Gverreiros” do Minho sabem da qualidade do seu oponente e que este é, em perspetiva, o jogo mais complicado do grupo, por isso qualquer que seja o desfecho da partida, importa destacar que esta é só a primeira jornada.

Falando sobre os pontos a favor e contra que cada equipa pode ter à partida, é de realçar a vantagem que a formação dos Wolves tem pelo facto de a sua equipa ser constituída por uma equipa técnica portuguesa e por um grande número de jogadores lusos ou que já passaram pela Primeira Liga. Tal como referiu Adama Traore numa entrevista recente ao site do clube, este fator traz-lhes um maior conhecimento sobre o campeonato português e sobre a equipa do SC Braga.

Apesar deste conhecimento que o Wolverhampton possui, se falarmos de experiência, a balança tende a pender para o lado da equipa portuguesa. Finalista vencido desta competição na época de 2010/11, a experiência do SC Braga contrasta com a inexperiência dos ingleses que há trinta e nove anos não marcavam presença nas competições europeias.

O jogo que contará com a arbitragem do dinamarquês, Jakob Kehlet, será disputado no Estádio Molineux às 20h portuguesas.

Foto de Capa: Wolverhampton Wanderers

 

 

Que papel para Nakajima?

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De um modo geral, tem sido um arranque auspicioso para a maioria dos reforços do FC Porto. Uribe pegou de estaca no meio campo e já mereceu, inclusive, os pouco habituais elogios públicos do treinador, Marcano assumiu, sem surpresas, o seu posto no centro da defesa, Marchesín, pode dizer-se, fez esquecer Iker Casillas num par de jogos, Zé Luís trouxe os golos que vão faltando a Soares e Luís Diaz, desconcertante ala colombiano, é dono e senhor da banda esquerda.

Pelo lado mais negativo importa apontar os nomes de Saravia, que ainda não mostrou argumentos suficientes para ganhar a corrida pela lateral direita da defesa e de Nakajima que, por entre o nascimento do filho e as opções do treinador, poucas oportunidades tem tido para mostrar o seu valor.

Ora, é precisamente sobre o nipónico que incide o artigo de hoje. Depois do jogo do passado domingo em Portimão, Sérgio Conceição dirigiu-se ao jogador visivelmente irritado e colocou o nome do japonês na ordem do dia. Nakajima foi o reforço mais caro da época. Custou 12M€ à SAD azul e branca mas chegou ao clube num negócio avaliado em 24M€, uma vez que o FC Porto apenas comprou metade dos seu direitos económicos. Parece-me, a mim, um negócio, no mínimo, arriscado para um jogador que apenas se destacou, muito é verdade, a jogar no SC Portimonense, sem experiência de clube grande e com claras debilidades no momento defensivo. No entanto, é um jogador de inegável qualidade e que poderá aportar fantasia, golo e qualidade de passe ao jogo do FC Porto, assim Sérgio Conceição o entenda.

Mas afinal que papel e que espaço poderá ter Nakajima no onze do FC Porto? Sabe-se que a sua posição preferencial, ou pelo menos aquela onde se destacou em Portimão, é a de extremo esquerdo. É a jogar nesta banda que se sente mais confortável, partindo da ala para o centro, privilegiando os movimentos interiores, e deixando, desta forma, a exploração do corredor a cargo do lateral. Foi, aliás, a partir da esquerda que Nakajima se apresentou a bom nível na seleção do seu país nesta última paragem para seleções. No entanto, Luís Díaz, jogador que tem vindo a alinhar nessa posição, parece encher as medidas a Sérgio Conceição e, a julgar pelas suas recentes exibições, não parece que venha a dar tréguas na luta pelo lugar, pese embora as suas limitações no momento da decisão.

Outra possível solução para o japonês poderia ser a zona central do terreno. Ainda assim, e embora considere que seria a melhor solução para o jogador e para o jogo do FC Porto, muito dificilmente Sérgio Conceição se prestará a subtrair um dos avançados (Zé Luís ou Marega) para colocar Nakajima no apoio a um deles. Está visto que o estilo do técnico portista irá sempre sobrepor a potência e a profundidade ao toque curto e circulação.

Zé Luís e Luís Díaz têm estado em destaque e não desarmam na luta por um lugar no onze
Fonte: Bola na Rede

Resta, portanto, a opção de encostar Nakajima à direita, posição que vem sendo ocupada por Romário Baró e que tem Corona como solução mais evidente assim que algum dos laterais direitos do plantel se chegue à frente. Todavia, colocar o jogador nesta posição seria um duplo erro. Por um lado, iria prejudicar a equipa, por outro, iria queimar o jogador. A falta de vocação de Nakajima para este posto é demasiado evidente e tirá-lo da zona de conforto poderia contribuir para o descrédito do jogador aos olhos dos adeptos e para aniquilar, ainda mais, os seus níveis anímicos. A menos que se encontre uma solução na qual lhe seja permitido passar a maioria do tempo na zona central, fugindo à armadilha do corredor direito, não me parece que esta seja a melhor solução.

No entanto, independentemente do espaço do terreno que pudesse vir a ocupar, parece evidente que Nakajima não oferece à equipa, no imediato, aquilo que Sérgio Conceição pretende. Descordando eu, veementemente, da atitude do treinador do FC Porto (veremos se não terá consequências gravosas na gestão do balneário) no final do encontro frente ao Portimonense, não posso deixar de compreender os motivos da sua insatisfação. O nipónico entrou no jogo displicente e cometeu erros de palmatória no capítulo defensivo. Ora a surgir em pressão em terrenos que não os seus ou a falhar na marcação ao lateral contrário, Nakajima esteve desastroso no momento defensivo. A agravar toda a situação, o japonês foi errático com bola e acabou a prejudicar a equipa dada a facilidade com que perdia a posse de bola em zonas proibidas. Isto torna-se mais difícil de compreender num jogador a quem o clube e o treinador e o clube deram a mão num momento delicado da sua vida e de quem se esperava uma atitude mais competitiva até como forma de agradecimento.

Apesar do seu enorme talento, Nakajima terá que perceber rapidamente as dinâmicas da equipa e, acima de tudo, inteirar-se definitivamente do modo de trabalhar do seu novo treinador. Está visto que o elevado preço pago pela sua contratação não será suficiente para lhe garantir um lugar no onze. Quanto a Sérgio Conceição terá que gerir esta questão com pinças. É um ativo demasiado caro e valioso para ser desperdiçado e não é com chacinas na praça pública que o jogador recuperará a confiança que parece perdida. Em último caso, se Nakajima falhar, parte da culpa terá que ser assacada ao treinador que não conseguiu, por via do treino ou do discurso, dotar um jogador talentoso de maior disciplina tática e incutir-lhe os seus princípios de jogo. Neste momento, enquanto líder, cabe a Sérgio Conceição reabilitar o jogador e não o deixar cair neste momento difícil. A qualidade está lá e é responsabilidade da equipa técnica garantir que esta é posta em campo ao serviço e em benefício do coletivo.

Assim, para concluir, não se afigura fácil o caminho de curto prazo de Nakajima no FC Porto. Resta-lhe trabalhar com afinco, debelar as suas lacunas e aguardar uma nova oportunidade que certamente chegará para demostrar toda a sua, inegável, qualidade.

Foto de capa: FC Porto

Um 11 de estrelas do SL Benfica

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Para mim sempre foi um prazer ver o Sport Lisboa e Benfica a jogar! O estádio cheio, os adeptos ao rubro, os jogadores a entrar em campo. Tudo isso…

Desde que me lembro que vejo jogo do Benfica e claro, uns jogadores marcam-nos mais que outros. O glorioso sempre teve grandes jogadores nos seus plantéis e hoje escrevo sobre os melhores que vi jogar. Este é o meu onze ideal de jogadores que vi jogar no Sport Lisboa e Benfica.

 

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Fonte: SL Benfica

Ederson Moraes – Que guarda-redes incrível! Do melhor que já vi, não só no SL Benfica, mas em Portugal. Ederson é hoje um dos grandes nomes do futebol mundial.

O guardião brasileiro distinguia-se pela frieza mostrada entre os postes, pela rapidez na saída à bola e, sobretudo, pela sua exímia capacidade de passe longo. Simplesmente fantástico.

É, sem qualquer dúvida, o guarda-redes que escolhia para defender os nossos postes.

SL Benfica 1-2 RB Leipzig: Bis de Werner mancha estreia benfiquista

Pontapé de saída na Liga dos Campeões para SL Benfica e RB Leipzig com um Estádio da Luz bem composto. Um encontro que contava com muitas estreias e desde já a estreia entre as duas formações em jogos para as competições da UEFA. Apesar de estar castigado e não estar no banco, é a estreia de Bruno Lage como treinador em jogos da Liga Milionária. Um jogo que se perspetivava como muito equilibrado entre ambas as equipas

O Leipzig entrou muito bem no jogo e desde cedo criou muitos desequilíbrios na defensiva encarnada. Ao minuto seis, a bola entrou na baliza do Benfica, mas foi marcado fora de jogo pelo fiscal de linha. Grande entendimento da equipa alemã com uma boa jogada pelo interior, que acabou por ser anulada. E muito bem anulada. Seguia jogo na Luz e as águias entraram muito tremidas no encontro.

As oportunidades eram raras neste primeiro tempo, mas ao menos o Benfica tinha acordado e ia conseguindo construir jogo. Ainda assim, faltava alguém no último terço do campo que conseguisse atirar à baliza adversária.

Já em compensação, veio o perigo para a baliza alemã que não houve durante toda a primeira parte. Raúl de Tomás apareceu no segundo poste com perigo e foi Péter Gulácsi que salvou o Leipzig de sofrer o golo no “finalzinho”. Ainda houve oportunidade para Yussuf Poulsen de rematar à baliza de Vlachodimos, contudo, a bola saiu muito ao lado.

As duas formações foram para o intervalo com um nulo na partida e as bancadas pediam por muito mais. Um encontro muito jogado a meio campo e ambas as equipas a apostarem na transição ofensiva rápida, porém, sem grande sucesso. Esperava-se muito mais de Benfica e Leipzig, que já tinham visto Olympique Lyon e FC Zenit empatarem no outro jogo do grupo.
A primeira parte não teve grande história e acabou por ser apenas um aperitivo para aquilo que viria na outra parte
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

A segunda parte começou tal como a primeira: com o Leipzig por cima do jogo. Ao minuto 48 muito perigo junto da baliza de Vlachodimos. O Leipzig a ter um bom entendimento pela ala esquerda do ataque e Sabitzer estava pronto a encostar, mas acabou por falhar a baliza. O austríaco teve a possibilidade de abrir o marcador na Luz e desperdiçou-a.

Porque um jogo se faz de ataques e logo depois uma resposta, foi a vez do Benfica dizer que estava dentro do jogo. Três minutos depois da oportunidade de Sabitzer, Raúl de Tomás foi o protagonista a rematar em arco à baliza do Leipzig. A bola acabou por sair ligeiramente ao lado do poste esquerdo, mas ficou a indicação do avançado espanhol.

O jogo estava muito mais emocionante na segunda parte e as oportunidades eram muitas! Aos 60 minutos, foi a vez de Raúl de Tomás encontrar Pizzi no lado direito do ataque do Benfica e o médio português rematou muito deficiente para defesa para Gulácsl. Os encarnados continuavam na expetativa daquilo que podia ser a partida e, infelizmente, sabe-se que isto nunca corre bem.

Aos 68 minutos, houve uma grande jogada criada por Tomás Tavares no lado direito do ataque. O defesa português fez um bom cruzamento que chegou ao lado contrário a Pizzi, que rematou cruzado e a bola foi muito perto da baliza, porém foi só isso mesmo.

E quem não marca sofre e já se estava mesmo a ver. Timo Werner tinha avisado inúmeras vezes na primeira parte e não perdoou na segunda. Aos 69 minutos, remate cruzado do alemão e sem hipóteses tanto para a defensiva encarnada como para Vlachodimos… Muito aguentou a defesa do Benfica, mais tarde ou mais cedo sabia-se que iria um golo acontecer. Estava inaugurado o marcador na Luz e também era o primeiro golo da o RB Leipzig nesta Liga dos Campeões.

Se o Benfica ainda estava no jogo era muito por causa de Taarabt, que ainda fazia algo em campo. Ao minuto 73, nova jogada de Taarabt perto da grande área alemã com o marroquino a inventar algo que ninguém esperaria e Cervi à frente de Gulácsi rematou ao “boneco”. Faltava eficácia aos comandados de Bruno Lage, que aposto que estava desesperado na bancada a ver o jogo.

Aos 78 minutos, nova bola dentro da baliza de Vlachodimos. Inicialmente o golo foi anulado, porém, depois de verificar o VAR, Tasos Sidiropoulos apontou mesmo para o centro do campo indicando novo golo para os alemães. Nova jogada com os jogadores do Leipzig a aparecerem nas costas da defensiva benfiquista e Timo Werner apareceu sozinho no miolo da área e só teve de encostar para o segundo. Se as coisas já estavam feias na Luz então agora ficaram ainda pior com uma desvantagem por dois.

Porém, o que os alemães – e talvez ninguém nas bancadas – não esperavam era que o Benfica renascessem das cinzas. Ora, pois, aos 84 minutos grande jogada pela esquerda a aparecer Rafa como uma flecha a aparecer e a cruzar para o avançado suíço que se esticou todo para marcar o primeiro golo do Benfica nesta Champions. Seferovic mandou calar e “calou” mesmo os adeptos encarnados depois de terminar a seca de golos que passava.

Seferovic ainda marcou um golo para os encarnados, mas foi insuficiente para chegar ao empate
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

O Estádio da Luz voltou a acordar e manifestou o seu apoio à sua equipa, que precisava deste mesmo apoio para alcançar o empate na partida. Contudo, estava complicado porque o Leizpig voltava a estar muito bem defensivamente depois daquele erro que deu o golo encarnado. E acabou por ser mesmo impossível de chegar ao tão desejado empate.

O Benfica entra com uma derrota na Liga dos Campeões e com uma imagem algo pobre dada durante maior parte do jogo. Já o Leipzig é líder do grupo G com três pontos depois de beneficiar do empate entre os outros dois emblemas que fecham o grupo e de vencer em Lisboa. Bruno Lage vai ter que rever bem este jogo frente aos alemães, pois vai ter que repensar muita coisa…

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

SL Benfica – Vlachodimos (GR), Tomás Tavares, Rúben Dias, Ferro, Grimaldo, Fejsa, Taarabt, Pizzi (Rafa, 76′), Cervi (Seferovic, 76′), Jota (David Tavares, 67′) e RDT

RB Leipzig – Péter Gulácsi (GR), Willi Orban, Ibrahima Konaté, Nordi Mukiele, Konrad Laimer (Amadou Haidara, 39’), Marcel Sabitzer, Emil Forsberg (Christopher Nkunku, 88′), Diego Demme, Marcel Halstenberg (Lukas Klostermann, 83′), Yussuf Poulsen e Timo Werner

BVB Dortmund 0-0 FC Barcelona: Só faltaram os golos

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Foi com um jogo de grande qualidade que Barcelona e Dortmund presentearam os adeptos na jornada inaugural da Liga dos Campeões 2019/2020. Num repleto Signal Iduna Park, foi o Dortmund a equipa que esteve mais tempo por cima e que fez por merecer a vitória, pelo que o empate até é lisonjeiro para um Barcelona ainda refém de Messi.

Os minutos iniciais foram de estudo mútuo, mas sempre em ritmo acelerado. O Dortmund cedo se mostrou corajoso e nada receoso dos catalães, que demonstravam dificuldades no último terço do terreno. A primeira grande oportunidade surgiu aos 24 minutos, quando Reus permitiu a defesa a Ter Stegen, num duelo que se repetiu várias vezes, sempre com o mesmo desfecho. Poucos minutos depois, foi Hummels quem ameaçou as redes catalãs, com um cabeceamento venenoso.

Hummels esteve intransponível na defesa
Fonte: BVB Dortmund

O intervalo chegava com o nulo no marcador, fruto de alguma incapacidade das equipas no momento da decisão. O desacerto ofensivo continuou no segundo tempo e Suaréz foi o primeiro a desperdiçar, permitindo a defesa de Burki. Aos 57 minutos, viria a surgir a grande oportunidade do jogo, pois Nélson Semedo travou de forma faltosa Jadon Sancho na grande área. Penalti claro e perfeitamente evitável do português. Só que, na conversão, mais um duelo entre Marco Reus e Ter Stegen a cair para o lado do guardião, que se esticou e fez uma enorme estirada. O Dortmund, de resto, já não marca de penalti na Liga dos Campeões há 6 anos.

Valverde reagiu de imediato e esgotou as substituições ainda antes da hora de jogo, com as entradas de Rakitic e Messi para os lugares de Busquets e Fati, que assinou uma estreia positiva na Champions aos 16 anos. Ainda assim, continuou a ser a equipa alemã a estar por cima do jogo e cada vez mais perto do golo. Aos 71, Paco Alcácer permitiu nova defesa a Ter Stegen que, 5 minutos depois, estava batido mas viu a barra impedir o golo ao recém-entrado Julian Brandt. O guardião germânico não ficaria por aqui e levou novamente a melhor face ao perdulário Marco Reus, que por duas vezes não conseguiu desfeitear o compatriota.

Já no último minuto dos descontos apareceu Messi, em estreia na nova época, mas também ele não viria a ter sucesso, tendo visto o seu remate embater em Delaney. O apito final surgiria logo a seguir, com um nulo no marcador bastante penalizador para os amarelos.

O Borussia foi quase sempre superior e teve muitas chances de golo, mas Ter Stegen, a barra e a falta de pontaria dos avançados não permitiram festejos. Individualmente, destaque para o intransponível Hummels na defesa e para o supersónico Jadon Sancho. 

Onzes iniciais e substituições:

BVB Dortmund: Burki, Guerreiro, Akanji, Hummels, Hakimi, Witsel, Delaney, Reus, Thorgan Hazard (Brandt 73’), Sancho e Paco Alcácer (Brunn Larsen 87’).

FC Barcelona: Ter Stegen, Alba (Sergi Roberto 40’), Lenglet, Piqué, Semedo, Busquets (Rakitic 60’), Frenkie de Jong, Arthur, Ansu Fati (Messi 59’), Griezmann e Suaréz.

A caminho do Estádio da Luz – RB Leipzig empata FC Bayern de Munique

O Sport Lisboa e Benfica estreia-se na UEFA Champions League 2019-20 com a recepção ao actual líder do campeonato alemão – RB Leipzig. Após três vitórias manteve a liderança da Bundesliga ao alcançar um empate a uma bola no passado sábado frente ao FC Bayern de Munique no Red Bull Arena.

Nestes primeiros jogos do campeonato alemão a equipa de Julian Nagelsmann tem variado entre o 3-5-2 e o 4-4-2, tendo mesmo utilizado os dois sistemas neste jogo frente ao campeão alemão.

Na baliza actuou um dos alvos do SL Benfica no último Mercado de Transferências – Péter Gulácsi.

À frente deste 3 homens  – Mukiele, Konaté e o capitão Órban.

Na ala direita actuou o Klostermann e na ala esquerda o Halstenberg.

Na base do meio-campo jogou o austríaco Konrad Laimer apoiado pelos mais criativos Forsberg e Marcel Sabitzer.

O ataque ficou entregue ao gigante dinamarquês Poulsen e claro está ao craque da equipa Timo Werner.

O jogo começou mal para o RB Leipzig com um golo de Lewandowski logo no terceiro minuto.

Toda a primeira-parte foi muito inofensiva e desinspirada por parte dos homens de Nagelsmann que praticamente só criaram perigo no penalti que beneficiaram já no último minuto do primeiro tempo. Com o sistema de 3 centrais a não funcionar a equipa da casa regressou do intervalo com uma substituição e alteração táctica.

A saída de Klostermann para a entrada do médio Diego Demme, permitiu uma aproximação de um 4-4-2 mais clássico com o jovem Mukiele a assumir a lateral direita. Neste novo sistema o Leipzig transfigurou-se e disputou verdadeiramente o jogo com o FC Bayern de Munique nos segundos 45 minutos. O reforço do meio-campo permitiu que a equipa conseguisse pressionar mais alto, ganhar a bola em zonas mais ofensivas e causar maiores desequilíbrios na defensiva Bávara.

O sistema de três centrais do Leipzig é aconselhável num embate com uma equipa que se apresente com dois pontas de lança – como é o caso do SL Benfica – de forma a criar vantagem numérica naquela zona do terreno.

Timo Werner é a estrela da equipa mas o forte do conjunto alemão é o seu jogo colectivo 
Fonte: RB Leipzig

Contudo, o futebol e as dinâmicas da equipa de Bruno Lage não giram em torno dos dois avançados mas sim nos desequilíbrios que os extremos e médios podem causar pelo centro do terreno no espaço entre o meio-campo e a grande área adversária. Daí me parecer mais limitativo à qualidade do SL Benfica um reforço no meio-campo do que um reforço no centro da defesa.

O 3-5-2 do RB Leipzig terá as suas vantagens mas irá permitir à equipa de Bruno Lage superiorizar-se no meio-campo e libertar a criatividade tanto de Pizzi como de Rafa. Já o 4-4-2 poderá trazer um diferente equilíbrio ao meio-campo, menos espaço para os criativos da Luz e ainda uma capacidade de pressão a qual este SL Benfica ainda me parece demasiado verde para suster.

Já foi avançada a possibilidade de o Sport Lisboa e Benfica abdicar da dupla ofensiva jogando com o criativo marroquino nas costas no avançado. Esta opção aparenta ser a mais indicada para este jogo de Liga dos Campeões. Não só inutilizaria o sistema de 3 centriais alemão como ainda traria maior capacidade à equipa de lidar com o alternativa 4-4-2.

O RB Leipzig é uma equipa de qualidade mas a formar ainda uma identidade. Composta por vários jogadores fortes e também por vários jogadores rápidos. É capaz de de lançar ataques rápidos em cada momento e tem uma boa organização para pressionar alto eficazmente. O ás da equipa é sem dúvida o alemão Timo Werner mas o forte do conjunto alemão é o seu jogo colectivo principalmente sem bola.

 

Foto de Capa: RB Leipzig

Revisto por: Jorge Neves

Golos, expulsões, sono e sonhos

E eis que voltou o futebol doméstico, após uma (quase) interminável pausa de 15 dias.

Em Setúbal, o Vitória FC conseguiu chegar ao golo após uma seca de mais de 360 minutos. E um golinho foi suficiente para mostrar que Sá Pinto anda cada vez com menos pinta, estando a equipa minhota num incrível 16.º lugar. Mesmo já tendo ido a Alvalade e recebido o Benfica, o pecúlio é bastante pobre. E não é que o homem se calhar não chega mesmo ao Natal?

O FC Famalicão já joga como um ‘grande’. Faz quatro golos e depois decide dormitar um pouco, chegando mesmo a sonhar. Acorda com o apito final e nem os dois golos do Paços de Ferreira retiram a equipa recém promovida duma incrível liderança isolada. Podem continuar a sonhar… mas não durante os jogos.

Por falar em dormir, quem também jogou devagarinho, parecendo até que estava adormecido, foi o actual campeão nacional. No entanto, ainda assim, foi suficiente para vencer o Gil Vicente FC por 2-0. E quem não dorme é aquele menino búlgaro da equipa de Vítor Oliveira. Que pinta e que classe tem este Kraev.

Quem não dormiu foi o Vitória SC que “aviou” o CD Aves com cinco golos, provando que os vimaranenses têm equipa para resultados que há muito não se viam por aquelas bandas. Para além disso, terão contribuído para Inácio voltar ao lugar onde tão bem parece: nos comentários desportivos de um qualquer programa de televisão. Já não deve faltar muito.

No Domingo, o CD Tondela mostrou como se pode ser eficaz e perspicaz: venceu em Vila do Conde por 4-2 e deu-nos a conhecer um senhor avançado de seu nome Denilson que parece ser uma mais valia para o nosso Campeonato. Carvalhal sentiu na pele o que é ser Keizer e viu Natxo ser o Carvalhal de Alvalade.

E lá continua, no topo da classificação, o surpreendente FC Famalicão
Fonte: Liga Portugal

O Belenenes SAD que também não havia ainda marcado, foi à Madeira vencer por 1-3 o CS Marítimo. Palmas para o novo treinador do clube: é chegar e ganhar. Quanto a Nuno Manta Santos, a manta parece ser curta e ou se cuida ou vai contribuir para o recorde mundial de treinadores despedidos antes do final do ano.

Nos Açores, a equipa de João Henriques mantém a qualidade defensiva do ano passado, e isso é mais que suficiente para averbar muitos pontos, sobretudo em São Miguel. E o Moreirense FC foi incapaz de sair dos Açores com outro resultado que não o 2-0.

O FC Porto foi até Portimão. 75 minutos após o início do jogo estava a vencer por 0-2 e o resultado só pecava por escasso. No entanto, a partir daí, foi a loucura: golo dos da casa e logo depois o empate dos homens de Portimão. Jackson falha isolado, Marlos Moreno segue isolado. Fora de jogo? Afinal não. Alex Telles expulso pela falta sobre o avançado. Descontos e mais descontos. Porto com 10 e golo de Marcano no último segundo dos 98 minutos! Grande festa e grande susto portista.

A jornada encerrou no Bessa onde o ‘novo’ Sporting tentava a estreia vitoriosa de Leonel Pontes. Deu empate, num jogo não muito bem jogado. Bruno Fernandes foi expulso e com ele surgiram palavras dos responsáveis leoninos de que o médio sportinguista foi alvo de imensas faltas e o árbitro nada fez para o evitar. Parece-me que para além dessas faltas, o que faz mesmo falta ao médio português é um relvado inglês todas as semanas, e uma equipa que esteja em maior sintonia com a sua qualidade. Afinal deve pesar andar há mais de um ano com a equipa leonina às costas.

Foto de Capa: Liga Portugal

Revisto por: Jorge Neves

 

Bessa Futebol Clube: o novo emblema da Invicta

Através de um comunicado publicado na página oficial do Boavista FC, os “axadrezados” anunciaram a criação de um novo clube que já entra em competição na presente temporada.

O acordo entre a SAD e o clube visa um “crescimento a médio/longo prazo” e passará, essencialmente, pela capacidade de reter produtos da formação das “panteras”, o que não se verificou no passado.

Como se lê no comunicado, o clube da cidade do Porto celebrou vários protocolos com outros emblemas e essa foi a razão que levou à dispersão de verbas aquando das transferências milionárias destes atletas para outros clubes.

Os casos mais conhecidos dos axadrezados são os de Bruno Fernandes e André Gomes, atletas que saltaram entre clubes até à afirmação. O médio leonino dividiu a sua formação entre ADR Pasteleira e Boavista FC, até que se mudou para Novara para representar o emblema local.

O caso do médio portuense é semelhante, tendo dividido a sua formação entre FC Porto, Boavista FC, ADR Pasteleira e, finalmente, SL Benfica. O Bessa FC vem acabar com este “carrossel de formação” e garante o talento das “panteras” junto do emblema principal.

Os dois médios internacionais portugueses serviram de exemplo para a nova medida dos axadrezados
Fonte: Sporting CP / Everton FC

Além do talento ao dispor do plantel principal, o Boavista FC assegura, no caso de uma futura transferência avultada, a verba relativa ao mecanismo de solidariedade da UEFA por ser o clube formador.

Ora, quer seja com o produto da formação a render no plantel principal, quer seja a receber os dividendos económicos de uma transferência, esta é uma “win-win situation” para as “panteras” da Invicta e devia ser levada com atenção pelos demais emblemas; para repetir, se correr bem, para melhorar se o resultado não for o desejado.

O Bessa FC vai competir na 2ª Divisão Distrital da Associação de Futebol do Porto com duas equipas destinadas aos atletas sub-15 e sub-17.

Foto de Capa: Boavista FC

Revisto por: Jorge Neves