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Jogo Limpo: Analise à 31ª jornada da Primeira Liga

Estamos perto, bem perto do final da Liga nesta temporada 2017/2018. O FC Porto parece embalado para o título e ainda falta o grande derby de Lisboa que terá uma palavra importante a dizer sobre a luta pela Liga dos Campeões. No que toca à arbitragem não se pode dizer que esta tenha sido uma semana muito difícil, fiquei desiludido com a arbitragem de Hugo Miguel no Estoril – Benfica pelo seu fraco critério disciplinar, mas acho que esteve bem nos lances capitais a decidir assim como o VAR. Mas como em todas as jornadas há casos e esta não foi exceção, todos os casos estão aqui analisados.

FC Paços Ferreira – CF Belenenses

Alegado penalty por assinalar a favor do Paços, aos 90 minutos:

Decisão incorreta: Duas mãos no mesmo lance, e que confusão de lance. Manuel Mota esteve muito mal ao não fazer nada neste lance porque na minha opinião a primeira mão não é , porque o jogador do Belenenses toca a bola sem intenção e como um infortúnio e na sequência deste lance sofre falta, pisado pelo jogador do Paços de Ferreira, o árbitro nada assinala, a bola segue e em seguida outra mãe, desta vez deveria ter sido assinalada a grande penalidade porque o defesa do Belenenses aumenta a volumetria do seu corpo e com o movimento que faz tenta claramente cortar a bola, duas infrações não assinaladas num lance só, incrível.

Os 10 melhores ciclistas das Clássicas 2018

Acabou-se um dos mais bonitos momentos do ano: a temporada das Clássicas. Durante o início da Primavera, os ciclistas enfrentam as mais duras provas de um dia, com muito paralelo, estradas estreitas e rampas inclinadas pelo caminho, que, regra geral, nunca fica abaixo dos 200 quilómetros. Em 2018, um equipa dominou em grande parte estas competições, os belgas da Quick-Step Floors, e este ranking dos 10 melhores reflete em muito essa situação.  

ATP Masters 1000: Rafael Nadal ganha o seu 11.º título em Monte Carlo

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Rafael Nadal ganhou este fim-de-semana em Monte Carlo por uma inacreditável 11.ª vez (nos últimos 14 anos), o que constitui um recorde de títulos num mesmo torneio ATP, que pode no entanto ser igualado já esta semana por… Rafael Nadal em Barcelona e também em Roland Garros. 

A semana foi um autêntico passeio para o maiorquino, que lembrou a todos por que é o incontestável rei da terra batida, não perdendo mais de cinco jogos em nenhum dos encontros que disputou (Khachanov, Dimitrov e Nishikori todos ganharam-lhe cinco jogos), dominando com a sua direita e obrigando o adversário sempre a bater mais uma bola. Foi o início de que quase todos esperam que será outra temporada de terra batida dominadora de Nadal.

O japonês esteve ao seu melhor nível desde o regresso
Fonte: Rolex Monte-Carlo Masters

Dito isto, a grande história do torneio – uma vez que Nadal vencer em terra batida se tornou tão previsível com os anos – foi a excelente campanha de Kei Nishikori, que conseguiu o seu primeiro grande resultado depois de regressar ao circuito após longa ausência em 2017 e início de 2018. O japonês não esteve propriamente no seu melhor, mas exibiu grandes melhorias comparado com o que se tinha visto até agora e levou de vencidos Berdych, Cilic e Zverev, sempre em encontros muito disputados a três sets. Não conseguiu oferecer oposição a Nadal na final, mas saúda-se ainda assim o seu regresso às fases avançadas dos grandes torneio, com a esperança de que continue a fazer progressos.

A temporada de terra batida continua esta semana com o ATP 500 em Barcelona, onde o inevitável Rafael Nadal procurará conquistar o seu 11.º título em sua casa, e Novak Djokovic continuará a tentar regressar ao seu melhor nível. Os dois estão em rota de colisão nos quartos-de-final, e desta vez parece mais provável que se enfrentem do que em Monte Carlo, onde Thiem o impediu derrotando Djokovic.

Foto de Capa: We Are Tennis by BNP Paribas

Lombos ou C.U.S, uma será campeã

Temos finalistas na Liga Feminina de Basquetebol. Clube União Sportiva e Quinta dos Lombos provaram ser as equipas mais fortes e vão se defrontar por mais um título, este o mais importante do panorama nacional. 

Esta temporada já aconteceram cinco jogos entre estas duas equipas, com três vitórias para a equipa açoriana e duas para a equipa de Carcavelos, o que prova o muito equilíbrio existente. Sendo que a equipa dos Lombos já venceu dois troféus este ano – Supertaça e a Taça da Federação – o último precisamente contra a equipa açoriana, que de resto esteve nas três finais que podia – Taça Vítor Hugo, Taça da Federação e Taça de Portugal – mas ainda não ganhou nenhuma.

Para chegar à final o Sportiva venceu sem dificuldades o Vitória Sport Clube e depois com mais algumas dificuldades o CAB Madeira, em dois bons jogos. Já os Lombos bateram o Boa Viagem e o surpreendente Benfica, que chegou às meias de finais com mérito e que deu luta à Quinta dos Lombos, apesar de não ter ganho nenhum dos jogos.

Serão dois ou três jogos muito intensos

Fonte: Federação Portuguesa de Basquetebol

O primeiro jogo da final é já no próximo fim de semana, mas ainda não tem data marcada. Os Lombos recebem em casa o União Sportiva num jogo muito importante para as aspirações de serem campeãs nacionais, título que foge desde a temporada 2013/14. Os dois restantes jogos serão a 5 e 6 de maio nos Açores, o que dá uma ligeira vantagem ao União Sportiva. Como curiosidade ambas as equipas já foram campeãs duas vezes e a equipa que se sagrar campeã vai passar a ser a segunda equipa com mais títulos, apenas atrás do CAB Madeira com cinco títulos.

Na minha opinião a campeã desta temporada será o União Sportiva, com cada equipa a vencer os seus jogos em casa, no entanto, serão dois ou três jogos muito equilibrados e do melhor que se pratica em Portugal, e jogos dignos de uma final. O facto das açorianas terem falhado em três finais não deve pesar, mas não deixa de ser um fator psicológico a favor dos Lombos. Seja quem for campeão será um justo campeão.

Foto de Capa: Federação Portuguesa Basquetebol

Dupla vitória coloca leões em vantagem na final do Campeonato de Voleibol

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Vai prevalecendo o factor casa na final da Divisão de Elite de Voleibol.

Há uma semana atrás, em jogo disputado no Pavilhão da Luz, o Benfica venceu o Sporting CP por esclarecedores 3-0, com parciais de 25-21, 25-23 e 25-18. Nesse encontro os encarnados nunca pareceram sentir muitas dificuldades em bater o adversário, tendo o encontro sempre controlado.

Este fim-de-semana, disputava-se uma jornada dupla, desta feita no pavilhão João Rocha e no encontro de Sábado, a história repetiu-se, mas com alteração dos protagonistas. A jogar em casa, os leões responderam bem ao resultado da semana anterior e foram eles a comandar as operações. Quase sempre na frente do marcador, o Sporting venceu o encontro por 3-0, com parciais de 25-19, 25-20 e 25-21.

No Domingo, novamente no Pavilhão João Rocha, assistiu-se aquele que, até ao momento, foi o jogo mais equilibrado desta final.

O Sporting colocou-se na frente ao vencer o primeiro set por 25-20, mas uma boa resposta do Benfica (24-26) colocou o jogo 1-1. Viria a ser o Sporting a adiantar-se novamente no marcador ao vencer o terceiro set por 25-19, mas novamente o Benfica iria empatar a partida (18-25). O jogo foi assim para a negra, onde persistiu a incerteza do resultado até ao último ponto, tendo a vitória sorrido aos leões, com o quinto e último set a encerrar-se com os parciais de 15-13.

Num jogo muito equilibrado, o Sporting CP acabou por levar a melhor na negra
Fonte: SL Benfica

Com esta dupla vitória em casa, o Sporting coloca-se na frente nesta final e está apenas a uma vitória de conquistar o título logo em ano de regresso à modalidade. O Benfica, ainda campeão em título, tentará a todo o custo manter esta predominância do factor casa no próximo Sábado, dia em que recebe o Sporting no pavilhão da Luz e assim manter viva a esperança de revalidar o título conquistado nas últimas épocas. Em caso de vitória dos encarnados no próximo jogo, será disputado um quinto e último jogo no pavilhão João Rocha no próximo dia um de Maio.

Também nesta Divisão de Elite, nova vitória do Sp. Espinho sobre o Castêlo da Maia (3-1), que depois da vitória da semana anterior, garante ao Sp. Espinho o terceiro lugar na classificação, ficando o Castêlo da Maia com o quarto posto.

Na agora apelidada de I Divisão (apuramento do quinto ao oitavo lugar), como expectável, a Fonte do Bastardo fez valer o seu favoritismo, batendo em dois jogos consecutivos o Sp. Caldas. Desta forma, a Fonte do Bastardo acaba o campeonato no quinto lugar, e a equipa das Caldas da Rainha no sexto. Na disputa pelo sétimo e oitavo lugar, levou a melhor o Leixões que, com duas vitórias consecutivas frente ao Académico de Espinho, conseguiu carimbar o sétimo posto na tabela classificativa.

Mais abaixo na classificação encontravam-se Clube K, Esmoriz, Vitória de Guimarães, São Mamede e VC Viana que, numa fase de grupos onde todos jogaram contra todos a duas voltas, lutavam para se manter no principal escalão do voleibol português na próxima época.

O Vitória de Guimarães acabou por ficar em último lugar nesta fase de grupos, com apenas três pontos conquistados, sabendo desde já que ficou despromovido. Com nove pontos conquistados, o VC Viana adiou a questão para um play-off de Manutenção.

Esmoriz, Clube K e São Mamede, por esta ordem, ocuparam respectivamente os nono, décimo e 11.º posto.

Numa fase em que quase tudo está decidido nas competições oficiais do voleibol português, falta mesmo o mais importante. Ser apurado o campeão nacional.

Foto de Capa: SL Benfica

FC Porto 5-1 Vitória FC: Cada vez mais perto do título

Casa cheia no Dragão e sem grandes surpresas no onze portista, o FC Porto começou desde cedo a mostrar que ia mandar no jogo, superiorizando-se em praticamente todos os momentos dos 90 minutos.

Com o título cada vez mais perto, a equipa portista inaugurou o marcador logo à passagem do minuto 6 através de Moussa Marega após um cabeceamento de Tiquinho Soares defendido pelo guarda-redes Cristiano. Marcano viria a aumentar a vantagem ao minuto 12 depois de um canto cobrado por Alex Telles, aumentando assim o número de golos marcados esta época de pontapé de canto. À entrada para o minuto 15, Brahimi ampliou para 3-0 a vantagem dos azuis e brancos e ditou como praticamente certa as aspirações da equipa do Bonfim em conseguir pontuar no Estádio do Dragão.

Com os Dragões sempre por cima durante todo o jogo, o Vitoria de Setúbal conseguiu ainda reduzir à entrada da meia hora para 3-1 através de João Amaral. Com o final da primeira parte, o FC Porto foi para o balneário com uma vantagem de 4-1, após mais um golo de Jesús Corona.

A equipa azul e branca entrou forte no jogo
Fonte: FC Porto

Com o início da segunda parte, os azuis e brancos limitaram-se a gerir o resultado e serem mais uma vez superiores em relação ao adversário, vencendo o jogo por 5-1, com o quinto golo a ser marcado por Alex Telles de livre direto.

Um jogo controlado desde o primeiro ao último minuto que vem a consolidar ainda mais as aspirações dos dragões rumo à conquista do campeonato nacional.

Foto de Capa: FC Porto

Os 5 pilares do título do Manchester City FC

Os cinco pilares do Manchester City campeão

Desde janeiro que já era praticamente um facto consumado, mas foi no domingo passado que se confirmou: o Manchester City é campeão da Premier League, pela quinta vez na sua história. Uma época dominante, como há muito não se via em Terras de Nossa Majestade, em que os jogadores de Guardiola, salvo um percalço ou outro, raramente pareceram ameaçados na liderança do campeonato.

Hoje refletimos sobre os cinco elementos determinantes para esta caminhada vitoriosa: a quem devem os citizens o seu primeiro título de campeões nacionais desde 2014?

Wolverhampton FC: O sonho construído sobre base portuguesa

Nuno Espirito Santo, após uma época onde falhou a conquista de títulos ao serviço do Futebol Clube do Porto, decidiu aventurar-se no Championship Inglês, aquela que é considerada por muitos a liga mais competitiva da Europa, ao serviço do Wolverhampton. Aquilo que podia ter sido tido em conta como um passo atrás, devido à mudança de um grande clube português para um clube de segunda liga, aparenta ter sido sim uma rampa de lançamento aproveitada pelo português, para na próxima época se poder estrear na melhor liga da Europa, a Premier League.

A equipa de Nuno esteve praticamente toda a época na liderança, tendo desde cedo garantido uma vantagem pontual confortável, que já lhe permitiu, a algumas jornadas do fim do campeonato, garantir a subida direta ao principal escalão. Agora falta ainda lutar pelo objetivo de vencer o título, que dificilmente deixará de alcançar. Nesta jornada vitoriosa, além do técnico, vários jogadores (sete!) fizeram parte do plantel e deram o seu contributo para a construção de um caminho notável em direção à Premier League. Falemos, então, sobre alguns deles.

Rúben Neves

Fonte: Wolverhampton Wanderers FC

O médio que Nuno Espírito Santo trouxe consigo do Porto tem sido a principal figura da equipa dos lobos, estando até nomeado para o prémio de melhor jogador do Championship. O ex-Porto assumiu-se como o maestro da equipa, e tem passeado classe pelos relvados ingleses, onde os adeptos do seu clube até já cantam que “é melhor do que Zidane”. A sua qualidade técnica, os seus passes de morte e os belíssimos golos que tem marcado colocam-no já como alvo de clubes de maior nomeada. É portanto mais um exemplo puro de um passo dado atrás para posteriormente dar dois à frente. Seja ao serviço da atual equipa, ou de um clube de maior patamar, o certo é que na próxima temporada terá a chance de mostrar toda a sua qualidade nos maiores palcos da Europa, alcançando um patamar tão elevado quando tem apenas 21 anos de idade.

Liga dos Campeões: Kiev é longe, mas todos querem lá chegar

O tempo voa mesmo e já estamos quase a assistir a outra final da Liga dos Campeões! Até lá ainda há futebol do melhor que há, com as meias finais a determinar os dois conjuntos que irão batalhar em Kiev.

 

Real Madrid e Bayern é sempre uma final. Duas equipas da elite mais elevada que temos. A equipa espanhola ficou entalada na garganta dos bávaros, estes que questionaram a forma como o Real seguiu em frente. A expulsão de Vidal, decisões de arbitragem, frustrações, tudo reunido deu azo a queixas. Tais fatores parecem-me elevar ainda mais o cariz competitivo nas duas mãos em que estes dois clubes irão disputar.

Passado à parte, vejo, como é costume dizer, um Real Madrid feito para esta competição, a sua estrela maior está muito motivada para a conquista da mesma (ano após ano), e assinala as suas melhores exibições nestes palcos.

O Bayern é característicamente um favorito à conquista da competição. Prevejo que equilibre ainda mais a eliminatória do que a Juventus. Além disso, não acredito que admitam sofrer golos sem resposta, já que têm nível e aspirações que não o permitem. O Real dispensa apresentações, mas já deu para ver que caso Ramos e Varane não estejam aptos em simultâneo, terão sérias dificuldades em salvaguardar a baliza de Navas e o Bayern é perigo! Já que se prevê que serão duas partidas decididas no detalhe, os jogadores escolhidos para o embate terão uma clara missão para o jogo, um jogo entre duas equipas bastante ofensivas, onde têm dos melhores que a europa tem para finalizar.

 

Roma e Liverpool formam a meia final paralela. Eliminatória que podemos assemelhar a uma decisão terceiros e quartos, mas torna-se injusto rotulá-la assim… A Roma eliminou o Barcelona de forma surpreendente. Deu-se ao respeito e ameaça ignorar estatutos. O que mais admiro nesta equipa é o espírito que os jogadores transmitem em jogo, algo que pertence à própria essência da mística do clube romano. O Liverpool também dá muito relevo ao sentimento. Adeptos, a par dos da Roma, também muito apaixonados, que fazem prevalecer o melhor que este desporto nos traz.

Em campo, ambos os conjuntos sabem que estão numa posição que não estão habituados, e que por isso só sonham em vencer. Aparentemente, comentadores têm legitimidade em dizer que estes clubes chegaram às meias, e que tal já lhes retira a pressão, que já superaram as expetativas, que não têm nada a perder. Quanto aos seus treinadores, isto não é assim. De uma parte, referir que destronaram tais, porque não destronar outros? Equipas que no seu campeonato não estiveram na luta, mas que realizaram excelentes jogos, presentearam os adeptos com grande futebol. Não tiveram consistência. Aqui a consistência não existe, estamos numa fase de decisão, a motivação é altíssima, a ansiedade ainda maior.


Salah assumiu-se como um dos melhores, num clube com saudades de se assumir
Fonte: Liverpool FC

Real e Bayern respeitar-se-ão mutuamente em campo, e antevejo que na primeira mão, na Alemanha, o Real procure sempre o golo. O Bayern tratará de fechar a sua baliza, não deixar Ronaldo com espaço na área, e buscar a posse de bola. Jupp Heynckes dirá aos seus jogadores para guardar a bola e se possível guardar a decisão para Madrid. Já Zidane, penso que vai jogar para ganhar, pois vejo o Real a fazer isso em qualquer arena. Na Allianz, não será exceção.

 

O confronto entre a Roma e o Liverpool deixa água na boca. Acho que será o jogo mais aberto e renhido. A Roma, ao contrário do ano passado, não conta com Salah, e pior ainda é que terá de enfrentá-lo. Um jogador terrível para quem defende, inventa e pinta lances do mais imprevisível. Tem o dom de guardar e não deixar que a bola seja roubada, será uma das figuras. Mas isso não é novidade. Novidade é a Roma enfrentar uma equipa muito pressionante e ofensiva. O Barcelona é ofensivo, mas não é tão pressionante, não é tão intensa na recuperação da bola. Não digo que Liverpool seja superior ao Barcelona no cômputo geral da coisa, mas Klopp deve preocupar mais Eusebio Di Francesco do que vice versa.

Em apenas duas semanas saberemos quem chega à final, e as expectativas são grandes. De qualquer uma das quatro partes envolvidas… Antevê-se dois pares de jogos logo a abrir a semana do melhor que pode existir, se são fãs de futebol de alto nível e puderem assistir, façam-no… Isto só acontece uma vez por ano!

Foto de capa: UEFA

As 5 finais da Taça mais extraordinárias do século

A final da prova rainha portuguesa é um jogo que todos querem viver pelo menos uma vez na vida. Seja enquanto jogador, dirigente ou atleta. No caso dos três grandes, essa tarefa, apesar de difícil, tem sido recorrente, já que nos últimos tempos se verifica a presença de pelo menos um deles. E quando assim não é, é notícia e é sinónimo de surpresas. Este top conta sempre com um grande mas está carregado de surpresa, reviravoltas, golos e mais golos.