João Mário jogou mais perto do ponta de lança Fonte: Sporting CP
João Mário – O camisola 17 do Sporting CP foi um dos principais destaques do encontro. Jogou na direita, na esquerda, atrás do avançado, e esteve sempre bem. Com o seu drible curto, a infindável visão de jogo e os “pés de veludo” que sempre o caracterizam. Respondeu da melhor maneira aos rumores de transferência para o Inter de Milão, mostrando um empenho enorme. Bateu o canto que resultou no golo de Coates e esteve perto do golo por duas ou três ocasiões, onde faltou alguma assertividade. Saiu aos 90 minutos para uma estrondosa ovação dos mais de 42 mil espetadores em Alvalade, deixando a dúvida no ar: terá sido a última vez que jogou com a nossa camisola em Alvalade?
O Golfe foi a modalidade que abriu o sétimo dia de Jogos Olímpicos para Portugal. Filipe Lima repetiu a sua prestação do dia inaugural e terminou com 70 pancadas, ou seja, uma abaixo do par, já Ricardo Melo Gouveia melhorou muito em relação ao dia inaugural e passou de duas pancadas acima do par para três abaixo do par estando agora com uma pancada a menos na geral. Filipe Melo é agora 18º e Ricardo Melo Gouveia 22º.
No Atletismo Salomé Rocha correu os 10.000m em 32:06.05 e ficou 26º, o que se pode considerar um bom resultado apesar de não ter melhorado o seu recorde pessoal. Nos 20Km Marcha João Vieira foi 31º com 1:23.03 e o seu irmão gémeo Sérgio Vieira fez 1:27.39 ficando em 53º. Marta Pen correu os 1500m em 4:18.53, um mau resultado para esta estreia olímpica. Nos 100m Lorene Bazolo foi eliminada também nas eliminatórias ao correr a distância em 11s43, esperava um pouco mais, mas não posso considerar uma desilusão.
João Rodrigues ficou a apenas 2 pontos da qualificação para a corrida das medalhas na categoria RS:X, um primeiro dia de competição fraco estragou as hipóteses da luta pelas medalhas. José Lima e José Costa (foto de capa) seguem em segundo depois de dois quartos lugares no dia inaugural da classe 49er, uma excelente prestação. Sara Carmo segue em 28º lugar em mais um dia longe da frente e Gustavo Lima está em em 18º depois de uma última regata má onde ficou apenas em 28º.
Telma Santos ainda não conseguiu vencer no Rio’2016 Fonte: COP
No Badminton Telma Santos perdeu por 2-1 com a norte americana Iris Wang. Telma começou a ganhar por 18-21 mas perdeu depois 21-10 e 21-12. Com este resultado a jogadora de Peniche foi eliminada do Rio’2016 apesar de ainda fazer mais um jogo no dia 14.
Ana Rente nos trampolins teve uma primeira prova um pouco abaixo das espectativas e não conseguiu chegar à final olímpica ficando em 11º, uma resultado normal mas que podia ser melhor.
Agenda dia 13:
Golfe: Filipe Lima
Dia 3 Hora: 14h03
Ricardo Melo Gouveia
Dia 3 Hora: 13h47
Atletismo: Patrícia Mamona
Triplo Salto – Qualificação Hora: 13h40
Susana Costa
Triplo Salto – Qualificação Hora: 13h40
Cátia Azevedo
400m – Eliminatórias Hora: 15h00
Badminton: Pedro Martins vs Martin Giuffre
Fase de Grupos Hora: 15h20
Diogo Abreu estreia-se hoje nos Jogos Olímpicos Fonte: COP
O Sporting Clube de Portugal continua à procura de jogadores para reforçar a frente de ataque. Islam Slimani, Alan Ruiz, Daniel Podence e, eventualmente, Bryan Ruiz são as armas que Jorge Jesus tem neste momento, mas ainda é curto.
Como sabemos, JJ utiliza sempre dois avançados no seu esquema tático. Um deles costuma ser Slimani, um elemento mais combativo, que é o primeiro defesa da equipa quando esta não tem a bola, luta com os defesas nas bolas aéreas, e funciona como a grande referência atacante no momento dos cruzamentos ou dos lançamentos longos. O outro elemento joga ligeiramente mais recuado, mas também aproveita os espaços que Slimani deixa livres quando deriva para os flancos. É um jogador que também necessita de ter elevadas capacidades no momento da finalização. Tem, obrigatoriamente, de ser um atleta com uma leitura de jogo bastante acentuada e precisa de construir um bom entendimento com o argelino. Posto isto, é previsível que a dupla mais utilizada esta temporada seja Alan Ruiz – Slimani.
Contudo, com as saídas de Teo Gutiérrez e de Hernán Barcos para o futebol argentino, a acrescentar à lesão gravíssima do reforço lituano Lukas Spalvis, os “leões” ficam sem alternativas prontas a dar o seu contributo desde já. Bryan Ruiz é o jogador titular da ala esquerda do meio campo, enquanto Daniel Podence é um jovem que continua a ser trabalhado e a adaptar-se às ideias que Jorge Jesus tem definidas para o desempenho daquela posição, a de segundo avançado, em campo. Assim, o Sporting precisa de um ou dois avançados. Na minha opinião, o essencial é recrutar um jogador com as características de Slimani, porque não existe nenhuma alternativa e o argelino ainda pode sair. Em janeiro vai estar mesmo ausente durante um mês, na CAN. Se também vier um jogador para lutar pela titularidade com Alan Ruiz, melhor. Podence poderá assim continuar a aprender, sem a pressão de poder ter de resolver jogos no imediato.
O Brasil fechou o grupo dos qualificados para a próxima fase, já são conhecidos as oito melhores seleções dos JO. Diga-se de passagem que são as oito melhores porque de fato são as oito que melhor futebol jogaram na fase de grupos. Talvez a Dinamarca pudesse ter dado a sua vaga ao Iraque, que bem melhor jogou contra o Brasil que os ‘vermelhos’, só que nas Olimpíadas ninguém dá nada a ninguém e o Iraque dependia exclusivamente de si!
Comecemos pelo último a se classificar. O anfitrião Brasil jogou, ganhou e convenceu! Para quem vive no Brasil – como eu – dá para sentir a paixão com que este povo vibra em cada prova que a bandeira canarinha esteja presente. Não importa a modalidade, nem tão pouco importa o conhecimento do torcedor pelo desporto em questão. O que interessa mesmo é torcer, sobretudo por quem veste de amarelo (excepto se for a Colômbia!). Neste país, reina a simplicidade do que é ser torcedor: sem conhecimento de causa ou mesmo muito interesse pela modalidade, o que interessa é a paixão e a nação! A tal ponto de se virar a casaca ao bom e ao vilão, como da noite vira dia. O povo brasileiro é um povo imediatista. Quando não vencem tudo está mal, quando ganham tudo está bem! No futebol cobram muito, muito mesmo. O ego fala sempre mais alto! E lá bem no fundo o que os movimenta é a emoção. Eu divirto-me escutando os comentadores na TV. Proporcionam um espetáculo ainda mais imprevisível que o futebol dos pés dos seus meninos. A incoerência das suas palavras em três dias é gritante. Chega a ser mais temível que a saga de demissões que abraça todas as épocas os técnicos brasileiros. E sempre achando que têm razão!
Passados quatro anos desde a última passagem do Clube Desportivo Feirense pelo escalão principal do futebol português, os fogaceiros voltam, logicamente, à semelhança da temporada 2011/2012, com o objetivo de lá permanecerem.
Na altura, nomes como Paulo Lopes (Benfica), Nuno Henrique (Boavista) e Rabiola (Paços de Ferreira) figuravam num plantel que não conseguiu evitar a despromoção e que se encontrava sob o comando técnico de Quim Machado, primeiramente, e de Henrique Nunes, já numa fase mais avançada da competição.
Nos preparativos para uma época que se avizinha fértil em dificuldades e com um nível competitivo mais acentuado, o Feirense venceu cinco encontros, tendo empatado e perdido por duas ocasiões. Ainda que o saldo seja positivo, com destaque para uma vitória por 2-0 diante do Sporting Gijón, o clube atualmente orientado por José Mota apenas defrontou uma equipa da Liga NOS no conjunto destas nove partidas.
José Mota está de volta à Primeira Liga Fonte: CD Feirense
Com três opções para baliza, a vasta experiência de Peçanha (ex-Viitorul Constanta) valer-lhe-á preciosos pontos numa titularidade que será disputada com Vaná (ex-Coritiba) e com o jovem Dele Alampasu.
O setor defensivo deverá ser preenchido por Vítor Bruno (ex-CFR Cluj) a lateral esquerdo, Paulo Monteiro (ex-União da Madeira) e Ícaro, ambos no centro, e Sérgio Barge a defesa direito. Luís Rocha (ex-Freamunde) e Micael Freire também são opções válidas para o setor mais recuado.
Tendo em consideração os jogos da pré-época, o meio-campo do Feirense apresentar-se-á com dois médios defensivos: o internacional cabo-verdiano Sérgio Semedo e Cris. No entanto, Ricardo Dias (ex-Belenenses) acabará por ganhar o seu espaço no plantel e, consequentemente, poderá ocupar uma das posições enquanto médio mais recuado. Numa posição mais avançada do terreno, é expectável que Rúben Oliveira assuma, a curto prazo, um papel de médio ofensivo que poderá vir a ser assumido por Tiago Silva (ex-Belenenses), atualmente a representar Portugal nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
O lado direito do ataque preencher-se-á com Luís Aurélio (ex-Nacional), que estará acompanhado por Luís Machado na esquerda e pelo segundo melhor marcador da Ledman LigaPro, Platiny, como ponta-de-lança. O guineense Lane, promovido dos juniores, o polivalente nigeriano Peter Etebo e o avançado grego Tasos Karamanos (ex-Olympiacos) poderão igualmente espreitar oportunidades.
Para a concretização da meta inicialmente prevista, o atrevimento ofensivo do Billas, categoricamente exibido na Segunda Liga, terá de dar lugar ao pragmatismo e à solidez defensiva, explorando minuciosamente as fragilidades de cada um dos seus futuros adversários.
A história do futebol português conta com um grande número de grandiosos jogadores, treinadores, conquistas e, ainda, histórias que parecem surgir dos contos de fadas. E, por falar em contos de fadas, a vida real é por vezes bem diferente. Nem toda a Cinderela encontra o sapato que perdeu, nem todo o sapo vira príncipe, e muito menos somos Peter Pans e temos todo o tempo do mundo para corrigirmos os nossos defeitos e provarmos o nosso valor. O futebol é a prova viva disso. Muitos treinadores começam da estaca 0 e chegam ao topo através dos resultados, como Jorge Jesus ou José Mourinho; a verdade é que também outros tantos, tanto por serem jogadores como por terem super agentes, começam as suas carreiras ao mais alto nível, como por exemplo Paulo Bento.
Seguindo este pensamento, o mundo do futebol sabe que muitas vezes as conquistas de certos treinadores não dignificam o seu trabalho e a sua qualidade, e que estes muitas vezes se tornam mal amados nos seus países, quer Fernando Santos no pós-Euro’2016, quer o próprio Jorge Jesus após a perda das três competições na fase final de 2013, e muitos outros. E a verdade é que nem todas as deceções têm uma segunda oportunidade; a diferença entre o sucesso e o insucesso está, muitas vezes, presa a meros detalhes.
A história de que irei falar neste artigo é a de um treinador que foi subindo na sua carreira, incutindo todo o seu estudo no seu futebol e todo o seu conhecimento tático nas equipas por onde passou, tornando-se mais tarde um dos melhores treinadores portugueses da sua geração. Enquanto vos conto a história deste mal amado, pretendo que percebam até que ponto mudam meros pormenores e se desvalorizam carreiras.
Como muitos outros grandes treinadores, este de que venho falar começou nas ligas mais baixas do futebol português, na 3.ª Divisão portuguesa. E, na sua estreia como treinador, iria demorar dois anos a conquistar a sua primeira competição, precisamente a 3.ª Divisão, deixando o clube de seguida para o União de Montemor, dois anos mais tarde para o Oriental, e, após três anos no histórico de Lisboa, chega ao Nacional da Madeira. Estranha mudança, certo? Como se muda de um clube de divisões inferiores para o Nacional da Madeira? Pois, bem, estávamos na época de 1999 e o Nacional da Madeira encontrava-se apenas na 2.ª Divisão B. O que é que este treinador conseguiu? Em apenas um ano conseguiu subir à Segunda Liga e, dois anos mais tarde, conseguia chegar à Primeira Liga, de onde, desde então, não viria a sair, tornando inclusive o clube num com algumas participações na Taça UEFA.
Terminada a competição de rugby dos Jogos Olímpicos, é tempo de fazer o balanço da modalidade naquele que é considerado o maior evento desportivo à escala mundial. As ilhas Fiji confirmaram o seu favoritismo arrecadando a medalha de ouro, mas a História feita pela selecção fijiana não se fica por aqui: esta foi, também, a primeira medalha de sempre conquistada por aquele país numa edição dos Jogos Olímpicos, algo que demorou sessenta anos a ser obtido.
A equipa: Foi com toda a naturalidade que as ilhas Fiji (actuais bi-campeãs do World Series) conquistaram a principal medalha após grandes exibições ao longo de todo o torneio. Os fijianos foram sempre melhores e não deram quaisquer hipóteses aos seus rivais na pretensão pelo trono olímpico.
Depois de um justo primeiro lugar, os fijianos tinham razões para sorrir Fonte: World Rugby
Herrera – O jogador mais influente do onze portista e marcador de um grande golo. O mexicano gere os tempos no meio-campo portista e a sua eventual transferência será sentida certamente no futebol da equipa. Já com José Peseiro melhorou muito o seu futebol em termos de impacto no jogo, e com NES pode afirmar-se como referência e jogador chave no onze portista.
A nação portista aguarda com expectativa o arranque oficial da Liga NOS para testemunhar o primeiro “exame” a sério que a equipa de Nuno Espírito Santo vai se submeter. Afinal de contas, os movimentos que a SAD tem vindo a fazer ao longo do Verão não convenceram os adeptos da equipa azul e branca.
Pode-se mesmo dizer que a maior “aquisição” do FC Porto durante esta pré-época foi mesmo a afirmação de André Silva. O jovem ponta de lança português provou que é um jogador capaz de fazer a diferença mesmo com a sua tenra idade e já afastou Aboubakar e a possível concorrência do avançado belga Depoitre. Otávio foi também um dos destaques desta pré-temporada uma vez que o jovem jogador brasileiro convenceu a equipa técnica portista que seria melhor aposta do que o até agora titular indiscutível Yacine Brahimi. Apesar destas duas agradáveis surpresas, Marcano continua a ser um dos centrais de eleição e isso gera uma onda de desconfiança e de preocupação pelos adeptos.
Depoitre, o avançado belga que vai fazer concorrência a André Silva Fonte: FC Porto
Apesar dos bons desempenhos feitos durante esta pré-época, Marcano já provou diversas vezes que não é um central de nível para ser titular em jogos de nível de exigência elevado na Liga Portuguesa e muito menos na Liga dos Campeões. É urgente a vinda de um patrão para comandar a defesa enquanto Felipe se adequa ao futebol europeu. Ricardo Carvalho está disponível para assinar a custo zero e quero acreditar que o experiente central português só ainda não assinou pelos Dragões porque está a ultimar as últimas condições com a SAD. O internacional português ainda é capaz de fazer uma época ao mais alto nível como provou no Europeu e é um jogador conhecedor do futebol português e com dezenas de jogos nas competições europeias. Seria a adição perfeita a uma defesa pouco experiente e que não ainda não convenceu a massa associativa.
Um dos muitos nomes apontados ao FC Porto durante o mês de julho foi Rafa. O jogador do SC Braga tem sido apontado aos três grandes, mas as exigências de António Salvador têm sido um entrave a qualquer negócio. No entanto, Rafa seria um jogador que pegaria de estaca na equipa de Nuno Espírito Santo. Afinal de contas o plantel dos Dragões não conta com soluções com muita qualidade na frente de ataque. Os jogadores mais credíveis são Corona, Brahimi e Otávio. Varela, Adrián López e Bueno são incógnitas no que toca a consistência e o argelino não têm a sua continuidade assegurada. Rafa já mostrou que é um jogador de dimensão maior do que o SC Braga e creio que, quando a SAD azul e branca garantir um encaixe financeiro significativo, o jovem internacional português entrará nas contas de Nuno.
Acredito que sejam estas as duas únicas necessidades que o plantel necessita de colmatar. Rafa e Ricardo Carvalho são os dois jogadores que poderiam fazer parte deste elenco e acrescentariam outra qualidade a duas zonas distintas do terreno. Resta esperar pelos próximos capítulos da habitual novela de mercado.
No seu livro, Diego Maradona conta que chegou um dia a Nápoles e construiu uma equipa que viria mais tarde a vencer duas Série A e uma Taça UEFA. Por isso e por tudo o que a história lhe reconhece, foi idolatrado naquela cidade. Só para se perceber como aquela cidade vive os seus jogadores, num Itália-Argentina do Mundial de 1990, em pleno San Paolo, a certa altura do jogo, gritava-se mais pela Argentina de Maradona do que pela anfitriã Itália.
Em 2013/2014 chegava ao sul de Itália outro argentino, que se viria a tornar na bandeira da cidade nos três anos seguintes. ‘El pepita’ Higuaín vinha de um Real Madrid onde alternava a titularidade com Benzema, mas o faro pelo golo estava intacto. Hoje, depois de fazer a sua melhor época a nível pessoal, o avançado trai um clube, uma claque, uma cidade e sai para o principal adversário na luta pelo scudetto, numa transferência envolta em polémica e que envolve 90 milhões de euros. Por estes dias, por toda a cidade, multiplicam-se as camisolas queimadas com o nome de Gonzalo Higuaín.
Com uma média de quase um golo por jogo (0,90) e 35% dos tentos dos napolitanos em toda a época, o argentino foi crucial para o segundo lugar dos azul celeste. Prova disso é a pior série de resultados da equipa, entre Série A e Liga Europa, que apareceu quando o avançado andou arredado dos golos. Será inevitável perceber como irá o Nápoles suprimir esta perda e até que ponto o bom futebol que a equipa vem apresentando será afetado.
Para já, parece estar encontrado o substituto natural do pepita. Aos 22 anos, Arkadiusz Milik chega a Nápoles depois de duas épocas recheadas de golos no Ajax e de um Europeu igualmente em bom plano. A qualquer hora surgirão as inevitáveis comparações, mas, para já, parece que o polaco tem características que servem de feição ao estilo de jogo da equipa: capacidade de segurar a bola e aguentar os defesas nas suas costas, enquanto espera pelo apoio frontal dos médios bastante criativos; profundidade atacante e velocidade na transição defesa-ataque – a maior arma dos napolitanos – e bom jogo aéreo, com enorme capacidade de resposta a cruzamentos dos excelentes extremos que o irão acompanhar. Contudo, a tenra idade e alguma inexperiência do dianteiro deixa no ar a questão sobre se será suficiente para todas as competições.