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Hamburgo derrota o Friburgo e Marie-Louise Eta conquista primeira vitória no comando do Union Berlin: Eis os resultados do dia na Bundesliga

Na 33.ª jornada da Bundesliga, o Hamburgo bateu o Friburgo por 3-2 e o Union Berlin venceu por 3-1 no terreno do Mainz.

A ronda 33 da Bundesliga chegou ao fim, este domingo, com a vitória do Union Berlin por 3-1 no terreno do Mainz, conquistando o primeiro triunfo sob o comando de Marie-Louise Eta. Antes disso, o Hamburgo recebeu e venceu o Friburgo por 3-2.

Em casa do Mainz, Andrej Ilic (38′) inaugurou o marcador para os visitantes, que levaram a vantagem para o intervalo. Já na segunda parte, Sheraldo Becker (48′) restabeleceu o empate, antes de o conjunto da capital alemã confirmar a vitória com golos de Oliver Burke (88′) e Josip Juranovic (90+1′). Fábio Vieira marcou presença no onze titular, sendo substituído aos 90 minutos.

Depois de eliminar o Braga e garantir um lugar na final da Europa League, o Friburgo viu-se em desvantagem no marcador com o golo de Bakery Jatta (14′), mas Igor Matanovic (16′) igualou rapidamente as contas da partida. Após o intervalo, o jovem emprestado pelo Tottenham, Luka Vuskovic (64′) voltou a colocar o Hamburgo na frente com um grande golo de livre direto, seguido pelo golo de Fabio Baldé (67′). Já perto do apito final, os visitantes ainda reduziram, com o segundo golo do encontro de Igor Matanovic (87′).

Eis os resultados deste domingo na Bundesliga:

  • Hamburgo 3-2 Friburgo
  • FC Koln 1-3 Heidenheim
  • Mainz 1-3 Union Berlin

João Henriques após vitória contra o FC Porto: «Fizemos a melhor volta de sempre do AVS SAD na Primeira Liga»

João Henriques analisou o desfecho do duelo da 33.ª jornada da Primeira Liga. AVS SAD ganhou em casa ao FC Porto por 3-1.

João Henriques fez a análise ao encontro entre AVS SAD e FC Porto, relativo à 33.ª jornada da Primeira Liga.  O encontro terminou com o triunfo do AVS SAD por 3-1 e no final, o técnico disse o seguinte:

«Estamos há 12 jogos consecutivos a fazer bons jogos. Perdemos pelo meio dois. Tirando isso, gostava de dar as primeiras palavras para jogadores que sofreram muito. Quando cheguei, encontrei muitos jogadores que não acreditavam neles mesmo. Agora acreditam e toda a gente vê o que podem fazer. A equipa coletivamente ajuda as individualidades a mostrar o seu valor. Hoje tivemos em destaque o Roni, mas temos muitos que se transformaram. Estamos no quinto jogo seguido a pontuar, fizemos quatro pontos contra quem joga pelo título. Conseguimos transformar uma equipa que fez uma primeira volta impensável».

«Fizemos a melhor volta de sempre do AVS SAD na Primeira Liga. Isto juntando a alguns pontos, hoje estaríamos satisfeitos com a manutenção. Ainda se deram entradas e saídas de jogadores. Tivemos várias contrariedades que não são normais, depois foi lutar pela dignidade nossa, do clube na Liga, das pessoas da vila. Conseguimos trazer muitas coisas boas, duas dezenas de pontos e vamos tentar o sexto jogo seguido a pontuar, de acordo com o que eles podem e devem fazer. Que não deixem que digam que não são bons jogadores. Mostraram que podem fazer uma excelente equipa», prosseguiu João Henriques.

«Mérito deste conjunto, dos jogadores, treinadores, administração. Conseguimos construir algo que, em condições normais, estaríamos a meio da tabela. O trabalho semanal de quem fica de fora. Toda a gente, toda a estrutura que está nas Aves. Encontrei aqui uma família, todos acreditaram que podiam reverter a situação. Fizemos algo interessante que ficou aos olhos de todos. Mostraram que não são os patinhos feios, todos conseguiram mostrar a outra face, mas, infelizmente, não deu para a manutenção», referiu ainda João Henriques.

5 lesionados que mais fizeram falta na época do Sporting

A temporada 2025/26 do Sporting ficou marcada por vários momentos de grande exigência competitiva, tanto nas competições internas como nas competições europeias. Apesar da qualidade do plantel leonino, houve um fator que condicionou várias fases da época: as lesões.

Ao longo da temporada, Rui Borges viu-se obrigado a reinventar soluções devido às ausências de jogadores importantes em setores fundamentais da equipa. Algumas dessas baixas acabaram por ter impacto direto na criatividade ofensiva, no equilíbrio do meio-campo e até na consistência exibicional do Sporting.

Entre todos os casos, houve cinco jogadores cuja ausência acabou por se revelar particularmente pesada para a equipa leonina. Estes foram os lesionados que mais fizeram falta ao Sporting em 2025/26:

1.

Pedro Gonçalves Sporting
Fonte: Rui Pereira / Bola na Rede

Pedro Gonçalves – Continua a ser um dos jogadores mais importantes do Sporting e a sua ausência voltou a ter um impacto enorme no rendimento ofensivo da equipa. O internacional português oferece criatividade, capacidade de decisão e uma enorme inteligência na ocupação dos espaços entre linhas.

Sempre que esteve indisponível, o Sporting perdeu imprevisibilidade no último terço e capacidade para desbloquear jogos mais fechados. Pote é um jogador que consegue aparecer em diferentes zonas do ataque, ligar setores e criar oportunidades praticamente do nada, algo que poucos conseguem replicar dentro do plantel.

Além disso, a sua qualidade no remate exterior e no último passe tornam-no um elemento decisivo em encontros equilibrados. Sem ele, o Sporting tornou-se muitas vezes mais previsível ofensivamente e menos eficaz na criação de ocasiões claras de golo.

2.

Geovany Quenda Sporting
Fonte: Rui Pereira/Bola na Rede

Geovany Quenda – Afirmou-se definitivamente em 2024/25 como uma das grandes revelações do futebol português. Apesar da juventude, o extremo leonino demonstrou personalidade, capacidade física e uma enorme facilidade em criar desequilíbrios no um-para-um.

A sua ausência foi particularmente sentida pela forma como dá profundidade e velocidade ao jogo do Sporting. Quenda é um jogador que acelera transições, quebra linhas através da condução e obriga constantemente os adversários a recuar metros no terreno.

Sem ele, o Sporting perdeu explosão ofensiva nas alas e capacidade para criar superioridade individual em momentos importantes do jogo. A sua irreverência e agressividade ofensiva tornaram-se rapidamente numa das armas mais perigosas da equipa leonina e a sua ausência foi sentida ao longo da época.

3.

Fotis Ioannidis Sporting
Fonte: Ana Beles / Bola na Rede

Fotis Ioannidis – Chegou ao Sporting com enorme expectativa e rapidamente mostrou características que acrescentaram uma dimensão diferente ao ataque leonino. O avançado grego destacou-se pela capacidade física, mobilidade e intensidade na pressão sem bola.

Quando esteve lesionado, o Sporting perdeu uma referência ofensiva capaz de segurar jogo no último terço e de criar dificuldades constantes aos centrais adversários. A sua presença permitia à equipa jogar de forma mais direta em determinados momentos e oferecia maior agressividade dentro da área.

Além disso, Ioannidis revelou-se importante na pressão alta e no desgaste físico imposto às linhas defensivas adversárias. A sua ausência retirou soluções ofensivas importantes a Rui Borges em vários momentos exigentes da temporada.

4.

Daniel Bragança, Sporting
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Daniel Bragança – Era apontado como uma das soluções mais importantes para o meio-campo do Sporting em 2025/26, mas os problemas físicos acabaram por impedir o médio português de ter continuidade ao longo da época. A sua ausência retirou à equipa um jogador com características únicas dentro do plantel leonino.

O médio formado em Alcochete destaca-se pela qualidade técnica, pela visão de jogo e pela capacidade de dar fluidez à circulação ofensiva. É um jogador particularmente forte em espaços curtos, capaz de resistir à pressão e de acelerar o jogo através do passe vertical e da inteligência posicional.

Sem Bragança disponível durante grande parte da temporada, o Sporting perdeu uma opção diferenciadora para jogos que exigiam maior controlo através da posse e criatividade no corredor central. Em determinados momentos, sentiu-se falta de um médio com a sua capacidade para ligar setores e organizar o jogo ofensivo da equipa com calma e critério.

Além da qualidade futebolística, Daniel Bragança continua a ser visto internamente como um jogador de enorme resiliência e identidade leonina, algo que reforça ainda mais a importância que poderia ter tido numa época tão exigente para o Sporting.

5.

Zeno Debast Sporting
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Zeno Debast – Trouxe ao Sporting características que rapidamente o tornaram numa peça importante da equipa leonina. O internacional belga destacou-se pela qualidade na saída de bola, pela tranquilidade sob pressão e pela maturidade táctica, mesmo sendo ainda um jogador jovem.

A sua ausência acabou por ser sentida sobretudo em jogos onde o Sporting precisou de maior controlo na construção desde trás. Debast oferece segurança com bola e tem capacidade para quebrar linhas de pressão através do passe, algo fundamental numa equipa que procura sair a jogar de forma apoiada e dominante.

Além da qualidade técnica, também acrescenta agressividade nos duelos e inteligência na ocupação dos espaços defensivos. Sem ele disponível, o Sporting perdeu alguma estabilidade no setor recuado e uma opção importante para manter equilíbrio entre segurança defensiva e qualidade na construção ofensiva.

Num plantel com várias soluções defensivas, Debast conseguiu ainda assim afirmar-se pelas características diferenciadoras que oferece ao jogo leonino, tornando a sua ausência uma das mais relevantes ao longo da temporada.

As lesões acabaram por marcar vários momentos importantes da temporada do Sporting. Num ano de elevada exigência competitiva, as ausências de jogadores influentes limitaram opções, obrigaram a reajustes constantes e tiveram impacto direto no rendimento coletivo da equipa leonina. Ainda assim, o Sporting conseguiu manter-se competitivo durante grande parte da temporada, demonstrando capacidade de adaptação e profundidade no plantel. No entanto, olhando para o impacto das ausências e para aquilo que cada um destes jogadores poderia ter acrescentado com maior continuidade física, é inevitável pensar que uma época com menos limitações no departamento clínico poderia ter permitido ao Sporting atingir um nível exibicional e competitivo ainda mais elevado.

Francesco Farioli: «Isto tem de ser um lembrete muito bom para o próximo jogo e para a próxima época»

Francesco Farioli analisou o desfecho do duelo da 33.ª jornada da Primeira Liga. FC Porto perdeu fora de casa com o AVS SAD por 3-1.

Francesco Farioli fez a análise ao encontro entre AVS SAD e FC Porto, relativo à 33.ª jornada da Primeira Liga. O encontro terminou com o triunfo do AVS SAD por 3-1 e no final, o técnico italiano disse o seguinte:

«A concentração estava lá. Na primeira parte, se virmos as três vezes em que eles foram à nossa área, castigaram-nos. Gerámos imenso, mas a realidade é esta: se baixares alguma coisa, agressividade, atenção aos pequenos detalhes, no final pagas o preço e isto tem de ser um lembrete muito bom para o próximo jogo e para a próxima época. É seguir em frente e tentar acabar a época com 88 pontos, em frente aos nossos adeptos».

«Já disse, é a atenção aos detalhes num jogo em que Bednarek é um jogador que nos dá muito, também o Diogo [Costa], são dois jogadores muito importantes, mas faz parte. Há informações que podemos retirar deste jogo para começar a preparar a próxima época, em que as expetativas e exigências serão maiores para todos», referiu ainda Francesco Farioli.

Borja Sainz comenta derrota do FC Porto: «Faltou acerto na frente»

Borja Sainz analisou o desfecho do duelo da 33.ª jornada da Primeira Liga. FC Porto perdeu fora de casa com o AVS SAD por 3-1.

Borja Sainz fez a análise ao encontro entre AVS SAD e FC Porto, relativo à 33.ª jornada da Primeira Liga. O encontro terminou com o triunfo do AVS SAD por 3-1 e no final, o extremo espanhol disse o seguinte:

«Creio que a equipa entrou para a ganhar, como sempre o faz. Faltou acerto na frente, mas a equipa sempre quer ganhar e somar os três pontos. Saímos bem para a segunda parte, mas eles meteram logo o segundo golo. A equipa tentou. Somos campeões e não queremos que manche a nossa temporada. Queríamos somar os três pontos, cada jogo é feito por nós para ganhar».

«O importante é que foi golo, alegro-me pelo Deniz [Gul], tem feito um trabalho muito bom. Era importante marcar, mas foi ele a fazê-lo e foi importante para seguirmos no jogo», referiu ainda Borja Sainz.

WWE Backlash: Fatu ainda não está pronto para desistir de Roman Reigns

Depois da WrestleMania, o Backlash foi o primeiro premium live event da WWE, realizado em Tampa, na Flórida. O cartaz tinha cinco combates (mais um anúncio de John Cena) e prometia alguma expetativa, embora não exatamente momentos muito surpreendentes.

BREAKKER E ROLLINS COMEÇAM COMO QUERÍAMOS

Seth Rollins e Bron Breakker abriram a noite em Tampa com um combate construído à volta da história da Vision, que Rollins fundou, mas depois foi atacado e retirado do grupo. O combate foi de boa qualidade, com um ou outro botch aqui e ali (um Breakkensteiner falhado e uma transição de Rollins que falhou), mas com o nível que se espera destes dois. No final, depois de um false finish após interferência de Austin Theory e Logan Paul e de um spear contra-atacado para um pedigree, Breakker evitou um stomp das cordas e venceu de forma limpa com o seu spear.

Breakker era quem precisava mais da vitória, por isso ganhou a pessoa certa e evitaram o erro de terminar o combate logo a seguir à interferência. Um ou outro erro fez com que este fosse apenas o terceiro melhor combate da noite, mas não deixou de ser bom. Rollins se calhar precisa de ajustar o seu wrestling à sua idade, porque há coisas que já faz com menos eficiência, mas isso é outra conversa.

Nota do combate: 4/5

FRAQUEZA DE SAMI CUSTA-LHE A DERROTA

Trick Williams, acompanhado por Lil Yachty, tinha depois a missão de tentar manter o título dos Estados Unidos contra Sami Zayn, adversário a quem ganhou o título na WrestleMania. O combate, não sendo tão bom como o primeiro, também teve boa qualidade e alguns momentos bem contados/impactantes, como a utilização de um pau de kendo por parte de Sami e de Yachty quando o árbitro não estava a olhar e um DDT nas escadas. No final, Sami ficou demasiado obcecado com Yachty, acertando-lhe um Helluva Kick fora do ringue, com Trick a recuperar o suficiente para depois vencer com o Trick Shot.

Foi sem dúvida melhor do que o combate que tiveram na WrestleMania, mas não foi o melhor que podia ter sido devido à história que estavam a contar com a personagem de Zayn (o que não é uma crítica, mas, se escolhes uma coisa, vais prejudicar a outra). A obsessão de Zayn com aquilo que não interessa custou-lhe o combate. Dar mérito a Lil Yachty, porque estou a gostar muito da forma como ele está a abordar o seu papel de manager.

Nota do combate: 3.5/5

FAMÍLIA HAUSEN AMALDIÇOA MIZ E WILSON

Chegava a hora de saber quem seria o parceiro mistério de Danhausen para defrontar The Miz e Kit Wilson, com Danhausen a clonar uma versão sua e a ficar com Minihausen para ser seu parceiro (Mascarita Sagrada na AAA, mas pintado de Danhausen para aqui). O combate teve o tom cómico que se esperava, com destaque para um curse revertido devido a um espelho, um extintor que Miz usou contra si próprio e o seu parceiro inadvertidamente e a vitória dos Hausens, depois de Danhausen aplicar o seu finisher em The Miz.

Foi a comédia esperada para um combate a envolver Danhausen. A reação a Minihausen no início foi silenciosa, porque os fãs estavam certamente à espera de alguém que conhecessem, mas Minihausen trabalhou bem e foi o melhor wrestler do combate. Para lá disso, o combate foi divertido e teve as pessoas apropriadas para o executar.

Nota do combate: 2.5/5 como combate, mas mais do que isso como entretenimento

IYO VENCE A SUA SENPAI (E OBRIGADO, ASUKA)

O penúltimo combate da noite era um combate que se sentia que devia ter estado na WrestleMania (mas, devido à falta de tempo que grande parte dos duelos da WrestleMania tiveram, este palco se calhar foi o indicado). IYO SKY defrontou Asuka, numa rivalidade que chegou a incluir Kairi Sane, que agora já não está na WWE. Como se esperava, foi o melhor combate da noite, incluindo todo o bom wrestling que tanto uma como outra sabem proporcionar. Também houve um spot criativo, com IYO a evitar o mist da compatriota com o laptop de Wade Barrett. IYO acabaria por vencer com o Bullet Train Attack e o Over the Moonsault.

Asuka emocionou-se depois do combate e abraçou IYO, com as reações de várias outras lutadoras da WWE nas redes sociais a darem a entender que esta pode ter sido a despedida de Asuka. Tem 44 anos e ainda foi capaz de fazer a sua parte num combate com uma das melhores do mundo, esse é o primeiro elogio. Se foi a última vez de Asuka na WWE (e talvez num ringue), fica uma carreira absolutamente lendária e um combate final da qual se deve orgulhar.

Nota do combate: 4.5/5

REIGNS VENCE, MAS FATU NÃO VAI EMBORA

Depois de John Cena anunciar o John Cena Classic (um torneio que envolve superstars do main roster contra superstars do NXT), chegava altura do main event, com Roman Reigns a defender o título contra Jacob Fatu. Como se esperava, o Tongan Death Grip foi utilizado por Fatu algumas vezes, com o combate a ter a qualidade esperada e alguns false finishes. No final, Reigns acabou por expor um turnbuckle quando estava preso num Death Grip, atirando Fatu contra esse canto e vencendo com um spear. Jacob perdeu a cabeça depois do combate e aplicou o Tongan Death Grip mais algumas vezes em Reigns antes do final do show.

Este não foi o tipo de batota que Reigns costumava aplicar no seu reinado anterior, com interferência de toda a gente (nunca vimos os Usos no Backlash), foi mais batota vinda de desespero para sobreviver ao Death Grip. Pareceu ser um heel turn de Fatu depois do combate, que foi provavelmente o melhor combate de Fatu na WWE, e Reigns merece o seu mérito. Esta história vai certamente continuar e Fatu não perde nada com a derrota.

Nota do combate: 4.5/5

O balanço final é que esta noite corrigiu o principal erro da WrestleMania, em termos de tempo dos combates, com todos a terem o seu tempo para respirar e a melhorar automaticamente a noite. De resto, não foi uma noite perfeita, nem uma noite com momentos inesquecíveis, mas foi uma noite muito bem conseguida e às vezes é só isso que é preciso em eventos destes. A única crítica é que, tendo um combate de Danhausen e um segmento de John Cena, não me importaria se tivéssemos um combate extra.

Nota final: 93/100

MotoGP França: Fim de semana perfeito de Jorge Martín

A CORRIDA: ESPANHOL VOLTA A VENCER NUM PÓDIO 100% APRILIA E FICA A UM PONTO DE BEZZECCHI NO CAMPEONATO

Depois de um grande arranque lhe ter proporcionado a vitória na corrida sprint de Le Mans, Jorge Martín teve de aplicar a receita de outra forma, mas o resultado foi o mesmo. O espanhol, novamente a sair do oitavo lugar, ficou mais preso no arranque desta vez e só ganhou uma posição inicialmente, mas isso não o impediu de voltar a bater a concorrência.

Depois da lesão de Marc Márquez no sprint o ter feito desistir do fim de semana, esta luta da dupla da Aprilia ganhava significado extra nas contas do título. Bezzecchi arrancou bem e ganhou vantagem inicial devido à luta atrás dele entre Fabio Quartararo e Pedro Acosta. Bagnaia, que arrancou mal da pole position, depois eventualmente conseguiu ultrapassar Quartararo e Acosta para subir a segundo. Mas o homem da Ducati cairia na volta 16 na chicane Dunlop.

Nessa altura, Martín já estava em plena recuperação e não demorou muito tempo a ultrapassar para subir a segundo, embora já estivesse a 1.6 segundos de Bezzecchi. Mas isso não foi impeditivo, uma vez que o ritmo do espanhol era muito superior, conseguindo ganhar várias décimas por volta. Na antepenúltima volta, Martín efetuou finalmente a manobra decisiva na chicane, com Bezzecchi incapaz de responder.

O italiano não foi alcançado por Pedro Acosta, que também teve dificuldades na parte final da corrida, mas quase que era alcançado por Ai Ogura, que também fez uma corrida de recuperação e terminou no terceiro lugar, alcançando o seu primeiro pódio no MotoGP e garantindo um pódio 100% Aprilia. Com Raúl Fernández a terminar em oitavo, a Aprilia tem todos os seus pilotos (sem contar com Lorenzo Savadori, obviamente) no top-6 do campeonato, com Bezzecchi a ter vantagem de apenas um ponto sobre Martín.

Acosta ainda perderia o quarto lugar mesmo na reta final para Fabio Di Giannantonio, com Fabio Quartararo a fechar na sexta posição, conseguindo assim de longe o melhor fim de semana de uma Yamaha esta época. Chegou a estar no sétimo lugar, ultrapassado por Joan Mir, mas o espanhol da Honda caiu e continua apenas a ter terminado apenas uma corrida de domingo esta época, num 15.º lugar. Brad Binder, Diogo Moreira e Álex Márquez também caíram. Os restantes lugares pontuáveis foram ocupados por Enea Bastianini, Raúl Fernández, Fermín Aldeguer, Luca Marini, Johann Zarco, Álex Rins, Toprak Razgatlioglu, Franco Morbidelli e Jack Miller (Jonas Folger foi o único que terminou e não pontuou).

PILOTO DO DIA

Jorge Martín (Aprilia) – Se calhar é mesmo preciso repensar que Martín não entra nas contas do título só por causa de tudo o que lhe aconteceu na época passada. O espanhol continua a não estar muito confortável em qualificação, mas quem arranca como ele não precisa de se preocupar assim tanto como isso. E esta corrida mostrou que, mesmo que o arranque não saia como planeado, quando tens a vantagem de ritmo que ele tinha, pode ser mais do que suficiente para ganhar. Um ponto separa-o de Bezzecchi.

DESILUSÃO DO DIA

Joan Mir (Honda) – É absolutamente de levar as mãos à cabeça o número de vezes que Joan Mir termina Grandes Prémios. E a maior parte das vezes é por quedas próprias, daí o destaque negativo. Mir costuma ser quase sempre o piloto mais rápido da Honda, e voltou a ser o caso este fim de semana, mas uma vez mais o número de pontos que lhe é atribuído é nulo, uma vez mais por uma queda quando este ocupava uma boa posição.

Roni após bisar em triunfo do AVS SAD contra o FC Porto: «Faz-me acreditar que é equipa para estar na Primeira Liga»

Roni analisou o desfecho do duelo da 33.ª jornada da Primeira Liga. AVS SAD ganhou em casa ao FC Porto por 3-1.

Roni fez a análise ao encontro entre AVS SAD e FC Porto, relativo à 33.ª jornada da Primeira Liga. O encontro terminou com o triunfo do AVS SAD por 3-1 e no final, o médio, que marcou dois golos, disse o seguinte:

«A primeira coisa a fazer é dar os parabéns ao FC Porto. Eles mereceram. Nesta segunda volta, conseguimos melhorar, foi pena ser tarde demais. O grupo não desistiu, foram todos homens, de caráter, todos fortes. O mister deu força, demos trabalho para o Sporting e fomos a segunda equipa a vencer o FC Porto nessa temporada. Merece ser lembrado, independentemente da situação».

«Acredito que chegaram algumas peças, que ajudaram e o míster teve mais tempo de trabalho. Uma pena a equipa ter encaixado tarde, faz-me acreditar que é equipa para estar na Primeira Liga. Aconteceu, não tem o que fazer, é lembrar, somos pessoas de caráter, todos os funcionários merecem isso. Não podemos desistir pelas pessoas e pela nossa família», prosseguiu.

Roni falou ainda sobre os dois golos contra o FC Porto:

«Como profissional, é primeira vez que faço dois golos num jogo. Ainda por cima contra o FC Porto, o campeão, de pé esquerdo e pé direito. É um trabalho de finalização que fazemos no clube».

A Europa é verde e branca | Sporting 2-0 Palma Futsal

Depois de Almaty, em 2019, e de Zadar, em 2021, o Sporting volta a vencer a Liga dos Campeões de Futsal, desta vez em Pesaro, Itália. Na reedição da final de 2023, os leões bateram o Palma Futsal por 2-0, com um golo de Diogo Santos e uma autogolo de Alisson Lima.

Em mais uma final ibérica, a equipa comandada por Nuno Dias esteve irrepreensível e o resultado poderia ter sido outro, não fosse a grande exibição de Dennis Cavalcanti. Zicky Té foi considerado o melhor jogador desta final-four.

O jogo começou muito agitado, com vários duelos físicos, e, aos dois minutos, Bernardo Paçó teve de ser assistido pela equipa médica. O guardião do Sporting subiu na quadra e, enquanto recuava para a sua baliza, esbarrou contra o jogador do Palma Futsal.

A equipa de Nuno Dias, à semelhança do jogo contra o Cartagena, entrou melhor e esteve perto do golo. Bernardo e Pauleta tiveram a hipótese de inaugurar o marcador, mas Dennis Cavalcanti impediu as investidas leoninas. O conjunto espanhol, numa transição rápida, criou muito perigo junto da baliza de Bernardo, que fez duas defesas de alto nível para manter o nulo no marcador.

Ao quarto minuto de jogo, o Sporting adiantou-se no marcador. Bernardo Paçó serviu Diogo Santos, que rematou de pé esquerdo, com a bola a passar pelo meio das pernas de Cavalcanti. O internacional brasileiro não ficou nada bem na fotografia, ele que já tinha tido uma partida complicada contra o Etoille Lavalloise, onde apenas jogou a primeira parte.

Mesmo em vantagem, os leões não estavam satisfeitos e queriam mais. Dispuseram de inúmeras oportunidades, mas Cavalcanti redimia-se com grandes defesas. De salientar também o grande duelo físico entre Zicky Té e Manuel Piquereas.

No minuto 11, o Palma Futsal dispôs de uma grande oportunidade para empatar o encontro. Diogo Santos, à entrada da área, fez uma falta escusada sobre Fabinho. Anteriormente, os dois alas tinham-se envolvido num momento de picardia, que resultou num cartão amarelo para o jogador brasileiro. Na marcação do livre, foi o próprio Fabinho a assumir a responsabilidade, mas atirou por cima.

Aos 13 minutos, o Sporting esteve novamente perto golo. Pauleta encheu o pé, com Cavalcanti a defender para a frente, e, na recarga, Zicky viu o guarda-redes brasileiro fazer uma defesa monumental. Apesar do golo sofrido, Cavalcanti estava a ser a figura do jogo e o 1-0 era um resultado satisfatório para os tricampeões europeus.

A dois minutos do fim da primeira parte contrariedade para o Sporting. Diogo Santos fez falta sobre Ernesto, viu o segundo cartão amarelo e, consequente, vermelho. Além da expulsão, os leões chegaram à quinta falta e iam jogar até ao intervalo em inferioridade numérica. O Palma Futsal, que raramente controlou as rédeas do encontro, a partir da expulsão encostou o Sporting às cordas e viu Bernardo Paçó e o poste evitarem o empate.

O conjunto leonino aguentou o sufoco espanhol e foi para o intervalo na frente do marcador. A equipa portuguesa foi superior, tanto na posse de bola como no número de remates, e a vantagem era mais do que justa, apesar de curta. Na segunda parte, o Sporting iria jogar os primeiros oito segundos com menos um elemento, o tempo que faltava para completar os dois minutos da expulsão.

No início da segunda parte, o Palma Futsal entrou com as linhas mais subidas e Bernardo Paçó foi obrigado a aplicar-se. A equipa leonina estava um pouco desconcentrada, com vários passes falhados e perdas de bola em zonas proibidas.

Depois da entrada forte dos espanhóis, o Sporting começava a ameaçar e Dennis Cavalcanti teve de intervir. Numa grande jogada individual pela ala esquerda, Wesley rematou cruzado, mas o guarda-redes brasileiro somou mais uma grande defesa.

Zicky, que não estava a ser feliz na frente da baliza espanhola, revelava-se crucial no plano defensivo. Com unúmeras recuperações de bola, impedia as investidas dos jogadores do Palma com a sua enorme disposição física. Aos 26 minutos, esteve muito perto de fazer um golo de outro mundo. Assistido por Felipe Valério, o pivot português rematou de calcanhar, mas a bola foi ao poste.

Aos 31 minutos, Rocha teve nos pés a hipótese de dilatar a vantagem. O pivot brasileiro recuperou a bola no meio-campo e, no cara a cara com o compatriota Cavalcanti, atirou ao lado.

Minutos depois, grande perdida de Ivan Chishkala. Após um excelente, trabalho de Zicky Té, que tirou Manuel Piqueras do caminho, descobriu Chishkala que com a baliza deserta rematou para fora. Nuno Dias ainda pediu vídeo-suporte, devido a uma suposta falta sobre o jogador russo, mas os árbitros não lhe deram razão.

A tensão na Vitrifrigo Arena aumentava cada vez mais e a prova disso foi o facto do Palma Futsal ter chegado à terceira falta a sete minutos do fim, enquanto o Sporting apenas tinha cometido uma.

A quatro minutos do fim, Antonio Vadillo apostou no 5×4, mas não obteve o resultado desejado, até pelo contrário. Chishkala pressionou Alisson Lima, cortou a bola contra o pivot brasileiro e esta só parou dentro da baliza do Palma Futsal. O Sporting chegava ao 2-0 e o título estava cada vez mais perto.

O Sporting podia ter feito o terceiro, mas bola não levou a melhor direção. Primeiro por Chishkala, que atirou do meio-campo à trave, e na recarga, Alex Merlim rematou contra o jogador do Palma. Instantes depois, grande jogada individual de Wesley, que só com um adversário pelo caminho não finalizou da melhor forma.

A buzina tocou e a festa era verde e branca. O Sporting conquista assim a sua terceira Liga dos Campeões de Futsal e vingou-se da final perdida em 2023. Os leões venceram com inteira justiça, foram superiores do início ao fim, e o resultado peca por escasso, graças à grande exibição de Dennis Cavalcanti. Cinco anos depois, o Sporting volta a conquistar a Europa e põe fim à hegemonia do Palma Futsal.

Eis os 5 destaques da vitória do FC Porto frente ao Barcelona na final da Champions League de Hóquei em Patins

O FC Porto venceu o Barcelona por 3-1 e conquistou a Champions League de Hóquei em Patins. Fica com os principais destaques.

O FC Porto derrotou o Barcelona por 3-1 em jogo a contar para a final da Liga dos Campeões de hóquei em patins, em jogo disputado em Coimbra, no Pavilhão Multidesportos Dr. Máximo Mexia. Eis os destaques do encontro:

Gonçalo Alves – Marcou o segundo golo portista numa grande stickada de meia distância, na qual o guarda-redes do Barcelona poderia ter feito muito mais. Um perigo público sempre que arranca em transição ou desfere o seu potente remate. O melhor jogador do FC Porto nesta Final 8. Absolutamente determinante, provando mais uma vez que é um craque mundial. Sergi Fernández negou que adicionasse mais golos à sua conta pessoal.

Sergi Fernández – Soberba primeira parte do veterano guarda-redes catalão. É verdade que foi mal batido no lance do segundo golo, mas se não fosse pelas suas intervenções, os males do Barcelona teriam sido maiores. Um punhado de defesas de elevado grau de dificuldade de um guardião lendário, que termina a carreira esta época.

Ignacio Alabart – Dos poucos que se destacaram no Barcelona. A sua classe e qualidade técnica, são um bálsamo para esta equipa do Barcelona. Um jogador com grande conhecimento de jogo. Marcou com muita frieza a grande penalidade que permitiu ao Barcelona reduzir o marcador e devolver alguma grande emoção ao resultado. Um jogador de classe mundial.

Xavi Malián – Uns primeiros vinte e cinco minutos em que esteve sempre bem quando foi chamado a intervir. O volume ofensivo do Barcelona não obrigou a uma daquelas actuações exuberantes do guardião espanhol, mas Xavi é sempre um dos portos seguros desta equipa portista. Grande defesa com a máscara a impedir que Sergi Aragonés chegasse à igualdade numa altura em que o FC Porto começava a acusar o cansaço e uma maior pressão do Barcelona.

Hélder Nunes – Não fez um grande jogo, não está a ter um rendimento superlativo neste seu regresso aos dragões, mas uma brilhante carreira como a dele, merecia ter uma Liga dos Campeões no seu currículo. Quis o destino que fosse contra a sua antiga equipa que iria ganhar o único título que lhe faltava e que tanto perseguiu.