Na estreia de Hugo Oliveira e Diogo Sousa, o Estrasburgo foi batido por 4-0 no terreno do Marselha. Jogo inaugurou a temporada na Ligue 1.
Estreia infeliz para os portugueses Hugo Oliveira e Diogo Sousa na Ligue 1. No jogo de abertura da nova temporada, o Estrasburgo foi derrotado por 4-0 na visita ao Marselha, num jogo em que os visitantes chegaram ao final com 10 elementos.
O técnico português apostou no jovem ex-Vitória SC para o onze inicial e até segurou o empate a zero até ao intervalo. Contudo, o avançado Amine Gouiri colocou os anfitriões na frente do marcador logo após do intervalo, aos 46 minutos, antes de Samir El Mourabet (59′) ver o cartão vermelho direto. Aos 68 minutos, Amine Gouiri dobrou a vantagem e a conta pessoal. Já perto do apito final, Keyliane Abdallah (89′) e Pierre-Emile Hojbjerg (90+4′) completaram a goleada.
Com este resultado, o Marselha inicia a temporada da melhor forma, conquistando os primeiros três pontos da edição 2026/27 da Ligue 1. O Estrasburgo tentará esquecer este arranque, procurando voltar a atacar os lugares europeus.
O Estugarda venceu o Rostock por 4-0 e o Frankfurt goleou por 11-0 na primeira fase da Taça da Alemanha. Fica com os resultados do dia.
A Taça da Alemanha já começou e há quatro equipas que seguiram em frente: Karlsruhe, Frankfurt, Kaiserslautern e o Estugarda. Às 17h00 desta sexta-feira, houve três partidas em simultâneo e uma delas terminou em goleada por mais de dez golos.
Isto é, o Frankfurt goleou fora de casa o SC St. Tonis 11/20 por 11-0. À mesma hora, o Karlsruhe venceu o Munster por 2-1 com golo decisivo de Sebastian Jung na reta final da partida, aos 81 minutos. Já o Kaiserslautern ganhou pela margem mínima ao Mannheim e o golo de Ibrahim Kanate aconteceu aos 120 minutos.
Mais tarde, o Estugarda goleou o Rostock por 4-0 e qualificou-se para a fase seguinte da Taça da Alemanha. O português Tiago Tomás foi titular e marcou aos 74 minutos, enquanto Dzenan Pejcinovic fez hat-trick com golos aos 18′, 37′ e 82′ minutos.
Na segunda jornada da Liga Turca, o Galatasaray conquistou a primeira vitória da temporada com uma goleada por 4-0 frente ao Erzurumspor.
Depois do empate na ronda inaugural, o Galatasaray conquistou a primeira vitória da edição 2026/27 da Liga Turca, com uma goleada por 4-0 frente ao recém-promovido Erzurumspor. O goleador Victor Osimhen esteve em destaque com um bis, juntando ainda uma assistência.
Os campeões turcos abriram as contas da partida pelos pés de Roland Sallai (12′), antes de Yunus Akgun (20′) dilatar a vantagem com serviço de Victor Osimhen. O avançado nigeriano fez o terceiro da partida em cima do intervalo, dobrando a conta pessoal aos 80 minutos. O reforço dos visitantes Miguel Cardoso cumpriu a estreia, saltando do banco aos 76 minutos.
Com este resultado, o Galatasaray sobe provisoriamente ao topo da tabela da Liga Turca, enquanto o Erzurumspor continua à procura do primeiro ponto da época, caindo para o último lugar.
O Al Diriyah bateu o Al Hazem pela margem mínima, na 2.ª jornada da Liga Saudita. Bruno Lage alcançou a primeira vitória mas acabou expulso.
Na segunda jornada da Liga Saudita, o Al Diriyah venceu por 1-0 na visita ao terreno do Al Hazem. Bruno Lage foi expulso aos 90+4′, num lance caricato em que, na sequência de um lançamento lateral, o treinador tocou na bola enquanto dava indicações aos seus jogadores.
Apesar de o jogo não ter terminado da melhor forma, o técnico português celebrou a primeira vitória no futebol saudita, abrindo as contas da partida desta sexta-feira logo aos três minutos de jogo, através de Abdulelah Al Malki.
Pedro Neto já acertou termos de contrato com o Al Hilal e o Chelsea olha para Francisco Conceição como potencial alternativa para a posição.
O Chelsea começa a planear a sucessão de Pedro Neto no ataque, numa altura em que o extremo já acertou termos de contrato com o Al Hilal. Segundo a Gazzetta Dello Sport, os blues preparam-se para avançar por Francisco Conceição.
A mesma fonte revela ainda que o Chelsea está disposto a chegar aos 30 milhões de euros pelo internacional português, deixando para trás o interesse em Rafael Leão.
Francisco Conceição caminha para a terceira temporada ao serviço da Juventus, registando quatro golos e cinco assistências em 42 jogos, depois de deixar o FC Porto a troco de 32 milhões de euros.
Há momentos em que o futebol nos obriga a parar e a pensar no que estamos, afinal, a perder. Não são necessariamente grandes jogos, golos históricos ou finais decididas no último minuto. Às vezes, são acontecimentos fora das quatro linhas que, sem querer, dizem mais sobre o estado do jogo do que noventa minutos alguma vez poderiam dizer.
Nas últimas semanas, três momentos distintos fizeram-me pensar na mesma coisa: paixão.
O primeiro foi o documentário da Netflix sobre José Mourinho. Mais do que revisitar uma carreira extraordinária, a série faz-nos revisitar uma determinada forma de viver o futebol. Mourinho é, para o bem e para o mal, uma personagem de uma época em que os treinadores pareciam sentir o jogo de outra maneira. Mourinho vivia cada jogo como se fosse mais do que um jogo. A conferência de imprensa, o balneário, o rival, o árbitro, o adepto, a vitória e até a derrota faziam parte de uma mesma história. Havia uma intensidade difícil de separar da própria pessoa. E talvez seja isso que mais impressiona quando olhamos para trás: Mourinho não parecia apenas trabalhar no futebol. Parecia viver dentro dele.
Não é uma questão de dizer que o futebol daquela época era necessariamente melhor. Nem de transformar Mourinho numa figura perfeita. É reconhecer que havia uma relação emocional com o jogo que hoje parece cada vez mais difícil de encontrar.
E é curioso que, quase ao mesmo tempo, Pep Guardiola nos tenha mostrado exatamente a mesma preocupação, mas de uma forma completamente diferente.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Na série que acompanha os últimos anos do Manchester City, Guardiola revela aos jogadores que se divorciou da mulher porque, em determinado momento, os dois tinham perdido a paixão. E utiliza essa experiência para lhes falar sobre futebol. Diz-lhes, essencialmente, que não quer apenas os melhores jogadores. Quer jogadores apaixonados. Porque é essa paixão que pode fazer a diferença quando chega o momento de ganhar. É uma ideia simples, quase demasiado simples para o futebol moderno, porque não basta ser bom, é preciso gostar de jogar.
E talvez seja aqui que as declarações recentes de Abel Ferreira ganhem ainda mais sentido. Quando o treinador do Palmeiras diz que o futebol está doente, a crítica parece ir precisamente ao encontro desta perda. À forma como deixámos de olhar para o jogo pelo que ele é e passámos a olhar para ele quase exclusivamente pelo que ele produz: o resultado.
Já não discutimos tanto o remate, o passe, a finta, o drible maravilhoso, o corte fantástico. Discutimos quem ganhou. Quem perdeu. Quem está em primeiro. Quem foi eliminado. Quem tem mais títulos. O futebol deixou de ser, para muitos, o fim. Tornou-se o meio para chegar àquilo que realmente importa: a vitória.
E quando a vitória passa a ser o único critério, tudo o resto começa a parecer secundário. O segundo lugar passa a ser quase equivalente ao último. Quem não ganha é um perdedor. E, pior do que isso, começa a criar-se a ideia de que a vitória justifica tudo. É aqui que o futebol se torna doente, porque o futebol não devia ser apenas uma batalha para determinar quem ganha. Devia ser também um espetáculo que vale a pena ver.
Fonte: Barcelona
O meu pai sempre me falou de um jogador que o marcou particularmente no início dos anos 2000, o Ronaldinho. Hoje em dia talvez seja pelo estado do futebol que o Ronaldinho continue a representar tanto para o meu pai e para os adeptos de futebol em geral. Porque o Ronaldinho não jogava apenas para ganhar. Jogava para fazer as pessoas gostar de futebol. Havia qualquer coisa de imprevisível quando recebia a bola. Um drible que não estava no plano. Uma finta impossível. Um sorriso. Uma jogada que fazia milhares de pessoas levantar-se ao mesmo tempo.
Ronaldinho enchia o olho. E talvez seja disso que sentimos falta hoje.
Num futebol cada vez mais profissionalizado, vemos jogadores extraordinariamente preparados para ocupar espaços, pressionar, correr, interpretar movimentos e cumprir funções. E isso também é futebol. É, aliás, uma parte fundamental do futebol moderno. Mas, no meio de tanta organização, eficácia e previsibilidade, falta-nos qualquer coisa: jogadores que nos façam parar de falar de sistemas para começar a falar deles. Jogadores que levem multidões ao estádio não apenas porque podem decidir o resultado, mas porque podem fazer acontecer alguma coisa que ninguém estava à espera de ver. Jogadores que nos façam levantar da cadeira, que nos surpreendam, que nos devolvam aquela sensação de que, durante noventa minutos, tudo pode acontecer. Faltam-nos mais Ronaldinhos.
Porque o adepto não vai ao estádio apenas para assistir à vitória. Vai para ver futebol. E talvez esta distinção seja mais importante do que parece. Vai para se emocionar, para se surpreender, para ver uma jogada que conte aos filhos no dia seguinte. A vitória é parte do espetáculo, mas não pode ser o espetáculo inteiro.
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
Quando saímos de um estádio depois de uma derrota, podemos estar frustrados. Podemos estar tristes. Podemos até estar revoltados. Mas, durante aqueles noventa minutos, devíamos ter conseguido esquecer tudo o resto. Devíamos ter visto 22 jogadores a dar-nos um espetáculo.
Hoje, muitas vezes, a batalha continua depois do apito final. Nas redes sociais, nos insultos, nas discussões, nos grupos de amigos. Como se o resultado de um jogo tivesse de determinar quem tem razão na vida.
E talvez seja precisamente isso que precisamos de recuperar: a capacidade de gostar do futebol independentemente daquilo que o resultado diz sobre nós. Não significa que ganhar não importe, claro que importa, mas o resultado não pode ser maior do que o jogo.
Porque, se deixarmos de nos importar com o jogo, podemos continuar a ter campeões, troféus, rankings, estatísticas e milhões. Podemos continuar a ganhar. Mas, a certa altura, talvez já não saibamos muito bem o que estamos a ganhar.
A paixão pode estar perdida, mas só precisa de ser reencontrada ou talvez só precise de ser reacendida.
Sérgio Ferreira não poderá contar com Sabit Abdulai, Julian Martínez e Bastien Meupiyou. Sergi Gómez está também em dúvida para o Sporting x Alverca
O Alverca ainda procura pela primeira vitória na edição 2026/27 e prepara-se para o duelo com o Sporting na terceira jornada da Primeira Liga. Os lesionados Sabit Abdulai, Julian Martínez e Bastien Meupiyou estão fora das opções de Sérgio Ferreira.
Além deste trio, o capitão Sergi Gómez está também em dúvida para a deslocação a Alvalade, depois de já ter falhado o encontro com o Estrela da Amadora na ronda anterior. Desta forma, é possível que o jogo marque a estreia do reforço para o eixo defensivo, Eyimofe Jemide, apresentado na passada quinta-feira pelos ribatejanos.
O apito inicial do Sporting x Alverca será soado por Fábio Veríssimo às 20h30 do próximo sábado, dia 22 de agosto. Fica com a antevisão completa da partida.
A 81.ª edição da La Vuelta, como é conhecida a Volta a Espanha, arranca este sábado, em Monte Carlo, e apresenta-se como a última grande volta da temporada. Ao longo de 21 etapas e mais de 3.200 quilómetros, o pelotão partirá do Principado do Mónaco para terminar em Granada, numa edição que muitos consideram uma das mais duras da história recente da prova.
Pogacar é o homem a bater
DO WE REALLY NEED AN INTRODUCTION? 👀🌈 Pogacar is coming to #LaVuelta26 🍿🔥
Depois de conquistar (mais uma vez) o Tour de France com autoridade, Tadej Pogacar surge como o grande favorito à vitória final. O esloveno da UAE Team Emirates procura conquistar pela primeira vez a Vuelta e completar a coleção das três Grandes Voltas, algo alcançado por apenas um restrito grupo de ciclistas ao longo da história. A ausência de Jonas Vingegaard, camisola roja da edição anterior, e de Remco Evenepoel reforça ainda mais o estatuto de favorito do campeão do Tour.
Contudo, a vitória está longe de ser garantida. O desgaste acumulado do Tour poderá pesar na terceira semana e há vários corredores capazes de aproveitar qualquer quebra do esloveno.
Entre os principais candidatos encontram-se Primož Roglič, vencedor de quatro Vueltas, Richard Carapaz, Oscar Onley, Felix Gall e Enric Mas e o nosso João Almeida.
Roglič continua a ser uma referência nesta corrida em Espanha, enquanto Carapaz e Almeida apresentam características ideais para um percurso rico em alta montanha.
A organização desenhou uma corrida claramente favorável aos homens da geral. O percurso inclui sete chegadas em alto, duas etapas de contrarrelógio individual e mais de 58 mil metros de desnível acumulado, um valor recorde na história recente da competição.
A primeira semana poderá começar a fazer diferenças logo nas etapas de montanha dos Pirenéus e de Andorra. A quarta etapa, curta, mas explosiva, promete revelar cedo quem chegou à Vuelta em melhores condições.
Entre os dias decisivos destacam-se:
Etapa 9 – Alto de Aitana, primeira grande chegada em altitude;
Etapa 12 – Calar Alto, longa subida capaz de criar diferenças importantes;
Etapa 14 – Sierra de la Pandera, conhecida como o “Angliru do Sul” devido às suas rampas brutais;
Etapa 18 – Contrarrelógio de Jerez, 32 quilómetros onde os especialistas poderão recuperar tempo;
Etapa 20 – Collado del Alguacil, considerada a etapa rainha, com mais de 5.000 metros de acumulado e potencial para decidir definitivamente a classificação geral.
O calor do sul de Espanha será outro fator decisivo, podendo aumentar ainda mais o desgaste dos candidatos à camisola vermelha.
Portugal chega à Vuelta com representação de qualidade e com legítimas ambições.
João Almeida (UAE Team Emirates): O corredor das Caldas da Rainha é, sem dúvida, a principal esperança portuguesa. Depois de mais uma época consistente ao mais alto nível, Almeida apresenta-se como um dos candidatos ao pódio final. A sua regularidade na montanha e capacidade no contrarrelógio encaixam perfeitamente no perfil desta edição. No entanto, terá de conciliar as suas ambições pessoais com a liderança natural de Pogačar dentro da UAE.
Ivo Oliveira (UAE Team Emirates): O portuense deverá desempenhar um papel fundamental no apoio à equipa dos Emirados. Forte rolador e cada vez mais consistente na montanha, será uma peça importante nas etapas de transição e no controlo da corrida.
O que esperar?
Tudo aponta para uma corrida centrada em Tadej Pogačar. O esloveno chega com o melhor palmarés, a melhor equipa e o melhor momento de forma. Ainda assim, a dureza extrema do percurso, o calor andaluz e o desgaste acumulado de uma temporada longa poderão abrir espaço para surpresas.
Para Portugal, as atenções estarão inevitavelmente concentradas em João Almeida. Um lugar no pódio é um objetivo perfeitamente realista e, caso surja alguma oportunidade estratégica dentro da UAE, até a luta pela camisola vermelha poderá deixar de ser uma simples utopia.
A partir de sábado, começa mais uma batalha de três semanas. E se a história recente nos ensinou alguma coisa, é que a Vuelta raramente deixa de surpreender.
Kai Havertz marcou o primeiro golo da Premier League 2026/27. Arsenal entra assim a vencer contra o Coventry City, em casa.
Kai Havertz fez o primeiro golo da Premier League 2026/27. Por volta dos 15 minutos, Christos Tzolis recuperou a bola e Riccardo Calafiori passou rápido para o internacional alemão, que à entrada da área (já dentro) rematou rasteiro para o fundo das redes.
Com este momento, o Arsenal abriu o marcador contra o Coventry City (1-0) em jogo relativo à primeira jornada da Premier League 2026/27. O jogo teve início pelas 20h00 desta sexta-feira, dia 21 de agosto, e deu o pontapé de saída à Premier League.
Entretanto, o Arsenal marcou o 2-0 através de Bukayo Saka, aos 23 minutos. Vê em baixo o primeiro golo da Premier League 2026/27:
🚨🏴 | GOAL: KAI HAVERTZ MAKES THE FIRST GOAL IN THE PREMIER LEAGUE 2026/27!
Carlos Baleba vai deixar o Brighton e rumar ao Manchester United nesteverão. Transferência a rondar, pelo menos, os 81,8 milhões de euros.
Carlos Baleba vai ser jogador do Manchester United, garante Fabrizio Romano. De acordo com a fonte, os red devils enviaram esta sexta-feira uma proposta melhorada depois de terem visto rejeitado um pacote a rondar os 75,9 milhões de euros e o médio de 22 anos está a caminho de Old Trafford.
Entretanto, o jornalista Florian Plettenberg diz que o Manchester United já chegou a acordo total com o Brighton para uma transferência à volta dos 81,8 milhões de euros. Há também luz verde para os exames médicos do internacional pelos Camarões.
Carlos Baleba joga no Brighton desde a temporada 2023/24, quando foi contratado por cerca de 27 milhões de euros. Na última época, o médio de 22 anos registou 35 partidas pelo respetivo emblema da Premier League.
🚨💣 BREAKING: Carlos Baleba to Manchester United, here we go! Verbal agreement in place between clubs.
Improved bid sent today after £65m package rejected and player set to join the only club he wanted.