O Tour de France 2018, a mais importante prova velocipédica mundial, está aí à porta e o Bola na Rede vai analisar todas as equipas presentes individualmente, apontando as suas forças e fraquezas para tentar brilhar em terras gaulesas.
Nesta segunda parte, o destaque principal é o tridente da Movistar, mas também a candidatura à Geral de Richie Porte e da BMC e a velocidade da Dimension Data de Mark Cavendish. Olhamos ainda para a Cofidis, a Astana e a Direct Energie.
Parte 1 (Lotto-Soudal, Team LottoNL-Jumbo, BORA-hansgrohe, Groupama-FDJ, Mitchelton-Scott, AG2R La Mondiale)
Parte 3 (Trek-Segafredo, EF Education First, Team Katusha-Alpecin, Wanty-Groupe Gobert, Team Sunweb)
O verão está aí e com ele veio mais uma ronda de negócios na NBA, com vários jogadores a trocarem de equipa. O maior negócio era, claramente, a ida de LeBron James para o Oeste para representar os Lakers. Isto era até os Warriors (sim, aquela equipa que ganhou o campeonato com um 4-0 nas finais) decidir juntar um dos melhores jogadores livres por uma ninharia. Porque claramente precisavam…
A sexta ronda do Campeonato de Portugal de Ralis levou os carros até Castelo Branco. Juntamente com o CPR, esta prova organizada pela Escuderia Castelo Branco também juntou o pelotão da Peugeot Rally Ibérica, competição que viu a sua primeira ronda em asfalto.
Tal como na ronda anterior, a meteorologia teve um papel extremamente importante neste rali. Chovia, secava e depois chovia. Pilotos e equipas levavam pneus de chuva, o piso estava seco, peso molhado, pneus de piso seco. Uma autêntica lotaria.
Armindo Araújo e Luís Ramalho chegavam na liderança do campeonato após vitória na ronda anterior. Novidades neste rali foi a inclusão do Citroen C3 R5 de José Pedro Fontes que teve a sua estreia em asfalto no território português. No antigo carro de José Pedro Fontes estava o espanhol Pepe López. O espanhol, para quem não sabe, é um produto da Peugeot Rally Academy, acostumado ao carro “rival” da PSA, o Peugeot 208 T16 R5. Este rali foi o seu primeiro do ano e foi o primeiro numa máquina diferente na sua carreira, apesar do Citroen DS3 R5 ser semelhante ao Peugeot 208 T16 R5. João Barros voltava ao CPR com o seu Ford Fiesta R5 e desta vez era navegado por António Costa, que na ronda anterior tinha pilotado um Peugeot 208 R2.
Pepe López pilotou pela primeira vez o Citroen DS3 R5 e deu-se muito bem com o “irmão” do Peugeot 208 T16 R5, ao qual está mais habituado Fonte: Escuderia Castelo Branco
No primeiro dia de rali o destaque vai para o espanhol Pepe López. Habituado a competições como o FIA ERC, este liderou o rali até à super-especial citadina no centro de Castelo Branco, onde um erro de percurso fez com que a penalização, que no meu ver continua a ser dura e a FPAK deveria rever este regulamento, fosse de 3m e que este caísse para 16º na geral.
Neste primeiro dia, onde a chuva marcou presença em alguns troços, viu João Barros continuar com um ritmo muito elevado, conseguindo até ganhar a super-especial. Ricardo Teodósio e José Pedro Fontes também mostraram grande ritmo, numa luta que perdurou até à última classificativa. Assim, o primeiro dia terminava com José Pedro Fontes a liderar, Ricardo Teodósio na segunda posição e João Barros num surpreendente terceiro lugar. Armindo Araújo, que tinha falhado na escolha de pneus no início do rali, encontrava-se na quarta posição, enquanto o seu adversário mais próxima no campeonato, Miguel Barbosa, encontrava-se na quinta posição, após um dia mau, que culminou com um pião na super-especial. Pedro Meireles era sexta e não parecia estar muito confiante com o carro.
José Pedro Fontes mostrou a competitividade do novo modelo da marca francesa. O Citroen C3 R5 portou-se muito bem em asfalto Fonte: Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting
Segundo e último dia do rali de Castelo Branco viu os pilotos correrem em seis classificativas. Mais uma vez, o piloto espanhol Pepe López voltou a dominar, lutando com José Pedro Fontes pela vitória em cada classificativa. Assim, o espanhol conseguiu acabar o rali em sétimo da geral. No CPR, a luta aquecia entre José Pedro Fontes e Ricardo Teodósio (Skoda Fabia R5). Os pilotos chegaram à última classificativa separados apenas por 3.8s.
Mais uma semana, mais um resumo. Destaque integral para o Futsal masculino que alcançou o Tricampeonato Nacional ao vencer o SL Benfica no desempate por grandes penalidades em duas ocasiões: primeiramente no jogo quatro, “resgatando” as decisões da final da Liga SportZone para o Pavilhão João Rocha, onde caiu o pano sobre uma época de pleno para o Palácio das Modalidades do Sporting Clube de Portugal, palco da conquista dos Campeonatos Nacionais de Voleibol, Andebol, Hóquei em Patins e Futsal masculino:
Carambola | Os Leões perderam a final da Taça de Portugal diante do FC Porto por 2-0.
Futebol de Praia masculino | A turma verde e branca venceu o Varzim SC por 10-5 na segunda jornada da primeira fase da Divisão de Elite, liderando assim a tabela classificativa da prova, com seis pontos somados.
Futebol de Praia masculino vence e lidera primeira fase Fonte: Sporting Fans – Modalidades
Futsal masculino | Tricampeões Nacionais! Os comandados de Nuno Dias deram a volta à final com duas vitórias no desempate por grandes penalidades nos jogos quatro (SL Benfica 5-5 Sporting CP; 0-2 após g.p) e cinco (Sporting CP 3-3 SL Benfica; 2-0 após g.p), revalidando assim o ceptro da maior competição nacional da modalidade!
Apesar das inúmeras baixas e contrariedades que se foram colocando à frente dos Leões, os mesmos nunca viraram a cara à luta, revertendo uma desvantagem de 1-2 em jogos da final, o que lhes permitiu revalidar o título nacional pela terceira vez consecutiva, repetindo assim o feito alcançado na década de noventa, com as conquistas de 1992/1993, 1993/1994 e 1994/1995! O Sporting CP reforça assim o estatuto de recordista do Campeonato Nacional com quinze edições conquistadas, mais oito que o rival SL Benfica.
Terminada que está a temporada das “modalidades de Pavilhão”, o Sporting Clube de Portugal arrecada assim os Campeonatos Nacionais de Andebol, Futsal, Hóquei em Patins e Voleibol, um pleno do Pavilhão João Rocha!
O Otkrytie Arena foi neste final de tarde palco do último jogo dos oitavos-de-final do Mundial da Rússia. Um dos jogos mais esperados desta fase dado o elevado equilíbrio entre as duas seleções. Houve algumas notas de destaque nos XI iniciais de ambos os lados, com José Pekérmen a não poder contar com James Rodríguez por lesão e, do outro lado, Gareth Southgate a promover várias alterações fruto da rotação no último jogo, acabando por repetir o XI inicial da primeira jornada.
A Inglaterra desde cedo foi predominante no capítulo da posse de bola e assumiu de forma clara o controlo do jogo, contrastando com os colombianos que tentaram apostar sobretudo num jogo menos pausado.
Na primeira parte, os ingleses dispuseram de duas oportunidades: um cabeceamento de Harry Kane por cima da barra e um livre direto de Trippier que levou algum perigo á baliza de Ospina. Os cafeteros chegaram pela primeira vez à baliza britânica já em período de compensação, mas sem qualquer tipo de ameaça pois Quintero atirou com pouca força e Pickford defendeu tranquilamente.
Foi um primeiro tempo ficou caracterizado pelo facto de as duas equipas não quererem correr qualquer tipo de riscos e prenderem o jogo na zona centrocampista, justificando assim o nulo ao intervalo.
As equipas regressaram dos balneários e ansiava-se por mudanças, contudo tal não se verificou e confirmou-se que hoje não se assistiria a grande espetáculo de futebol. A verdade é que faltava apurar uma seleção para a próxima fase, por isso teria de haver golos e mais tarde ou mais cedo o jogo teria de abrir.
O primeiro momento de real interesse ocorreu à passagem do minuto 55, quando Carlos Sánchez carrega Kane na área e comete grande penalidade. Foi mesmo o avançado do Tottenham que se encarregou de converter devidamente a falta e inaugurou o marcador, lançando a Inglaterra para a vantagem.
A ação de Sánchez indiciou o que estaria para vir: o jogo tomou, sobretudo por influência colombiana, um caminho escusado e tornou-se numa batalha campal com várias faltas e quezílias, que motivaram protestos de parte a parte e inclusivamente algumas confusões entre jogadores. Futebolisticamente falando, esta tendência teve graves consequências pois perdeu-se bastante tempo de jogo e o ritmo era constantemente cortado por estes incidentes, tendo sido então impossível haver oportunidades de perigo durante largos minutos.
Apesar de tudo, o relógio corria a favor da Inglaterra, portanto cabia aos colombianos terminar com o excesso de agressividade e ir à procura do golo que relançasse o jogo. Assim foi, a Colômbia assumiu as rédeas do jogo nos últimos 10 minutos e, primeiramente, Cuadrado ameaçou com um remate fortíssimo após perda de bola de Walker em zona proibida; o cerco colombiano ia apertando e já com três dos cinco minutos de compensação esgotados, Mateus Uribe “estoira” de muito longe, para uma grande defesa de Pickford, protagonizando o melhor momento da partida! Este lance originou um canto e na sua cobrança a Colômbia chega ao tão desejado empate, por intermédio do gigante Yerry Mina, que marcou pelo terceiro jogo consecutivo e deixou bem patente o seu poderio no jogo aéreo.
O salto impressionante de Mina que levou o jogo para prolongamento Fonte: FIFA
A Colômbia nunca deixou de acreditar e conseguiu mesmo chegar à igualdade. Do outro lado, a Inglaterra foi recuando com o passar do tempo, sofrendo um duro golpe nos instantes finais.
As seleções apresentaram-se muito desgastadas e sem ideias no prolongamento, e assistiu-se a uns primeiros 15 minutos sem qualquer história. Na segunda parte, o ritmo aumentou, as equipas tentaram evitar as grandes penalidades e foi a Inglaterra quem mais perigo causou. Aos 112 minutos, Danny Rose surgiu dentro da área e esteve muito perto de fazer o golo, mas Ospina correspondeu com uma bela defesa. Passados 120 minutos de futebol, a igualdade mantinha-se e a decisão passava pela linha de 11 metros!
Conversão das grandes penalidades, primeiro a Colômbia e depois a Inglaterra:
Falcao marcou; Kane marcou; Cuadrado marcou; Rashford marcou; Muriel marcou; Henderson falhou; Uribe falhou; Trippier marcou; Baca falhou e Dier marcou o golo da vitória.
Não foi propriamente um grande espetáculo de futebol e nem é possível discutir justiça no resultado, mas o que é certo é que 12 anos depois, a Inglaterra volta a atingir os quartos-de-final e supera o fantasma dos penaltys. Termina o sonho na Rússia para os colombianos, já os ingleses seguem para a próxima fase e defrontarão a Suécia.
Num jogo ainda a contar para os oitavos-de-final do mundial, a Suécia e a Suíça defrontaram-se esta tarde, numa luta pelo apuramento à próxima fase. O vencedor deste duelo, a Suécia, irá medir forças com o vencedor do jogo entre Colômbia e Inglaterra nos quartos-de-final.
Duas equipas com um estilo de jogo semelhante, com um futebol cauteloso e que gostam de dar a iniciativa ao seu adversário. Ambas as seleções têm sido agradáveis surpresas neste mundial até agora. Restava saber qual delas ia levar a melhor e carimbar a presença na próxima fase.
A partida começa com uma Suíça desconfortável perante a impetuosidade do jogo Sueco. Principalmente a meio-campo, com os seus médios a cair no portador da bola, obrigando os suíços a optar por um jogo mais lateral onde não foram, de todo, eficazes.
Pudemos ver uma Suíça a tremer na sua missão defensiva, o que não é habitual. E, por sua vez, uma Suécia muito dinâmica nesta mesma tarefa que, de certa forma, asfixiou por completo o seu adversário.
A verdade é que a Suíça mal conseguiu fazer chegar a bola ao seu ponta-de-lança e, deste modo, não conseguiu também criar quase nenhumas situações de perigo.
A Suíça procurou profundidade através de Shaqiri, mas sem grande sucesso Fonte: FIFA
Foi um jogo de mais posse de bola por parte da Suíça, mas de mais perigo por parte da Suécia – equipa protagonista das principais ocasiões de perigo.
A dimensão física sobrepôs-se à magia e pouco brilho se viu durante toda a partida. Ainda que os minutos finais a Suíça tenha subido de rendimento, tentando chegar ao golo do empate, os Suecos foram uns justos vencedores pelo grande comprometimento que todo o seu coletivo mostrou dentro das quatro linhas. De facto, irrepreensíveis ao nível da atitude e do empenho!
Foi a 18 de abril de 1990 que se deu a célebre “mão de Vata” e hoje falamos sobre o seu protagonista como um dos perdidos no tempo.
O jogador angolano deu o salto de Angola para Portugal em 1983, para representar o Águeda, seguindo-se o Varzim por quatro temporadas. Em 1988, o Benfica contratou o avançado para fazer parte do seu plantel.
Na época de estreia, Vata foi melhor marcador da Primeira Liga, apesar de ter marcado apenas 16 golos na principal divisão portuguesa. Ergueu o troféu de campeão português, pelo clube da Luz, e chegou à final da Taça de Portugal que foi ganha pelo CF Os Belenenses.
Apesar do bom ano de estreia, a grande marca que deixou no futebol dos encarnados, foi o episódio com que iniciámos este texto. Na época 1989/90, o Benfica enfrentava o Olympique Marseille na meia final da Taça dos Campeões Europeus. Na outra meia final, Milan e Bayern de Munique discutiam a outra vaga na final. Ambas as eliminatórias, curiosamente, terminaram com o mesmo resultado: 2-2. O Milan garantiu o bilhete para a final de Viena, e o Benfica acabou por conseguir fazer o mesmo. Na primeira mão, o Benfica perdeu, em Marselha, por 2-1. Apesar da derrota, tudo permanecia em aberto, devido à vantagem mínima e ao golo marcado fora.
Na segunda mão, na Luz, a partida entrava nos últimos 10 minutos empatado sem golos, significando que o Marselha ia discutir a final frente aos italianos. Aos 81, houve canto para o Benfica. Bola parada batida por Valdo, desvio de Magnusson a fazer a bola cair no coração da área onde estava Vata a desviar para o interior da baliza francesa e a apurar os encarnados para mais uma final europeia. Houve contestação junto do árbitro, mas de nada serviu. O Benfica acabou mesmo por passar, embora viesse a perder por 1-0 na final.
O destaque da carreira de Vata foi nesta meia final frente ao Marselha Fonte: A Minha Chama
O curioso deste lance é que, vendo as repetições, o que parece é que os franceses tinham razões para contestar o golo validado. A bola embateu na mão do jogador do Benfica e entrou na baliza. Este lance ficou conhecido como a ‘Mão de Vata’, embora o mesmo, após 25 anos, afirme com segurança de que não jogou a bola com a mão.
Depois disso, Vata fez uma temporada discreta no Benfica, com apenas 3 golos, saindo para o Estrela da Amadora na temporada seguinte. Seguiu-se o Torreense e o Floriana, da Malta, ambos por uma época. Finalmente representou a equipa indonésia, Gelora Dewata até terminar a carreira.
Não era um jogador extraordinário, mas sim um avançado competente. Foi melhor marcador da Primeira Liga Portuguesa e campeão pelo Benfica, por isso ficará para sempre nos livros de história. Porém, será o caricato lance que fará sempre lembrar o dono da mão de Vata.
O Tour de France 2018, a mais importante prova velocipédica mundial, está aí à porta e o Bola na Rede vai analisar todas as equipas presentes individualmente, apontando as suas forças e fraquezas para tentar brilhar em terras gaulesas.
Nesta primeira parte, a BORA-hansgrohe de Peter Sagan e a AG2R La Mondiale de Romain Bardet são os grandes destaques, mas olhamos também para a Lotto Soudal, a Team LottoNL – Jumbo, a Mitchelton-Scott e a Groupama-FDJ.
Parte 2 (Dimension Data, Cofidis, Movistar Team, Direct Energie, Astana, BMC)
Parte 3 (Trek-Segafredo, EF Education First, Team Katusha-Alpecin, Wanty-Groupe Gobert, Team Sunweb)
Lamentamos serem apenas dez. Muita coisa ficou de fora, mas ainda bem que a qualidade foi tão elevada que nos obrigou a fazer escolhas. Trazemos dez acontecimentos que marcaram este fim-de-semana no Atletismo. Das nossas medalhas ao espectáculo de Samba (sim, falamos de Atletismo), bons momentos não faltaram! Se passaram o fim-de-semana demasiado focados no futebol, depois de ler isto, com certeza que se irão arrepender!
Apesar de jogar num dos maiores clubes da Europa do futebol, Yerry Mina não começou este Campeonato do Mundo como titular na Colômbia. O defesa central do Barcelona só se estreou no segundo jogo dos colombianos e abriu o marcador para a primeira vitória dos cafeteros na Rússia.
Com isso e algum receio em falhar, o conjunto de José Pekerman correspondeu a todas as previsões e antevisõs e chegou aos oitavos de final. A história dos colombianos na competição começou a ser escrita com uma derrota no primeiro jogo frente a uma das sensações do torneio, o Japão, por 2-1. Todavia, com Yerry Mina alguma coisa mudou e para melhor, apesar de uma época de estreia atípica no futebol europeu.
Yerry Mina dá golos e também dança. O jogador já ensinou a coreografia aos seus seguidores nas redes sociais Fonte: FIFA
A seleção colombiana tem quatro golos marcados e um sofrido nesta fase de grupos. Yerry Mina marcou metade, dois, em apenas dois jogos, ajudando assim os colombianos a apuraram-se pela terceira vez aos oitavos de final desta competição (1990, 2014 e 2018), sendo as últimas duas qualificações alcançadas consecutivamente. Também depois da derrota da Colômbia no jogo de estreia, esta seleção não sofreu mais golos. Mas agora, nos oitavos, vem aí a Inglaterra para um duelo que será um real teste a ambas as seleções.
Yerry Mina saltou do banco para a titularidade na seleção colombiana no segundo e terceiro jogo da fase de grupos do Mundial diante da Polónia, uma das deceções da competição. Fez ‘sentar’ o veterano Óscar Murillo, de 30 anos, que joga nos mexicanos do Pachuca, e faz dupla com Davinson Sanchéz, do Tottenham.
Este Campeonato do Mundo tem sido o das bolas paradas, no ar, e os 1,93m de Yerry Mina agradecem, seja assistido por James Rodríguez ou Juan Cuadrado. Desta forma também marcou o golo da vitória e solitário frente ao Senegal.
Mas não fica por aí, até porque os centrais não se podem fazer primordialmente de golos. Se a Colômbia não sofreu mais golos desde que Yerry Mina foi lançado, algo melhorou.