O Sporting vai a votos em 2026. Data das eleições para a presidência do clube já está definida: 14 de março, um sábado.
O Sporting vai a votos em março de 2026. Saiu esta manha a convocatória para a Assembleia Geral Extraordinária Eleitoral e o ato eleitoral está agendado para o dia 14 de março, um sábado.
João Palma, presidente da Mesa da Assembleia Geral, confirmou em convocatória a realização das eleições no dia 14 de março. Os sócios com as quotas em dia poderão votar entre as 9h e as 20h no Pavilhão João Rocha.
Refira-se que o voto será presencial e eletrónico. Frederico Varandas, presidente atual, recandidatar-se-á à presidência dos leões. Tanto o presidente como outros candidatos deverão apresentar a candidatura até ao dia 12 de fevereiro às 18h.
O Benfica rejeitou a proposta de empréstimo do Torino por Rafael Obrador, apesar de o jogador já ter chegado a acordo com o clube italiano.
O Torino está interessado em garantir a contratação de Rafael Obrador a título de empréstimo e já chegou a acordo com o espanhol. Contudo, segundo a Tuttosport, a proposta com opção de compra de dois milhões foi rejeitada pelo Benfica.
Rafael Obrador chegou à Luz no início da temporada por 5 milhões de euros, vindo do Real Madrid, e não tem tido oportunidades pela equipa principal, tendo participado em apenas um jogo. O defesa-lateral representou também a equipa B em duas ocasiões.
O clube de Turim ocupa, atualmente, a 12.ª posição da Serie A com 23 pontos. A mesma fonte adianta que este negócio também depende das saídas dos defesas-laterais Niels Nkounkou e Cristiano Biraghi.
O Braga publicou nas redes sociais do clube uma imagem da entrada de Gianluca Prestianni após a vitória frente ao Benfica na Taça da Liga.
O Braga garantiu a passagem à final da Taça da Liga na passada quarta-feira, com a vitória por 3-1 frente ao Benfica, em Leiria. Após o encontro, o clube bracarense publicou uma imagem da entrada polémica de Gianluca Prestianni sobre Ricardo Horta, com a seguinte descrição:
«No máximo até à última gota de suor. #GanharComTodos».
No próximo sábado, dia 10 de janeiro, o Braga enfrentará o Vitória de Guimarães numa final minhota da Taça da Liga.
Na passada quarta-feira, o Arouca anunciou a rescisão amigável do contrato do defesa-lateral português, Alex Pinto.
Alex Pinto vai abandonar o Arouca após chegar a acordo com o clube, na passada-quarta-feira, para uma rescisão amigável do contrato. O defesa-lateral representou o arouquenses durante um ano e meio.
O português de 26 anos representou o clube num total de 24 jogos, sendo que apenas nove aconteceram esta temporada. Antes desta experiência passou por clubes como o Gil Vicente, FC DAC, Farense e Vitória SC.
O Estoril Praia terminou o empréstimo do médio do Botafogo, Patrick de Paula. O brasileiro voltou a ser emprestado até ao final de 2026, ao Remo.
Na passada quarta-feira o Estoril Praia anunciou que terminou o empréstimo de Patrick de Paula e que o brasileiro regressaria ao Botafogo. O médio será emprestado de novo, sendo que desta vez alinhará pelo Remo, clube recentemente promovido ao Brasileirão.
Patrick de Paula não foi capaz de se afirmar na Primeira Liga, sendo titular em apenas três jogos. No total, representou o clube em nove partidas, nas quais apontou um golo.
O Remo regressou ao Brasileirão após terminar na quarta posição da Série B em 2025. Este feito marca o regresso à primeira divisão brasileira 26 anos depois da última presença na competição.
Bem-vindo ao Rei da Amazônia, Patrick de Paula! 🦁
O volante chega para reforçar o meio-campo azulino. Aos 26 anos, Patrick traz qualidade e experiência para o Leão, com passagens por Palmeiras, Botafogo, Criciúma e Estoril Praia, de Portugal.
Quer Vitória SC quer Braga já chegaram a finais nacionais e ganharam troféus. Ainda assim, nunca uma Taça da Liga, Taça de Portugal ou Supertaça foi disputada entre os dois rivais do Minho.
História foi e será feita. O Vitória SC x Braga vai ser jogado em Leiria este sábado, com o Dérbi do Minho na final da Taça da Liga a começar às 20h do dia 10 de janeiro.
João Prates está na Tribuna VIP do Bola na Rede. É treinador de futebol, licenciado em Psicologia do Desporto e está no seu espaço de opinião no nosso site. O técnico de 52 anos já orientou o Dziugas da Lituânia, o Vaulen da Noruega e o Naft Maysan, do Iraque, e esteve na formação do Al Batin e Hajer Club da Arábia Saudita.
Há conferências de imprensa que dizem mais pelo tom do que pelas palavras. Há silêncios que explicam melhor uma época do que qualquer estatística. Após a derrota na meia-final da Taça da Liga, Rui Borges não parecia um treinador à procura de desculpas. Parecia um treinador cansado. Cansado de perder jogadores. Cansado de adaptar planos. Cansado de competir com variáveis que já não controla, as lesões.
Com mais duas lesões a juntar-se a uma lista já pesada, o problema deixa de ser tático e passa a ser estrutural. E é aqui que começa uma realidade que o futebol raramente quer discutir.
O treinador é avaliado por resultados mesmo quando já não consegue reproduzir o processo, mesmo quando o plano deixa de ser o plano. Mesmo quando as rotinas desaparecem, a qualidade baixa e as soluções passam a ser«remendos». Quando as lesões se acumulam, o treino deixa de ser o ideal e passa a ser o possível.
Perde-se qualidade, intensidade, jogadores adaptados a posições e todos tem oportunidade que de outra forma talvez não surgisse. Mas a realidade é só uma, existem sempre jogadores que são a primeira opção.
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
A preparação já não serve para crescer, serve para sobreviver, e no entanto, o calendário não abranda, há sempre um próximo jogo. há sempre uma exigência intacta, há sempre um resultado à espera. É neste ponto que o treinador sente o nó na garganta, não por medo, mas por impotência de querer fazer o trabalho bem e não conseguir porque não tem as melhores ferramentas.
Impotência por saber que a ideia está lá, mas o contexto não acompanha, Impotência por liderar um grupo que dá tudo, mas não consegue dar mais. Impotência por continuar a ser o rosto de um problema que já ultrapassa o campo.
Lembro-me de viver algo semelhante na Lituânia, poucos recursos, opções , erros que se repetiam não por falta de compromisso, mas por falta de soluções. O plano existia, mas o contexto não ajudava. E todos os dias havia treino, jogo, cobrança, como se tudo estivesse normal. É aí que o treinador cresce ou quebra. Não pelo resultado, mas pela capacidade de continuar a liderar quando sabe que, naquele momento, já não controla tudo.
O futebol profissional vive de resultados, e isso é inegociável, mas quem decide devia saber ler contextos, porque quando se ignora o contexto, a análise torna-se injusta.E quando a decisão é injusta, raramente é inteligente.
O treinador não pede desculpas. Pede apenas que se entenda que nem todos os jogos se perdem por incompetência, nem todos os ciclos se quebram por falta de ideias. Há momentos em que o maior desafio não é ganhar. É continuar a liderar quando já não se controla o jogo das quatro linhas.
E isso, quem nunca esteve lá, dificilmente entende, porque acreditem, ninguém mais que ganhar, do que o treinador.
Neemias Queta chegou aos 20 ressaltos na derrota dos Boston Celtics diante dos Denver Nuggets na NBA. Exibição de gala do poste português.
Os Boston Celtics voltaram a sair derrotados depois de quatro vitórias consecutivas, mas não podem ser imputadas culpas a Neemias Queta. Na derrota por 114-110 diante dos Denver Nuggets, o poste português fez grande exibição.
Aos seis pontos que marcou, Neemias Queta juntou 20 ressaltos. Foram 10 ressaltos defensivos e 10 ressaltos ofensivos, números que nenhum jogador alcançou desde 1989, num domínio claro da zona perto do cesto pelo poste português.
Com este resultado, os dois clubes terminam o dia no terceiro lugar de cada conferência, com registos ligeiramente diferentes: os Denver Nuggets com 25-12, os Boston Celtics com 23-13.
O Benfica de José Mourinho chegou a Leiria com um registo de 22 jogos sem perder nas competições nacionais. Contudo, a meia-final da Taça da Liga revelou-se um teste de realidade penoso para as águias. Perante 17.469 espetadores, o Braga de Carlos Vicens não só venceu por 3-1 como expôs imensas fragilidades defensivas dos encarnados.
O Benfica entrou em campo a pretender asfixiar a saída de bola bracarense. Com Fredrik Aursnes e Leandro Barreiro a servirem de gatilhos na pressão alta, a equipa encarnada conseguiu, nos primeiros dez minutos, criar a sensação de que o golo era inevitável, tendo sido parado apenas pelas boas defesas de Lukas Hornicek. No entanto, esta pressão revelou-se péssima e sem coberturas eficazes.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
O Braga identificou rapidamente a cratera nas alas. Ao forçar o jogo pelo corredor direito através de Ricardo Horta e Rodrigo Zalazar, os minhotos expuseram a gritante desorientação de Samuel Dahl e a falta de agressividade de Tomás Araújo. O primeiro golo é o exemplo perfeito da falha estrutural, onde Samuel Dahl perdeu de vista Rodrigo Zalazar, e Tomás Araújo teve uma abordagem passiva que permitiu a Pau Víctor finalizar sem oposição.
O momento da noite, aos 33 minutos, foi mais do que um golo de antologia de Rodrigo Zalazar, foi um manifesto contra a apatia defensiva do Benfica. Ver o médio uruguaio percorrer metade do terreno sem sofrer uma única falta tática é incompreensível para uma equipa de elite. A abordagem infantil de Nicolás Otamendi, permitiu que o camisola 10 do Braga fizesse o que quis antes de bater Anatoliy Trubin.
Richard Ríos e Leandro Barreiro foram incapazes de ditar ritmos ou fechar caminhos por dentro, permitindo que João Moutinho e Florian Grillitsch controlassem o tempo do jogo com bola. O Benfica tornou-se uma equipa de jogadores esforçados, mas taticamente desequilibrados, onde Georgiy Sudakov, outra vez na ala, perdia toda a sua capacidade criativa ao ser obrigado a tarefas defensivas para as quais não tem características.
Ao intervalo, José Mourinho corrigiu o erro de lançar um Manu Silva ainda longe da forma física ideal e deu palco a Gianluca Prestianni. O argentino foi o único capaz de abanar o jogo, trazendo a verticalidade e a agitação que faltavam. O golo de Vangelis Pavlidis, de grande penalidade, foi o prémio para uma fase de domínio em que o Benfica parecia estar perto de reverter o cenário.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Contudo, a desorganização voltou a cobrar faturas. Aos 82 minutos, num lance que começou com uma falha de apoios de Tomás Araújo, o defesa central acabou por desviar para a própria baliza, permitindo a Gustaf Lagerbielke sentenciar o encontro na recarga. O descalabro mental culminou na expulsão de Nicolás Otamendi, que agora falha o clássico decisivo frente ao FC Porto.
O Benfica falhou a revalidação da Taça da Liga porque foi uma equipa previsível e permissiva e o Braga foi o justo vencedor. A ausência de extremos criativos no onze inicial e a insistência em jogadores limitados tecnicamente como Leandro Barreiro tornaram o jogo encarnado fácil de ler para um Braga que, sem ser brilhante, foi cirúrgico.
Kenneth Taylor está a caminho da Lazio como substituto de Mattéo Guendouzi. Médio neerlandês vai deixar o Ajax.
O futuro de Kenneth Taylor não passa pelo Ajax. Depois da Lazio chegar a acordo com os neerlandeses para uma transferência em redor dos 15 milhões de euros, também o médio já tem acordo com a formação italiana.
De acordo com Nico Schira, Kenneth Taylor assinará um contrato válido até 2030 com a Lazio e receberá um salário anual de quase dois milhões de euros. No plantel italiano, o médio será o substituto de Mattéo Guendouzi, que está a caminho do Fenerbahçe.