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24 horas de Daytona: Porsche começa o ano a vencer

Ana Catarina Ventura · 4 min

Daytona 24h Porsche
Foto: Porsche

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A IMSA começou o seu campeonato com as 24h de Daytona e foi a Porsche, com o carro #7, que venceu a corrida, pela terceira vez. Atrás dele, e a menos de dois segundos, terminou o Cadillac #31 e no fim do pódio dos GTP e geral, o BMW #24.

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O IMSA começou o seu campeonato com as 24h de Daytona e foi a Porsche, com o carro #7, que venceu a corrida, pela terceira vez. Atrás dele, e a menos de dois segundos, terminou o Cadillac #31 e no último lugar do pódio dos GTP e geral, o BMW #24. Nos LMP2, houve pódio português – António Felix da Costa terminou em segundo lugar com o Inter Europol Competition #43. O vencedor foi o #04 da Crowstrike Racing by APR e no terceiro lugar o #34, também da Inter Europol Competition.

Nos GTD Pro, ganhou o BMW #1 da Paul Miller Racing, seguido pelo Mercedes #75 da 75 Express e por fim o Mercedes #48 da Winward Racing; para concluir, na última classe (GTD) venceu o Mercedes #57 da Winward Racing, em segundo acabou o Aston Martin #44 da Magnus Racing finalmente, na terceira posição, o Aston Martin da Heart Of Racing #27.

TOP 5 de melhores momentos da corrida

Hat-Trick alemão – A Porsche voltou a vencer a primeira corrida da IMSA, com o carro #7 a fazer as honras. Inicialmente, previa-se que fosse o #6 e em seguida o #7, mas uma paragem mal calculada e problemas mecânicos impediram o carro de Kevin Estre, Laurens Vanthoor e Matt Campbell de vencerem. Mas, mesmo assim, a marca conseguiu a sua terceira vitória seguida nas 24h de Daytona, pela terceira vez consecutiva (2024, 2025 e 2026)

Uma corrida não se vence na primeira curva – Uma das primeira regras cruciais do mundo do desporto motorizado é que nenhuma corrida se vence na primeira curva, principalmente de uma corrida tão extensa como as 24h de Daytona, Le Mans, Nurburgring, entre outras. Mas, mais uma vez, há quem não se siga por isso. Incidente na primeira curva e no primeiro minuto da corrida, envolveu pelo menos cinco carros.

Três juntos numa curva e sem toques – Contrariando um pouco aquilo que falamos anteriormente, há quem consiga estar numa curva acentuada e conseguida ultrapassar – ou simplesmente andar lado a lado – sem haver um toque e uma corrida arruinada. Um dos exemplos é estes dois GTD em luta por posição e a ultrapassagem de um LMP2, sem contato nem problemas.

Um nevoeiro sem fim – O maior momento da corrida foi, sem dúvida, o grande nevoeiro que se fez sentir durante a madrugada de sábado para domingo. Devido à pouca visibilidade que se fazia sentir, o Safety-Car foi acionado para manter todos os carros juntos e ao mesmo ritmo, de forma a evitar acidentes. O problema é que este tempo atrás do SC foi mais longo que se esperava, batendo o recorde de tempo atrás do mesmo: foram seis horas, 33 minutos e 25 segundos. Isso equivale a 120 voltas a serem feitas a pelo menos 100km/h.

A luta pelas vitórias ao cair do pano – Depois do Porsche #6 ter tido problemas mecânicos e ter ficado fora do TOP3, a luta focava-se entre o Porsche #7 e o Cadillac #31. Foram quase 40 minutos de perseguição e defesa por parte dos pilotos. Para além dos GTP, também os GTD tiveram ação até ao fim, com o Winwad em a dar tudo para roubar o primeiro lugar ao Aston Martin, com muitos toques à mistura

Menções honrosas aos portugueses

Filipe com azar no finalzinho – Mais um ano, mais um azar para o carro de Filipe Albuquerque, em conjunto com Ricky Taylor e Will Stevens. A duas horas do final das 24h, já se sabia que o português não iria ganhar a corrida como fez em 2018 e 2021, mas não se esperava que o motor morresse. No meio de fumo que começou a sair da traseira do Cadillac, chamas também apareceram antes do carro ser parado nas boxs. Um sabor agridoce para o piloto de Coimbra.

Segundo lugar para Félix da Costa – Apesar de ter partido de pole, o #43 acabou mesmo por ficar na segunda posição no final da corrida. É mais um P2 para o português que foi convidado só para fazer esta corrida no campeonato da IMSA.

Espírito Santo com sabor a amargura na estreia – A estreia de Manuel Espírito Santo não correu pelo melhor, com o seu carro a ter de se retirar a três horas do fim da corrida. O Pratt Miller #73 já aparentada estar com alguns problemas que o meteu na posição 51 à geral. O piloto vai continuar no campeonato da IMSA, assim como Albuquerque, nos LMP2.

Deixamos a IMSA de parte e voltamo-nos para a WEC, que começa a 28 de março, no Qatar, para os 1812km do Qatar.

Ana Catarina Ventura

Redação Bola na Rede · ver artigos

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