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Opinião

A novela de Luis Suárez dentro de campo | Sporting

Luis Suárez foi protagonista de verão. O mercado de transferências teve efeito para tal, como o avançado confirmou depois da vitória do Sporting sobre o CD Nacional. Agora, com o mercado fechado, será protagonista da principal novela, aquela que se arrastará até maio com derrotas, empates e vitórias. Essa não se jogará à mesa de negociações, mas dentro de campo, onde interessam os pontos, mais do que os milhões, e interessa o rendimento, mais do que qualquer acordo. Nesse campo, Luis Suárez é uma peça fulcral para o Sporting. Se na temporada passada teve impacto goleador, mas também como elemento de ligação, com apoios curtos, toques para enquadrar as ruturas e impacto baixando em campo para também dar alguma organização, todo esse jogo será reforçado na nova época. Não é de estranhar que, depois de um início de temporada a recuperar a melhor forma, ainda como um corpo meio estranho, quando foi capaz de assumir o protagonismo, o Sporting fez os dois melhores jogos da época. Primeiro em Vila do Conde, contra o Rio Ave, agora no Estádio de Alvalade, diante do CD Nacional.

Diogo Ribeiro · 5 min de leitura
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Opinião

Um romance de verão entre Estrela da Amadora e Famalicão

O calor de setembro, a puxar lembranças de um verão que caminha a passos largos para o seu fim, foi o cenário ideal para um destes jogos. Numa altura em que vender a Liga parece quase tão importante como disputá-la, há cantinhos bonitos como este Estrela da Amadora x Famalicão para recordar que os 300 milhões de euros (talvez a manifestação funcione quando toda a racionalidade diz que são números impossíveis) abrangem tantos e tantos jogos. O apito final do jogo foi um término de um romance de verão, daqueles que acabam tão rápido como começaram, praticamente efémeros na sua génese, mas eternos, quando bem vividos, como se uma semana, uns dias ou umas horas fossem capazes de durar para sempre. O Estrela da Amadora x Famalicão não foi o melhor jogo de sempre, é óbvio, mas um romance de verão também não precisa de ser um amor de filme. Basta um epílogo para a felicidade. Bastam 90 minutos.

Diogo Ribeiro · 6 min de leitura
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