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Boavista FC 0-3 FC Porto: O fato-macaco assenta-lhes tão bem…

fc porto cabeçalhoDepois das demonstrações de força e personalidade em Vila do Conde, Braga e Alvalade (como referiu Sérgio Conceição), o FC Porto voltou a passar com distinção num dos campos mais difíceis. Apesar do desnível no resultado, o desenrolar da partida mostrou a dificuldade que só um dragão de fato macaco vestido conseguiu debelar. Com o precioso empurrão do mar azul, o FC Porto reassumiu a liderança isolada e enviou mais um sinal à concorrência. Aboubakar, Marega e Brahimi  marcaram os golos.

Depois das vitórias de Benfica e Sporting na véspera, só um triunfo interessava à turma de Sérgio Conceição, que encontrou no Boavista a personificação do seu trienador: aguerrido, agressivo e intenso. Jorge Simão optou por surpreender ao escolher o avançado Yusupha para o onze inicial e desde cedo a defensiva azul e branca se viu obrigada a um grande desdobramento para evitar males maiores para a baliza à guarda de José Sá.

Como manda a tradição, um dérbi da invicta deve jogar-se sempre a alta rotação e este, para além da intensidade que se esperava, acabou por se revelar também muito rasgadinho…à boa moda do Porto. Hugo Miguel, sem mãos a medir, foi distribuindo cartões amarelos pelos elementos das duas equipas, ficando a sensação de que poderia optar por um critério menos apertado num ou noutro lance. O espetáculo só teria a ganhar.

Perante a dificuldade portista em assentar o jogo, circular a bola com critério e criar oportunidades de real perigo para a baliza de Vagner, a Pantera foi destapando ‘a careca’ e chegou mesmo a ameaçar as redes de Sá, num lance em que só os reflexos do guardião portista evitaram um golo de antologia (de calcanhar) de Yusupha. O mais perto que o FC Porto ficou de marcar nos primeiros 45 minutos foi num lance em que Corona, a responder de primeira a um cruzamento largo de Alex Telles, atirou enrolado, com a bola a passar perto da trave.

Uma dupla que continua a ser sinónimo de golos Fonte: SPOX
Uma dupla que continua a ser sinónimo de golos
Fonte: SPOX

Para a segunda metade estava reservado o inevitável ascendente dos azuis e brancos, que começou a revelar-se logo nos primeiros instantes, quando Aboubakar abriu o ativo, servido por Brahimi que, ao segundo poste, adoçou a bola para o camaronês encostar. Estava feito o mais difícil, mas nem por isso o jogo ficou mais fácil. O Boavista não deixou de incomodar – e até mesmo encostar – o FC Porto, e mesmo as substituições de Jorge Simão (essencialmente com a entrada de Mateus) foram no sentido de procurar bem mais do que uma derrota pela margem mínima.

Os dragões, porém, queriam aplicar uma machadada no resultado e nas aspirações dos axadrezados, pelo que Herrera, vendo pelo retrovisor que Marega se encontrava isolado, serviu-lhe a bola de bandeja e este, no seu jeito muito peculiar, acabou por ampliar a vantagem. O jogo não terminaria sem que Brahimi, com um meio campo deserto pela frente para galgar, estabelecesse o 3-0 final e arrumado completamente com a questão dos três pontos. Estava escrita e contada a história de uma vitória difícil mas saborosa, exagerada mas justa.

Como jogou o Boavista FC:

Titulares – Vagner, Carraça, Rossi, Sparagna e Talocha; Idris, Fábio Espinho e David Simão; Renato Santos, Kuka e Yusupha.

Substituições – Mateus por Kuca aos 65’, Ruiz por Yusupha aos 75’ e Rochinha por Sparagna.

Suplentes não utilizados – Assis, Henrique, Gilson e Vítor Bruno

Golos –

Cartões – Amarelo a Rossi aos 31’, Carraça aos 40’,Yusupha aos 46’, Sparagna aos 51’, Idris aos 90’ e Mateus aos 93’.

Como jogou o FC Porto:

Titulares – José Sá, Ricardo, Felipe, Marcano e Alex Telles; Danilo, Herrera, Corona e Brahimi; Marega e Aboubakar.

Substituições – André André por Corona aos 70’, Maxi Pereira por Aboubakar aos 85’ e Reyes por Danilo aos 90’.

Suplentes não utilizados – Casillas, Óliver, Otávio e Galeno.

Golos – Aboubakar aos 50’,  Marega aos 80’ e Brahimi aos 85’.

Cartões – Amarelo a Herrera aos 23’, Marcano aos 43’, Aboubakar aos 51’, Corona aos 64’ e Danilo aos 90’.

 

 

CF “Os Belenenses” 3-0 Moreirense FC: Bolas paradas ditam o destino fatal do Moreirense

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Cabeçalho Futebol NacionalNum final de tarde de sol no Restelo, Belenenses e Moreirense encontraram-se com estados de alma diferentes. Os azuis do Restelo apesar de duas derrotas consecutivas, com uma eliminação da Taça de Portugal, conseguiram um bom arranque de campeonato e procuravam voltar às vitórias para chegar de novo à tranquilidade do meio da tabela. Já o conjunto de Manuel Machado está no fundo da tabela classificativa e necessitava urgente de pontos antes que o cenário ficasse mais negro

A jogar em casa foi o Belenenses a ter a iniciativa de jogo. Mais bola, mais pressa em chegar à área. Mas foi o Moreirense a ter a primeira oportunidade do encontro e que oportunidade!! Rafael Costa, com um remate à entrada da área, fez estremecer a barra da baliza de Muriel. O lance teve o condão de despertar a equipa de Manuel Machado que ficou com os sentidos apontados para a área do Belenenses. Sempre ao primeiro toque, a mostrar qualidade que não se adequa ao lugar que ocupam no campeonato. Mas como tem sido uma constante durante a temporada, a equipa joga bem mas acaba por sofrer golos. No Restelo foi igual. Quando a equipa minhota começava a impôr a sua forma de jogar, o Belenenses marcou. No primeiro pontapé de canto do encontro, aos 21 minutos, Bouba Saré inaugurou o marcador.

O golo afectou o Moreirense, que já não conseguiu jogar como tinha feito mas não despertou a equipa de Domingos Paciência. Um meio-campo sem ideias tornou o jogo num marasmo que durou até ao final da primeira parte. No final dos 45 minutos, O Belenenses ia para os balneários feliz porque aproveitou as oportunidades que o Moreirense, apesar da boa réplica, não conseguiu.

Na segunda parte o guião do filme foi o mesmo. O Moreirense entrou bem, com Zizo a falhar logo nos primeiros minutos e logo a seguir o Belenenses marcou, novamente de bola parada por Yebda. O Moreirense não baixou os braços e Manuel Machado arriscou tudo. A equipa cresceu e voltou a assustar o Belenenses, que nunca conseguiu controlar o jogo com tranquilidade necessária de quem estava a ganhar 2-0. Mas contra a corrente do jogo, quando os homens de Moreira de Cónegos encostavam o adversário na sua área, o Belenenses matou o encontro com um grande golo de Roni. Como referiu Manuel Machado ao Bola na Rede, no final do encontro, foi um desfecho injusto para o Moreirense, que mostrou muita qualidade para o resultado que obteve e o lugar que ocupa. A equipa tem qualidade, consegue praticar um bom futebo, tem jogadores interessantes mas esbarra sempre no infortuno de sofrer golos em momentos decisivos. Foi assim em Braga, foi assim no Restelo.

Personalidade BnR 2017: Nuno Manta Santos

Nuno Manta Santos é o vencedor do galardão de “Personalidade do Ano BnR”.

Depois de uma excelente temporada de estreia na Primeira Liga portuguesa, o treinador do CD Feirense tem realizado um trabalho de enorme qualidade ao serviço dos fogaceiros, levando a sua equipa a um patamar qualitativo bastante alto.

Este feito ainda se torna de maior relevância quando se compara orçamentos e capacidade financeira entre o clube de Santa Maria de Feira e outros emblemas no nosso principal campeonato e o próprio estilo de jogo positivo implementado em campo, procurando sempre jogar “bom futebol”.

Manta Santos é o primeiro vencedor do galardão do Bola na Rede, o qual confidenciou seguir e apreciar bastante, e é a prova que o futebol nacional continua a ser um autêntico viveiro para os treinadores portugueses.

Aquando da entrega do prémio, o técnico enfatizou o trabalho de todos os seus jogadores e equipa técnica, mostrando-se feliz com este reconhecimento do seu trabalho.

 

Académica OAF 4-1 FC Arouca: Espere-se o inesperado

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Cabeçalho Futebol Nacional

Pela sua anormalidade, o calor que se sentiu em Coimbra na tarde de sábado era cenário condizente com a situação classificativa de dois dos candidatos à subida que se encontravam antes deste jogo (abaixo da metade da tabela). Ou seja, era de esperar… o inesperado.

Assim aconteceu. Se a tendência era para a Académica não levar de vencido o Arouca no seu estádio (cinco jogos, cinco empates e duas derrotas nas grandes penalidades), essa foi invertida com a primeira vitória da Briosa sobre a turma da Serra da Freita, graças aos golos de Deyvison (na própria baliza), de Chiquinho e Djoussé (por duas vezes).

O primeiro foi conseguido bem cedo no encontro. Não estavam decorridos dois minutos de jogo, e já o central arouquense tinha introduzido a bola na própria baliza, ao tentar interceptar cruzamento de Marinho.

Os arouquenses reagiram a este revés, ameaçaram empatar (Barnes esteve perto, num remate que rasou a barra da baliza defendida por Ricardo Ribeiro) e, numa altura em que o mais expectável seria o golo arouquense… marcou a Académica – aos 27’, Femi Balogun, sobre a esquerda, deu para Chiquinho e o 22 da Briosa, à entrada da área, ampliou a vantagem.

O jogo passou a ser mais calmo, com a Académica a controlar melhor as operações do meio-campo do Arouca, e o caminho para o intervalo foi trilhado sem grande desvios relativamente às pretensões da Briosa.

 

Mancha Negra esteve incansável no apoio à Académica Fonte: Bola na Rede
Mancha Negra esteve incansável no apoio à Académica
Fonte: Bola na Rede

Não conformado, Miguel Leal, treinador do Arouca, decidiu mexer no encontro e fez entrar Nuno Valente para o lugar de André Santos, dotando o meio-campo de maior vertigem atacante. Uma aposta que deu retorno passados… 30 segundos – isolado por Hugo Basto, Nuno Valente, lesto a explorar as costas dos centrais da Académica, atirou a contar.

O Arouca empertigou-se, fez com que a bola rondasse a baliza adversária, mas faltava sempre o último passe… e as melhores oportunidades (confirmando que se devia esperar o inesperado) pertenceram à Académica – Diogo Ribeiro e Marinho estiveram perto de ampliar.

Os arouquenses forçaram a barra, mas Ivo Vieira precaveu-se de um eventual assalto e, aos 64 minutos substitiuiu Ki, elemento mais criativo do meio-campo da Académica, por Guima, mais culto taticamente. O jogo sossegou, o Arouca esteve mais longe da área da Académica, mas… foi nesta altura que ameaçou a igualdade – Deyvision esteve perto de se redimir do auto-golo, atirando ao lado da baliza defendida por Ricardo Ribeiro – voltando à intensidade anterior.

Se o Arouca igualasse, não seria inesperado, pelo que aconteceu precisamente o contrário. Quatro minutos depois do ameaço arouquense, a Académica beneficiou de um canto. Nélson Pedroso foi chamado à conversão e encontrou Djousse (recém entrado para o lugar de Diogo Ribeiro, numa troca de ponta-de-lanças), que, de cabeça, ampliou o resultado.

Miguel Leal reagiu, de pronto, fazendo entrar Cícero (ponta-de-lança) para o lugar de Hugo Basto (central). Arriscou-se, pois a sofrer mais golos. E não, desta vez, não aconteceu o inesperado. Tal como acontece com todas as regras, a do inesperado teve uma excepção e a Académica ampliou mesmo a vantagem – Nuno André Coelho perdeu a bola em zona proibida, Femi Balogun foi rápido a reagir e assistiu Djoussé para o 4-1 final em cima do terceiro e último minuto de descontos.

Num jogo em que era esperado equilíbrio e, quicá, poucos golos… deu goleada. A Académica reencontrou-se com as vitórias, três jogos depois da última e vê, agora, mais perto, a zona de subida, ainda que desde o meio da tabela.

Manchester United FC 1–0 Tottenham Hotspur FC: Kick and Rush foi golpe Martial!

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Cabeçalho Liga InglesaCom os mesmos 21 pontos à partida para a 10ª jornada, Manchester United e Tottenham eram 2º e 3º classificados da Premier League, respetivamente.

Partindo ambas as formações de sistemas táticos com 3 centrais, o 3x5x2, com diferentes variantes, era o desenho de ambas as armadas neste duelo em Old Trafford. Mais rematadora e com mais posse a equipa de Maurício Pochettino terminou a equipa primeira parte com um score de 9-2 em remates e 54-46 em percentagem de posse de bola.  Nas oportunidades de golo, nenhuma flagrante, apostando os visitantes em remates de meia distância, como os casos das tentativas de Sissoko (12’, 20’ e 28’) ou Alderwereild (21’) ou Dier na sequência de um canto (41’). Do lado dos ‘red devils’, registo para um muito torto chuto de Lukaku (8’) e um remate de Rashford às malhas laterais (12’).

Para a segunda parte, os homens de José Mourinho voltaram mais agressivos do ponto de vista atacante e mitigaram a manobra ofensiva contrária. Aos 54 minutos, Mkhitaryan atira para defesa incompleta de Hugo Lloris com Ben Davies a cortar antes que Rashford conseguisse a recarga.

Ainda assim, as ocasiões flagrantes continuavam a escassear. Aos 70’, Anthony Martial entra para o lugar de Marcus Rashford, o que viria a ser determinante na história do jogo. Contudo, antes do momento do jogo, Romelu Lukaku dispôs de duas boas oportunidades para marcar, com Lloris a parar (73’) e, de seguida, com o guardião francês batido, foi o poste que salvou os ‘Spurs’ (79’).

De Gea-Lukaku-Martial. Três jogadores, três toques, um golo! Fonte: Premier League
De Gea-Lukaku-Martial. Três jogadores, três toques, um golo!
Fonte: Premier League

Um pontapé livre pouco à frente da área defensiva não parecia criar perigo para a equipa adversária, mas o que é facto é que uma bola primeiro rematada longa por De Gea viria a dar golo: Lukaku ganhou nas alturas a Alderweireld e encontrou Martial a atacar a profundidade nas costas da defesa contrária. O francês bateu o compatriota Lloris com o pé esquerdo, aos 81 minutos. Três toques e golo. Um Kick and Rush que foi um golpe Martial!

Pochettino, com certeza, saiu deste jogo a pensar como a equipa pôde ter perdido com um golo tão típico ao estilo do ‘United’. Ser assim surpreendido aos 81 minutos deve custar bastante. Por outro lado, Mourinho está mais satisfeito depois da derrota com o Huddersfield e nesse no encalço do vizinho ‘City’.

Gil Vicente FC 4-0 SL Benfica B: Galos deram um passeio matinal

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Cabeçalho Futebol NacionalVitória tranquila do Gil Vicente, perante um Benfica B completamente inoperante em termos ofensivos e desastroso defensivamente. Com golos de Jonathan, Reko e um bis de James, os gilistas ultrapassaram as jovens águias na tabela classificativa, ocupando, ainda que provisoriamente, a sexta posição.

Cedo se percebeu que este seria um jogo de sentido único, o da baliza do guardião russo que defendia a baliza da equipa B encarnada. E foi precisamente num erro deste que o Gil se adiantou no marcador, logo aos seis minutos. Numa tentativa falhada de afastar a bola para bem longe da sua grande área, Zlobin colocou-a nos pés de Reko que rapidamente isolou Jonathan, cabendo ao jovem ponta de loança hondurenho a simples tarefa de desviar a bola do guarda redes e inaugurar o marcador, bem cedo na partida. Abaladas, as águias não se encontravam e, na sequência de um pontapé de canto, Luiz Eduardo ameaçou o segundo com um bom golpe de cabeça ao segundo poste. Era apenas um aviso, pois o lance não terminaria sem que Fall, junto à linha, cruzou a meia altura para uma finalização de classe do nigeriano James Igbekeme.

Para terminar uma vintena de minutos a alta rotação dos gilistas, eis que Reko saltou mais alto que os dois centrais encarnados e respondeu da melhor maneira a um canto de Jonathan, batendo um desamparado Zlobin.

Fonte: Gil Vicente FC
Fonte: Gil Vicente FC

Do lado da formação liderada por Hélder Cristóvão, os efeitos nefastos dos três socos no estômago aplicados pela armada de Casquilha iam sendo disfarçados pelas incursões de Willock, claramente um nível acima dos demais companheiros.

O segundo tempo trouxe uma quebra natural do ritmo e da intensidade do jogo, sempre com o controlo do lado dos gilistas, que foram assistindo às tentativas tímidas da formação encarnada de reduzir distâncias. As entradas de Anal Júnior e de João Félix trouxeram algumas melhorias à equipa visitante, contudo, seria novamente o Gil Vicente a marcar e a colocar um ponto final no resultado. Um cruzamento de Camara do lado direito do ataque gilista é mal intercetado por Zlobin e ao segundo poste James só teve de encostar e fazer o bis.

 

Como jogou o Gil Vicente FC:

Titulares – Rui Sacramento, Ricarinho, Tormena, Luiz Eduardo e Henrique; Reko, Miguel Abreu, James e Camara; Fall e Jonathan.

Substituições – André Fontes por Reko aos 72’; Tiger por Fall aos 78’; João Pedro por Jonathan aos 83’.

Suplentes não utilizados – Júlio Neiva, Gonçalo Duarte. Valdeir e Rui Faria.

Golos – Jonathan aos 6’; James aos 14’; Reko aos 20’; James aos 73’

Cartões – Amarelo e vermelho a Luiz Eduardo

Como jogou o SL Benfica B:

Titulares – Zlobin, Pedro Pereira, Kalaica, Ferro e M. Leal; Willock, Chrien, Gelson e F. Luis; Heri e Zé Gomes.

Substituições – João Félix por Chrien aos 56’; Alan Junior por Heri aos 70’; Zé Gomes por Jota aos 76’.

Suplentes não utilizados – Fábio, P. Amaral, Cele e Lystcov

Golos –

Cartões – Amarelo a Pedro Pereira, Ferro e João Félix

#7AnosBnR – Os 7 momentos marcantes desde a fundação do BnR

Notícias Bola na Rede BnR cabecalho

Ao longo dos últimos 7 anos, muita coisa aconteceu no desporto nacional. Teríamos muito mais do que apenas 7 acontecimentos marcantes. Há, de facto, muito a assinalar e ficam também menções honrosas para vários outros desportos:

2010 – Armindo Araújo campeão do PWRC

2011 – Portugal apurado para o Eurobasket

2011 – Conquista do EuroSurf

2011 – Conquista do Europeu de Judo por João Pina

2011 – Conquista da Taça Continental de Hóquei em Patins por parte do SL Benfica

2011 – Conquista da Taça CERS em Hóquei em Patins por parte do SL Benfica

2012 – Conquista do Europeu de Judo por Telma Monteiro

2013 – Conquista da Liga Europeia de Hóquei em Patins por parte do SL Benfica

2013 – Conquista da Taça Continental de Hóquei em Patins por parte do SL Benfica

2014 – Conquista do Europeu de Ténis de Mesa por equipas

2015 – Conquista do Europeu de Judo por Telma Monteiro

2015 – Conquista da Taça CERS em Hóquei em Patins por parte do Sporting CP

2015 – Conquista da Taça Europeia Feminina de Hóquei em Patins por parte do SL Benfica

2015 – Conquista da Taça Challenge de Andebol por parte do ABC

2016 – Conquista da Liga Campeões de Atletismo de Pista Feminino por parte do Sporting CP

2016 – Conquista da Liga Europeia de Hóquei em Patins por parte do SL Benfica

2016 – Conquista da Taça Challenge de Andebol por parte do Sporting CP

2016 – Conquista da Taça CERS em Hóquei em Patins por parte do Óquei de Barcelos

2016 – Conquista da Taça Continental de Hóquei em Patins por parte do SL Benfica

2017 – Conquista da Taça CERS em Hóquei em Patins por parte do Óquei de Barcelos

2017 – Conquista dos Europeus de Triatlo por equipas por parte do SL Benfica

2017 – Conquista da Taça Continental de Hóquei em Patins por parte da Oliveirense

2017 – Bruno Magalhães vice campeão do ERC

2017 – Conquista da Liga dos Campeões de Futebol de Praia por parte do SC Braga

2017 – Frederico “Kikas” Morais na final do Corona Open J-Bay

2017 – Conquista do EuroSurf

2017 – Joana Schenker vence campeonato do mundo de BodyBoard

#7AnosBnR – O melhor 11 do SL Benfica nos últimos 7 anos

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Coube-me a mim, vá-se lá saber o porquê, a nobre função de eleger aquele que, na minha mais sincera e modesta opinião, é o melhor onze do Benfica nos últimos sete anos. Ponderei bastante pois isto não é coisa que se faça de ânimo leve e tive de deixar de fora uns quantos que, com muita pena, não foram seleccionados. A esses deixo o meu forte abraço e votos de prosperidade. Estás a ouvir, Carrillo?

Guarda-Redes

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Jan Oblak – Paulo Lopes. Estou a gozar! Eu escrevi este texto às duas horas da manhã, mas ainda tinha noção das coisas. Agora a falar a sério, Oblak. Sim eu sei que vão todos falar do Ederson e da máquina que ele é e que todo o bom guarda-redes tem de ter um q.b de maluco para ser bom. Discordo. A ciência de um bom redes está na frieza com que ele aborda o jogo. Um redes que seja frio sabe ler o que se passa na campo e transmite mais segurança à equipa. Oblak cumpria todos estes requisitos. Peca por ser uma nódoa a defender penáltis, mas, tirando a final contra o Sevilha, sempre lhe conferi o estatuto de um dos melhores.

#7AnosBnR – O melhor 11 do Sporting CP nos últimos 7 anos

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Os últimos sete anos do Sporting não foram iluminados por muitos títulos no futebol profissional, apenas uma Taça de Portugal e outra Supertaça. Foram anos muito conturbados até 2013, ano em que Bruno de Carvalho ascendeu à presidência.

De 2010 para cá, o Sporting teve três presidentes (José Eduardo Bettencourt, Godinho Lopes e Bruno de Carvalho), dez treinadores (Paulo Sérgio, José Couceiro, Domingos Paciência, Ricardo Sá Pinto, Oceano Cruz, Frank Vercauteren, Jesualdo Ferreira, Leonardo Jardim, Marco Silva e Jorge Jesus) e várias dezenas de jogadores, demasiadas até.

Foram tempos muitíssimos atribulados, com fracos resultados, principalmente nos primeiros três anos deste período, onde o Sporting ficou inclusivamente fora das competições europeias durante uma temporada, devido ao paupérrimo desempenho na Liga Portuguesa 2012/2013.

Fazer um onze com os melhores jogadores destes últimos anos torna-se relativamente fácil, pois infelizmente não há um grande leque de jogadores em termos qualitativos. Assim sendo, será fácil notar que os lugares que não são preenchidos por jogadores da atualidade leonina sejam sinal da falta de referências que o clube tem tido nessas posições, nas últimas temporadas.

Guarda Redes

Fonte: Facebook de Bruno de Carvalho
Fonte: Facebook de Bruno de Carvalho

Rui Patrício – Começam a faltar palavras para descrever a carreira de Rui Patrício no Sporting. Patrício é o único elemento presente nas sete temporadas deste período (desde 2012) e sempre titular. É uma figura singular do clube, o guardião do templo leonino e daquela que é considerada por muitos a melhor seleção portuguesa de sempre.

Leva 425 jogos oficiais no Sporting, mais 68 na seleção nacional. Aos 29 anos, atravessa o melhor período da sua carreira. Foi o melhor guarda redes do Europeu que a nossa seleção venceu e já salvou dezenas e dezenas de vitórias aos leões. É um dos capitães de equipa e um justo herdeiro do legado deixado por lendas como Azevedo, Carvalho ou Vítor Damas. Fortíssimo no 1 x 1 perante os adversários e entre os postes, consolidou o seu lugar como um dos melhores guarda redes do Mundo na atualidade. Muito daquilo que o Sporting tem feito de positivo deve-se a este natural de Marrazes, que é um dos portadores da mística leonina, pois desde cedo entrou na Academia de Alcochete.

Todos os aplausos serão poucos para este enorme guarda redes que guarda a baliza leonina há uma década e que espero que mantenha esse lugar durante mais dez anos. Atualmente, posso dizer que é a maior referência que vi jogar pelo Sporting Clube de Portugal. Espero que se torne o jogador com mais jogos disputados com a camisola do leão rampante e que ultrapasse a bonita marca das cem internacionalizações pela seleção nacional.

#7AnosBnR – O melhor 11 do FC Porto nos últimos 7 anos

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fc porto cabeçalho

O Bola na Rede festeja neste mês de Outubro sete anos, e resolvemos escolher o melhor onze do FC Porto desde 2010. Não foi fácil, porque muitos craques passaram pelo Dragão, mas fica aqui a minha escolha que certamente nos levaria a muitos títulos. Nestes últimos sete anos o FC Porto conquistou oito títulos, sendo de destacar a Liga Europa e um tricampeonato.

Guarda-Redes

Fonte: FC Porto
Fonte: FC Porto

Casillas – Apesar de ainda não ter ganho qualquer título no FC Porto, o Guarda-Redes Espanhol é um “monstro” das balizas Mundiais. Três Ligas dos Campeões, um Campeonato do Mundo, dois campeonatos da Europa são alguns dos títulos que Casillas conta no seu palmarés. Fez na época passada uma demonstração total do seu valor, sendo na minha opinião o melhor Guarda-Redes da Primeira Liga.