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Oleksandr Zinchenko: Um génio à solta na Basquíria russa

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Cabeçalho Futebol Internacional

Foi na cidade de Ufa, capital da República do Bascortostão, que esta temporada deu nas vistas um jovem jogador, porventura um dos melhores a actuar na Liga Russa, de seu nome Oleksandr Zinchenko, que estará, segundo os últimos relatos vindos da encosta ocidental dos Montes Urais, a caminho de um grande do futebol europeu.

Com apenas 19 anos de idade, Zinchenko foi um dos principais responsáveis por o FC Ufa ter conseguido manter-se na primeira divisão esta temporada e nem a saída do lendário goleador russo Igor Kolyvanov do comando técnico da formação da Basquíria,   ainda numa fase inicial da temporada, colocou entraves à afirmação do jovem Oleksandr.

Natural da cidade histórica de Radomyshl, no Oblast de Zhytomyr na Ucrânia, Zinchenko cresceu para o futebol nas academias do FC Shakhtar Donetsk, onde permaneceu durante um longo período que durou de 2009 a 2014. Tudo parecia correr de feição na carreira do jovem que era internacional absoluto pelo seu país em todos os escalões, quando de repente, fazendo fé nas palavras do director desportivo da formação de Donestk Sergey Palkin, Zinchenko decidiu terminar o seu contrato unilateralmente com os Mineiros e mais tarde assinar pelo FC Ufa da liga russa. Esta rescisão fez e ainda faz correr muita tinta dentro e fora da Ucrânia, estando Sergey Palkin apostado em levar o caso até às últimas consequências de forma a que não só o FC Shakhtar Donetsk seja indemnizado, como também existam medidas punitivas quer para Zinchenko, quer para o seu clube actual, o FC Ufa.

Oleksandr Zinchenko, o menino de ouro do FC Ufa Fonte: sport.img.com.ua/
Oleksandr Zinchenko, o menino de ouro do FC Ufa
Fonte: sport.img.com.ua/

Todo este diz-que-disse e trapalhada burocrática que continua a pairar sobre a carreira do jovem atleta não tem impedido porém, que Zinchenko vá dando boa conta de si quer ao serviço do FC Ufa, quer na selecção ucraniana, onde, após muita controvérsia, entrou para fazer parte dos eleitos de Mykhaylo Fomenko para o Euro 2016.

Itália 0-1 República da Irlanda: Os melhores adeptos do Euro mereciam este resultado!

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robbie brady
Herói nacional, Brady marcou o golo que carimbou o apuramento irlandês
Fonte: FAIreland

Robbie Brady – Este jogador partilha com Hendrick o destaque de melhor jogador em campo desta partida; porém, Brady foi mesmo a figura da partida, ao ter assinado o golo que colocou a República da Irlanda nos oitavos de final do Euro’2016, façanha que esta seleção ainda não tinha conseguido atingir em Europeus. Brady, que teve o papel de herói nacional, contribui, assim, de forma bastante significativa para que esta geração da seleção irlandesa possa escrever história em fases finais de Europeus e oferecer aos seus adeptos – que têm sido protagonistas em França, incansáveis no apoio, e bem o merecem – o apuramento para os oitavos de final da competição.

Suécia 0-1 Bélgica: Adeus inglório para o rei Zlatan

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Nainggolan mexeu com o jogo Fonte: UEFA
Nainggolan mexeu com o jogo
Fonte: UEFA

Radja Nainggolan – O médio da AS Roma foi o homem do jogo. Foi ele, juntamente com Axel Witsel, que pegou na seleção “pelos colarinhos”, levando a equipa para a frente nos momentos em que a Suécia tentou encostar os belgas atrás. Fez uso do seu forte pontapé, que já tinha aquecido as luvas de Buffon na primeira jornada, para apontar o único golo do encontro, num remate que tabelou ainda num adversário. Nainggolan mostrou mais uma vez que é um dos melhores médios da Europa atualmente e que o seu remate é bastante temível. Muitas das esperanças belgas passam pela forma como este jogador e Witsel seguram o jogo para depois Kevin De Bruyne, Eden Hazard, Ferreira Carrasco e Lukaku poderem fazer o resto. Quando for preciso disparar de longe, Nainggolan também é uma arma a ter em conta.

Portugal 3-3 Hungria: A lei do empate continua em vigor

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A FIGURA:

Fonte: FPF
Fonte: FPF

Cristiano Ronaldo – Tanto o criticaram durante a campanha no Europeu, que aí está a resposta dentro de campo do capitão da seleção nacional. Finalmente, Cristiano Ronaldo conseguiu mostrar toda a sua qualidade e categoria e fez aquilo que melhor sabe: ser decisivo em jogos de caráter importantíssimo. Embora a seleção tenha estado em desvantagem por mais que uma vez, Cristiano nunca se mostrou resignado e esteve sempre à procura do golo e de lançar o perigo ao conjunto adversário. Demonstrou uma excelente visão e leitura de jogo na soberba assistência que fez para Nani, a que aliou a capacidade de finalização, a sua melhor arma, nos dois golos que marcou. É deste Cristiano Ronaldo que Portugal precisa e certamente todos os lusos esperam que seja o mesmo a estar presente já nos oitavos de final da competição, diante da Croácia.

República Checa 0-2 Turquia: Eficácia turca

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Fonte: UEFA
Fonte: UEFA

Burak Yilmaz – Grande jogo do ponta-de-lança turco do Galatasaray, a fazer aquilo que mais sabe: golos. Abriu o ativo e teve uma tarde/noite muito inspirada, provando que é um dos grandes valores turcos atualmente.

Croácia 2-1 Espanha: “Siesta” espanhola e oportunismo croata

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Um golo e uma assistência de Ivan Perisic Fonte: UEFA
Um golo e uma assistência de Ivan Perisic
Fonte: UEFA

Ivan Perisic – Um golo e uma assistência do jogador do Inter de Milão carimbaram uma boa exibição do número 4 croata. Aproveitando a passividade defensiva da Roja, foi com o golo de Perisic que a Croácia pode fugir à temível Itália nos oitavos—de-final da competição. E foi também com esse golo que a Espanha voltou a ser derrotada ao fim de 14 jogos em campeonatos da Europa. Sim, a Espanha não perdia há 14 jogos neste torneio e o último a fazer essa gracinha havia sido Portugal, no Estádio de Alvalade…!

Ucrânia 0-1 Polónia: Nem sempre ganha quem mais faz por isso

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Fonte: UEFA
Fonte: UEFA

Kuba Blaszczykowski – Num jogo em que, colectivamente, a Ucrânia foi melhor, o título de “homem do jogo” acaba por ser arrebatado pelo polaco Kuba Blaszczykowski. Lançado ao intervalo por Adam Nawalka, com o objectivo de apoiar a dupla ofensiva constituída por Milik e Lewandowski – e assim melhorar a ligação entre sectores –, o jogador da Fiorentina de Paulo Sousa protagonizou o momento da partida quando, aos 54 minutos, num lance demonstrativo da sua qualidade individual, fugiu à marcação dos adversários e, já dentro da área contrária, atirou, de pé esquerdo, fora do alcance de Pyatov.

Um lance contra a corrente do jogo, que desbloqueou a partida e confirmou o regresso da Polónia aos momentos das grandes decisões, após as façanhas das décadas de 1980 e 1990 – depois deste momento, foi a vez de o sector mais recuado brilhar, com destaque para a dupla de centrais formada por Glik e Pazdan e para o guarda-redes Fabianski.

Irlanda do Norte 0-1 Alemanha: McGovern “is on fire”

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Fonte: UEFA
Fonte: UEFA

McGovern – Se a Alemanha só conseguiu marcar um, foi por culpa de McGovern, que disse sempre presente em todos os ataque dos alemães, principalmente na primeira meia-hora asfixiante. Seja entre os postes ou no um contra um, o guarda-redes norte irlandês esteve sempre em grande destaque e merece o prémio

Rússia 0-3 País de Gales: É o show do Welsh

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Fonte: UEFA
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Aaron Ramsey – Se há exibição para mais tarde recordar deste Europeu para Ramsey, será o jogo de hoje. Aaron Ramsey foi um verdadeiro monstro neste meio campo da equipa britânica, foi o verdadeiro elo de ligação entre a defesa e o ataque, apoiou quer as alas, quer Bale durante todo o jogo, apareceu com grande qualidade no último terço do campo e foi o cérebro deste País de Gales.

Marcando um golo e fazendo uma assistência, foram inúmeras as jogadas em que Ramsey interveio, as bolas que recuperou e as vezes em que foi um suporte para Bale e Joe Allen neste jogo. Uma exibição de encher o olho.

Eslováquia 0-0 Inglaterra: Como uma primeira parte fantástica pode não chegar para vencer

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Fonte: UEFA
Fonte: UEFA

Jordan Henderson – Disponibilidade incrível e a perfeita noção sobre o que fazer em todos os momentos do jogo. Foi peça fulcral no domínio exercido pelos ingleses na primeira parte, funcionando como auxiliar perfeito de Dier na hora de destruir e tapar buracos no acesso à baliza inglesa, e ainda teve papel importante na hora de construir, iniciando várias jogadas de perigo e dispondo, ainda, de uma bola de golo, salva pela cabeça de Durica.

Na segunda parte, manteve a regularidade, e foi dos menos conformados com o resultado, sendo frequente vê-lo pisar terrenos adiantados em busca de um lance com perigo potencial – é dele o cruzamento para o lance mais perigoso da segunda parte.