Luis Suárez projetou o Arsenal x Sporting. Leões jogam esta quarta-feira com os Gunners na segunda mão dos quartos de final da Champions League.
Luis Suárez fez a antevisão ao Arsenal x Sporting, jogo a contar para a segunda mão dos quartos de final da Champions League. Depois de uma derrota por 1-0 no Estádio de Alvalade, os leões enfrentam esta quarta-feira os Gunners para a segunda mão. Em conferência de imprensa, o avançado colombiano falou sobre o calendário:
«Estamos aqui porque somos profissionais e sabemos gerir as emoções em cada momento. Amanhã começamos uma semana muito bonita e atrativa e creio que não se definirá. Vamos jogo a jogo, a famosa frase é verdade. Amanhã é o jogo mais importante e depois vamos aos próximos», referiu, sendo que os próximos jogos do Sporting são Arsenal, Benfica e FC Porto num espaço de oito dias.
Luis Suárez projetou o Arsenal x Sporting. Leões jogam esta quarta-feira com os Gunners na segunda mão dos quartos de final da Champions League.
Luis Suárez fez a antevisão ao Arsenal x Sporting, jogo a contar para a segunda mão dos quartos de final da Champions League. Depois de uma derrota por 1-0 no Estádio de Alvalade, os leões enfrentam esta quarta-feira os Gunners para a segunda mão.
«Significa tudo. Esta segunda etapa, segunda temporada em que estou a disputar a Champions tem um sabor muito mais doce. Em Marselha não tive muitos minutos, mas cresci como jogador e pessoa. Trabalhei muito, procurei muito estar cá outra vez e estou a desfrutar. Muito mérito a nível pessoal. O rapaz de pés descalços a jogar com o meu povo vê um sonho a ser realizado», afirmou Luis Suárez, que também avaliou a época no Sporting com palavras de apreço:
«É uma época muito bonita para mim, estou a desfrutar ao máximo. Encontro-me bem fisicamente, no melhor momento da minha carreira. Antes falávamos [com Rui Borges] de disfrutar. Estamos a levar um protocolo a nível individual e a desfrutar de todos os minutos».
Luis Suárez projetou o Arsenal x Sporting. Leões jogam esta quarta-feira com os Gunners na segunda mão dos quartos de final da Champions League.
Luis Suárez fez a antevisão ao Arsenal x Sporting, jogo a contar para a segunda mão dos quartos de final da Champions League. Depois de uma derrota por 1-0 no Estádio de Alvalade, os leões enfrentam esta quarta-feira os Gunners para a segunda mão.
«Desde que acabou o jogo, todos imaginamos o jogo de amanhã. Todos o imaginamos, os sportinguistas, a passar à próxima fase. Se há equipa que o pode fazer, somos nós», disse Luis Suárez, com mensagem de crença para a equipa do Sporting.
O Famalicão tem uma série de jogadores em destaque e que podem render boas maquias ao emblema minhoto no próximo mercado de transferências.
O Famalicão é um dos emblemas em destaque esta temporada, encontrando-se na luta pelo acesso às competições europeias pelas mãos de Hugo Oliveira. Depois de terem vendido Yassir Zabiri por 12 milhões de euros ao Rennes no mercado de janeiro, a equipa pode realizar mais vendas no verão.
O plantel do Famalicão conta com nomes em grande forma e que podem dar o salto para 2026/27, caso cheguem ofertas que convençam a equipa nortenha. À semelhança do que já aconteceu, existe a possibilidade do conjunto encher os cofres.
Um dos nomes que tem convencido a crítica é Ibrahima Ba, defesa central de apenas 20 anos de idade, que tem sido inclusivamente apontado ao Borussia Dortmund, com o Famalicão disposto a ouvir propostas a rondarem os 25 milhões de euros. O defesa está na equipa desde 2024 e na presente temporada soma 22 jogos, com um golo marcado.
O colega de defesa de Ibrahima Ba, Justin de Haas, vai mesmo rumar a uma das ligas Big 5, tendo já um pré-acordo com o Valência. O neerlandês prepara-se assim para deixar o Famalicão a custo zero, já que se encontra em final de contrato.
Um pouco mais à frente do terreno encontra-se Mathias de Amorim, médio que se destacou no Bordéus e viu em Famalicão a sua porta de entrada na Primeira Liga. O internacional Sub-21 por Portugal é habitualmente utilizado por Hugo Oliveira no duplo pivot e soma esta época 28 encontros, com quatro golos e uma assistência. Tal como Ibrahima Ba, chegou ao clube em 2024. O seu valor de mercado é de seis milhões de euros.
Na posição de médio ofensivo está a grande joia da coroa do Famalicão. Gustavo Sá é um nome que faz capas e com apenas 21 anos é considerado um jogador de futuro no futebol nacional. Conta com uma cláusula de rescisão de 50 milhões de euros e em janeiro foi associado ao Al Ittihad.
Contudo, Gustavo Sá quis manter-se na Europa e pode gerar uma bela maquia à SAD liderada por Miguel Ribeiro. Formou-se entre o FC Porto e o Famalicão, onde chegou em 2018. Em 2025/26 leva 30 partidas, com quatro golos e duas assistências. O seu valor de mercado reflete o nível que tem apresentado: 18 milhões de euros.
Para terminar os nomes de peso no Famalicão (ainda que existam mais jogadores interessantes), Sorriso tem sido um dos destaques do ataque minhoto. O brasileiro atua a extremo e tem 25 anos. Vive a sua terceira época em Vila Nova de Famalicão e está perfeitamente adaptado a Portugal.
São 31 encontros esta época, seis golos marcados e quatro assistências. O seu valor de mercado é de cinco milhões de euros. O Famalicão vive um momento saudável ao nível financeiro, mas pode ceder algumas das suas peças fundamentais, caso cheguem ofertas convincentes. Meia Europa está de olho nos atletas da equipa principal e pode mesmo haver uma ‘chuva de milhões’.
Carlos Espí tem estado em destaque ao serviço do Levante. O Real Madrid esteve interessado no jovem ponta de lança espanhol.
Carlos Espí é um dos nomes em destaque na La Liga nos últimos dias, ao ganhar o lugar de titular no Levante de Luís Castro, mostrando uma veia goleadora fora do comum. Contudo, a carreira do ponta de lança podia estar a ser bem diferente, longe do Ciutat de Valencia.
Quando ainda atuava como júnior, Carlos Espí recebeu uma abordagem do Real Madrid, mas foi o próprio Levante a negar a proposta, já que consideravam o jogador um atleta cheio de potencial. Os resultados estão há vista. Atualmente, o jogador soma 20 encontros, com 10 golos.
A sua cláusula de rescisão é de 25 milhões de euros, mas Carlos Espí pode transformar-se numa grande oportunidade de mercado, caso o Levante seja despromovido, já que tal cláusula desce para os 12,5 milhões de euros.
Rui Borges já projetou o Arsenal x Sporting. Leões jogam esta quarta-feira com os Gunners na segunda mão dos quartos de final da Champions League.
Rui Borges já fez a antevisão ao Arsenal x Sporting, jogo a contar para a segunda mão dos quartos de final da Champions League. Depois de uma derrota por 1-0 no Estádio de Alvalade, os leões enfrentam esta quarta-feira os Gunners para a segunda mão. Em conferência de imprensa, o técnico dos leões começou por dizer o seguinte:
«Sou muito frio. A equipa tem de ser igual a si própria e ao que tem sido. Independentemente do adversário e da competição, não preciso de falar em fome. Demonstram todos os dias e todo o jogo a ambição, a coragem e o prazer de jogar. Temos de ser iguais a nós próprios e com a responsabilidade inerente, atrás de algo inédito para o clube e para a equipa. Cientes das dificuldades. Defrontar um grande Arsenal, fazer o que ninguém fez na Champions: ganhar a esta equipa. Confiança infinita na personalidade e carácter da equipa».
Rui Borges falou sobre a reta final da temporada, abordando o calendário:
«Volto a dizer. Sou muito frio no meu pensamento. Estou calmo. A chama é a ambição e todos temos muita, por isso é que aqui estamos, nas oito melhores, onde só nós acreditávamos que o Sporting estaria. É fruto da qualidade da equipa. Duas grandes equipas em campo, independentemente do resultado. É uma semana importante, cada vez mais importante em final de época, jogos mais importantes nas decisões. Estamos no final de época, mas inseridos em tudo o que é para disputar. Define o Sporting, disputar as competições até ao fim e querer ganhá-las, estar a lutar pelas meias-finais da Champions, campeonato e final da Taça. O que se passar, não apaga a grande época desta equipa e destes jogadores».
«Preocupação com o relvado? Ainda não o pisei. Estou preocupado com o que o Luis me disser do relvado. Vai estar igual para as duas equipas. Nem li [a declaração do Gyokeres]. Declaração de um atleta adversário», disse Rui Borges sobre o relvado do Estádio Emirates.
«Não pôr o pé a pensar no campeonato? Estamos aqui a disputar uma meia-final, o jogo mais importante é amanhã. Apenas e só a pensar neste jogo e a tentar ganhá-la. Têm esse desejo, marcar a história do clube e a história deles».
Rui Borges foi questionado sobre que mensagem passou aos jogadores nesta semana:
«Semana decisiva? A minha mensagem é clara e simples. Se há semana em que não preciso de falar muito é esta. Grandes jogos, estarão motivados só por si. Estão preocupados com o onze, todos querem disfrutar e estar inseridos no jogo. No meu discurso, é uma semana simples. Representam um grande clube, sabem da pressão diária em representar o Sporting. Eles sabem da importância deste jogo. Preciso de os manter ligados à exigência e ideia da equipa. Descansá-los e mantê-los a pronto. É meu trabalho, também do staff técnico. A responsabilidade dos jogos, eles sabem isso. Nem digo uma vez, olho para os olhos deles e sinto a vontade em disputar o jogo e lutar por uma passagem à meia-final. O futebol e a vida dão sempre uma oportunidade a quem acredita muito e se há equipa que acredita muito é esta».
«Arsenal em semana decisiva e sob brasas? Não dá ajuda nenhuma, é uma grande equipa com grandes jogadores. É natural que uma grande equipa não ganhe sempre, mas motiva-os mais e vai fazer com que estejam todos ligados e consigam passar às meias-finais. Grande clube com grandes jogadores, não é um ou dois jogos menos bem conseguidos que define a época deles», disse ainda Rui Borges.
Rui Borges abordou a situação de Iván Fresneda:
«O Iván tem sido um jogador importante, feito uma grande época. Não está a 100% e optámos por deixá-lo em Lisboa. Amanhã, o jogo exige toda a gente a 100%».
Rui Borges foi questionado sobre as baixas no treino do Sporting:
«6 baixas no treino do Arsenal? Em termos da ideia, não dificulta. Em algumas posições, tem três grandes jogadores para a posição. Muda, jogadores com características diferentes e comportamentos estratégicos, mas não muda a ideia de jogo. Pode mudar comportamentos, temos de ter capacidade como treinadores e jogadores de anular com o coletivo. Uma grande equipa com tantos jogadores de qualidade, características diferentes, muda alguns comportamentos».
Rui Borges deixou mensagem para o Arsenal x Sporting:
«Agarramo-nos uns aos outros e eu agarro-me ao meu trabalho, que nos trouxe até aqui. Se há equipa que acredita, comprometida e ambiciosa é esta. Acredito nisso. É sinal que temos capacidade para ultrapassar isso. Perdemos, vimos com 1-0 e uma derrota em casa, mas se não fosse para disputar tínhamos levado 3. Com um 3-0, era 0,0000001% de probabilidade. As coisas acontecem por um motivo, tento arranjar forma de olhar bem para as coisas. Quando somos postos à prova, é porque temos qualidade para ultrapassar o desafio. Jogamos contra uma grande equipa que não perdeu, 2 derrotas nos últimos 25 jogos em casa. Estamos com esperança, se acreditarmos muito pode acontecer. Se não, não muda nada. Não vai definir a equipa».
«É mais um jogo importante na minha carreira, todos muito importantes. É uma competição que todos sonhamos disputar, marcará a carreira de todos nós e em primeiro lugar a história do Sporting. Queremos continuar a marcar a história do Sporting, ao nível das grandes lendas do Sporting. Não o digo pelo treinador, mas pelos jogadores. É acreditar. O valor é subjetivo, o Mercedes anda a 200, o Peugeot também anda. É conhecer atalhos, estradas e seguir em frente», referiu ainda Rui Borges.
Rui Borges foi questionado sobre a bola parada do Arsenal:
«Baixas na bola parada do Arsenal? É uma grande equipa, três grandes jogadores para algumas posições. Não faz lógica. As bolas paradas… é uma grande equipa nas bolas paradas, não faz golos há alguns jogos. Criou esse rótulo numa fase inicial da época e merece-o pela competência. Não é uma elaboração extraordinária, mas tem jogadores na batida que metem 10 bolas em 10 onde o treinador querem e sete ou oito armários muito fortes nos duelos. É fortíssima nesse momento do jogo. Tento sempre valorizar os meus e também temos sido fortíssimos».
«Foco no Arsenal x Manchester City pode funcionar a favor? Problema deles, eu estou só focado no Arsenal e no jogo. Que nos deixem sossegados, não há problemas. Focados no que podemos fazer contra uma grande equipa. Passa-nos ao lado. Exigência grande, jogo de exigência grande. Focados no Arsenal e queremos estar nessa decisão até ao final. Seremos capazes de dar boa resposta.
Rui Borges olhou para a posição de lateral direito:
«Vagiannidis ou Eduardo Quaresma? Temos três, também, o Blopa também. Jogadores diferentes, não vou falar de características, pode funcionar em termos estratégicos. Vagiannidis lateral de raíz ofensivo, Edu não é lateral de raiz, mas bastante competente e Blopa dá velocidade. São três miúdos em quem acreditamos muito».
Rui Borges voltou a falar sobre o duelo:
«Ter chances de contra-atacar? O Sporting não é só forte no contra-ataque. No primeiro jogo, a posse foi equilibrada. O Sporting gosta de ter bola, de mandar no jogo com bola. Sabemos que pode haver mais momentos de contra-ataque e ataque rápido e temos de ser mortíferos. Não há muitas oportunidades, no primeiro jogo tivemos mais e melhores e saímos com derrota. Temos de ser equilibrados em todos os momentos do jogo».
«O valor do Arsenal é maior que o Sporting, mas nem sempre o carro mais rápido ou da melhor marca ganha. Ambos andam a 200 a hora, depende do caminho. O Mercedes pode parar na bomba e nós não. O valor não define o vencedor, é o compromisso, a exigência e a qualidade individual e coletiva e aí são duas grandes equipas. Quem tiver mais compromisso e rigor nos 90 minutos, poderá levar de vencida a eliminatória. Lá tivemos oportunidades, que sejamos mais felizes amanhã», disse ainda Rui Borges.
Luis Suárez projetou o Arsenal x Sporting. Leões jogam esta quarta-feira com os Gunners na segunda mão dos quartos de final da Champions League.
Luis Suárez fez a antevisão ao Arsenal x Sporting, jogo a contar para a segunda mão dos quartos de final da Champions League. Depois de uma derrota por 1-0 no Estádio de Alvalade, os leões enfrentam esta quarta-feira os Gunners para a segunda mão. Em conferência de imprensa, o avançado colombiano disse o seguinte:
«Creio que a ambição pessoal fica para segundo plano. O primordial é procurar a vitória para fazermos história como clube. Amanha é um jogo bonito, sem pressão, uma oportunidade que a vida nos deu para jogar futebol e disfrutar».
Luis Suárez foi questionado sobre a questão física:
«Nível físico? É uma época muito bonita para mim, estou a desfrutar ao máximo. Encontro-me bem fisicamente, no melhor momento da minha carreira. Antes falávamos [com Rui Borges] de disfrutar. Estamos a levar um protocolo a nível individual e a desfrutar de todos os minutos».
«Trabalho sempre para fazer sempre uma melhor temporada. Não gosto de colocar números ou tetos. Estou a disfrutar da temporada. Ainda posso dar um pouco mais, mais golos, mais ajuda à equipa», referiu também Luis Suárez.
Luis Suárez foi questionado sobre o calendário:
«Estamos aqui porque somos profissionais e sabemos gerir as emoções em cada momento. Amanhã começamos uma semana muito bonita e atrativa e creio que não se definirá. Vamos jogo a jogo, a famosa frase é verdade. Amanhã é o jogo mais importante e depois vamos aos próximos».
«Creio que o nível pessoal passa para segundo plano, o importante é o compromisso da equipa. Primeiro plano sempre a equipa», reforçou Luis Suárez.
Luis Suárez deixou mensagem de crença:
«Desde que acabou o jogo, todos imaginamos o jogo de amanhã. Todos o imaginamos, os sportinguistas, a passar à próxima fase. Se há equipa que o pode fazer, somos nós».
«Significa tudo. Esta segunda etapa, segunda temporada em que estou a disputar a Champions tem um sabor muito mais doce. Em Marselha não tive muitos minutos, mas cresci como jogador e pessoa. Trabalhei muito, procurei muito estar cá outra vez e estou a desfrutar. Muito mérito a nível pessoal. O rapaz de pés descalços a jogar com o meu povo vê um sonho a ser realizado», afirmou Luis Suárez.
Luis Suárez voltou a olhar para o jogo da segunda volta
«Amanhã temos uma oportunidade. Não temos medo nenhum. Podemos demonstrar o melhor que temos, todos trabalhamos para disfrutar destes jogos de Champions League».
Luis Suárez falou sobre o tempo no Watford:
«Estive uma pré-temporada antes de definir o meu futuro. Era algo do meu agente desportivo, uma transição, disfrutei e depois decidi o meu futuro».
Continua o caminho invicto e 100% vitorioso de Portugal rumo ao Mundial Feminino 2027. Seleção nacional venceu a Letónia.
Na primeira deslocação no apuramento para o Mundial Feminino 2027, Portugal manteve a tendência e venceu sem sofrer golos. Na Letónia, vitória da seleção nacional por 3-0.
Kika Nazareth (14′ e 73′) bisou e foi a grande destaque portuguesa no encontro. A goleada contou ainda com o golo de Tatiana Pinto (18′).
Em três jogos, três vitórias de Portugal e a liderança isolada do Grupo B3, de apuramento para o Mundial Feminino 2027, enquanto a Letónia continua sem pontuar. Recorde-se que, depois da fase de grupos, Portugal terá uma série de playoffs para sonhar com a presença no Brasil.
Recorda a convocatória de Portugal para a dupla jornada que envolverá, ainda, um duelo contra a Eslováquia.
O Shabab Al Ahli de Paulo Sousa está nos quartos de final da Champions League Asiática. Goleada sobre o Tractor carimba apuramento.
O Shabab Al Ahli, equipa dos Emirados Árabes Unidos orientada por Paulo Sousa, garantiu o apuramento para os quartos de final da Champions League Asiática. Nos oitavos de final, jogo adiado devido ao conflito no Médio Oriente, vitória por 3-0 sobre o Tractor do Irão.
Golos só na segunda parte e todos já depois da expulsão de Alireza Beiranvand (52’), antigo guarda-redes do Boavista. Yuri César (65’), Saeid Ezatolahi (80’) e Matheusão (90+8’) marcaram os golos da vitória.
Nos quartos de final, o Shabab Al Ahli tem encontro marcado com o Buriram da Tailândia, que eliminou o Melbourne City da Austrália nos oitavos de final da prova.
Arjen Robben abordou a segunda mão dos quartos de final da Champions League entre o Real Madrid e o Bayern Munique.
Arjen Robben, antigo internacional pelos Países Baixos que jogou ao serviço de Real Madrid e Bayern Munique, abordou a segunda mão dos quartos de final da Champions League entre as duas equipas:
Para mim, o Bayern foi a melhor equipa. Acho que o resultado talvez tenha ficado um pouco aquém. Mas continua a ser o Real Madrid. É algo que o treinador também referiu: contra eles, é preciso estar atento durante 90 ou 95 minutos e manter a concentração. Mesmo quando pensamos: ‘Estamos a ganhar por 2-0, está tudo a correr bem’. Eles podem marcar um golo do nada. No futebol, um jogo nunca está decidido. O Real Madrid é o melhor exemplo disso», afirmou o ex-jogador citado pelo jornal As, em relação ao jogo da primeira mão.
Arjen Robben comentou sobre o que os alemães devem fazer na segunda mão:
«O Bayern vai tentar impor o seu jogo. Não precisa de mudar de tática. O plano tem funcionado ao longo de toda a época. A defesa na transição tem de estar bem organizada e é preciso atacar de forma compacta. Trata-se de encarar o jogo com total paixão e convicção. É preciso acreditar e não ter medo», referiu o comentador.
O neerlandês falou sobre a força dos merengues na Champions League:
«Nunca se pode dar o Real Madrid como morto. Impressiona-me que se mantenham sempre calmos. Sentem-se à vontade mesmo quando defendem num bloco muito baixo e, de repente, partem para o ataque com tudo. Às vezes, basta-lhes um ou dois momentos. É preciso ter cuidado com isso. Têm imensa qualidade individual. Mas acho que o Bayern Munique é melhor como equipa. Além disso, também têm jogadores muito fortes a nível individual, capazes de decidir jogos. O Real Madrid um clube gigantesco a nível mundial. Têm mais títulos da Liga dos Campeões do que qualquer outro clube, o que já diz tudo. Procuram sempre ter a melhor equipa e contratar os melhores jogadores. Antes havia os Galácticos. Depois, com Cristiano, Kaká ou Xabi Alonso, sempre tiveram grandes jogadores e grandes nomes», confessou o ex-extremo.