O AC Milan não conseguiu colocar Fikayo Tomori no mercado. Defesa vai ser reintegrado por Ruben Amorim.
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O mercado de transferências voltou a agitar o futebol europeu. Entre mudanças inesperadas, reforços de peso e clubes dispostos a alterar profundamente os respetivos plantéis, foram várias as movimentações que prometem marcar a temporada 2026/27. Escolher apenas cinco implica inevitavelmente deixar nomes importantes de fora. Mais do que olhar exclusivamente para os valores envolvidos, selecionei cinco transferências pelo impacto que os jogadores podem ter nas novas equipas, pela dimensão dos clubes envolvidos e pelo interesse desportivo de cada mudança.
Serie A
O AC Milan não conseguiu colocar Fikayo Tomori no mercado. Defesa vai ser reintegrado por Ruben Amorim.
Opinião
É praticamente uma lei no futebol que um emblema que alcança a promoção a um principal escalão terá de reforçar o seu plantel com várias peças. Em muitos casos, chegam mais de uma dezena de jogadores a uma equipa recém-promovida, com o objetivo do clube a passar pela manutenção e a tranquilidade, mantendo essa base de atletas para os anos seguintes. Na Premier League assistimos a autênticas revoluções para sobreviver, ainda que as despromoções ao Championship sejam acompanhadas de uma almofada financeira como não existe em outro país. Em Espanha, Deportivo de A Coruña, Racing Santander e Málaga lograram o ascenso, prometendo a edição de 2026/27 da La Liga ser uma das melhores dos últimos anos, recheada de históricos. Numa primeira análise, verificamos que os clubes do norte foram bem mais ativos no mercado em comparação com os andaluzes, que optaram por manter a base. A turma do La Rosaleda não tem as armas financeiras de outros conjuntos e viveu recentemente uma crise que os levou a um escalão não profissional, procurando não repetir os erros do passado. Ainda que sejam um dos principais candidatos a estar na zona de descida, possuem outro tipo de armas para alcançar a manutenção, como a força dos seus adeptos e a sua cantera, recheada de talentos.
Benfica
O fecho da transferência de João Palhinha para o Benfica é um daqueles movimentos de mercado que alteram a correlação de forças no futebol nacional. Com um investimento a rondar os 14 milhões de euros fixos e um contrato de topo até 2030, a estrutura encarnada garantiu o perfil exato que faltava para equilibrar a ideia de jogo de Marco Silva. Não se trata de uma aposta de futuro, mas sim da chegada de um jogador consagrado, internacional português com rodagem de topo na Premier League e Bundesliga, pronto para assumir a titularidade e blindar o corredor central. O impacto de Palhinha na Luz começa naquilo que o plantel atual pura e simplesmente não tem: autoridade física, raio de ação sem bola e agressividade nos duelos. O meio-campo do Benfica tem pecado por alguma brandura nas transições defensivas. Se elementos como Enzo Barrenechea asseguram uma circulação fluida e transporte apoiado, faltava um elemento de choque puro que travasse os contra-ataques adversários logo à nascença. Palhinha é o protótipo do número seis destruidor, um autêntico tampão que lidera nos desarmes, nas interceções e na recuperação em terrenos adiantados, impedindo que a equipa se parta quando perde a posse.
Famalicão
Serie A
Premier League
La Liga
O mercado de transferências já fechou nas principais ligas europeias. No último dia, houve alguns negócios que colapsaram.
Liga Grega
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FC Porto
Premier League
Brasileirão
O Atlético Mineiro venceu o Cruzeiro de Artur Jorge por 2-1, carimbando a passagem às meias-finais da Taça do Brasil.