Publicidade

Que jogos devo rever nesta Quarentena? SL Benfica 2-1 Gil Vicente FC

João Pedro Coelho · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

A época 2013/2014 do SL Benfica foi uma das melhores da História recente dos encarnados. Uma temporada marcada pelo triplete a nível nacional e por um voo alto na Europa – que culminou numa chegada à final, onde perdeu nas grandes penalidades contra o Sevilha FC.

Vindo de uma época em que perdeu a Taça de Portugal contra o Vitória SC, a Liga Europa para o Chelsea FC e o campeonato para o FC Porto, a continuidade de Jorge Jesus ao comando dos destinos da equipa foi muito criticada, pelo que era imperativo que os encarnados respondessem às críticas com títulos.

No entanto, na primeira jornada da Liga, os encarnados perderam frente ao CS Marítimo, por duas bolas a uma, fazendo com que os fantasmas da época passada voltassem a pairar sobre a equipa e os adeptos. Não obstante, as coisas iriam mudar no próximo jogo.

No dia 25 de agosto de 2013, numa tarde de domingo solarenga, começava verdadeiramente a época de sonho das “águias”. Rolava a bola na segunda jornada da Primeira Liga, e os encarnados recebiam o Gil Vicente FC, à época orientado por João de Deus – atual treinador adjunto de Jorge Jesus -, num encontro que se adivinhava complicado para os homens da casa.

As “águias” entraram com vontade de ganhar vantagem no marcador cedo, mas os esforços embatiam ora no guarda redes gilista, Facchini, ora nos ferros da baliza. A equipa visitante não criou qualquer perigo às redes de Artur Moraes, que fora um autêntico espetador na primeira metade do encontro. O nulo persistia ao intervalo.

Lima, uma das principais figuras da época, resgatou três pontos aparentemente perdidos em cima do fatídico minuto 92’
Fonte: UEFA

Na segunda parte, a tomada de jogo manteve-se igual: os encarnados com o controlo do jogo, e os homens de Barcelos sempre a espreitar o contra ataque para tentar chegar ao golo. E foi isso que aconteceu ao minuto 70’, quando Maxi Pereira, com um erro grave, perde a bola para Diogo Viana que, na cara de Artur, faz a bola abanar as redes encarnadas.

Apesar de ter o controlo do jogo, os comandados de Jorge Jesus estavam agora em desvantagem. O tempo passava rapidamente, e a bola teimava em não entrar na baliza dos visitantes. Até que chegávamos ao minuto 90’ quando, na cara de Facchini, Markovic restabelecia a igualdade na partida.

O que se seguiu após o golo foi um autêntico furacão que arrasou por completo a equipa visitante. Com as bancadas da Luz a apoiar como nunca, os encarnados, ao fatídico minuto 92’, através de Lima, davam a cambalhota no marcador. E com estes autênticos “dois minutos à Benfica” estava dado o mote para aquela que seria a primeira de quatro épocas de muitas conquistas.

Highlights do jogo:

ONZES INICIAS E SUBSTITUIÇÕES:

SL Benfica: Artur Moraes; Maxi Pereira, Luisão, Garay e Bruno Cortez; Salvio (Markovic, 61’), Enzo Pérez, Matic e Gaitán (Sulejmani, 68’); Lima e Rodrigo (Djuricic, 68’).

Gil Vicente FC: Adriano; Gabriel, Halisson, Danielson, Luís Martins; João Vilela, Luan e César Peixoto; Paulinho (Brito, 46’), Bruno Moraes (Nwankwo, 71’) e Diogo Viana.

João Pedro Coelho

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Brasileirão: 19 treinadores já caíram e só quatro portugueses resistem

Leonardo Jardim lidera o Brasileirão ao comando do Flamengo, Abel Ferreira mantém-se no Palmeiras, Artur Jorge continua no Cruzeiro e Pedro Emanuel procura afirmar-se no Vasco da Gama. Luís Castro e Franclim Carvalho já ficaram pelo caminho. Dezanove treinadores já caíram no Brasileirão 2026. Entre a instabilidade que varre os bancos brasileiros, os portugueses resistem: seis passaram pelo campeonato e quatro continuam de pé. Fernando Diniz, atualmente no Corinthians, foi a mais recente vítima e já tinha sido afastado do Vasco da Gama no início da temporada. A dança das cadeiras começou ainda em fevereiro, com a saída do argentino Jorge Sampaoli do Atlético-MG, e transformou a mudança de treinador numa das imagens de marca da competição.Num campeonato onde a paciência parece cada vez mais curta e os resultados pesam imediatamente sobre os treinadores, a presença portuguesa ganha particular relevância. Dos seis técnicos que passaram pelo Brasileirão em 2026, quatro continuam no ativo e dois já ficaram pelo caminho. E entre os que resistem há perfis bem diferentes: da longevidade quase excecional de Abel Ferreira à estreia de Pedro Emanuel, passando pela liderança de Leonardo Jardim e pela reconstrução de Artur Jorge no Cruzeiro.

João Esteves · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.