Lucas Tagliapietra – O central, que rubricou uma exibição extremamente segura, ganhando diversos duelos aéreos e fazendo interseções de elevado grau de dificuldade, teve na cabeça o golo da tranquilidade da formação axadrezada. Com abordagens aos lances de fazer esquecer Paulo Vinícius, Lucas tem todas as condições para assumir a titularidade e fazer par com Henrique durante toda a época.
O dia português começou tal como os últimos dias com o Golf, no que foi o último dia de competição da modalidade que regressou este ano aos Jogos Olímpicos. O dia de hoje, tal como o de ontem, foi péssimo, Ricardo Melo Gouveia terminou o dia de hoje com nove pancadas a cima do PAR e desceu para o último lugar (59º) da competição com um total de mais qr pancada em relação ao par, um resultado muito fraco. Já Filipe Lima foi mais regular e terminou a prova a fazer o campo no PAR (71 pancadas) acabando na 48ª posição com mais quatro pancadas que o PAR.
Pedro Martins foi eliminado do Rio’2016 ao perder por 2-0 (21-17 e 21-18) com NG Ka Long Angus. O jogador português voltou a estar bem mas voltou a perder tal como no dia anterior. Dois jogos e duas derrotas mas uma boa imagem deixada no Brasil. Também no Badminton Telma Santos fez o seu último jogo no Rio’2016 sendo derrotada também por 2-0 (21-16 e 21-18) com a belga Lianne Tan. Telma perdeu os seus três jogos.
Pedro Martins esteve a um bom nível Fonte: COP
A cavaleira Luciana Diniz na sua estreia na prova de saltos fez 8 pontos de penalização e terminou o primeiro dia em 53º. Um resultado algo abaixo do esperado.
Por fim, no Atletismo a Maratona não correu como esperado às portuguesas. Sara Moreira e Jéssica Augusto desistiram ainda antes da primeira metade da prova não conseguindo assim lutar por boas marcas. Dulce Félix foi assim a única portuguesa a terminar a Maratona chegando em 16º, um resultado que se pode dizer normal. A fechar o dia nacional estiveram Susana Costa e Patrícia Mamona na final do Triplo Salto. Susana Costa ficou em nono no que se pode dizer uma prova positiva, mas foi Patrícia Mamona o grande destaque ao bater o recorde nacional que já era seu. Apesar disto a marca não permitiu mais que o sexto lugar final, mas não deixa de ser um excelente resultado
Agenda dia 15:
Natação: Vânia Neves
Águas Abertas Hora: 13h00
Atletismo: Nelson Évora
Triplo Salto – Qualificação Hora: 13h30
Lorene Bazolo
200m – Eliminatórias Hora: 13h35
Vera Barbosa
400m Barreiras – Eliminatórias Hora: 1h30
Canoagem: Francisca Laia
K1 200m – Eliminatórias Hora: 13h38
K1 200m – Meias-Finais Hora: 15h00
Fernando Pimenta vai à procura de mais medalhas Fonte: COP
Este dia parecia ser bastante promissor quando, no início da jornada, se escreveu história para o atletismo nacional, ao Patrícia Mamona e Susana Costa lograrem o apuramento para a final olímpica de triplo salto, com o 9.º e 11.º lugares na qualificação, respetivamente. Puro engano, pois o que se seguiu foi um dia bastante cinzento para as cores lusitanas, com a derrota de Pedro Martins na fase de grupos do torneio de badminton, perante o canadiano Martin Giuffre, após ganhar o primeiro set com relativa facilidade.
No torneio de futebol, uma derrota estrondosa com a Alemanha nos quartos-de-final ditou o adeus da seleção sub-23, saindo de cena “apenas” com um diploma, atribuído às equipas que ficam posicionadas entre o quarto e o oitavo lugares.
Derrota com a Alemanha deitou por terra a possibilidade de lutar por medalhas no futebol Fonte: COP
Simultaneamente, competiu o ginasta Diogo Abreu na prova de trampolins, e estava em quarto lugar após o primeiro round, mas uma queda no segundo exercício deitou por terra as aspirações de Diogo, que não conteve as lágrimas enquanto via a pontuação obviamente baixa do júri, vendo quatro anos de trabalho cruelmente deitados ao lixo com um pequeno erro no posicionamento no trampolim. Ninguém estará mais triste do que o próprio atleta; tenho a certeza disso.
Na vela, Sara Carmo melhorou um lugar na classe Laser Radial, acabando no 27.º lugar, ficando bastante longe da regata das medalhas, sendo de registar o nono posto na última corrida, a sua melhor prestação ao longo dos cinco dias que marcaram a competição. Gustavo Lima também teve um dia bastante modesto, baixando para o 22.º lugar na classificação geral da classe Laser. Jorge Lima e José Costa também não estiveram particularmente bem no dia de hoje, baixando para o 11.º lugar após uma série das regatas fracas, após o segundo lugar no dia de ontem.
No golfe, tanto José Filipe Lima como Ricardo Melo Gouveia tiveram um dia muito mau, estando igualados no 44.º lugar, após um terceiro dia em que andaram no fundo da tabela, com cinco e seis pancadas acima do PAR, respetivamente.
Nem o próprio atletismo escapou a esta autêntica razia no Rio’2016, pois Cátia Azevedo foi afastada nas eliminatórias dos 400 metros. Por fim, também a equipa de ténis de mesa se despediu dos jogos, com a eliminação perante a Áustria, atual campeã europeia em título, nos oitavos-de-final. 3-1 foi o resultado final, num jogo apenas decidido nos detalhes e que podia ter caído para qualquer lado, mas infelizmente para nós caiu para o lado dos adversários.
Agenda dia 14:
Golfe: Filipe Lima
Dia 4 Hora: 11h33
Ricardo Melo Gouveia
Dia 4 Hora: 11h44
Atletismo: Dulce Félix
Maratona Hora: 13h30
Jéssica Augusto
Maratona Hora: 13h30
Sara Moreira
Maratona Hora: 13h30
Patrícia Mamona vai tentar saltar para as medalhas Fonte: COP
Patrícia Mamona
Triplo Salto – Final Hora: 0h55
Susana Costa
Triplo Salto – Final Hora: 0h55
Badminton: Pedro Martins vs NG Ka Long Angus
Fase de Grupos Hora: 13h40
Telma Santos vs Lianne Tan
Fase de Grupos Hora: 23h55
Equestre: Luciana Diniz
Salto de Obstáculos – 1ª Ronda Qualificação Hora: 14h00
Grimaldo – O pequeno lateral esquerdo mostrou que tem escola de Barcelona. A envolvência que tem no ataque e a eficácia que mostra nas suas ações são prova de que o Benfica tem a sua lateral esquerda bem entregue a esta jovem promessa.
João Mário jogou mais perto do ponta de lança Fonte: Sporting CP
João Mário – O camisola 17 do Sporting CP foi um dos principais destaques do encontro. Jogou na direita, na esquerda, atrás do avançado, e esteve sempre bem. Com o seu drible curto, a infindável visão de jogo e os “pés de veludo” que sempre o caracterizam. Respondeu da melhor maneira aos rumores de transferência para o Inter de Milão, mostrando um empenho enorme. Bateu o canto que resultou no golo de Coates e esteve perto do golo por duas ou três ocasiões, onde faltou alguma assertividade. Saiu aos 90 minutos para uma estrondosa ovação dos mais de 42 mil espetadores em Alvalade, deixando a dúvida no ar: terá sido a última vez que jogou com a nossa camisola em Alvalade?
O Golfe foi a modalidade que abriu o sétimo dia de Jogos Olímpicos para Portugal. Filipe Lima repetiu a sua prestação do dia inaugural e terminou com 70 pancadas, ou seja, uma abaixo do par, já Ricardo Melo Gouveia melhorou muito em relação ao dia inaugural e passou de duas pancadas acima do par para três abaixo do par estando agora com uma pancada a menos na geral. Filipe Melo é agora 18º e Ricardo Melo Gouveia 22º.
No Atletismo Salomé Rocha correu os 10.000m em 32:06.05 e ficou 26º, o que se pode considerar um bom resultado apesar de não ter melhorado o seu recorde pessoal. Nos 20Km Marcha João Vieira foi 31º com 1:23.03 e o seu irmão gémeo Sérgio Vieira fez 1:27.39 ficando em 53º. Marta Pen correu os 1500m em 4:18.53, um mau resultado para esta estreia olímpica. Nos 100m Lorene Bazolo foi eliminada também nas eliminatórias ao correr a distância em 11s43, esperava um pouco mais, mas não posso considerar uma desilusão.
João Rodrigues ficou a apenas 2 pontos da qualificação para a corrida das medalhas na categoria RS:X, um primeiro dia de competição fraco estragou as hipóteses da luta pelas medalhas. José Lima e José Costa (foto de capa) seguem em segundo depois de dois quartos lugares no dia inaugural da classe 49er, uma excelente prestação. Sara Carmo segue em 28º lugar em mais um dia longe da frente e Gustavo Lima está em em 18º depois de uma última regata má onde ficou apenas em 28º.
Telma Santos ainda não conseguiu vencer no Rio’2016 Fonte: COP
No Badminton Telma Santos perdeu por 2-1 com a norte americana Iris Wang. Telma começou a ganhar por 18-21 mas perdeu depois 21-10 e 21-12. Com este resultado a jogadora de Peniche foi eliminada do Rio’2016 apesar de ainda fazer mais um jogo no dia 14.
Ana Rente nos trampolins teve uma primeira prova um pouco abaixo das espectativas e não conseguiu chegar à final olímpica ficando em 11º, uma resultado normal mas que podia ser melhor.
Agenda dia 13:
Golfe: Filipe Lima
Dia 3 Hora: 14h03
Ricardo Melo Gouveia
Dia 3 Hora: 13h47
Atletismo: Patrícia Mamona
Triplo Salto – Qualificação Hora: 13h40
Susana Costa
Triplo Salto – Qualificação Hora: 13h40
Cátia Azevedo
400m – Eliminatórias Hora: 15h00
Badminton: Pedro Martins vs Martin Giuffre
Fase de Grupos Hora: 15h20
Diogo Abreu estreia-se hoje nos Jogos Olímpicos Fonte: COP
O Sporting Clube de Portugal continua à procura de jogadores para reforçar a frente de ataque. Islam Slimani, Alan Ruiz, Daniel Podence e, eventualmente, Bryan Ruiz são as armas que Jorge Jesus tem neste momento, mas ainda é curto.
Como sabemos, JJ utiliza sempre dois avançados no seu esquema tático. Um deles costuma ser Slimani, um elemento mais combativo, que é o primeiro defesa da equipa quando esta não tem a bola, luta com os defesas nas bolas aéreas, e funciona como a grande referência atacante no momento dos cruzamentos ou dos lançamentos longos. O outro elemento joga ligeiramente mais recuado, mas também aproveita os espaços que Slimani deixa livres quando deriva para os flancos. É um jogador que também necessita de ter elevadas capacidades no momento da finalização. Tem, obrigatoriamente, de ser um atleta com uma leitura de jogo bastante acentuada e precisa de construir um bom entendimento com o argelino. Posto isto, é previsível que a dupla mais utilizada esta temporada seja Alan Ruiz – Slimani.
Contudo, com as saídas de Teo Gutiérrez e de Hernán Barcos para o futebol argentino, a acrescentar à lesão gravíssima do reforço lituano Lukas Spalvis, os “leões” ficam sem alternativas prontas a dar o seu contributo desde já. Bryan Ruiz é o jogador titular da ala esquerda do meio campo, enquanto Daniel Podence é um jovem que continua a ser trabalhado e a adaptar-se às ideias que Jorge Jesus tem definidas para o desempenho daquela posição, a de segundo avançado, em campo. Assim, o Sporting precisa de um ou dois avançados. Na minha opinião, o essencial é recrutar um jogador com as características de Slimani, porque não existe nenhuma alternativa e o argelino ainda pode sair. Em janeiro vai estar mesmo ausente durante um mês, na CAN. Se também vier um jogador para lutar pela titularidade com Alan Ruiz, melhor. Podence poderá assim continuar a aprender, sem a pressão de poder ter de resolver jogos no imediato.
O Brasil fechou o grupo dos qualificados para a próxima fase, já são conhecidos as oito melhores seleções dos JO. Diga-se de passagem que são as oito melhores porque de fato são as oito que melhor futebol jogaram na fase de grupos. Talvez a Dinamarca pudesse ter dado a sua vaga ao Iraque, que bem melhor jogou contra o Brasil que os ‘vermelhos’, só que nas Olimpíadas ninguém dá nada a ninguém e o Iraque dependia exclusivamente de si!
Comecemos pelo último a se classificar. O anfitrião Brasil jogou, ganhou e convenceu! Para quem vive no Brasil – como eu – dá para sentir a paixão com que este povo vibra em cada prova que a bandeira canarinha esteja presente. Não importa a modalidade, nem tão pouco importa o conhecimento do torcedor pelo desporto em questão. O que interessa mesmo é torcer, sobretudo por quem veste de amarelo (excepto se for a Colômbia!). Neste país, reina a simplicidade do que é ser torcedor: sem conhecimento de causa ou mesmo muito interesse pela modalidade, o que interessa é a paixão e a nação! A tal ponto de se virar a casaca ao bom e ao vilão, como da noite vira dia. O povo brasileiro é um povo imediatista. Quando não vencem tudo está mal, quando ganham tudo está bem! No futebol cobram muito, muito mesmo. O ego fala sempre mais alto! E lá bem no fundo o que os movimenta é a emoção. Eu divirto-me escutando os comentadores na TV. Proporcionam um espetáculo ainda mais imprevisível que o futebol dos pés dos seus meninos. A incoerência das suas palavras em três dias é gritante. Chega a ser mais temível que a saga de demissões que abraça todas as épocas os técnicos brasileiros. E sempre achando que têm razão!
Passados quatro anos desde a última passagem do Clube Desportivo Feirense pelo escalão principal do futebol português, os fogaceiros voltam, logicamente, à semelhança da temporada 2011/2012, com o objetivo de lá permanecerem.
Na altura, nomes como Paulo Lopes (Benfica), Nuno Henrique (Boavista) e Rabiola (Paços de Ferreira) figuravam num plantel que não conseguiu evitar a despromoção e que se encontrava sob o comando técnico de Quim Machado, primeiramente, e de Henrique Nunes, já numa fase mais avançada da competição.
Nos preparativos para uma época que se avizinha fértil em dificuldades e com um nível competitivo mais acentuado, o Feirense venceu cinco encontros, tendo empatado e perdido por duas ocasiões. Ainda que o saldo seja positivo, com destaque para uma vitória por 2-0 diante do Sporting Gijón, o clube atualmente orientado por José Mota apenas defrontou uma equipa da Liga NOS no conjunto destas nove partidas.
José Mota está de volta à Primeira Liga Fonte: CD Feirense
Com três opções para baliza, a vasta experiência de Peçanha (ex-Viitorul Constanta) valer-lhe-á preciosos pontos numa titularidade que será disputada com Vaná (ex-Coritiba) e com o jovem Dele Alampasu.
O setor defensivo deverá ser preenchido por Vítor Bruno (ex-CFR Cluj) a lateral esquerdo, Paulo Monteiro (ex-União da Madeira) e Ícaro, ambos no centro, e Sérgio Barge a defesa direito. Luís Rocha (ex-Freamunde) e Micael Freire também são opções válidas para o setor mais recuado.
Tendo em consideração os jogos da pré-época, o meio-campo do Feirense apresentar-se-á com dois médios defensivos: o internacional cabo-verdiano Sérgio Semedo e Cris. No entanto, Ricardo Dias (ex-Belenenses) acabará por ganhar o seu espaço no plantel e, consequentemente, poderá ocupar uma das posições enquanto médio mais recuado. Numa posição mais avançada do terreno, é expectável que Rúben Oliveira assuma, a curto prazo, um papel de médio ofensivo que poderá vir a ser assumido por Tiago Silva (ex-Belenenses), atualmente a representar Portugal nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
O lado direito do ataque preencher-se-á com Luís Aurélio (ex-Nacional), que estará acompanhado por Luís Machado na esquerda e pelo segundo melhor marcador da Ledman LigaPro, Platiny, como ponta-de-lança. O guineense Lane, promovido dos juniores, o polivalente nigeriano Peter Etebo e o avançado grego Tasos Karamanos (ex-Olympiacos) poderão igualmente espreitar oportunidades.
Para a concretização da meta inicialmente prevista, o atrevimento ofensivo do Billas, categoricamente exibido na Segunda Liga, terá de dar lugar ao pragmatismo e à solidez defensiva, explorando minuciosamente as fragilidades de cada um dos seus futuros adversários.
A história do futebol português conta com um grande número de grandiosos jogadores, treinadores, conquistas e, ainda, histórias que parecem surgir dos contos de fadas. E, por falar em contos de fadas, a vida real é por vezes bem diferente. Nem toda a Cinderela encontra o sapato que perdeu, nem todo o sapo vira príncipe, e muito menos somos Peter Pans e temos todo o tempo do mundo para corrigirmos os nossos defeitos e provarmos o nosso valor. O futebol é a prova viva disso. Muitos treinadores começam da estaca 0 e chegam ao topo através dos resultados, como Jorge Jesus ou José Mourinho; a verdade é que também outros tantos, tanto por serem jogadores como por terem super agentes, começam as suas carreiras ao mais alto nível, como por exemplo Paulo Bento.
Seguindo este pensamento, o mundo do futebol sabe que muitas vezes as conquistas de certos treinadores não dignificam o seu trabalho e a sua qualidade, e que estes muitas vezes se tornam mal amados nos seus países, quer Fernando Santos no pós-Euro’2016, quer o próprio Jorge Jesus após a perda das três competições na fase final de 2013, e muitos outros. E a verdade é que nem todas as deceções têm uma segunda oportunidade; a diferença entre o sucesso e o insucesso está, muitas vezes, presa a meros detalhes.
A história de que irei falar neste artigo é a de um treinador que foi subindo na sua carreira, incutindo todo o seu estudo no seu futebol e todo o seu conhecimento tático nas equipas por onde passou, tornando-se mais tarde um dos melhores treinadores portugueses da sua geração. Enquanto vos conto a história deste mal amado, pretendo que percebam até que ponto mudam meros pormenores e se desvalorizam carreiras.
Como muitos outros grandes treinadores, este de que venho falar começou nas ligas mais baixas do futebol português, na 3.ª Divisão portuguesa. E, na sua estreia como treinador, iria demorar dois anos a conquistar a sua primeira competição, precisamente a 3.ª Divisão, deixando o clube de seguida para o União de Montemor, dois anos mais tarde para o Oriental, e, após três anos no histórico de Lisboa, chega ao Nacional da Madeira. Estranha mudança, certo? Como se muda de um clube de divisões inferiores para o Nacional da Madeira? Pois, bem, estávamos na época de 1999 e o Nacional da Madeira encontrava-se apenas na 2.ª Divisão B. O que é que este treinador conseguiu? Em apenas um ano conseguiu subir à Segunda Liga e, dois anos mais tarde, conseguia chegar à Primeira Liga, de onde, desde então, não viria a sair, tornando inclusive o clube num com algumas participações na Taça UEFA.