Andreia Faria fez a antevisão do jogo de terça-feira com a Letónia, alertando para as dificuldades que Portugal poderá enfrentar frente a um adversário menos conhecido, mas competitivo.
Andreia Faria fez a antevisão do jogo de terça-feira com a Letónia. A média de 25 anos e média do Al Nassr garantiu que se trata de uma equipa competitiva e perigosa no ataque, que já marcou nos dois primeiros jogos, ambos fora de casa, apesar de ainda não ter chegado a fases finais.
«Nota-se que elas, mesmo em desvantagem, querem atacar e ferir o adversário. É uma equipa que quer alcançar a primeira qualificação para uma fase final»
A média da Seleção Nacional desvalorizou o estatuto de favorita, sublinhando que jogar fora de casa torna sempre o desafio mais complicado. Destacou que a equipa está focada na sua evolução e no trabalho coletivo:
«Não olhamos para o favoritismo, até porque os jogos anteriores foram em casa e agora vamos jogar pela primeira vez fora, o que é sempre uma dificuldade acrescida. Olhamos, sim, para o nosso trabalho e o nosso progresso enquanto equipa e coletivo»
Andreia Faria destacou o bom momento que vive no Al Nassr, onde foi recentemente campeã, referindo que essa experiência a ajudou a evoluir e a melhorar o seu jogo, especialmente no ataque:
«Quando recebi a proposta do Al-Nassr, fui ver a tabela classificativa e percebi que o clube ganhava com uma distinção clara. Como vinha do SL Benfica, que é um clube habituado a ganhar títulos e, para mim, o melhor clube em Portugal, a ambição do Al-Nassr foi sem dúvida um fator decisivo para a minha mudança. A equipa está muito bem estruturada, tendo em conta que só podem ter seis jogadoras internacionais. O clube e a direção fazem um trabalho importantíssimo no planeamento da equipa».
Após duas jornadas, Portugal lidera o grupo com seis pontos, seguido pela Finlândia e pela Eslováquia, ambas com três. A Letónia ocupa o último lugar, sem qualquer ponto somado. O Campeonato do Mundo terá a fase final entre 24 de junho e 25 de julho de 2027
Primeira Liga, 29ª jornada: domingo, 12 de abril de 2026, 18h.
A ANTEVISÃO: BENFICA JOGA DESANIMADO DEPOIS DE COMPLICAR PERSEGUIÇÃO AOS PRIMEIROS LUGARES E MADEIRENSES LUTAM PELA SOBREVIVÊNCIA
Depois do desaire em Rio Maior, o Benfica regressa a casa para enfrentar o Nacional, tentando ainda retirar alguma coisa de positivo desta temporada. Foi uma semana marcada por especulação, debate e rumores em redor da continuidade de José Mourinho para a época de 2026/27. Ainda assim, Rui Costa afirma estar em sintonia com o treinador e que o vai segurar.
Será interessante perceber com que postura a equipa encarnada se vai apresentar neste jogo e nos próximos até ao fim da época. Admitido por Mourinho, o empate frente ao Casa Pia marcou o adeus oficial ao título e complicou a perseguição ao segundo lugar, uma vez que o Benfica já não depende de si próprio para garantir um lugar na Liga dos Campeões. Depois de fortes críticas aos seus jogadores, veremos que garra e esperança esta equipa tem para ultrapassar o Sporting na tabela classificativa.
Noutro campeonato, lá distante dos dramas de primeiro mundo, o Nacional luta como pode para sobreviver na Primeira Liga. Já é uma missão complicada, uma vez que os madeirenses encontram-se no 15º lugar com os mesmos pontos que o 16º, Casa Pia, que tem um jogo a menos. Quer isto dizer que se os gansos pontuarem, sobem na tabela e atiram o Nacional para lugar de acesso a play-off.
Nesta altura da época, qualquer ponto está mais caro que um litro de gasolina (também já não é por muito) e o Nacional até tem conseguido manter a Choupana enquanto um campo difícil de se jogar e de se pontuar, mas fora de casa é um desafio ainda por ultrapassar para o conjunto de Tiago Margarido. O árbitro nomeado é Fábio Veríssimo.
10 DADOS RÁPIDOS
O Benfica ainda está invicto no campeonato, apesar de registar nove empates.
O Nacional não vence um jogo fora de portas desde outubro de 2025.
A última vitória dos madeirenses frente ao Benfica remonta ao ano de 2010.
Já lá vão mais de sete anos desde a vitória histórica do Benfica sobre o Nacional: 10-0, jogado em fevereiro de 2019.
Caso o Nacional conquiste pontos, torna-se a terceira das quatro últimas equipas do campeonato a tirar pontos ao Benfica.
Após o empate frente ao Casa Pia, há poucas probabilidades do Benfica sair do terceiro lugar.
O Nacional ainda luta pela manutenção e uma derrota na Luz pode fazer com que os madeirenses desçam para a linha de água.
Enfrentam-se dois dos avançados no top 5 de melhores marcadores do campeonato: Pavlidis e Chucho Ramírez.
O último encontro entre as equipas mostrou-nos uma reviravolta épica do Benfica para lá dos 90’ para finalizar o resultado em 2-1.
O Benfica tem melhor aproveitamento no campeonato fora de casa, contrário ao Nacional, que conquistou mais pontos no seu estádio.
JOGADORES A TER EM CONTA
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Andreas Schjelderup – É possível imaginar o que seria do ataque do Benfica se Schjelderup tivesse sido vendido em janeiro? As melhores e mais limpas oportunidades de golo passam sempre pela ala esquerda, e muito é pelo trabalho do nórdico, seja a servir os companheiros, seja pelo próprio a completar a jogada. Assumindo o papel de principal desequilibrador e criador, é importante um jogador assim ter várias opções de passe em ataque organizado, como subidas de Dahl, ruturas de Rafa e ataque à área de Pavlidis e, eventualmente, Ríos ou Barreiro.
Fonte: Pedro Figueira/Bola na Rede
Chucho Ramírez – É, por larga distância, o melhor marcador do plantel e um dos melhores marcadores da liga. Depois de uma que deixou a desejar em Guimarães, Ramírez voltou ao Nacional e está a caminho da sua melhor época de sempre, faltando seis golos para igualar o seu melhor registo, conseguido em 2023/2024. Partindo do princípio que o Nacional não terá muitas oportunidades de golo no Estádio da Luz, as suas melhores hipóteses de as aproveitar também dependerão da capacidade da sua maior ameaça à baliza finalizá-las.
XI´s PROVÁVEIS
Benfica: Trubin, Dedic, António Silva, Otamendi, Dahl, Leandro Barreiros, Richard Ríos, Andreas Schjelderup, Rafa, Gianluca Prestianni, Vangelis Pavlidis
Treinador: José Mourinho
«O que me estimula muito é o facto de ser matematicamente possível, depende de nós próprios».
Nacional: Kaíque Pereira, Alan Núñez, Zé Vítor, Léo Santos, José Gomes, Matheus Dias, Liziero, Laabidi, Witi, Pablo Ruan, Chucho Ramírez
Treinador: Tiago Margarido
«Vamos jogar contra uma das melhores equipas do nosso país, num estádio também extremamente difícil. Sabemos de todas essas dificuldades, mas temos a ambição de, a espaços, impor o nosso jogo».
Primeira Liga, Jornada 29. Domingo, 12 de abril de 2026, 20h30.
A ANTEVISÃO: DRAGÕES NÃO QUEREM PERDER O COMBOIO NA AMOREIRA
O FC Porto desloca-se ao terreno do GD Estoril Praia numa fase decisiva da temporada, com a margem de erro cada vez mais reduzida na luta pelo primeiro lugar da Liga Portugal. Na Amoreira, os azuis e brancos sabem que qualquer deslize pode custar caro numa altura em que o campeonato entra na sua reta final e as contas começam a apertar.
A equipa portista chega a este encontro consciente de que a margem para falhar é praticamente inexistente. Apesar de se manter na luta pelos objetivos, o rendimento recente tem deixado algumas dúvidas, sobretudo pela dificuldade em controlar jogos durante os 90 minutos. Ainda assim, a qualidade individual continua a ser um trunfo evidente: a capacidade de desequilíbrio no último terço e a presença física na área adversária têm permitido aos dragões resolver partidas que, coletivamente, nem sempre são dominadas de forma clara. Neste contexto, a eficácia nos momentos-chave poderá voltar a ser determinante para sair da Amoreira com os três pontos.
Do outro lado estará um Estoril confortável na tabela classificativa, mas longe de estar desligado da competição. A formação estorilista tem demonstrado ser uma equipa atrevida, com qualidade na construção e capaz de criar dificuldades a adversários teoricamente superiores, sobretudo quando atua perante o seu público. A dinâmica ofensiva e a mobilidade dos seus homens da frente podem explorar eventuais fragilidades portistas, sobretudo em momentos de transição.
Historicamente, a deslocação ao Estoril não tem sido das mais simples para o FC Porto, e este encontro promete seguir essa tendência. A equipa da casa deverá procurar assumir momentos de posse e explorar o fator emocional, enquanto os dragões tentarão impor o seu ritmo e capitalizar a maior experiência e qualidade individual.
A exigência está, naturalmente, do lado dos azuis e brancos. Somar três pontos, manter a pressão sobre os rivais diretos e evitar surpresas numa deslocação tradicionalmente traiçoeira. Para o Estoril, o desafio passa por contrariar o favoritismo e voltar a mostrar que, na Amoreira, ninguém ganha sem sofrer.
O árbitro da partida será Luís Godinho.
10 DADOS RÁPIDOS
Na Liga Portuguesa, realizaram-se 61 jogos entre as duas equipas, com 11 vitórias do Estoril Praia, 13 empates e 37 triunfos do FC Porto;
Estoril Praia e FC Porto já se defrontaram por 74 vezes, com vantagem da equipa portista, que soma 44 vitórias, contra 15 triunfos dos canarinhos;
O FC Porto perdeu duas das quatro últimas deslocações ao Estádio António Coimbra da Mota;
O Estoril perdeu os seus últimos dois jogos na Liga;
A equipa do Porto vem de dois empates consecutivos;
Nos últimos três jogos disputados por estas equipas, o Porto venceu os três;
O Estoril tem apenas uma vitória em casa nos últimos três jogos;
A maior vitória do Estoril, em casa frente ao Porto foi de 8-1;
A equipa do Porto tem apenas dois golos sofridos frente ao Estoril, nos últimos cinco jogos;
Miguel Lourenço e Fernando Gomes são os goleadores dos duelos entre Estoril Praia e FC Porto, com 11 golos.
JOGADORES A TER EM CONTA
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Yanis Begraoui – O avançado francês tem sido uma das principais figuras ofensivas do GD Estoril Praia nesta temporada. Rápido, imprevisível e com grande capacidade de atacar a profundidade, Begraoui é um jogador que se sente confortável tanto a partir das alas como em zonas mais interiores. Com 18 golos já apontados na Liga, assume-se como a principal referência atacante dos canarinhos. A sua mobilidade e capacidade de explorar espaços nas costas da defesa podem ser uma dor de cabeça constante para o FC Porto, sobretudo em momentos de transição.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Seko Fofana – Reforço de inverno do FC Porto, o médio costa-marfinense trouxe intensidade, músculo e chegada à área ao meio-campo portista. Jogador experiente, com capacidade física impressionante e qualidade no transporte de bola, Fofana tem impacto direto nos dois momentos do jogo. Desde a sua chegada, já deixou marca com golos importantes e exibições consistentes. Num encontro que pode ser disputado em duelos físicos e transições rápidas, a sua capacidade de romper linhas e aparecer em zonas de finalização pode ser decisiva para desbloquear o jogo.
XI´s PROVÁVEIS
Estoril: Joel Robles; Sánchez, Tsoungui, Bacher, Pedro Amaral; Xeka, Orellana, Holsgrove; João Carvalho, Begraoui e Lacximicant.
Treinador: Ian Cathro
«Vamos entrar num jogo muito competitivo, mas como somos uma equipa que quer crescer, que quer atingir objetivos, queremos estar bem em todas as ações do jogo. Temos de nos focar em cada ação. Toda a gente sabe da dificuldade, mas vamos a jogo na mesma».
FC Porto: Diogo Costa; Alberto Costa, Bednarek, Thiago Silva, Zaidu; Varela, Froholdt, Gabri Veiga; Pepê, Pietuszewski e Terem Moffi.
Treinador: Francesco Farioli
“Sobre este jogo, vamos defrontar uma equipa que, se fizermos uma avaliação global, tem tido uma época muito positiva. Praticam um futebol muito ofensivo e é uma equipa cujos jogos têm habitualmente muitos golos. É um dos melhores ataques da Liga, por isso é, sem dúvida, um jogo complicado. Da nossa parte, precisamos de entrar em campo com o espírito adequado e na nossa melhor forma».
Rui Borges analisou o Sporting x Estrela da Amadora da 29.ª jornada. Técnico respondeu ao Bola na Rede em conferência de imprensa.
O Sporting venceu o Estrela da Amadora por 1-0 na 29.ª jornada da Primeira Liga. Em conferência de imprensa, Rui Borges analisou o triunfo leonino e respondeu à questão colocada pelo Bola na Rede.
Bola na Rede: Já destacou as dificuldades do Sporting perante um bloco baixo e com muitos jogadores atrás da linha da bola e também com os extremos a defender muito dentro. Tendo em conta este posicionamento, qual a importância das dinâmicas nos corredores para lidar com este bloco e quais sente como as maiores dificuldades na implementação das dinâmicas no terço ofensivo?
Rui Borges: É um bocadinho isso. Na primeira parte, a posse foi muito lenta. Tínhamos de fazer a bola andar mais. Percebo a dificuldade, por isso é que digo que o vento acabou por condicionar muito o jogo. Mesmo em receções não é igual. Os jogadores acabam por ter receio de fazer alguns passes porque já tiveram esse sentimento, já fizeram a receção antes e percebem que o vento torna as coisas diferentes e tornou a nossa posse algo lenta. Tínhamos de bascular muito e a bola tinha de andar muito pelo corredor para conseguirmos entrar por dentro, se quiséssemos. Mesmo por fora, tivemos lances em que tínhamos de tomar decisões mais simples, fazer a bola passar na área com muita gente. Nunca metemos a primeira bola, vínhamos sempre atrás tentar passes atrasados e em alguns momentos, ou vínhamos outra vez em posse. Em alguns momentos ganhámos o último terço e tínhamos de tomar decisões simples para ir amassando o adversário e fazê-los sentir que estão a passar mal. Chegámos ao último terço e fomos muito lentos. Não estávamos a ganhar superioridades mesmo com uma ou outra dinâmica que tínhamos. Ao intervalo melhorámos e no início da segunda parte o Dani [Bragança] conseguiu criar algumas superioridades de corredor diferentes. 2×1, 3×2 que na primeira parte não estávamos a conseguir. O Dani estava a tentar vir pegar, mas sempre com um homem na frente para passar, e havia sempre igualdade numérica e dava tempo ao Estrela para se reorganizar e tapar baliza. Foi mais da lentidão da nossa posse do que propriamente dinâmicas da equipa. Sabíamos o que tínhamos de fazer, eles optaram por meter um bloco de cinco, com o médio a encaixar e acaba por ser mais difícil. Jogadores competitivos e intensos em termos físicos e atléticos e é normal que a um ou outro jogador nosso faltasse um bocadinho mais de energia. É natural que isso aconteça. Era um jogo em que tínhamos de competir mais do que jogar muito bem.
João Nuno analisou o Sporting x Estrela da Amadora da 29.ª jornada. Técnico respondeu ao Bola na Rede em conferência de imprensa.
No rescaldo da derrota, por 1-0, frente ao Sporting, em jogo referente à 29ª jornada da Primeira Liga, João Nuno, treinador do Estrela da Amadora, respondeu à questão colocada pelo Bola na Rede.
Bola na Rede: O Estrela da Amadora foi muito capaz de neutralizar o jogo interior do Sporting, com os extremos a defender por dentro e com as referências bem identificadas. Mesmo quando o Sporting tentava atacar pelas alas – o mister já disse que houve um pequeno problema com o Stoica, que não fez bem aquilo que o mister pretendia – os laterais, com as coberturas próximas do Lekovic e do Jansson, conseguiram controlar o ataque organizado dos leões. Olhando à organização defensiva, o mister considera que esta foi exibição mais consistente da época e que os jogadores responderam bem à tal motivação que o mister pediu na antevisão?
João Nuno: Por aí, sim. Defensivamente, foi das melhores exibições. A melhor exibição foi aqui, com o Casa Pia, onde defendemos e atacámos, que é isso que eu gosto nas minhas equipas. Não gosto só de defender, mas também tenho de saber com quem é que estou a jogar. Do outro lado, temos uma equipa fortíssima e, como eu já disse, não andámos muito para trás. Não há uma média de golos esperados tão baixa do Sporting como esta. Portanto, a minha equipa cumpriu muito bem esse plano. Faltou-nos, sim, em alguns momentos, a ligação no processo ofensivo. Quando chegámos na área, porque tivemos momentos para isso, podíamos e devíamos ter definido melhor. Sofremos o golo com 10, falta falar dessa parte também. O [Rodrigo] Pinho demorou um monte de tempo a entrar. O Pinho, quando vai a entrar, obriga o Robinho a vir a uma zona que não era a dele e obriga-nos a abrir o buraco que o Sporting queria. O nosso golo já é com o Pinho dentro do campo, mas ele vinha a entrar. O golo acaba por ser com dez e mexeu na nossa organização. É um lance. Eu acho que os meus jogadores tiveram uma atitude fantástica, eu gostei muito e acredito que só temos de continuar com esta postura para, nos cinco jogos que faltam, tentarmos somar o máximo de pontos possível. Com esta postura, eu acredito que vamos conseguir!
O FAR Rabat, orientado por Alexandre Santos, venceu o Berkane por 2-0 em casa, na primeira mão das meias-finais da Champions League Africana.
O FAR Rabat, comandado por Alexandre Santos, vence em casa por 2-0 frente ao Berkane nas meias-finais da Champions League Africana. O próximo encontro será no dia 18 de abril na casa do Berkane.
Na primeira parte, o jogo chegou ao intervalo empatado a 0-0, com ambas as equipas a mostrarem equilíbrio. Já segunda parte, a formação da casa entrou mais forte e acabou por resolver a partida, inaugurando o marcador aos 58 minutos por Hammoudan. Mais tarde, já perto do final, Ouarkhane ampliou a vantagem aos 80 minutos, fixando o resultado em 2-0.
O antigo treinador dos sub-23 do Sporting fechou o jogo com vitória da equipa da casa por 2-0. Caso avance na eliminatória, irá disputar a final da Liga dos Campeões Africanos, agendada para 24 de maio.
Luís Silva analisou o Estrela da Amadora x Sporting. Jogo na Reboleira marcou a 29.ª jornada da Primeira Liga.
Luís Silva fez a análise do Estrela da Amadora x Sporting, duelo da 29.ª jornada da Primeira Liga. O jogo terminou com uma vitória dos leões por 1-0 e o treinador-adjunto dos tricolores começou por refletir sobre o encontro:
«Jogo difícil contra equipa muito forte. Sabíamos disso, acho que nos batemos bem dentro da nossa estratégia. Conseguimos controlar grande parte das ações. Acabámos por sofrer um golo e o resultado resume-se ao golo sofrido. A bola entrava entrelinhas, mas na linha de cinco conseguimos controlar o que se passaria a seguir. Conseguimos não deixar o Sporting criar grandes ocasiões de perigo. Tivemos uma ou outra saída na primeira-parte, que se tivéssemos definido melhor, podíamos ter definido melhor. Na segunda-parte fomos equipa pequena, mas digna, e que merecia mais hoje».
Relativamente ao objetivo para os próximos jogos, referiu:
«Objetivo? Os jogos têm todos uma história, este teve esta história e o próximo vai ter história diferente. Não olhamos para a posição de quem vai jogar contra nós. Temos de continuar a trabalhar, corrigir o que temos de corrigir e repetir e melhorar o que fizemos aqui hoje. Foi pena não termos levado pontos, a equipa merecia. Respeitámos muito os objetivos de toda a gente e esperamos que respeitem como trabalhamos todos os dias. Acredito que vamos cumprir os nossos objetivos».
Rui Borges analisou o Estrela da Amadora x Sporting. Jogo na Reboleira marcou a 29.ª jornada da Primeira Liga.
Rui Borges fez a análise do Estrela da Amadora x Sporting, duelo da 29.ª jornada da Primeira Liga. O jogo terminou com uma vitória dos leões por 1-0 e o técnico começou por apontar os defeitos da primeira parte:
«Jogo dificil, equipa muito competitiva. Na primeira-parte estavam 11 homens na grande área. Na primeira parte a nossa posse de bola estava algo lenta. Faltou-nos inspiração, mas fizemos um jogo competitivo. Dia dificil, com vento. Mas na exigencia de jogo, a equipa esteve la. Era um jogo importante. Feliz pelo que tivemos no jogo. O Zeno e o Edu tinham feito o jogo com o Santa Clara e mereciam essa confiança da minha parte e por tudo o que têm feito. É uma demonstração do grupo, toda a gente esta à espera de oportunidades».
Explicou também as mudanças no onze titular:
«Foi pela frescura. O Inácio tem tido uma época com muitos jogos e veio tocado da seleção. Optámos por fazê-lo descansar e gerir a parte física. O Daniel Bragança tem dado uma resposta fantástica, o Morita tem estado espectacular, mas fez 90 minutos com o Arsenal. Tinhamos mais homens frescos e era muito por aí. São dez dias importantes, estamos perto do final de época. Quando mais perto estamos, mais difícil é. É pensar no próximo, o presente é recuperar e deixá-los mais frescos possível para o jogo com o Arsenal».
Por fim, anteviu o embate com o Arsenal na segunda mão dos quartos-de-final da Champions League:
«Vai perder tempo a ver o jogo da Amoreira? Vou ganhar tempo a ver o Arsenal, vamos com confiança e com esperança de dar resposta fantástica».
Max Scholzeanalisou o Estrela da Amadora x Sporting. Jogo na Reboleira marcou a 29.ª jornada da Primeira Liga.
Max Scholze fez a análise do Estrela da Amadora x Sporting, duelo da 29.ª jornada da Primeira Liga. O jogo terminou com uma vitória dos leões por 1-0 e o defesa-lateral dos tricolores começou por dizer que mereciam um resultado melhor:
«Temos de continuar a ir desta forma. Merecíamos mais hoje. Tive um ótimo sentimento da equipa. E uma equipa difícil, sabíamos isso. Ficamos contente com a nossa prestação».
Sobre o calendário difícil até ao final do campeonato, referiu:
«Temos de continuar assim e jogar como equipa. Precisamos do espírito, de lutar e só assim ganharemos jogos. Precisamos do espírito e continuar. Gosto de jogar com esta equipa. Gosto de tudo aqui, da Liga e da qualidade. Quero melhorar e continuar assim».
Daniel Bragança analisou o Estrela da Amadora x Sporting. Jogo na Reboleira marcou a 29.ª jornada da Primeira Liga.
Daniel Bragança fez a análise do Estrela da Amadora x Sporting, duelo da 29.ª jornada da Primeira Liga. O jogo terminou com uma vitória dos leões por 1-0 e médio português começou por referir que não foi a melhor exibição, num jogo em que marcou o único golo da partida:
«Quando não sou eu, há outros que decidem. São jogos. O importante foram os três pontos num jogo muito complicado. Ficam os três pontos. O que faltou? Acho que não foi um jogo bem conseguido da nossa parte, do princípio ao fim. É difícil jogar de três em três dias, mas estamos num grande clube e temos essa exigência. Realçar o jogo da equipa. Importante ganhar sem jogar bem. Conseguimos fazer isso. A equipa sentiu um bocadinho um ventinho na primeira-parte. Jogo complicado, Estrela bateu-se bem. Clima difícil e ficam os três pontos, que é o mais importante».