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O emergir de um pavilhão de sonho

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A construção do novo pavilhão do Sporting Clube de Portugal está cada vez mais próxima do seu término. Foi possível comprovar isso no passado fim de semana.

No dia do jogo frente ao Marítimo, os “leões” decidiram organizar um “open day”, onde os jornalistas e os adeptos puderam saciar a curiosidade de ver como está o pavilhão João Rocha, a futura casa das modalidades “verdes e brancas”. Foram explicadas as mais variadas questões de nível técnico e estrutural, mas não são essas temáticas mais específicas que irei abordar nas próximas linhas. O mais importante, na minha opinião, é o facto de as modalidades poderem ter uma casa única, uma casa próxima do estádio. Isto vai potenciar um acompanhamento das modalidades muito mais próximo da parte dos adeptos e, consequentemente, ficam todas as condições reunidas para que as nossas equipas desses desportos fiquem muito mais fortes e façam dos jogos em casa uma realidade muito mais “verde”.

Os adeptos do Sporting gostam das modalidades, gostam de que o clube seja eclético e seja a maior potência desportiva nacional e uma das maiores de todo o mundo. Contudo, como sabemos, a maior paixão da maioria da “torcida” é o futebol. Como existem jogos de futebol ao final da tarde, que muitas vezes são muito próximos, em termos de horários, das competições das modalidades, as pessoas têm de optar entre um jogo e outro, e na esmagadora maioria das opiniões e das escolhas o futebol predomina.

Aqui estará o palco de todos os sonhos Fonte: Sporting CP
Aqui estará o palco de todos os sonhos
Fonte: Sporting CP

O emergir do pavilhão vai permitir que, mesmo com a proximidade horária, os adeptos possam presenciar e apoiar o leão rampante em tudo o que puderem. Vão voltar as tardes míticas do tempo da Nave de Alvalade e do antigo estádio. Nunca as vivi ao vivo, mas ainda tenho memória do ambiente fervorosamente vulcânico que se vivia na Nave. Lembro-me de algumas imagens televisivas e, principalmente, de ouvir histórias de muitos “leões” que tiveram a sorte de estar presentes nesses momentos.

Por isso, é muito especial ver crescer esta obra, que permitirá que o futsal, o andebol, o hóquei em patins, entre outras modalidades, voltem para perto do estádio, a casa-mãe do clube. Será possível sair de casa após o almoço, em dias de jogos, para ir acompanhar as modalidades, até chegar a hora de ir para o estádio ver o futebol.

A inauguração está prevista para março, e eu tenho uma ideia que gostava de ver realizada. Gostava de que a inauguração fosse com um jogo de futsal do Sporting, entre os atuais e antigos jogadores. Um jogo que servisse de homenagem a João Benedito, que, arrisco-me a dizer, é um dos leões mais apaixonados de sempre pelo clube e por toda a sua envolvência mística. Que o pavilhão comece a ver títulos já este ano…

 

Foto de Capa: Sporting CP

Quem manda no Hemisfério Sul?

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cab Rugby

Disputado desde 1903 e reformulado em 1995 (com a inclusão da África do Sul) e em 2011 (com a entrada dos Pumas), o The Rugby Championship é uma das mais entusiasmantes competições de rugby, onde quatro selecções disputam o trono de melhor selecção do Hemisfério Sul.

Nova Zelândia, Austrália, África do Sul e Argentina. Todas com grandes ambições: os All Blacks pretendem reconquistar o trono após perderem o troféu para os Wallabies na época passada; por sua vez, os australianos tentam consolidar o seu poder no rugby mundial. Entre Springboks e Pumas as intenções também apontam para o título: os sul-africanos não conquistam a competição desde 2009 e os argentinos atingiram na época transacta a sua melhor classificação, o terceiro lugar. Um torneio que promete!

Depois de conquistar o Campeonato Mundial de 2015, o principal objectivo dos All Blacks só poderá passar pela reconquista do The Rugby Championship, competição que deixaram escapar na época transacta. Os neo-zelandeses vivem dias de renovação após verem figuras como Daniel Carter, Richie McCaw e Ma’a Nonu retirarem-se, mas o futuro promete ser risonho, e para isso contam com os irmãos Julian e Ardie Savea, o regresso de Israel Dagg e um Beauden Barrett em grande forma.

Os actuais campeões em título (e vice-campeões mundiais) apresentam um estilo de jogo verdadeiramente apaixonante: a combinação perfeita de técnica e força deixa os australianos não só mais poderosos mas também mais entusiasmantes. Desta feita, o seleccionador Wallabie pode, até, contar com a melhor equipa, pelo que não irão faltar atletas capazes de marcar a diferença e vincar o seu talento. Será que a Austrália conseguirá o bi?

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Conseguirão os australianos repetir 2015?
Fonte: The Rugby Championship

Se desde 2009 os sul-africanos não levantam o tão desejado troféu, a verdade é que o choque se instalou quando, na última época, terminaram o torneio na última posição da tabela classificativa. Desde aí muita coisa mudou: Allister Coetzee é o novo seleccionador, Jean de Villiers retirou-se e jovens como Faf de Klerk ou Malcolm Marx conquistaram o seu espaço na selecção Springbok.

Na teoria, os Pumas poderão retirar proveito da fase de reestruturação pela qual a Nova Zelândia e a África do Sul passam para subir mais um degrau na hierarquia mundial, surgindo, assim, numa posição mais privilegiada. Mas da teoria à prática vai uma grande distância e, por forma a encurtar esse caminho, de muito irá valer a experiência de jogadores como Lucas Amorosino, Leonardo Senatore e Juan Hernandez.

 

Foto de Capa: The Rugby Championship

Rio 2016: Dia 14

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Ontem foi um dia repleto de resultados muito honrosos para o nosso país, e o simples facto de ver os representantes nacionais a dar o seu máximo já significa tudo para mim. Ao início da tarde, Emanuel Silva e João Ribeiro conseguiram um excelente quarto lugar, vendo a medalha escapar por meros três décimos de segundo. Só faltou mesmo o lugar no pódio para coroar este grande desempenho. É de realçar que foi esta embarcação que nos trouxe a única medalha há quatro anos, em Londres, numa prova onde participaram Fernando Pimenta com o já citado Emanuel Silva. Nas outras duas presenças lusitanas em finais, neste caso na B, tivemos o Hélder Silva em c1 200m a fazer o quinto lugar, garantindo o 13.º lugar na geral, e também a Teresa Portela no k1 500m, concluindo no quarto lugar e conseguindo consequentemente o 12.º no fim. No lançamento do peso, Tsanko Arnaudov teve um péssimo dia, não chegando sequer aos 19 metros, andando muito longe da qualificação. Acabou no 29.º lugar da geral, algo muito curto para um atleta com legítimas aspirações a estar nos 12 melhores. Mas é a estreia em Jogos Olímpicos de Tsanko, e creio que em Tóquio 2020 a história já será bastante diferente.

Por fim, tivemos a participação de três atletas na prova masculina de triatlo. João Silva, confesso, desapontou-me um pouco, ao ficar no 35.º lugar, bastante longe da frente. Miguel Arraiolos fez o seu papel, terminando na 44.ª posição. Mas há que realçar o magnífico esforço de João Pereira, que fez uma recuperação brilhante desde o segmento de natação, em que estava fora dos 30 primeiros, ao longo do troço de ciclismo e em especial de corrida, para acabar num belo quinto lugar, a apenas nove segundos da medalha de bronze. Foi muito boa a participação de João, a quem eu endereço os meus mais sinceros parabéns por fazer o melhor resultado de sempre do triatlo masculino em Jogos Olímpicos, batendo o 9.º lugar de João Silva em Londres.

Luciana Diniz
É amanhã que Luciana Diniz vai estar presente na final
Fonte: Facebook COP

Atletas portugueses em prova- Dia 19/8:

Atletismo:

Ana Cabecinha – 20 km marcha – 18.30h

Inês Henriques – 20 km marcha – 18.30h

Daniela Cardoso – 20 km marcha – 18.30h

João Vieira – 50 km marcha – 12.00h

Miguel Carvalho – 50 km marcha – 12.00h

Pedro Isidro – 50 km marcha – 12.00h

 

Canoagem:

Fernando Pimenta, David Fernandes, João Ribeiro e Emanuel Silva – k4 1000m eliminatórias – 13.51h

(Fernando Pimenta, David Fernandes, João Ribeiro e Emanuel Silva – k4 1000m meias-finais – 14.36h)

 

Hipismo:

Luciana Diniz – final salto de obstáculos round A – 14.00h

Luciana Diniz- final salto de obstáculos round B – 17.30h

 

Foto de Capa: Facebook COP

Gastão Elias perde nos Jogos Olímpicos após participação honrosa

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O excelente ano de Gastão Elias continuou no Rio de Janeiro, onde se tornou no primeiro jogador português a vencer um encontro em Jogos Olímpicos, feito que viria a ser igualado por João Sousa no dia seguinte. Verdade seja dita, o quadro foi bem simpático para Elias; Kokkinakis pode vir a ser um grande jogador no futuro, mas este encontro foi o seu primeiro da temporada após uma operação que o afastou dos courts por muito tempo. O encontro não foi transmitido, pelo que é impossível de analisar a vitória.

Na segunda ronda, Elias enfrontou Steve Johnson e não conseguiu lidar com o serviço fortíssimo do Americano e pequenas desconcentrações nos seus próprios jogos de serviço foram suficientes para selar o seu destino. O resultado não foi surpreendente; não só não está Elias habituado a enfrentar jogadores com serviços tão poderosos, mas Johnson fez um excelente torneio, chegando aos quartos-de-final, onde esteve muito perto de derrotar o eventual campeão e número 2 do mundo Andy Murray.

Gastão Elias fez história no ténis português Fonte: Facebook de Gastão Elias
Gastão Elias fez história no ténis português
Fonte: Facebook de Gastão Elias

Após a sua campanha nos Jogos Olímpicos, Elias foi para Cincinnati, onde não conseguiu passar o qualifying, perdendo na última ronda para Basilashvili por parciais concludentes. Segue-se agora o US Open, onde Elias tentará de novo conseguir a sua primeiro vitória num quadro principal dum torneio do Grand Slam. Não sendo cabeça de série, as suas hipóteses de o fazer estarão obviamente dependentes do sorteio, é tão possível enfrentar Djokovic na primeira ronda como enfrentar um jogador vindo da fase de qualifação.

O outro português no Rio de Janeiro, João Sousa, ficará para sempre associado à grande história do torneio, tendo sido um dos jogadores derrotados por Juan Martin del Potro – que, há menos dum ano, não sabia se iria poder voltar a jogar devido às constantes lesões – na sua caminhado rumo à medalha de prata.

Rio 2016: Dia 13

Este dia que se passou trouxe agradáveis novidades, com especial destaque para o apuramento do nosso k2 1000m, embarcação que nos trouxe a única medalha nos jogos de Londres, em 2012. Desta feita, com uma alteração. João Ribeiro é o novo parceiro de Emanuel Silva, e provaram que a qualidade e a ambição se mantêm, apesar da troca do atleta do SL Benfica por Fernando Pimenta, que neste ciclo olímpico se dedicou ao k1 e ao k4, que só entra em cena no dia 19.Amanhã irão lutar por uma medalha, estando para já garantido o diploma olímpico, pois na final somente estão presentes os oito mais fortes.

Quem também garantiu a presença na final foi a cavaleira Luciana Diniz, ao concluir a qualificação com cinco pontos de penalização, averbando um total de 13 nos três dias de competição. Como na final partem todos com 0, e assim sendo os resultados da qualificação não contam na final, é possível sonhar com um resultado de excelência, entre os lugares cimeiros. Mas também houve algumas desilusões, nomeadamente o facto de Hélder Silva ter falhado o apuramento para a final A no c1 200m, assim como Teresa Portela no k1 500m, tendo os dois atletas que se contentar com a final B, que decide os lugares entre o 9º e o 16º postos. Finalmente, Rui Bragança trazia grandes aspirações na prova de -58 kg, e ainda logrou passar os oitavos-de-final perante um adversário colombiano, mas nos quartos-de-final acabou afastado por um atleta da República Dominicana, não chegando às repescagens pois o seu adversário foi eliminado nas meias-finais, e tal privilégio só é concedido a quem é eliminado por finalistas, logo a prestação do Rui foi precocemente acabada com o 5º lugar e o respetivo diploma.

 Comitiva que nos representa no triatlo do Rio 2016 Fonte: João Silva
Comitiva que nos representa no triatlo do Rio 2016
Fonte: João Silva

Portugueses em competição-dia 18:

Canoagem:

Emanuel Silva e João Ribeiro. Final A k2 1000m-13.08h

Hélder Silva – Final B c1 200m-13.16h

Teresa Portela – Final B k1 500m-14.04h

 

Atletismo:

Tsanko Arnaudov- qualificação lançamento do peso-13.55h

(Tsanko Arnaudov- final lançamento do peso-0.30h)

 

Triatlo:

João Pereira – final – 15.00h

João Silva – final – 15.00h

Miguel Arraiolos – final – 15.00h

Luisão: um “capitão” para a eternidade

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As notícias sobre a morte de Luisão foram sempre manifestamente exageradas; e ao contrário do espirituoso Mark Twain, a Luisão foram decretadas, não uma, mas incontáveis certidões de óbito, ao longo dos seus 13 anos de Benfica – sucessivas, grandes e sintomáticas trapalhadas burocráticas nacionais. Mas de cada perecimento, Luisão surgia renovado, mais forte, melhor “central”, melhor “capitão” e – insondáveis são os mistérios da ressurreição – mais goleador (talhado para os grandes momentos).

As suas qualidades – como jogador, como “capitão”, como pessoa – personificam o modelo que explica o actual sucesso desportivo do Benfica. A sua postura e acção definem a estratégia e a dinâmica que se mantém, ano após ano, vigilante e ambiciosa, numa busca permanente e constante pela próxima vitória; pelo próximo título. Luisão é, por excelência, o guardião deste modelo, o homem e o jogador que lidera através do exemplo, capaz de unir todo o balneário em torno de si e dos (sempre prioritários) objectivos colectivos.

Luisão pertence a um lote exclusivo de homens e jogadores Fonte: SL Benfica
Luisão pertence a um lote exclusivo de homens e jogadores
Fonte: SL Benfica

Luisão cresceu com o Benfica, tornou-se, por vocação e hábito, um de nós, um benfiquista de corpo e alma, no balneário, dentro do campo, profissional com cabeça e coração, justo no amor e nos negócios – sim, é verdade, Luisão julgou ter direito a vários aumentos salariais (e justificou cada centavo que auferiu). Acompanhou-nos durante todo o moroso e complexo processo de recuperação identitária (na sequência de uma década destrutiva), que assentou, necessariamente, nos princípios e valores fundadores do clube, condição indispensável para este belo despertar – nunca passivamente e colaborando decisivamente.

Brasileirão ao rubro!

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Esta temporada (mais do que as outras) as equipes brasileiras estão todas muito niveladas. Até mais no que à pontuação diz respeito. Neste momento, a diferença do primeiro para o sexto classificado é de apenas cinco (!) pontos. É incrível tamanha competitividade.

Assim, chegados à segunda metade do Campeonato Brasileiro (vinte partidas realizadas), na minha opinião tanto o Palmeiras , como Santos, Grémio, Atlético Mineiro, Corithians e Flamengo – ordem crescente do líder para o sexto colocado – podem erguer o caneco em Dezembro.

O Palmeiras aposta tudo num título nacional que lhe foge desde 1994; o Santos já não ganha desde 2004; O Grémio desde 1996; os coritnhianos querem revalidar o título conquistado o ano passado; o Galo Mineiro só logrou vencer um Campeonato (o primeiro, em 1971); e o Flamengo já sente aquele “cheirinho” do hepta.

O “Verdão” está em grande forma. Fonte: futebolnoplaneta.com.br
O “Verdão” está em grande forma.
Fonte: futebolnoplaneta.com.br

Ainda muita coisa vai acontecer, mas, para já, o Palmeiras vai ganhando esta corrida; fruto da competência e do desacerto alheio. Possivelmente daqui a algumas partidas, um ou outro emblema destes perderá o comboio. Mas há muito tempo que não víamos um Brasileirão tão acirrado lá na frente. Pelo menos, nesta altura tão avançada da competição.

E a luta pela manutenção também está animada, com o Cruzeiro a marcar passo, mesmo depois da saída de Paulo Bento. Evitar a descida será crucial para os azuis de Belo Horizonte (um clube que nunca caiu de divisão).

Foto de capa: Radar da Bola

Rio’2016: Dia 12

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O dia 11 do Rio’2016 prometia muito para as cores portuguesas, mas acabou de forma algo frustrante. Francisca Laia foi a primeira a terminar o dia, a canoísta do Sporting ficou em último lugar da Final B dos 200m em K1, um 16º lugar na estreia olímpica. Ainda na Canoagem Fernando Pimenta era a grande esperança do dia para a obtenção de medalhas mas ficou num quinto lugar que sabe a muito pouco no K1 1000m. Um resultado abaixo das espetativas e que sabe a pouco, muito pouco.

No Atletismo Nelson Évora também dava esperanças aos portugueses mas terminou em sexto. Aqui ao contrário de Fernando Pimenta não se pode considerar o resultado mau de todo, Évora fez a sua melhor prova desde que sofreu as várias lesões e deixou boas indicações. Ainda no Atletismo mas no Salto com Vara Marta Onofre e Maria Leonor Tavares foram não conseguiram chegar à final. A primeira saltou 4m30 enquanto que a segunda saltou 4m15.

Évora saltou 17m03, a sua melhor marca de 2016 Fonte: COP
Évora saltou 17m03, a sua melhor marca de 2016
Fonte: COP

No Hipismo Luciana Diniz fez uma prova sem penalizações e qualificou-se para a próxima ronda do concurso de saltos, estando neste momento na 30ª posição.

Finalmente na Vela Jorge Lima e José Costa despediram-se hoje do Rio’2016 com um 16º lugar final.

Agenda para o dia 17:

Canoagem: Emanuel Silva e João Ribeiro

K2 1000m – Eliminatórias Hora: 13h00

(K2 1000m – Meias-Finais Hora: 14h12)

Hélder Silva

C1 200m – Eliminatórias Hora: 13h16

C1 200m – Meias-Finais Hora: 14h20

Teresa Portela

K1 500m – Eliminatórias Hora: 13h51

(K1 500m – Meias-Finais Hora: 14h48)

Hipismo: Luciana Diniz

Concurso de saltos individual – 3ª fase Hora: 14h00

Rui Bragança é a grande esperança do dia Fonte: Rui Bragança
Rui Bragança é a grande esperança do dia
Fonte: Rui Bragança

Taekwondo: Rui Bragança

-58 Kg – Oitavos de Final Hora: 16h45

(-58 Kg – Quartos de Final Hora: 19h00)

(-58 Kg – Meias-Finais Hora: 21h00)

(-58 Kg – Repescagens Hora: 00h00)

(-58 Kg – Final Hora: 1h00)

 

Foto de capa: Luciana Diniz

 

Rio’2016: Dia 11

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Este dia começou logo com duas ótimas novidades. Tanto o Nélson Évora, na prova de triplo salto, como o Fernando Pimenta, no k1 1000m, duas das grandes esperanças portuguesas de chegar às medalhas, demonstraram toda a sua boa forma ao conseguirem, de uma maneira tranquila, o apuramento para a final, o que significa um lugar entre os 12 melhores para o Nelson (apurou-se no quarto lugar com 16,99m, melhor marca da época) e o top 8 para o Fernando.

Mas eles têm qualidade para nos fazer sonhar com presenças no pódio, o que em ambos os casos seria já a segunda ocasião, pois o triplista já foi feliz em Pequim 2008, com o ouro e Fernando já ganhou uma prata em Londres 2012, no K2 1000m, juntamente com Emanuel Silva. Francisca Laia não conseguiu seguir as pisadas do nosso compatriota, uma vez que o seu quinto lugar na meia-final não deu para mais do que a final B, que permite lutar por um lugar entre o 9º e o 16º. De realçar que esta foi a estreia olímpica da Francisca, algo que pode ajudar a explicar algum nervosismo na hora de tentar o apuramento para a final A. Creio que, caso vá a Tóquio em 2020, já será totalmente legítimo sonhar com a presença nos oito melhores e com algo mais, provavelmente, pois a nossa atleta ainda só tem 22 anos.

Também Lorene Bazolo competiu hoje nas eliminatórias dos 200m, e não foi nada má a prestação da velocista congolesa naturalizada portuguesa, pois melhorou o seu recorde pessoal para 23,01 segundos, insuficiente no entanto para chegar às meias-finais, para onde se apuravam as 24 melhores. A Lorene foi 30ª, falhando por pouco o apuramento.

Na maratona de águas abertas, tivemos a representação da Vânia Neves, que não levava grandes aspirações e a recompensa foi chegar aos Jogos, cumprindo com um 24º lugar a mais de 5 minutos de frente da corrida.

Na vela, Jorge Lima e José Costa tiveram um dia positivo, com especial enfoque para o quarto lugar na última regata do dia, após um 12º e um 19º nas outras duas, estando no 13º lugar da geral. Amanhã é o último dia antes da medal race e teremos os nossos representantes a lutar arduamente por uma prestação entre o top 10 no fim das 12 regatas, para poderem estar nessa corrida decisiva.

Para acabar o dia, Vera Barbosa correu as eliminatórias dos 400m barreiras, não conseguindo passar à fase seguinte, algo justificável pelo regresso da Vera após lesão. Mesmo assim, esperamos por melhores dias da atleta nacional, talvez para o ano, nos Mundiais, caso a tal lesão não reapareça.

Agenda dia 16:

Canoagem: Francisca Laia

K1 200m – Final B Hora: 13h40

Fernando Pimenta

K1 1000m – Final Hora: 14h12

Atletismo: Maria Leonor Tavares

Salto à Vara – Qualificação Hora: 13h45

Marta Onofre

Salto à Vara – Qualificação Hora: 13h45

Nelson Évora

Triplo Salto – Final Hora: 13h50

O nosso Nélson vai tentar saltar para as medalhas Fonte: COP
O nosso Nélson vai tentar saltar para as medalhas
Fonte: COP

Hipismo: Luciana Diniz

Concurso de saltos individual – 2ª fase Hora: 14h00

Vela: Jorge Lima/José Costa

49er – dia 4 Hora: 17h00

Foto de capa: COP

Uma redenção briosa. Capítulo 1 de 23. Académica 0-1 CD Santa Clara

Cabeçalho Futebol Nacional

A FIGURA

Diogo Santos é um dos reforços dos açorianos Fonte: CD Santa Clara
Diogo Santos é um dos reforços dos açorianos
Fonte: CD Santa Clara

Diogo Santos (Santa Clara) – Ganhou quase todos os duelos em bolas divididas nas alturas, revelando-se imperial no jogo aéreo. Mas não se ficou por aqui. Foi autêntica voz de comando nos 87 minutos de investidas do adversário, revelando excelência posicional, liderando por exemplo. Foi o líder de uma batalha arduamente ganha.