Para recordarmos a última final ganha pelo FC Porto na Taça de Portugal, temos de voltar aos tempos de ouro, à época 2010/2011 liderada por André Vilas Boas numa época em que os azuis e brancos conquistaram também a Liga da Europa e o Campeonato Nacional.
Depois disso, passaram-se cinco épocas em que os dragões chegaram apenas por uma vez à final em 2015/2016 que culminou com uma derrota frente ao SC Braga. Pela falta de eficácia nesta prova nos últimos anos, elaborámos a lista das principais derrotas na prova rainha dos azuis e brancos ao longo dos últimos anos.
5 equipas que eliminaram o FC Porto na Taça de Portugal nos últimos anos
Na tour asiática, foram os Homens de Leste que sorriram mais
A Final do Masters 1000 de Xangai ditou, no passado domingo, o fim da tour asiática que levou quase todos os melhores tenistas do mundo a competir em solo Chinês e Japonês durante quatro semanas. Entre os que viajaram até terras orientais contaram-se nomes como Roger Federer, Novak Djokovic, Andy Murray, Juan Martin Del Potro e o português João Sousa, sendo que a grande ausência foi mesmo a do líder do ranking mundial Rafael Nadal, que recupera de lesão em Maiorca.
Se os torneios que se disputam na primeira das quatro semanas passam um pouco despercebidos – não só para o público estrangeiro como para os locais, a avaliar pelos estádios constantemente vazios quer em Chengdu como em Shenzhen – o único motivo de destaque relativo a esta semana só pode mesmo ir para o desempenho de João Sousa que reencontrou o seu bom nível e alcançou as meias-finais em Chengdu, depois de três vitórias conseguidas “a ferros” frente a Tim Smyczek, Vasek Pospisil e Malek Jaziri, sempre em três sets, perdendo apenas para aquele que viria a ser o campeão do torneio chinês, o australiano Bernard Tomic – que parece que voltou a desfrutar de jogar ténis, e nas últimas semanas tem vindo a registar um progresso bastante interessante.
Na segunda semana da tour pela Ásia, os atletas distribuíram-se entre Pequim e Tóquio, cidades onde se disputaram dois torneios Masters 500 em simultâneo.


Fonte: China Open
Em Pequim, Juan Martin del Potro e Alexander Zverev partiam como grandes favoritos ao título apesar das presenças de Dimitrov, Coric ou Fognini (que havia disputado a Final em Chengdu, frente a Tomic). No entanto, quem surpreendeu tudo e todos e merece o destaque desta semana foi o 34.º classificado da hierarquia mundial, o georgiano Nikoloz Basilashvili, que aos 26 anos de idade atravessa (de longe) o seu melhor período enquanto tenista profissional.
Depois de passar por Jack Sock em três partidas no encontro inaugural, o georgiano não cedeu mais nenhum set em todos os quatro jogos que teve pela frente, derrotando Fernando Verdasco, Malek Jaziri, Kyle Edmund e por fim o gigante de Tandil Del Potro assegurando assim o seu segundo título na carreira, ambos em 2018 (o Masters 500 de Hamburgo também foi vencido por Basilashvili). No Japão, Daniil Medvedev foi o responsável por lançar um grande balde de água fria sobre as expectativas dos fãs nipónicos que, ao verem o seu compatriota Kei Nishikori chegar a mais uma final, sonharam com o tri do japonês ao repetir a façanha de 2012 e 2014. Porém, o jovem russo de apenas 22 anos revelou que está muito próximo do seu pico de forma e levou o troféu, somando-o aos outros dois que já conta na sua coleção, alcançados este ano em Sidney e em Winston-Salem.
Olheiro BnR – Wanderson Galeno
O futebol português é rico em jovens jogadores estrangeiros que rumam ao nosso país em tenra idade em busca de novas oportunidades, sendo que algumas dessas oportunidades são nos escalões inferiores.
Um desses casos é o de Wanderson Galeno. Aos 18 anos, o jogador brasileiro rumaria ao nosso país para ingressar na equipa B do FC Porto. Chegado ao então actual campeão da Segunda Liga, apesar do campeonato menos conseguido da equipa B azul e branca em termos colectivos, o extremo brasileiro foi uma das principais figuras ao marcar 13 golos em 40 jogos, tendo conquistado ainda a Premier League Internacional Cup U23.
Na época 2017/2018 começou a integrar o plantel principal azul e branco, tendo disputado quatro jogos e marcando um golo na Taça de Portugal ao Lusitano GC. Mas actuaria sobretudo pela equipa B, com cinco golos em 18 jogos, até que em Janeiro teria a sua primeira oportunidade na Primeira Liga ao serviço do Portimonense SC, realizando sete jogos.
Esta época, o avançado brasileiro prossegue a sua carreira na Primeira Liga, sendo emprestado ao Rio Ave FC, sendo actualmente a figura de proa de uma equipa na qual ainda pairam algumas dúvidas. O camisola 90 do emblema vila-condense tem actualmente quatro jogos e duas assistências em nove jogos.


Fonte: Rio Ave FC
Wanderson Galeno é um extremo que pode jogar tanto na ala direita como na esquerda, sendo bastando habilidoso na condução de bola, causando muitos desequilíbrios. Tanto gosta de centrar para o coração da área, como gosta de flectir para zonas interiores procurando situações de finalização.
Quanto ao futuro, se Galeno continuar a sobressair desta forma no emblema vila-condense, terá sérias hipóteses de integrar o plantel azul e branco na próxima época. Outro factor a ter em conta é que Brahimi está em final de contrato e de momento, não existem indícios de renovação, tendo em conta as limitações financeiras do actual campeão nacional. Esse factor pode jogar muito a seu favor quanto a uma possibilidade de vir a afirmar-se de Dragão ao peito.
Foto de Capa: Rio Ave FC
Espanha 2-3 Inglaterra: Eficácia extrema dita derrota da equipa mais forte
A Inglaterra foi rainha em Espanha e, com apenas três remates enquadrados com a baliza de De Gea, marcou três golos.
A equipa espanhola entrou mandona no jogo e, logo aos 5 minutos, Marcos Alonso na sequência de um pontapé de canto, viu o guarda-redes da equipa dos três leões negar-lhe o golo no remate ao canto inferior esquerdo da baliza de Jordan Pickford. Apesar do domínio inicial,foi a Inglaterra a abrir as hostilidades, aos 16 minutos, por intermedio de Raheem Sterling com um remate soberbo a entrar no canto superior esquerdo da baliza de David De Gea.
Aos 30 minutos de jogo, a equipa Inglesa volta a contrariar a maior iniciativa atacante de “nuestros hermanos” e volta a marcar desta vez por intermédio de Marcus Rashford. O jovem pupilo de José Mourinho no Manchester United aproveitou o espaço entre o central e o lateral e atira para golo a passe de Harry Kane. Cerca de 8 minutos depois o placard viria a mexer novamente e de novo a favorecer a equipa Inglesa. Aos 38 minutos Raheem Sterling, servido numa bandeja de prata por Harry Kane, faz o mais fácil e encosta para o terceiro para completar uma primeira parte surpreendente no Benito Villamarin.
O início da segunda-parte viu novamente a seleção Espanhola a entrar mais forte e a correr atrás do prejuízo. Aos 58 minutos na sequência de um pontapé de canto o acabado de entrar Paco Alcácer ataca o primeiro poste e, livre de marcação, cabeceia para o fundo das redes da baliza de Jordan Pickford. Um golo de belo efeito do atacante espanhol.
O jogo viria a sofrer depois um período atribulado com várias interrupções provocadas pelas lesões de Sergio Ramos e Harry Kane (que viriam a regressar prontamente ao terreno de jogo) e mais tarde pela lesão de Harry Maguire que viria a regressar também à partida. Só aos 90 minutos viríamos a ter outra ocasião flagrante no jogo para a seleção espanhola que viu um remate de Marcos Alonso embater no poste. Aos 90+7 Sergio Ramos viria a rematar para o fundo das redes e a fechar o placard num 2-3 que parece absurdo se olharmos para as estatísticas do jogo.
Uma vez mais conseguimos perceber que a posse de bola não dita vitórias e as estatísticas não dão pontos.Um domínio completo por parte da seleção espanhola foi insuficiente para a prestigiada Inglaterra que apesar de tanto sofrimento conseguiu somar três pontos preciosos na Liga das nações.
Onzes Iniciais:
Espanha: De Gea; Marcos Alonso; Jonny Castro; Nacho; Sergio Ramos; Thiago Alcantara; Busquets; Saúl (Paco Alcácer 56’); Aspas(Ceballos 57’); Rodrigo(Morata 72’) e Asensio.
Inglaterra: Pickford; Trippier(Alexander-Arnold 85’); Maguire; Gomez; Chilwell; Barkley(Walker 75’); Dier; Winks(Chalobah 90’); Sterling; Rashford e Kane.
Portugal (2-3) Espanha: Furação Leslie empata final e decisão do campeão europeu


A Espanha entrou bem e logo nos primeiros instantes da partida, fez uso da sua maior velocidade para criar muito perigo junto da baliza portuguesa. No entanto, foi a equipa quem mais perto ficou de inaugurar o marcador. Contudo, Laura Vicente contou, inicialmente, com a ajuda do poste esquerdo e pouco depois, realizou uma bela parada com a luva esquerda. A resposta lusa prosseguia e volvidos alguns instantes, Ana Catarina Ferreira enrolou o esférico ao ferro. No seguimento do lance, Sara González acabou por fazer falta para cartão azul sobre Marlene Sousa. Com uma excelente chance para abrir o ativo, a própria Marlene Sousa acabou por permitir a defesa da guarda-redes espanhola.
Em situação de porwerplay, a seleção portuguesa não deixou escapar a oportunidade e Marlene Sousa, a passe de Ana Catarina Ferra, fez o 1-0.
A perder, a Espanha, seleção tetracampeã da europa, foi à procura de restabelecer a igualdade, tentando baralhar as jogadoras lusas, que tentavam defender de qualquer maneira, com várias trocas posicionais. Quando a bola passava, Maria Celeste Viera dava conta do recado.
Já com menos de dez minutos para a pausa, a Espanha beneficiou de uma grande penalidade, em virtude de uma infração de Inês Vieira. Natasha Lee, chamada à marcação, acabou por stickar ao lado.
Com o passar dos minutos o domínio espanhol foi-se acentuando, remetendo Portugal a defender e a procurar sair rápido para os contra-ataques. Situação que “obrigava” Maria Celeste Vieira a brilhar.
A cerca de quatro minutos para o intervalo, Marta González arrancou para uma iniciativa individual e com uma stickada à meia volta, perto da entrada da área portuguesa, restabeleceu a igualdade. Pouco depois, Portugal dispôs de uma situação de contra-ataque de três para dois, mas Laura Vicente, com uma grande intervenção, impediu o golo de Sofia Moncóvio.
Terminada a primeira metade, o marcador indicava um empate a 1-1 entre Portugal e Espanha. Resultado injusto pela quantidade de oportunidades de golo que a “La Roja” tinha conseguido construir, mas justificada pela enorme exibição de Maria Celeste Vieira. A seleção portuguesa, apesar de grande parte do tempo ter sido empurrada para junto da sua baliza, ainda conseguiu ter alguns minutos de bom hóquei e causar vários calafrios à defensiva de “nuestras hermanas”.


Fonte: Catarina Maria
Logo nos primeiros momentos do segundo tempo aconteceu o inevitável. Segundos depois de mais uma excelente defesa de Maria Celeste Vieira, Berta Busquets, no interior da área lusa, encostou para o 2-1. A reviravolta estava, finalmente, completa. Para piorar, ainda mais, a situação, passado pouco tempo surgiu a 10ª falta de Portugal. Maria Diez foi a jogadora escolhida para a marcação do livre-direto, mas não conseguiu bater a guardiã portuguesa.
Em desvantagem, Portugal tentava contrariar o domínio espanhol. Algo nada fácil de conseguir e que condicionava imenso a capacidade de construir chances de golo que, por muitas vezes, tiveram de ser “substituídas~2 por stickadas de meia distância. Assim, não é de estranhar que, por volta da marca dos trinta e sete minutos, Renata Balonas, precisamente de meia distância, tenha feito o 2-2. No entanto, apesar de anulada a diferença, o empate não chegava para seleção portuguesa vencer o europeu, pois, o goal average era favorável à Espanha.
O golo equilibrou o jogo, fazendo com que Portugal conseguisse ter mais bola e capacidade para construir jogadas de finalização. No entanto, com a partida mais aberta, a Espanha acabou por beneficiar de um erro na defensiva portuguesa e chegar ao 3-2, por intermédio de Sara González.
Novamente em vantagem, a “La Roja” conseguiu subir as suas linhas e recuperar algum do domínio perdido. Todavia, Portugal, a perder e a jogar em casa, não atirou a toalha ao chão e procurava chegar o mais rápido possível à baliza espanhola, marcar e ficar a um tento do título.


Fonte: WSEurope Rink Hockey
A menos de três minutos do fim, o furação Leslie decidiu fazer uma aparição no jogo de todas as decisões do campeonato europeu de hóquei em patins, tendo provocado uma falha na luz de pista. Falha essa que levou a partida a estar interrompida cerca de trinta minutos.
Por volta das 23h15, foi realizada uma tentativa de retomar a final. Contudo, cerca de um minuto depois ocorreu o pior. Para além de uma falha geral de eletricidade, que cortou a emissão de streaming, algumas partes do tecto do pavilhão da Mealhada cederam e acabaram por cair na pista e causar algum pânico. Felizmente, não houve qualquer ferido e todos os presentes do pavilhão, rapidamente, foram colocados em segurança. Inicialmente, o jogo acabou por ser suspenso e adiado para domingo. Mais tarde, através de um press release enviado aos órgãos de comunicação social, a World Skate Europe Rink Hockey anunciou que a designação do campeão da europa feminino havia sido suspensa e que mais informações seriam dadas no domingo.
Infelizmente, o hóquei em patins ainda não dispõe do mesmo orçamento que o futebol, por exemplo, por isso, na manhã de domingo, soube-se que várias das seleções e dirigentes da WSE-RH já tinham regressado a casa. Uma delas foi, precisamente, a Espanha que, por volta das 11h00 portuguesas, já tinha chegado à Catalunha.


Fonte: RFEPatinaje
Com o domingo a passar e sem que a WSE-RH tornasse pública qualquer tipo de decisão, começaram a surgir alguns rumores acerca do que poderia vir a ocorrer. Visto não haver nenhum regulamento concreto para a situação, a questão poderia ser abordada, de algum modo, no capítulo 5 do livro das regras do jogo da World Skate, que foi revisto pela última vez no dia 1 de setembro, que fala sobre a “Não comparência ou abandono do jogo”.
No ponto cinco está indicado que, quando existe uma impossibilidade temporária ou permanente do uso do rinque, os árbitros devem aguardar 15 minutos. Se não houver possibilidade de retomar a partida existem, ainda, outras opções. No ponto 5.1 pode ler-se que, se o motivo for de “força maior”, como por exemplo “água no rinque” ou “falha elétrica”, o jogo será disputado noutro rinque. Havendo 90 minutos para que a mudança de local se realize. Pessoalmente, por ter jogado no pavilhão do Mealhada, sei que, pelo menos antigamente, existia um segundo rinque, mas que deve ser usado, sobretudo, para realizar o período de aquecimento. Será que esse rinque, caso existissem condições para tal, não poderia ter sido utilizado como uma solução de recurso?
Não havendo possibilidade de prosseguir com a partida, tal como aconteceu, a dupla de arbitragem composta por Massimiliano Carmazzi e Julien Thibault deveria ter informado as duas seleções que o resto do jogo não se iria disputar, o que não parece ter acontecido. Como é óbvio, esta opção prejudicaria Portugal, mas parecia o mais provável de ocorrer. O que faria com que federação espanhola recebesse as medalhas e respetiva taça de um histórico penta pelo correio e não das mães de um dirigente da World Skate.
Após mais de um dia de espera de qualquer informação oficial, na tarde de segunda-feira, a World Skate Europe Rink Hockey divulgou uma press release com a decisão tomada. Só será atribuído o título de campeão da europa de hóquei em patins feminino de 2018 se for jogado o tempo em falta, um minuto e quarenta e cinco segundos, no pavilhão do Mealhada. Com a decisão conhecida, restava saber quais seriam as posições de ambas as federações. No domingo, Carmelo Paniagua, presidente da Real Federación Española de Patinaje, disse que seria problemático ter que voltar a Portugal para terminar o jogo. Isto, porque seria necessário gastar dinheiro que não estava previsto, saber se as jogadoras estariam disponíveis no dia para qual fosse marcada a partida e adiar encontros da OK Liga, que começa já no próximo fim-de-semana. Contudo, acabou por ser a RFEP a primeira organização a responder à decisão da WSE-RH. Através de um comunicado no seu site oficial, a RFEP afirmava que aceitava a deliberação, pois, está disposta a vencer os títulos dentro de pista. Horas mais tarde, foi a vez da Federação de Patinagem de Portugal responder positivamente à decisão da WSE-RH, reiterando a vontade de jogar o minuto e quarenta e cinco segundos em falta.
Assim, os próximos dias serão decisivos para a atribuição da designação de campeão da europa de 2018, pois, caso a FPP e a RFEP não cheguem a acordo sobre uma data para a realização do tempo de jogo em falta, não haverá nenhum vencedor do europeu disputado na Mealhada.
Foto de Capa: World Skate Europe RinkHockey
O fim-de-semana Verde e Branco: Andebol termina ciclo intenso com vitória moralizadora!


Andebol | Semana de resultados distintos para os Bicampeões Nacionais: na Quarta-Feira a formação orientada por Hugo Canela sofreu uma surpreendente derrota diante do ADA Maia/ISMAI por 26-25, falhando assim a ascensão à liderança isolada do Campeonato Nacional; Sábado a turma de Alvalade respondeu ao desaire doméstico com uma importante vitória para as contas do apuramento do Grupo C da EHF Champions League ao vencer na Eslováquia o Tatran Presov por 27-30, estando neste momento em igualdade pontual (oito pontos) com os dinamarqueses do Bjerringbro-Silkeborg no topo do grupo. As competições de clubes sofrem agora uma paragem para compromissos das selecções, sendo que os próximos jogos da turma de Alvalade serão a 31 de Outubro diante do Madeira SAD e a 3 de Novembro frente ao Tatran Presov, ambos no Pavilhão João Rocha.
Basquetebol em Cadeira de Rodas | O Sporting CP perdeu a Supertaça diante da APD Braga, actual Campeão Nacional. Segue-se o início do Campeonato Nacional com os Leões a receberem a APD Leiria.
Futebol feminino | As Bicampeãs Nacionais venceram o GD Estoril por 3-0 na terceira jornada do Campeonato Nacional, com golos de Carolina Mendes (2) e Nevena Damjanovic. Segue-se a deslocação ao reduto do CS Marítimo, agendada para 21 de Outubro, Domingo, pelas 16 horas.
Futsal feminino | As Leoas de Carlos Reis venceram o CR Golpilheira por 0-2 na terceira jornada da primeira fase do Campeonato Nacional, com golos de Cátia Morgado e Débora Venâncio. A turma de Alvalade prepara agora a recepção ao GD Valverde.
Futsal masculino | Os Tricampeões Nacionais perderam os primeiros pontos no Campeonato Nacional ao empatar 2-2 na recepção ao CRC Quinta dos Lombos a contar para a quinta jornada da prova. Pelo Sporting CP marcaram Dieguinho e Pany Varela, enquanto que Hugo Eduardo fez os dois tentos dos forasteiros. Segue-se nova recepção, agora ao CD Burinhosa pelas 20h30 de 16 de Outubro, Terça-Feira, no Pavilhão João Rocha.
Hóquei em Patins | Os Campeões Nacionais empataram diante do SL Benfica 3-3 no arranque do Campeonato Nacional. A formação da Luz esteve na frente do marcador por 0-2 e 2-3, mas os Leões conseguiram anular as desvantagens com golos de Caio e Pedro Gil (2). Segue-se a jornada inaugural da Liga Europeia com o Sporting CP a receber os italianos do HC Forte dei Marmi pelas 15 horas de 20 de Outubro, Sábado, no Pavilhão João Rocha.


Fonte: Sporting CP
Ténis de Mesa feminino | As Leoas perderam por 3-0 diante dos austríacos do Linz AG Froschberg na primeira jornada da European Champions League. Segue-se a estreia no Campeonato Nacional com a jornada dupla nos Açores diante do GDCP Madalena e do GD Toledos nos dias 20 e 21 de Outubro, respectivamente.
Ténis de Mesa masculino | Os Tricampeões Nacionais conseguiram alcançar a primeira vitória na Table Tennis Champions League aquando da recepção aos checos do TTC Ostrava. A turma de Alvalade venceu por 3-2 na segunda jornada da prova, com Aruna Quadri, Bode Abiodun e Diogo Carvalho a conseguirem assegurar mais dois pontos na principal prova europeia de clubes. O próximo desafio dos comandados de Chen Shi Chao é para a mesma prova, diante dos franceses do AS Pontoise Cergy, pelas 19 horas de 26 de Outubro, Sexta-Feira, no Pavilhão João Rocha.
Voleibol feminino | Semana agridoce para as comandadas de Rui Pedro Costa. Na jornada dupla do fim-de-semana as Leoas averbaram resultados distintos: Sábado derrota diante do GC Santo Tirso por 2-3 (28-26; 25-19; 26-28; 29-31; 10-15) e Domingo vitória ante o SC Espinho por 3-1 (19-25; 25-16; 25-18; 25-17). Na próxima jornada a turma de Alvalade joga pela primeira vez fora de portas, defrontando o FC Infesta no dia 21 de Outubro, Domingo, pelas 17 horas no Pavilhão da Escola Maria Manuela Sá, em São Mamede de Infesta.
Voleibol masculino | Jornada dupla triunfante para os Campeões Nacionais. Sábado a formação orientada por Hugo Silva venceu o Castêlo da Maia por 0-3 (17-25; 20-25; 20-25) e no Domingo o Famalicense AC por 3-0 (25-22; 25-17; 25-13). Segue-se a recepção ao rival SL Benfica, agendada para 20 de Outubro, Sábado, pelas 18 horas no Pavilhão João Rocha.
Foto de capa: Sporting CP
artigo revisto por: Ana Ferreira
Os eleitos da Primeira Liga


Ora, se é certo que o selecionador nacional tem uma missão difícil pela frente (o nível dos jogadores portugueses é cada vez mais elevado), a verdade é que a qualidade daqueles que atuam no nosso campeonato também suscita dúvidas num exercício semelhante.
Assim, o Bola na Rede tentou elaborar aquilo que seria a convocatória de uma seleção cujas opções disponíveis fossem todos os jogadores da Primeira Liga. Além disso, para que as dores de cabeça fossem as mesmas de um verdadeiro selecionador, foram contabilizados não só os momentos de forma de todos os “selecionáveis”, bem como eventuais lesões.
Por entre as folhas caídas, Pinot conquistou a imortalidade
Conhecida como a Clássica das Folhas Caídas pela sua posição no calendário, a Il Lombardia fez jus à sua fama e as beiras das estradas do último Monumento da temporada encheram-se desses remanescentes dourados do verão agora já terminado.
Por entre elas, Thibaut Pinot confirmou o seu bom final de época com uma vitória que o vê finalmente entrar para o grupo dos grandes do ciclismo, ao conquistar apenas o segundo monumento do milénio para os franceses, a juntar ao triunfo do seu colega de equipa Arnaud Demare na outra grande clássica italiana, Milano – San Remo, em 2016.
Uma das belezas da Il Lombardia é o seu percurso ser alterado de ano para ano, com as dificuldades a aparecerem a momentos diferentes consoante a edição. Desta feita, o histórico e duríssimo Muro di Sormano surgiu ainda longe da meta, a cerca de 50 quilómetros para o final.
Foi aí que Primoz Roglic concluiu um belo trabalho da sua equipa com um potente ataque. A resposta veio pelo veterano Franco Pellizotti, que manteve o esloveno a uma curta distância até bem perto do fim da subida, quando o seu colega de equipa Vincenzo Nibali desferiu a sua resposta, levando consigo Pinot e estes dois chegariam isolados ao topo.
As descidas veriam Roglic e depois Egan Bernal chegarem-se ao grupo da frente. Roglic seria o primeiro a descolar e, pouco depois, os dois que restavam também não aguentaram um belo ataque de Pinot, que seguiu isolado para a meta. Nibali, o vencedor do ano passado, aguentaria para o segundo posto, enquanto um pequeno grupo decidiu o último lugar do podium, que ficou para Dylan Teuns.
Como habitual, foi uma linda maratona ciclística para concluir a temporada europeia. O espetáculo abundou, bem como os candidatos a salvar a época. Mas, no final, foi Thibaut Pinot a mostrar o quão bem se dá com os ares transalpinos (três das suas cinco vitórias do ano foram em Itália) e fechar com chave de ouro uma temporada em cujos altos superaram bastante os baixos.
Foto de Capa: Il Lombardia







