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Alemanha 1-1 Itália: E, no final, ganha a Alemanha!

A FIGURA

Manuel Neuer
Fonte: UEFA

Manuel Neuer (Alemanha) – Todas as grandes estórias precisam de um herói. Manuel Neuer não abdicou do seu estatuto e, uma vez mais, marcou a diferença. Num jogo em que as individualidades foram apagadas pelos colectivos, muito disputado, embora, normalmente, longe das balizas, as suas qualidades voltaram a fazer a diferença. Defendeu duas grandes-penalidades (Zaza e Pellè, perante o gigante, nem sequer acertaram na baliza), confirmando-se, muito provavelmente, como o mais fiável guarda-redes do mundo da actualidade. Nesta fase da competição, tão equilibrada e competitiva, quando a inspiração é traída pelo nervosismo, são as grandes individualidades que têm de dar mais um passo em frente – Neuer confirmou-o, voltando a ser decisivo.

Bélgica 1-3 País de Gales: Cuidado, Portugal!

Cabeçalho Futebol Internacional

A FIGURA

Bale País de Gales
Aaron Ramsey foi um dos responsáveis pelo sucesso do País de Gales
Fonte: UEFA

Aaron Ramsey (País de Gales) – A grande figura da sua selecção esteve sempre bem vigiada e, na ausência dessa referência, olhou-se para Ramsey, que não se importou nada com o protagonismo. Encarou-o de frente e, sempre que pegava na bola, sentia-se que algo de bom podia acontecer para a formação britânica. E aconteceu mesmo. Dos seus pés saíram o canto para o primeiro golo e a assistência para o segundo, esta última precedida de uma receção que só está ao alcance de jogadores com qualidade técnica invulgar.

Foi o motor ofensivo da sua equipa, e ainda foi capaz de dar uma ajudinha no ataque, “encorpando” o meio-campo da sua equipa, facilitando-lhe a missão de neutralizar o perigo belga.

Viu um amarelo que o tirou do jogo contra Portugal. Felizmente.

Expectativas para a Época 2016-2017

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sporting cp cabeçalho 1

Finalmente começou a pré-época e já cheira a Sporting. Jorge Jesus deixou claro a todos os jogadores que só fica quem tiver “fome de bola”. E ainda bem que assim é, porque esse é o tipo de jogadores que eu admiro; e só com jogadores que dão tudo em campo é que acho que conseguiremos ser campeões. No entanto, não me deixo iludir por grandes expectativas. Na linha daquilo que os nossos jogadores costumam dizer, os campeonatos ganham-se ganhando jogo a jogo, e é isso que eu espero de quem veste a camisola do leão.

Mas, como já aqui referi anteriormente, reconheço que em campo vão estar outras equipas de muita qualidade, que não nos vão fazer a vida fácil nem oferecer-nos o campeonato numa bandeja. Isto para não falar da possível influência de terceiros. Por isso mesmo os jogadores terão de incorporar o espírito de campeões, e jogar todos os jogos como equipa alfa: dominante. Vão precisar de correr mais do que os outros, querer mais do que os outros, ser mais agressivos sobre a bola, e, acima de tudo, têm de estar à altura nos momentos decisivos. Apesar das contrapartidas que existiram na última época, há que reconhecer que o Sporting não foi campeão por não conseguir cumprir nos momentos decisivos, ainda que tenha sido a equipa que melhor futebol praticou.

Contudo, esta será uma época difícil de prever, porque creio que vai haver algumas mudanças em peças que eram fundamentais no ano passado, como é o caso de Slimani. Parece que o Sporting não poderá contar com ponta de lança para esta época, como já era previsível. Tendo sido ele uma das peças fundamentais na qualidade, na intensidade e no domínio de jogo da época passada, fica por saber como é que a dinâmica da equipa se irá adaptar à perda do avançado mais influente na equipa, e qual dos jogadores ficará com o seu lugar.

Pessoalmente estou curioso por ver Spalvis, mas também para ver o rendimento de Hernán Barcos, agora que tem a oportunidade de começar a pré-época com os colegas – dado que na época passada chegou em desvantagem competitiva. Ainda assim, apesar de ter feito poucos jogos e de não ter marcado nenhum golo, gostei de alguns pormenores. Pareceu-me ter traços de matador, faltando-lhe apenas aumentar a agressividade e a intensidade de jogo. Outro jogador que a comunicação social refere estar mais próximo de sair do que de ficar é Teo Gutiérrez, um jogador com quem nunca simpatizei muito. Caso assim seja, fico curioso em saber qual dos jogadores leoninos ocupará a sua posição, mas tenho a certeza de que Jorge Jesus conseguirá a solução ideal para esse lugar vago.

Dois dos mais promissores miúdos do futebol. Gelson ganhou o seu espaço, e Ryan Gauld, poderá ser ele a sombra de João Mário? Fonte: Sporting CP
Dois dos mais promissores miúdos do futebol. Gelson ganhou o seu espaço, e Ryan Gauld… Poderá ser ele a sombra de João Mário?
Fonte: Sporting CP

Todas as especulações feitas na pré-época para um longo campeonato serão sempre infrutíferas, porque quem quer que as faça corre sempre o risco de dar um tiro no pé e de ver as suas expectativas saírem pela porta dos fundos, mas uma coisa creio que está garantida: competitividade, ou não fosse Jorge Jesus o treinador do Sporting. Aqui manter-me-ei fiel às minhas palavras. Seja qual for o resultado final da época – seja o Sporting campeão ou não – Jorge Jesus tem de continuar a ser o treinador da equipa A do Sporting CP. Goste-se ou não de Jorge Jesus, é inegável a qualidade de jogo que ele dá às equipas, a exigência que ele pede aos jogadores e o reconhecimento dos seus atletas, quando todos dizem que aprenderam muito com ele, até os mais experientes. Ainda assim, espero ver maior seriedade nas competições europeias e dedicação às mesmas do que houve no ano passado.

Acho que também vale a pena referir os jogos de pré-época, onde houve uma clara opção de aumentar a dificuldade competitiva mais do que é normal nestas fases de preparação, o que eu acho louvável porque, independentemente dos resultados, obriga desde cedo os jogadores a sentirem o espírito de competições europeias e de jogos difíceis de ganhar e de controlar. Não me recordo de ter havido uma pré-época tão competitiva como esta vai ser, numa clara demonstração de vontade em começar cedo e a sério. Aplaudo a ambição.

Para terminar, voltando aos jogadores e, no que diz respeito às contratações, estou curioso para ver Spalvis e Alan Ruiz, não sabendo ao certo como se vai integrar Petrovic, apesar de o sérvio me parecer um jogador com muita qualidade. Ainda em reforços oficiais, fiquei contente por saber que Bruno Paulista assinou definitivamente. Do pouco que jogou a época passada, gostei bastante do que vi, e foi pena ter-se lesionado, mas parece-me um miúdo com muita qualidade e margem de progressão; quem sabe, o futuro substituto de Adrien. Uma das pérolas da formação que também gostaria de ver integrada e trabalhada por Jorge Jesus é Iuri Medeiros, um jogador que admiro muito e  que, espero, conseguirá ganhar o seu espaço na equipa. Quanto às restantes pérolas da formação a ver vamos.

O talento é muito, mas o espaço é pouco e aí acho que a política de empréstimos deve continuar para que esse talento não se desperdice. É o caso de João Palhinha, que, apesar de todo o seu talento, vê o seu espaço no plantel reduzido com a contratação de Petrovic, e caso William Carvalho se mantenha no clube, ou Daniel Podence que passa pela mesma situação. Gostaria também de ver Ryan Gauld integrado no plantel A, mas será que tem espaço? Vai ser interessante acompanhar esta pré-época. Mal posso esperar por que comecem os jogos.

Foto de Capa: Sporting CP

Polónia 1-1 Portugal (3-5 após gp): … E o Patrício vingou os Patrícios de ’84

Cabeçalho Futebol Internacional

A FIGURA

pepe polonia-portugal
Fonte: Seleções de Portugal

Pepe (Portugal) – As alas e o meio-campo iam metendo água, mas Pepe, qual bombeiro, evitou qualquer tipo de inundação, ora dobrando os laterais, ora arriscando um corte mais longe da área para compensar o (frequente) desposicionamento (Renato brilhou com bola, mas, sem ela… Ai, ai) do meio-campo nacional, com uma entrega extraordinária, compensando a permissividade e a passividade nacionais.

A acção do central do Real Madrid não se ficou por aqui. À entrada para os dez minutos finais, perante o conformismo da Polónia, enervou-se, cortou em antecipação uma saída de bola do meio-campo polaco, irrompeu em direcção à baliza adversária e, ao tentar assistir Cristiano Ronaldo, quase forçava o autogolo a Jedrzrejczyk.

Não marcou, não assistiu, mas, sem o seu contributo, muito provavelmente Portugal estaria eliminado aos 90 minutos.

Passeio para Lopez, luta para Monteiro

Cabeçalho modalidadesO passado fim de semana foi de festa em Vila Real com a sétima corrida do WTCC a encher as ruas da cidade, e para ajudar mais ainda a festa Tiago Monteiro venceu uma das corridas. O piloto português depois de sete fins de semana de competição segue em segundo no WTCC (Campeonato do Mundo de Carros de Turismo) numa luta que volta a ser pelo melhor não Citroen, apesar de um pouco diferente dos anos anteriores, uma vez que a marca francesa passou de quatro carros para apenas dois.

A verdade é que a cinco fins de semana de competição do fim da temporada 2016 o título parece entregue a José Maria Lopez. O campeão de 2014 e 2015 está mais uma vez imparável ao volante do Citroen e conta já com seis vitórias e 101 pontos de avanço para Tiago Monteiro, que tem duas vitórias em 2016.

Os últimos três anos foram totalmente do argentino Fonte: WTCC
Os últimos três anos foram totalmente do argentino
Fonte: WTCC

Este ano esperava-se uma maior proximidade entre os Honda e os Citroen, não só pelo desinvestimento no WTCC dos franceses que se viraram novamente para o WRC, como pela evolução do carro japonês face a 2015. No entanto esta proximidade só aconteceu a metade. Se nos últimos anos tivemos um domínio total gaulês, este ano só Lopez está destacado. Yvan Muller, segundo piloto da Citroen, está apenas em quinto da classificação neste momento.

Quanto ao Tiago Monteiro resta continuar a trabalhar para manter o segundo lugar do campeonato e tentar uma aproximação ao primeiro nas rondas que faltam: Argentina, Japão, China, Tailandia e Qatar, e voltar a ser o primeiro dos não Citroen, pelos vistos é a única coisa que se pode aspirar neste momento no WTCC.

Foto de capa: Tiago Monteiro

Participação modesta no Qatar do SL Benfica

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Cabeçalho modalidadesEu sei que a maioria já está com os olhos postos no Euro’2016 e no encontro de Portugal com a Polónia, mas quero aqui falar da Taça Intercontinental de Futsal e da participação do SL Benfica nesta importante competição disputada no Qatar, na cidade de Doha. E infelizmente não foi a melhor das participações, pois a equipa de Joel Rocha foi eliminada na fase de grupos, saindo apenas com um ponto ganho em três jogos, num conjunto de partidas que tiveram resultados bastante equiparados, mas que caíram quase sempre para o lado do adversário, com a única exceção a ser o jogo com os espanhóis do Inter Movistar, que terminou empatado a uma bola.

Este pecúlio na fase prévia da competição garantiu presença no playoff de apuramento dos sétimo e oitavo lugares, com a formação iraniana do Tarsisat Daryaei, num jogo que pouco interessava, mas que os encarnados conseguiram levar de vencida, por dois a um, para assim levar a consolação de escapar ao último lugar. Sobre os jogos em si não posso opinar, visto não ter sido possível ver em direto os jogos, mas já se sabia de antemão que o grupo não permitia grandes sonhos de poder chegar até à fase a eliminar, ou seja, até às meias-finais, pois as águias tinham pela frente a equipa da casa, o Al-Rayyan, os brasileiros do Magnus Futsal, onde pontifica a superestrela Falcão, e a sobejamente conhecida equipa do Inter Movistar.

Um grupo que teoricamente não favorecia em nada as hipóteses que os encarnados tinham de seguir em frente, mas dificilmente podia ser melhor, tal a qualidade das equipas presentes. A final envolveu duas equipas brasileiras, o Magnus Futsal e o Carlos Barbosa, com a equipa do “mestre” Falcão a levar a melhor pelo parcial de 4-3.

Os grandes vencedores da competição, os brasileiros do Magnus Futsal Fonte: QFA
Os grandes vencedores da competição, os brasileiros do Magnus Futsal
Fonte: QFA

Após esta participação, na qual o Benfica foi um dos oito convidados, a época 2015/2016 fica assim encerrada, seguindo-se agora a preparação da próxima temporada, onde se esperam algumas surpresas de Verão nas contratações dos principais emblemas. No entanto, é preciso esperar para vermos o que nos aguarda, e não esquecer que no próximo mês de Setembro ainda vamos contar com a nossa equipa no Mundial de Futsal, que se disputa na Colômbia.

Antes de finalizar quero aproveitar para desejar toda a sorte do mundo à nossa seleção para o jogo de mais logo contra a Polónia. Não vai ser nada fácil, pois os polacos têm uma equipa muito forte, mas acredito piamente no valor dos nossos jogadores. Que no final possamos ganhar e marchar rumo às meias-finais.

Foto de Capa: QFA

Zoltan Gera: O Mágico Magiar

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Cabeçalho Futebol Internacional

“Não há segredos, exercícios ou rotinas especiais… Adoro jogar futebol e isso faz com que me mantenha jovem.”Zoltan Gera

Poucos jogadores de futebol se podem orgulhar de marcar um golo num Campeonato da Europa tendo já mais de 37 anos de idade, mas o “maestro” húngaro Zoltan Gera é, ao lado do austríaco Ivica Vastic, um daqueles que pode partilhar com o mundo esse impressionante feito, após ter marcado um golo de belo efeito no jogo contra Portugal no passado dia 22 de Junho.

Aos 37 anos de idade, Zoltan Gera foi um dos elementos mais importantes da Hungria de Bernd Storck, tanto na fase de apuramento, como durante o Campeonato da Europa propriamente dito. Dotado de uma técnica e de uma visão de jogo acima da média, Gera enquadra-se perfeitamente naquele padrão de médio organizador de jogo bastante comum na Europa de Leste nas décadas de 1970 e 1980 e é, apesar da idade, o pensador de jogo da selecção húngara, utilizando Adam Nagy, que muitas vezes foi o seu parceiro de meio-campo, como uma extensão das suas ideias de jogo e como devoto discípulo dos seus ensinamentos, tanto no histórico Ferencvárosi TC, como no combinado húngaro.

A excelência de movimentos do “veterano” médio magiar permite-lhe não ter de correr muito para levar os seus intentos a bom porto, sendo daqueles jogadores que, como se diz na gíria do futebol, podem jogar de cadeirinha tal é a sua visão e o seu posicionamento no terreno de jogo. Gera e a sua destemida Hungria já fizeram as malas do Euro’2016, mas não é demais dizer que foram uma das surpresas mais interessantes do torneio. Após terminarem no seu grupo no primeiro lugar e sem qualquer derrota, o combinado húngaro liderado pelo alemão Bernd Storck caiu perante a toda poderosa Bélgica de Eden Hazard, Axel Witsel e companhia por um resultado algo pesado, tendo em conta o bom desempenho exibido pela selecção magiar na segunda parte do jogo. Gera não esteve em grande destaque nesse jogo e acabou substituído por Ákos Elek após o intervalo; nada, no entanto, que apague a boa imagem deixada pelo talentoso médio de 37 anos durante o torneio.

Retirado da versão húngara da revista FourFourTwo e onde se pode ler: Zolta Gera – O Mágico Magiar Fonte: FourFourTwo
Retirado da versão húngara da revista FourFourTwo e onde se pode ler: Zolta Gera – O Mágico Magiar
Fonte: FourFourTwo

Zoltan Gera nasceu para a vida e para o futebol em Pécs, a quinta maior cidade da Hungria, situada nas montanhas de Mecsek, paredes meias com a Croácia. Após ter dado nas vistas ao serviço do Pécsi MFC, Gera saiu para o baluarte do futebol húngaro, o Ferencvárosi TC, a custo zero, e foi ao serviço da equipa de Budapeste que começou a deixar a sua marca no futebol. Após quatro anos e mais de uma centena de jogos vestido de verde e branco, Gera seguiu para Inglaterra, naquela que foi a sua única, mas bem conseguida, aventura fora do seu país, para representar o West Bromwich Albion FC em duas ocasiões e o Fulham FC. Após um começo de época difícil em 2004, com os Baggies, Gera começou a “escrever as suas pautas” e a tomar a batuta do meio-campo da equipa, ajudando-a a manter-se na Primeira Liga Inglesa por mais uma época, ao mesmo tempo que ganhava um lugar na dream team da soccernet.com no final dessa temporada, muito por causa da sua importância nos movimentos atacantes do conjunto das West Midlands.

Pré-Tour 2016: Froome e Quintana mais fortes, López surpreende na Suíça

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Como em todos os anos, o Critérium du Dauphiné, o Tour de Suisse e a Route du Sud antecedem o grande Tour de France e aquilo que poderemos vir a ter dos maiores favoritos à vitória final. Este ano não foi exceção e se Froome e Quintana demonstraram a sua superioridade nas duas provas francesas, já Miguel López (que irá estar na Vuelta, em princípio), jovem de 22 anos da Astana, surpreendeu nomes como Izaguirre, Barguil, Van Garderen ou Rui Costa, e conquistou a Volta à Suíça.

Começando pelo Dauphiné, tivemos de início um Alberto Contador mais forte, vencendo o prólogo com mais 6 segundos do que Richie Porte e 13 segundos do que Chris Froome. O espanhol parecia estar bastante forte e a tarefa para Froome não seria nada fácil. A etapa seguinte trouxe uma vitória aguerrida da parte de Bouhanni, mostrando-se pronto para lutar com a concorrência que irá enfrentar no Tour – mais forte da que esteve nesta prova, claramente.

Nas etapas seguintes, tivemos duas excelentes vitórias, mas ambas um pouco inesperadas. Herrada não deu hipótese a outros trepadores e Aru, depois de perdido algum tempo, soube aproveitar uma oportunidade soberana para conseguir vencer uma etapa e tirar uma vitória que parecia “segura” para Kristoff. A etapa 4 terminou igualmente ao sprint e teve a vitória, desta vez, de Boasson Hagen, à frente do “jovem confirmação” (a “sensação” já passou, temos mesmo um corredor espetacular para ficar para os próximos largos anos) Julian Alaphilippe e de Nacer Bouhanni, que por pouco não conseguiu ter a sua segunda vitória.

Antes de chegarmos a uma das etapas mais importantes, é de destacar os segundos que Froome foi recuperando por estar realmente atento a pequenos cortes e aproveitar o posicionamento menos bom de Contador. Qualquer segundo é pode ser decisivo e Froome viveu com esse “lema” à risca nesta prova. Já na Volta à França do ano passado, o britânico aproveitou esses cortes de tempo para conseguir uma boa vantagem que lhe veio a ser extremamente útil para vencer o próprio Tour.

Alaphilippe foi um dos destaques da prova e o vencedor da camisola da juventude Fonte: Getty Images
Alaphilippe foi um dos destaques da prova e o vencedor da camisola da juventude
Fonte: Getty Images

Chegamos, então, às três etapas mais exigentes deste Dauphiné. Na primeira delas, Chris Froome levou a melhor sobre o seu ex-companheiro de equipa Richie Porte (ciclista, agora, da BMC) e demonstrou a toda a concorrência que estava mesmo ali para voltar a vencer a prova por uma histórica terceira vez (chegando ao recorde de vitórias, empatado com outros ciclistas). Em terceiro lugar, na etapa, ficou o também jovem Adam Yates, que promete lutar pela camisola da juventude no Tour deste ano e dar espetáculo nas montanhas.

Inglaterra 1-2 Islândia: Venham as piadas com o ‘Brexit’!

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Fonte: The Guardian
Fonte: The Guardian

Ragnar Sigurdsson (Islândia) – Além de se ter apresentado num excelente nível em termos defensivos, o central islandês marcou o golo do empate para a sua seleção somente dois minutos após o tento da Inglaterra. Manteve a Islândia na discussão pelo resultado e pela passagem aos quartos de final, e ainda foi um dos responsáveis pelo facto de os ingleses não terem marcado mais golos nesta partida.

Itália 2-0 Espanha: Marca registada italiana

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Antonio Conte: Fantástico o colectivo que Conte montou com os jogadores que tem à disposição. Longe – bem longe – de ter os grandes nomes dos outros tempos, esta Itália é o perfeito retrato daquilo que é a concepção do jogo por parte dos transalpinos. Conte tem o enorme mérito de ter conseguido anular quase por completo a Espanha, que raramente encontrou caminhos seguros para visar a baliza do gigante Buffon. Nos quartos-de-final, a Itália terá pela frente uma selecção bem diferente desta espanhola. Mas a Alemanha que se cuide, porque estes italianos não são de fiar.