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Top 10 Transferências em Perspectiva

Cabeçalho Futebol Internacional

Como costuma ser frequente nos meses de junho até agosto, o Futebol internacional é bastante movimentado, devido às entradas e saídas de jogadores. Até existirem confirmações de transferências, são criados imensos rumores e especulações em torno dos possíveis destinos dos jogadores, chegando ao ponto de serem referidos valores astronómicos para a sua mudança de clube. Em seguida, decidimos fazer um top 10 das grandes transferências do futebol internacional em perspectiva.

Clubes desportivos? Paz à sua alma

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sporting cp cabeçalho 2

Há já uns tempos atrás, abordei aqui o facto de a informação e a comunicação serem algo importantíssimo para qualquer organização e consequentemente para os clubes como autenticas empresas que se tornaram. Por isso são dirigidos como um negócio que necessita de fazer circular divisa, com todos os defeitos que isso acarreta.

Juntando a isso o facto de sermos um país latino, com sangue na guelra e muita imaginação para contornar as leis, estão encontradas todas as condições para se formar uma receita explosiva. Os clubes desportivos deixaram de ter uma utilidade pública para passarem a ser úteis para algumas individualidades que vão, pela notoriedade que proporciona ser dirigente de qualquer grande clube, ganhando créditos, influencias e permitindo cobrar favores anteriormente oferecidos.

Os clubes passaram a ser grupos de guerrilha comunicacional que alimentam a comunicação social e por isso se mantêm em conluio, esquecendo o brio, e todas as regras pelas quais se deve reger o bom jornalismo e informação. Essa estratégia serve, no entanto, para esconder outras estratégias mais ocultas que todos sabemos que existem, mas que não são investigadas pelas formas ilegais com que se conseguiram as provas. Mas se as entidades que existem para que se sigam as leis, sabem que existe crime, mesmo que através de provas que não podem ser usadas em tribunal, não deveriam abrir investigações para procurarem provas legais que provem um crime que todos sabem existir?

Muita coisa suja tem invadido o futebol nacional nos últimos tempos
Muita coisa suja tem invadido o futebol nacional nos últimos tempos

Por falar em provas e estratégias comunicacionais, um canal do norte, também afecto a um clube anteriormente investigado no Apito Dourado, nas últimas semanas tem conseguido uma grande audiência com o lançamento de pequenas bombas de informação, associados a excertos de “cenas do próximo episódio”, criando expectativa semanal para o que virá a seguir. Ora isto resultou tão bem que, ao que parece, um dos canais de informação, que originalmente até tinha bases religiosas, achou que poderia fazer algo do género e permitiu que um dos implicados no Apito Abençoado não deixasse terminar o programa sem prometer trazer revelações bombásticas sobre o presidente do Sporting, isto se ele não fosse entretanto afastado do programa. Mais parecia um daqueles capturados que, ao ser torturado ou condenado, como esforço derradeiro para se safar, promete entregar a própria mãe, se for preciso.

Apesar de tudo o que tem vindo a público, como já veio em outras circunstâncias, nem é preciso ser bruxo para sabermos que não vai dar em nada. Sabemos nós e sabem todos os intervenientes, até pela ligeireza com que este tema está a ser tratado, chegando a criar spots de rabulas cómicas. Também se sabia (nós e quem fez a denúncia) que não iam dar em nada todos os processos interpostos ao Sporting e ao seu presidente, uma vez que o único intuito era, como sempre, desviar atenções de assuntos bem mais importantes e decisivos.

Época 2017/2018: O que esperar?

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Cabeçalho modalidadesA época apenas terminou há algumas semanas e a grande maioria das equipas já anda a preparar a próxima época, tentando colmatar as falhas e manter as peças chaves para os bons resultados

Vamos começar pelos Campeões Nacionais, o Sporting Clube de Portugal: depois de uma grande época (resultado de um grande investimento no verão passado) o principal objetivo dos “leões” será manter a estrutura da equipa. Para ajudar nesse objetivo, o ex-internacional português Carlos Galambas foi contratado para diretor de Andebol do SCP. Hugo Canela deve-se manter nos comandos das equipas. Ivan Nikcevic e Bosko Bjelanovic renovaram o seu contrato.

A única saída confirmada é a de Marco Oneto, apesar de se falar que Igor Zabic também pode estar de saída. Apesar de não haver nenhuma contratação confirmada especula-se que possam chegar aos verdes e brancos duas contratações sonantes: Tiago Rocha, capitão da seleção nacional e jogador do Wisla Plock, equipa com experiência na EHF Champions League, e o ponta esquerdo brasileiro Filipe Borges.

Bosko Bjelanovic pretende “dar continuidade aos sucessos que tivemos este ano” Fonte: Sporting CP
Bosko Bjelanovic pretende “dar continuidade aos sucessos que tivemos este ano”
Fonte: Sporting CP

Passemos agora para os vice-campeões nacionais, o FC Porto: como seria de esperar, após dois anos sem conquistas, o treinador Ricardo Costa abandonou o cargo (assinando pelo FC Gaia, da Segunda Divisão Nacional) e o dinamarquês Lars Walther, ex-treinador do Kadetten Schaffhaunsen, que já jogou em Portugal pelo Sporting e pelo Marítimo assumiu o cargo. Apesar de não haver nenhuma contratação nem saída confirmada, é possível de Alexis Borges deixe o clube para assinar pelo FC Barcelona. Alejandro Carreras, cubano, foi emprestado ao Pontault-Combault.

O onze da minha vida

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fc porto cabeçalho

Todos nós temos aquele jogador que, de uma ou outra forma, nos marcou. Ou por ter uma atitude que contagiava os colegas, ou por passear classe, ou por marcar muitos golos… Qualquer motivo é válido para simpatizar com um jogador e o elevar ao estatuto de ídolo. Hoje proponho-me a seleccionar uma equipa de futebol com apenas dois requisitos: 1) todos os jogadores terem jogado no FC Porto e 2) terem, de alguma forma, ficado na minha memória pela positiva. Ter sido o melhor que já vi em determinada posição não é critério para a eleição, embora em alguns casos isso seja uma realidade. Sem mais demoras, o onze:

Portugal 0-0 Chile (0-3 após gp): Bravo Chile, Receoso Portugal

Cabeçalho Seleção NacionalCom um 4x4x2, Juan Antonio Pizzi desenhava um losango a meio campo, diferente nuance do mesmo esquema utilizado por Portugal, que preferia uma linha de 4 a meio-campo. Cedo soaram os alarmes: Vargas a soltar-se nas costas da defesa portuguesa e a surgir, no mano a mano com Patrício, que com a coxa defendeu o remate do avançado chileno, aos 6 minutos. Um minuto depois, repetição de sinal alarmante, mas na baliza contrária, com Ronaldo a lançar André Silva que, com o interior do pé direito, remata para defesa de Cláudio Bravo.

O Chile, depois de produzir o primeiro lance de real perigo do jogo, volta a acercar-se da baliza lusa  através de um forte remate de longe de Beausejour na sequência de um canto. A primeira parte fluía e, depois de uma entrada na partida com mais bola para Portugal, foi o Chile que, e para audível desagrado de Fernando Santos, passou a circular mais e melhor o esférico. Laterais chilenos projetados, Isla na direita e Beausejour na esquerda, a seleção detentora da Copa America tentava usar a largura no ataque e aproveitar a entrada a finalizar dos seus médios. Caso do minuto 28 quando Aranguiz, à entrada da área, cabeceia, vindo de trás, após cruzamento de Isla. Após canto na direita de Bernardo Silva, um cabeceamento por cima, aos 44 minutos, de José Fonte, fechou a cortina da primeira parte no que toca a lances de perigo a rondar as balizas.

Como na 1ª parte, foi o Chile a lançar o primeiro aviso. Alexis a sair da área num movimento de arraste da marcação e Vidal a cabecear por cima após cruzamento de Beausejour. Pouco depois, 58 minutos, um atento e de ótimos reflexos Patrício foi buscar um acrobático remate de Vargas na sequência de um canto. No lance seguinte, Ronaldo chuta forte na grande área, mas à figura de Bravo.

Jogo muito disputado em Kazan Fonte: Carl Recine / Reuters
Jogo muito disputado em Kazan
Fonte: Carl Recine / Reuters

A seleção sul-americana foi-se galvanizando e sentindo-se cada vez mais segura em ataque posicional e, aos 62 minutos, Vidal encontra espaço e, do meio da rua, atira fortíssimo e a rasar a barra da baliza. Pizzi, ontem, falava da importância de evitar livres frontais e o Chile cumpriu em não cair nessa tentação até aos 65 minutos. Aí Ronaldo tentou aproveitar, mas a bola saiu por cima.

Em contra-ataque, CR7 voltou a ameaçar após combinação com Bernardo Silva, num remate que foi desviado e saiu ao lado do golo. Aos 76 minutos, Fernando Santos tira André Silva e faz entrar Nani e aos 83, é Bernardo Silva que dá o lugar a Quaresma. Contas feitas, Portugal ganha alguma capacidade no 1×1, mas perde referência de área que daria maior liberdade de ação a Ronaldo, que, até fim do jogo, teve um cabeceamento, a 5 minutos do fim do tempo regulamentar, por cima da baliza. 90 minutos pautados pelo equilíbrio de jogo e em oportunidades entre as equipas. A começar o prolongamento, André Gomes chuta por cima, à entrada da área, numa segunda bola. 3 minutos depois, Alexis Sánchez cabeceia sozinho, no coração da área, e ao lado, mas muito perto do poste direito de Rui Patrício.

Um prolongamento que revelou um Portugal apagado e sem capacidade de se esticar na frente. Aos 113 minutos, o árbitro não viu uma falta dentro da área cometida por José Fonte sobre Francisco Silva e, a um minuto dos 120, um lance pleno de fortuna para as cores lusitanas: Vidal atira ao poste e Rodríguez, na recarga, acerta na trave. Terminariam os 120 minutos com um Fernando Santos a vociferar “subam, subam!” para a sua equipa, expondo um treinador que exagerou na cautela e a equipa revelou tais sintomas. Nos penáltis, pouco ou nada para contar.

O Chile marcou três golos em força. Portugal preferiu o jeito, mas Cláudio Bravo não se deixou enganar. Fica um sabor muito amargo no final da participação portuguesa na Taça das Confederações. Na final do Euro, quando Portugal precisou de uma referência na frente, ela entrou e resolveu. Hoje, houve referência desde início, mas saiu de cena a meio e não se solucionou o problema. Usei o sobrenome do guardião chileno para o título desta crónica. Para qualificar a exibição portuguesa, apenas apliquei um antónimo de Bravo. Agora é jogar a partida dos perdedores….

Foto de Capa: Mirror

Villas Boas – curioso cultural com a China no album

Cabeçalho Futebol Internacional

Distante vai o rótulo de ‘Special Two’, distante vai um André Villas-Boas que começa a carreira de treinador com pouco mais de 30 anos, distante vai a excitação envolvendo o jovem míster que ganhou tudo ao serviço do FC Porto.

AVB, hoje, está a caminho de completar 40 anos. À medida que a carreira foi avançando fomos descobrindo um apurado Villas-Boas no horizonte dos seus objetivos e ambições. Não escondeu o desejo de treinar fora da Europa, não escondeu o querer experimentar novas culturas. Falou do Brasil, falou do Japão.

E assim é o presente. O técnico natural do Porto treina na Superliga da China e é um dos treinadores mais bem pagos do mundo, auferindo à volta de 15 milhões de euros brutos por ano.

Depois de dois (aparentes) fracassos na Premier League e um trajeto que granjeou todos os títulos internos ao serviço do Zenit, na Rússia, a 4 de novembro de 2016, o Shangai SIPG Football Club anunciava a contratação de André Villas-Boas.

Deixando o Zenit em maio do ano passado, o treinador anunciou um ano sabático, que, no entanto, se revelou meio ano.

Conhecido como Mr. Chen, o presidente do clube chinês fundado em 2005, pede títulos ao técnico e foi o que Villas-Boas lhe prometeu: que o dono “dormiria com um troféu no final da época”.

Com um Guangzhou Evergrande treinado por Scolari, que já vai no seu hexacampeonato e à procura do ‘hepta’, o maior desafio a enfrentar é destronar o instalado e reinante campeão.

 

O trio brasileiro, Oscar, Hulk e Elkeson, destaca-se na formação treinada por Villas-Boas, que procura destronar o hexacampeão Guangzhou Evergrande Fonte: Globo
O trio brasileiro, Oscar, Hulk e Elkeson, destaca-se na formação treinada por Villas-Boas, que procura destronar o hexacampeão Guangzhou Evergrande
Fonte: Globo

Chegado ao clube e num contexto de limitação de jogadores estrangeiros no campeonato chinês, AVB viu o brasileiro Oscar juntar-se aos compatriotas Hulk e Elkeson, num plantel com cinco estrangeiros, acrescentando-se as presenças do português Ricardo Carvalho e do internacional uzbeque, Odil Akhmedov.

São três o máximo de estrangeiros permitidos a incluir num 11 inicial na Superliga chinesa, para além de obrigatoriamente se incluir um jogador chinês sub-23 no ‘11’ e outro nos 18 convocados.

É um regulamento que procura, numa China de investimento milionário, a formação do seu futebol e de uma competitiva seleção nacional no futuro.

AVB já viu contexto regulamentar semelhante na Rússia, o que não é novidade para o técnico, que contratou também o chinês Wei Shihao, de 22 anos, ao Leixões, nessa mesma lógica formativa.

Bom, o presente é agradável para os objetivos desportivos da equipa. Está nas três frentes. Na liga, 4 pontos separam a equipa do líder e campeão Guangzhou Evergrande e presença nos ‘quartos’ da Taça e da Liga dos Campeões Asiática.

O campeonato aproxima-se do final da primeira volta e, na Taça, há dias, AVB apanhou um valente susto ao quase ser eliminado por uma equipa da 3ª divisão. Na Liga dos Campeões, perspetiva-se um grande embate com o rival Guangzhou Evergrande.

Daqui a uns meses, consoante o corolário de troféus que o treinador luso conquistar nesta etapa asiática, mediremos, por esse critério, o sucesso e o balanço de mais uma aventura do ex-adjunto do ‘Special One’ fora do principal futebol mundial, que é na Europa.

O que é certo é que AVB é um aventureiro no sentido mais livre da palavra. Estará, com certeza, aberto a mais experiências futebolísticas por esse mundo fora. Tão diferente de Mourinho, se dúvidas ainda houvesse.

Mas, agora, este ainda jovem técnico quer fazer história num clube com 12 anos de existência e sem títulos que se destaquem.

AVB, o curioso cultural, tem agora a China no álbum pessoal.

 Foto de Capa: Shanghai Daily

Olheiro BnR – Bruno Fernandes

olheiro bnr

O médio Bruno Fernandes é o mais recente reforço do Sporting Clube de Portugal para a temporada 2017/18. Apesar de ter apenas 22 anos de idade, algo que lhe dá uma enorme margem de progressão, conta já com passagens por Novara, Udinese e Sampdoria, contabilizando um total de cinco anos a jogar na liga italiana, uma das mais competitivas da Europa.

A chamada aos escalões mais jovens da seleção nacional tem-lhe permitido dar-se a conhecer em provas importantes sendo os Jogos Olímpicos e o Europeu Sub-21 os casos mais recentes, competições onde teve uma grande influência no percurso luso. O seu crescimento tem sido favorável e as chamadas por parte de Rui Jorge têm sido sucessivas, ao ponto de cada vez mais ser imprescindível nas ideias de jogo do treinador português. Neste momento, o seu percurso na seleção sub-21 augura um futuro interessante na seleção principal, talvez a longo prazo, visto que a sua posição é uma das mais concorridas e onde estão muitos dos talentos nacionais que desempenham a posição quase a roçar a perfeição.

 

Fonte: Super Sporting
Fonte: Super Sporting

A sua chegada ao Sporting por mais de oito milhões de euros é um investimento a longo prazo mas com perspetivas de se conseguir impôr na equipa titular num curto espaço de tempo. Bruno Fernandes será, com alguma naturalidade, uma primeira opção de alternativa a Adrien Silva, que, neste momento ainda espera aquilo que o mercado lhe pode dar. Para além dessa posição, o médio português pode também jogar como falso ala, um pouco à semelhança do que acontecia com João Mário há duas épocas atrás, ou como homem de apoio ao ponta-de-lança. A sua polivalência pode ser um trunfo importante no papel que Jorge Jesus lhe irá dar para desempenhar em campo, podendo ser adaptado conforme as exigências de cada jogo.

Para além disso, as qualidades de Bruno Fernandes não se ficam pela polivalência. Há muito tempo que o Sporting tenta encontrar alguém que saiba marcar livres, algo que agora já tem com o português. Nas suas equipas anteriores, era ele o marcador de serviço e, muitas vezes, concluía com sucesso a uma distância assinalável. O remate é também um ponto forte de Bruno Fernandes que concretiza muitas vezes de fora da área, algo que também tem faltado ao Sporting em jogos contra equipas inferiores que muitas vezes se remetem à defesa. Assim, este é mais um trunfo ofensivo que pode ser explorado quando for difícil chegar à baliza adversária através de jogada corrida.

 

Bruno Fernandes é um dos talentos portugueses mais promissores da sua geração Fonte: Facebook Oficial Bruno Fernandes
Bruno Fernandes é um dos talentos portugueses mais promissores da sua geração
Fonte: Facebook Oficial Bruno Fernandes

Por fim, mas não menos importante, a sua visão de jogo é muito acima da média, sendo que nessa vertente, o Sporting não fica a perder se tiver Bruno Fernandes em campo. A sua capacidade de fazer combinações com os colegas para desarmar as defesas contrárias é muito interessante, sendo que, mais uma vez, a equipa leonina ganha algo que poucos jogadores do atual plantel lhe conseguem dar.

Bruno Fernandes chega ao Sporting para atuar, pela primeira vez, no campeonato português e, com certeza, será uma das figuras de futuro da Liga NOS.

Foto de Capa: Global Imagens/Notícias ao Minuto

Raw ou Smackdown Live: Quem leva a melhor?

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Cabeçalho modalidadesNo próximo mês, o WWE Draft fará um ano. Nesse dia, foram definidos os plantéis de Raw e Smackdown para a nova era. Passado quase um ano, analiso o impacto do Draft em si e o desempenho de Raw e Smackdown, bem como todos os atletas e restante equipa.

Após alguns artigos de análise pormenorizada a cada uma das divisões, decidi compilar tudo neste artigo, onde vou determinar qual é, para já, a melhor marca.

Irei avaliar o impacto de ambas as marcas através de várias categorias e dar em cada categoria o nome de uma marca vencedora. No final, quem tiver mais pontos vence.

É um artigo que gosto especialmente de fazer, por isso não percam cada palavra e descubram nas próximas linhas qual é a melhor marca da WWE.

Balanço das modalidades

fc porto cabeçalhoUm grande clube como o FC Porto não se resume ao Futebol, o seu ecletismo é uma peça fundamental para o crescimento da “marca do clube” na sociedade. Neste artigo irei fazer um balanço da época nas modalidades de maior relevo no clube.

Fonte: FC Porto
Fonte: FC Porto

Andebol – Foi uma época atípica do Andebol Portista. Sem qualquer título a época tem de ser considerada negativa, ainda mais quando o FC Porto foi dominante numa primeira fase da época, conseguindo terminá-la sem qualquer derrota. A quebra que existiu na segunda fase é inexplicável e já não é nova, na época passada foi igual. Um mau planeamento da época pode ser uma das explicações, mas a análise  tem de ser feita pelos dirigentes portistas. A primeira consequência foi a saída do treinador Ricardo Costa e a contratação de Lars Walther, um treinador dinamarquês. Fazer os primeiros meses da época fortíssimos vale de pouco quando se chega à fase das decisões e a equipa quebra de forma abrupta. Uma lição tem de ser retirada desta época.

Espanha 3-1 Itália: Três tiros de Ñiguez com a mira na final

Cabeçalho Futebol Internacional

A tão propalada frieza alemã foi a chave para, no jogo anterior a este confronto, garantir um primeiro lugar de acesso à final por parte da jovem ‘Mannschaft’, após um 4-3 favorável nas grandes penalidades e um 2-2 em tempo regulamentar, diante a Inglaterra.
Quanto a este Espanha-Itália, a qualidade técnica dos ‘muchachos’ espanhóis, elevada a um pedestal coletivo, revelou um jogo combinativo de ataque do mais alto quilate. Quando o jogo precisou de ser resolvido, as armas espanholas foram vitais.
Nestes dois períodos textuais se pode resumir a crónica do jogo, com duas equipas fiéis à história das camisolas envergadas, à história de um estilo.

As duas seleções com mais vitórias na história da competição partiam para o jogo com a certeza de que um dos dois não poderia disputar a derradeira partida Uma Espanha de toque curto e de posse foi a que entrou na partida, o que, todavia, não significou que o adversário ficasse tolhido em alguns metros e apenas se espevitasse em hesitantes contra-golpes.
A Itália também quis assumir-se uma ‘donna’ de respeito e quis beneficiar do jogo elástico e combativo dos seus avançados para abrir brechas na armada defensiva contrária.

Aos 12 minutos, remate de Dani Ceballos, após um livre, que é intercetado e, na sequência do canto, Donnaruma, nega um golo direto a Deulofeu. A meio da primeira parte, a primeira grande ocasião para a Itália com Bernardeschi a aparecer solto dentro da área e a rematar para defesa complicada e atenta de Arrizabalaga.  Aos 30 minutos, Deulofeu tem mais uma vez uma boa ocasião dentro da grande área, rematando de pé esquerdo ao lado. Até final da etapa complementar, registo para um remate de meia distância e perigoso de Sandro Ramírez.

Saúl Ñiguez encheu o campo, tirando o bilhete para a final com a Alemanha Fonte: UEFA
Saúl Ñiguez encheu o campo, tirando o bilhete para a final com a Alemanha
Fonte: UEFA

Para a 2ª parte, o jogo voltou com qualidade, mas com o elemento que todos querem ver. O sal que tempera o futebol. Os golos. Aos 53 minutos, Saúl Ñiguez abre o ativo. Ceballos parte a louça pela esquerda, passa por meia Itália e solta no médio que rematou de pé esquerdo e colocado para o fundo da baliza italiana.

Penalizada pela expulsão de Gagliardini, farto dos ‘olés’ do meio-campo inimigo…a Itália consegue emergir e empatar, aos 62 minutos, com Bernardeschi, na sequência de um livre, a rematar e a bola a sofrer um desvio na defesa antes de entrar na baliza de Arrizabalaga. Só que há aqueles dias que os insondáveis desígnios do deus do futebol como que estendem um tapete vermelho ao destino. O destino hoje era de Saúl Ñiguez. 65 minutos. Deulofeu dá no médio do Atlético de Madrid e, a uns bons 25 metros da baliza, Saúl enche o pé direito e bate Donnaruma, outra vez.

E como há adágios populares que extravasam fronteiras…podemos também dizer que não há duas sem três. Saúl Niguez, outra vez. Agora foi Asensio, aos 74 minutos, a furar na esquerda e dar para o criativo atirar na passada, de canhota, a contar, chegando aos 5 golos na prova. Estava tudo dito e contado sobre esta meia final. Ceballos, Deulofeu e Asensio carregaram a cartucheira, Ñiguez atirou a contar, três vezes. Três tiros com mira apontada na final. Olé!

Foto de Capa: UEFA