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Figo comenta possível regresso de José Mourinho ao Real Madrid: «Nunca o senti como alguém de mão dura e não creio que o Real precise disso»

Figo comentou as recentes polémicas que têm estado em torno do Real Madrid e falou sobre um possível regresso de José Mourinho ao clube espanhol.

Figo abordou os recentes acontecimentos no Real Madrid, que envolveram desentendimentos entre jogadores do plantel, e falou também sobre um possível regresso de José Mourinho aos merengues. O antigo vencedor da Bola de Ouro começou por dizer:

«O que aconteceu no Real Madrid não é normal. Numa convivência assim, não deveria ocorrer, embora não seja a primeira vez nem será a última. São situações que podem dar-se num balneário em momentos de frustração. Gerir 30 pessoas não é fácil e, por vezes, cometem-se erros que não deveriam acontecer»

Questionado sobre a possibilidade de um regresso de José Mourinho ao comando técnico do Real Madrid, Figo respondeu:

«Eu tive-o como tradutor, como segundo treinador, como primeiro e como amigo, e nunca o senti como alguém de mão dura. A falar a sério, não creio que o Real precise disso, conhecendo o clube e o ambiente que existe. No final, tens de saber gerir 25 egos e, hoje em dia, além de perceber de futebol, um treinador deve saber gerir esses egos para convencer os futebolistas a irem todos na mesma direção. Não sei, teriam de perguntar ao Florentino. O José é meu amigo e desejo-lhe o melhor».

Por fim, ao analisar diferentes perfis de treinadores que passaram pelo clube espanhol, o antigo internacional português acrescentou:

«Se olharmos para os últimos anos, Del Bosque, Zidane ou Ancelotti não correspondem precisamente a um perfil de mão dura. Creio que esse modelo não funciona», afirmou.

Nicolás Otamendi repreendido pela expulsão mas continua a ter renovação em cima da mesa

Nicolás Otamendi levou um ‘puxão de orelhas’ de Rui Costa e José Mourinho pela expulsão no empate em Famalicão.

Nicolás Otamendi foi expulso aos 55 minutos do Famalicão x Benfica, com os encarnados a acabarem por não conseguir evitar um empate que pode vir a ter impacto na qualificação para a Champions League. Após o encontro, A Bola avança que Rui Costa e José Mourinho repreenderam o defesa-central argentino.

A mesma fonte avança que o presidente das águias reforçou que se tratou de um lance que poderia ter sido evitado, indo contra as obrigações e responsabilidades de um capitão de equipa. José Mourinho concordou com Rui Costa, mas assumiu responsabilidade e lidou com a situação de forma tranquila.

Contudo, o Benfica continua interessado na renovação de Nicolás Otamendi, numa altura em que o campeão do mundo tem sido apontado ao River Plate.

Nicolás Otamendi Benfica
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

5 melhores jogadores do título do FC Porto

No passado sábado (dia 2 de maio), o FC Porto alcançou o tão almejado 31.º campeonato da história do clube, após ter derrotado por 1-0 a equipa do FC Alverca. Uma equipa que reflete o estado atual do clube azul e branco, ou seja, construída e estruturada de cima para baixo. André Villas-Boas reorganiza o clube de forma mais moderna e atual, entre as mais variadas decisões, escolhe Francesco Farioli com o apoio da estrutura.

Farioli constrói uma equipa à sua imagem, mas adaptada à realidade do clube e do futebol português e os jogadores a desempenharem ao seu estilo o “jogar à Porto” que leva o clube às reconquistas.

Uma equipa que durante a época alternou no seu estilo, entre o estilo mais intenso, de jogo ofensivo, ligação entre os elementos e busca constante da concretização, tanto em jogo interior como pelas laterais e um estilo de mais controlo do jogo no aspeto defensivo dando mais iniciativa ao adversário. Após um arranque muito prometedor e dominador entre agosto e outubro, houve uma quebra de energia e rendimento (embora a equipa tenha ganho 16 de 18 jogos durante tal período) à qual o treinador e a estrutura souberam responder através do mercado de inverno e da gestão. A partir desse momento, a equipa foi respondendo e contra as dificuldades e apesar de alguns resultados menos conseguidos (três derrotas e cinco empates entre fevereiro e final de abril), a vontade de vencer e segurar a vantagem esteve sempre presente e acabou por ser premiada no fim.

Um conjunto absolutamente notável e com muita qualidade, fez-se notar pela sua capacidade de vencer tanto pelo talento como pela energia. Sendo difícil e discutível tal destaque, existem cinco elementos que foram absolutamente fulcrais para esta conquista do FC Porto. No entanto, este sucesso coletivo nunca poderá ser retratado sem mencionar honrosamente vários outros elementos como Pepê (47 jogos, quatro golos e seis assitências), Gabri Veiga (46 jogos, seis golos e 12 assistências), William Gomes (44 jogos, 13 golos e duas assistências), Pablo Rosário (40 jogos, dois golos e uma assistência), Alberto Costa (45 jogos, um golo e oito assistências), Alan Varela (43 jogos e dois golos), Borja Sainz (45 jogos, sete golos e cinco assistências), Rodrigo Mora (42 jogos, cinco golos e duas assistências), Deniz Gül (42 jogos, seis golos e uma assistência), Seko Fofana (17 jogos e três golos), Thiago Silva (13 jogos) e Oskar Pietuszewski (16 jogos, três golos e duas assistências).

5.

Fonte: Rafael Canejo/Bola na Rede

Samu – O melhor marcador da equipa campeã nacional tem sempre lugar entre os melhores e mais decisivos. A partir da sua lesão no início de fevereiro (clássico com o Sporting no Dragão a contar para a Liga), a equipa ressentiu-se em termos ofensivos e de concretização, tendo a partir daí empatado (cinco) e perdido (dois) quase tantos jogos como até então (três empates e três derrotas).

Uma peça importante para a reconquista do título, tendo sido decisivo em vários jogos, tendo os seus golos ajudado a resolver os desafios contra Vitória SC (dois golos, 3-0), CD Nacional (1-0), Moreirense FC (2-1), CD Tondela (2-0), Estrela da Amadora (dois golos, 3-1), AVS SAD (dois golos, 2-0) e Santa Clara (1-0). No total da época, participou em 32 jogos, fez 20 golos e realizou uma assistência.

O investimento feito pela direção portista no avançado espanhol justificou-se e ainda tem mais para dar. É um ponta de lança móvel, segura bem o esférico em busca de espaço para rematar, procura a profundidade, bom finalizador e além de ter competências no um contra um, também as tem em transições.

4.

Jakub Kiwior FC Porto
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede

Jakub Kiwior – Uma das grandes aquisições do FC Porto para esta época e com um currículo notável (nomeadamente a passagem pelo Arsenal FC, clube que o cedeu por empréstimo aos portistas) veio-se a revelar-se altamente decisivo e para muitos, no melhor defesa-central da Liga. O seu talento, capacidade e rendimento veio oferecer uma segurança ao setor defensivo dos dragões altamente decisivos para esta conquista.

No global da época, participou até agora em 38 jogos e fez duas assistências para golo (ambas decisivas, na vitória em Moreira de Cónegos por 2-1 e no empate frente ao Viktoria Plzeň por 1-1). Um dos obreiros do título, mais justificou a aquisição definitiva (17 milhões de euros, com cláusula de rescisão de 70 milhões) do clube azul e branco pelos seus serviços, assegurando a continuidade da “muralha defensiva” portista.

Jakub Kiwior é um defesa (central e também lateral esquerdo) seguro que sabe sair a jogar, lança o ataque com passes chipados longos, inteligente no seu posicionamento e forte a antecipar.  

3.

Diogo Costa
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Diogo Costa – Tendo sido o rendimento defensivo da equipa, um dos pontos fortes deste FC Porto campeão 2025/26, Diogo Costa está indubitavelmente ligado ao mesmo. O capitão portista foi decisivo por variadas ocasiões e jogos, tendo as suas defesas oferecido diversos pontos. Um rendimento absolutamente ímpar que o irá fazer de novo ser um dos guarda-redes mais cobiçados a nível europeu.

Um dos símbolos da “mística” do clube azul e branco, é o guarda-redes menos batido da Liga Portuguesa (15 golos sofridos em 32 jogos disputados), além de no global da época até agora ter participado em 48 jogos e ter sofrido apenas 27 golos. Indiscutível na baliza da Seleção Nacional Portuguesa, estará sob observação atenta de muitos no Campeonato do Mundo.

Diogo Costa é um guarda-redes que sabe jogar fora da área, competente com o esférico nos pés, além de ser muito forte nos reflexos, no seu posicionamento e na sua tomada de decisão sob pressão.

2.

Jan Bednarek FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Jan Bednarek – Com um percurso bastante experiente e com a “benção” de Jorge Costa, veio para ser decisivo na defesa portista e acabou por ser o “líder” e a “voz de comando” do setor. Juntamente com Kiwior, fez a “muralha polaca” e lembrou a muitos adeptos azuis e brancos a dupla de 2002/04 constituída por Ricardo Carvalho e pelo “Bicho”. Na época, Carvalho era considerado o melhor central do clube e do campeonato português pela sua competência e elegância a defender, no entanto, Jorge Costa era o símbolo da “mística” portista e a “voz de comando” do setor. Em 2025/26, a ideia volta a transmitir-se na dupla Bednarek-Kiwior. Desta vez, com Kiwior a desempenhar o papel de Ricardo Carvalho e Bednarek a ser o “atual” Jorge Costa.

Bednarek é outro dos grandes obreiros do sucesso desta época, tendo oferecido à equipa segurança e consistência no setor defensivo, mas também argumentos nos lances de bola parada. O defesa central polaco fez de cabeça dois golos decisivos na segunda volta, ambos em triunfos pela margem mínima (1-0 na Madeira ao CD Nacional) e num dos mesmos (1-0 ao Alverca no Dragão) valeu a celebração da conquista do 31.º campeonato.

No global da época até ao momento, participou em 48 jogos, fez quatro golos e uma assistência. Jan Bednarek é um defesa-central fixo, mas com um foco tremendo na proteção da sua área de atuação. É consistente, forte nos duelos, aéreos nomeadamente e nos cortes e interceções.

1.

Victor Froholdt, FC Porto
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede

Victor Froholdt – Um dos grandes reforços do FC Porto e do campeonato português para 2025/26, acabou por se revelar um dos melhores jogadores da equipa de Francesco Farioli e da Liga Portuguesa esta época. Um jogador singular e incansável que ofereceu consistência e capacidade de trabalho ao coletivo, além de ter contribuído com arte e engenho para o sucesso do mesmo. Foi o grande “motor” da equipa de Farioli.

Foi decisivo em diversos jogos, tanto com golos (2-0 em Barcelos, 1-0 em Famalicão, 1-0 caseiro com o Rio Ave, 2-2 na Luz, 3-1 na Amoreira e 2-0 caseiro com o CD Tondela), como com assistências (4-0 caseiro com o Casa Pia AC, 2-1 em Alvalade, 4-0 em Arouca, 3-1 caseiro com o FC Arouca e 3-0 caseiro com o Moreirense FC. Participou em 50 jogos da equipa azul e branca, tendo feito oito golos e sete assistências.

Victor Froholdt é um médio que combina combate com arte. Um típico “box-to-box” que consegue ligar o trabalho defensivo com o trabalho ofensivo de uma equipa. Um jogador com enorme capacidade de resistência, física, de condução de bola e de remate.

António Salvador comenta campanha do Braga na Europa League e deixa promessa: «Não terão de esperar mais 15 anos para ver o Braga numa meia-final europeia»

António Salvador recorreu às redes sociais para deixar uma mensagem de orgulho pela campanha do Braga na Europa League.

António Salvador mostrou-se orgulhoso pela campanha do Braga na Europa League e pela chegada do clube bracarense às meias-finais da competição. O presidente de 55 anos destacou o trabalho de Carlos Vicens e dos jogadores e deixou a convicção de que não serão precisos mais 15 anos para o Braga regressar a uma meia-final europeia.

Eis a mensagem de António Salvador:

«Orgulho!

É este o sentimento que deve prevalecer na hora em que se encerra uma entusiasmante temporada europeia (iniciada na Bulgária, a 24 de julho do ano passado), que tantas alegrias nos deu e que tantos momentos deixou para a nossa memória coletiva.

Nunca uma equipa que teve de partir da 2.ª pré-eliminatória chegou tão longe na prova e isso diz muito sobre o valor do nosso grupo, mas também sobre a ambição do nosso Clube. Não foi o acaso que nos trouxe até aqui, mas antes metas claras e compromissos coletivos. Foi na Holanda, no fim do último jogo da fase de liga, que todos abraçamos o objetivo de só parar em Istambul. Era justo que assim tivesse sido…

Quando há 23 anos aceitei o desafio de liderar o SC Braga, assumi também o objetivo de dar dimensão europeia a este Clube. É pois com orgulho que vejo uma vez mais reforçado esse estatuto. Fechámos esta temporada às portas do top-30 do ranking UEFA, concretizando um objetivo que defini há um ano aquando da minha recandidatura à presidência do Clube.

Tenho orgulho no grupo de trabalho. Treinador, equipa técnica, plantel e staff são dignos do nosso reconhecimento e são a base em cima da qual queremos e vamos continuar a construir as nossas ambições. O mister Carlos Vicens tem enorme mérito neste percurso, porque foi o primeiro a personificar a crença e a convicção de que era possível.

Tenho orgulho nos sócios e adeptos do SC Braga. Fizeram connosco todo este trajeto, sacrificando as suas vidas familiares e profissionais para estarem com o Clube e com a equipa. Foram enormes, em Braga e por essa Europa fora, e por isso merecem o meu agradecimento e o meu reconhecimento.

Aos sócios e adeptos deixo uma convicção: desta vez, não terão de esperar mais 15 anos para voltar a ver o SC Braga numa meia-final europeia. Sinto, e tudo farei, para que em breve estejamos novamente nesta posição, para então sim chegarmos ao jogo mais desejado.

Obrigado a todos!»

Manchester United já escolheu o possível sucessor de Bruno Fernandes

O médio do Aston Villa, Morgan Rogers, pode vir a ser o sucessor de Bruno Fernandes, caso o português deixe o Manchester United no mercado de verão.

A continuidade de Bruno Fernandes em Old Trafford continua a ser uma incógnita. Segundo a Footmercato, o Manchester United já prepara uma eventual saída do internacional português, vendo Morgan Rogers como a contratação ideal para a posição.

Morgan Rogers tem sido um dos destaques do Aston Villa esta temporada, apontando 12 golos e nove assistências num total de 52 jogos. A versatilidade do médio inglês para jogar no corredor esquerdo é um de vários fatores que atrai os red devils, para além da sua qualidade técnica e criatividade.

Contudo, o Manchester United está comprometido a manter Bruno Fernandes nos quadros do clube, apesar de forte interesse de vários tubarões europeus e da Arábia Saudita. O internacional português está a ter uma temporada histórica, igualando o recorde de assistências numa campanha da Premier League (20) .

Giro d’Italia 2026: Jonas Vingegaard contra o mundo

Um ano após ter surpreendido o mundo do Ciclismo com um extraordinário e emocional triunfo de Simon Yates, a Visma regressa à Corsa Rosa com ambição de repetir a dose e, para tal, traz desta feita a sua maior arma, Jonas Vingegaard. E, com uma lista de participantes modesta e muita dureza para enfrentar, o dinamarquês é o claro favorito não só para vencer, mas para dominar a primeira Grande Volta da temporada.

Ainda assim, pelo menos no papel, o Giro 2026 parece menos montanhoso que o habitual e as muitas etapas de média montanha poderão criar armadilhas que exponham as debilidades de algumas equipas, criando surpresas nos resultados finais.

A título individual, Felix Gall, que lidera a Decathlon, será talvez o seu mais forte opositor, se conseguir a consistência que nem sempre apresenta durante três semanas. Contudo, pelo coletivo, há dois outros importantes adversários. Giulio Pelizzari comanda uma forte RedBull, acompanhado de Jai Hindley e Alexandr Vlasov, e quererá testar-se na sua progressão como voltista contra um dos melhores mundo. A INEOS também procura regressar aos lugares de destaque destas provas e confia no duo Egan Bernal e Thymen Arensman para o conseguir.

Sobram alguns outros ciclistas que, pelos seus resultados passados, têm que ser tidos em conta, mas que não têm dado indicações de estarem em condições de disputar os lugares mais altos, nos quais se integram Derek Gee, Adam Yates, Ben O’Connor e Enric Mas.

Haverá ainda oportunidades suficientes para os sprinters brilharem, incluindo uma primeira etapa que trará de bónus uma subida ao podium para vestir de rosa. Dylan Groenewegen lidera a estreia da Unibet Rose Rockets e é um dos grandes nomes a ter em conta, enquanto Jonathan Milan procurará confirmar o seu estatuto como o melhor velocista da atualidade. Os jovens Paul Magnier e Tobias Lund Andresen são os outros dois grandes candidatos e quererão vencer pela primeira vez numa Grande Volta.

Quanto à participação portuguesa, haverá três lusitanos em prova: Nelson Oliveira, António Morgado e Afonso Eulálio. O veteraníssimo da Movistar encara a sua 23.ª participação numa Grande Volta (terminou todas) e estará ao serviço de Enric Mas. Já o jovem da UAE Team Emirates fará a sua estreia numa prova de três semanas e poderá ter algumas oportunidades para entrar em fugas, mas deverá primordialmente estar ao serviço de Adam Yates para a Geral e de Jhonatan Narvaez e Jay Vine na caça de etapas. Por fim, o trepador da Bahrain Victorious deverá ter bastante liberdade num conjunto com vários ciclistas prontos para andar à solta na montanha.

Onde ver o Liverpool x Chelsea da 36.ª jornada da Premier League?

O Liverpool recebe o Chelsea em Anfield na 36.ª jornada da Premier League. O encontro terá transmissão televisiva na DAZN.

Liverpool e Chelsea defrontam-se na 35.ª jornada da Premier League. Os reds continuam na luta pelo quarto lugar da competição, enquanto os blues procuram aproximar-se dos lugares europeus.

O Liverpool x Chelsea tem apito inicial marcado para as 12h30 de 9 de maio, em Anfield. O encontro terá transmissão televisiva na DAZN 1 e respetiva aplicação.

O Liverpool ocupa atualmente o 4.º lugar com 58 pontos, enquanto o Chelsea é 9.º classificado da Premier League com 48 pontos.

Espanha pode vir a ter 9 equipas nas provas europeias: Eis o cenário

Espanha já assegurou cinco lugares na Champions League e pode chegar às nove equipas nas três competições europeias.

A passagem do Rayo Vallecano à final da Conference League confirmou que Espanha terá cinco representantes na Champions League. Caso alguns fatores se alinhem, a La Liga pode vir a ter um total de nove equipas em competições europeias na próxima temporada.

Para que esta hipótese se concretize, o Rayo Vallecano e a Real Sociedad terão de ficar fora dos lugares europeus na classificação da La Liga e a conjunto de Vallecas tem de vencer a final em Leipzig frente ao Crystal Palace. Se nenhuma das equipas mencionadas terminar na sétima posição, Espanha terá três bilhetes para a Europa League (6.º, 7.º e 8.º) e um para a Conference League (9.º).

Eis a classificação atual da La Liga:

  • 1.º Barcelona – 88
  • 2.º Real Madrid – 77
  • 3.º Villarreal – 68
  • 4.º Atlético Madrid – 63
  • 5.º Real Bétis – 53
  • 6.º Celta Vigo – 47
  • 7.º Getafe – 44
  • 8.º Athletic – 44
  • 9.º Real Sociedad – 43
  • 10.º Osasuna – 42
  • 11.º Rayo Vallecano – 42

Portugal já não poderá ter três equipas na Champions League 2026/27

Portugal não poderá ter três representantes na Champions League 2026/27, na sequência da eliminação do Braga na Europa League.

A eliminação do Braga na Europa League ditou o fim da possibilidade de Portugal ter três representantes na próxima edição da Champions League, em 2026/27. O triunfo dos bracarenses na competição europeia poderia abrir essa exceção, juntando-se ao campeão nacional e ao segundo classificado.

Ainda assim, mantém-se um cenário condicionado pelo desfecho da Europa League que pode beneficiar o segundo classificado da Primeira Liga. Caso o Aston Villa conquiste a prova e termine também no top-4 da Premier League, Benfica ou Sporting podem beneficiar do acesso direto à Champions League na próxima temporada.

Recorde-se que Portugal vai regressar ao sexto lugar do ranking da UEFA em 2027/28, voltando a ter três vagas na Champions League.

Federico Valverde nega agressões com Aurélien Tchouaméni e explica traumatismo: «Bati acidentalmente numa mesa»

Federico Valverde falou sobre o desentendimento com Aurélien Tchouaméni e negou qualquer agressão entre os dois jogadores.

Federico Valverde utilizou as redes sociais para se pronunciar sobre o confronto com Aurélien Tchouaméni no treino do Real Madrid, negando qualquer agressão entre os dois jogadores.

O internacional uruguaio explicou que não foi agredido pelo médio francês e garantiu ter “batido acidentalmente numa mesa”. O médio uruguaio sofreu um traumatismo cranioencefálico na sequência do episódio e deixou um pedido de desculpas pelo sucedido.

Recorde-se que o Real Madrid já confirmou a abertura de processos disciplinares aos dois jogadores na sequência do incidente.

Eis o comunicado na íntegra de Federico Valverde:

«Ontem tive um incidente com um colega devido a um lance num treino, em que o cansaço da competição e a frustração fazem com que tudo se torne maior.

Num balneário normal estas situações podem acontecer e resolvem-se entre nós sem que venham a público. Obviamente, aqui há alguém que rapidamente corre a contar a história, ainda por cima numa época sem títulos em que o Madrid está sempre debaixo de fogo e tudo se amplifica.

Hoje voltámos a ter um desentendimento. Na discussão, bati acidentalmente numa mesa, o que me provocou um pequeno corte na testa e obrigou a uma ida protocolar ao hospital.

Em momento algum o meu colega me agrediu, nem eu a ele, embora perceba que para vocês seja mais fácil acreditar que andámos à pancada ou que foi intencional, mas isso não aconteceu.

Sinto que a minha irritação com a situação, a frustração de ver que alguns de nós estamos a chegar ao fim da época de rastos, a dar tudo, me levou ao limite de discutir com um colega.

Peço desculpa. Peço desculpa do fundo do coração porque esta situação dói-me, dói-me o momento que estamos a atravessar. O Madrid é uma das coisas mais importantes da minha vida e não consigo ficar indiferente. O resultado é uma acumulação de situações que acabam numa discussão sem sentido, prejudicando a minha imagem, deixando margem para dúvidas, invenções, difamações e acrescentando histórias a um acidente. Não tenho dúvidas de que os atritos que possamos ter fora do relvado desaparecem dentro de campo e, se for preciso defendê-lo num estádio, serei o primeiro a fazê-lo.

Não tencionava pronunciar-me até ao final da época, fomos eliminados da Champions e guardei a frustração e o ressentimento. Desperdiçámos mais um ano e não estava com disposição para publicar nada nas redes sociais, pois a única resposta que tinha de dar era dentro de campo e sinto que assim o fiz. Por isso, sou quem mais lamenta e mais triste fica por passar por esta situação que me impede de jogar o próximo jogo por decisão médica, porque sempre fui até ao fim, até às últimas consequências, e custa-me mais do que a ninguém não poder fazê-lo. Estou à disposição do clube e dos meus colegas para colaborar em qualquer decisão que considerem necessária. Obrigado».