Publicidade

5 ‘looks’ que ficaram na história do futebol mundial

Frederico Seruya · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Depois de na semana passada termos recordado bigodes que marcaram a história do futebol mundial, esta semana trazemos-vos um best-off de cabelos/penteados que também deixaram a sua marca. Há cores, feitios e traços para todos os gostos.

5.

Fonte: UEFA

Vagner Love – Vagner Love é um nome bem conhecido do futebol português, de (muito) má memória para os adeptos do Sporting CP. Na final da Taça UEFA 2004/2005, o avançado brasileiro foi o autor do terceiro golo que deitou por terra as aspirações dos Leões em vencer a final disputada no seu próprio estádio.

4.

Fonte: FootyFair

Roberto Baggio – Roberto Baggio é a elegância com pernas. Um jogador de fino recorte técnico, que jogava de cabeça levantada, pensando e distribuindo o jogo pelo centro do terreno. É considerado um dos melhores jogadores italianos da história, sendo o único jogador a marcar golos pela Itália em três Mundiais diferentes. Esta fotografia é precisamente do Mundial 1994, onde Baggio levou a sua seleção a um honroso 2º lugar.

3.

Fonte: Footy Fair

Abel Xavier – Abel Xavier será sempre injustamente recordado “apenas” por dois motivos: a mão que originou o penalty que eliminou Portugal do Euro 2000 e os seus penteados extravagantes. A verdade é que o defesa português teve uma carreira notável, tendo sido um dos campeões do Mundo de sub-20 em 1991 e representado clubes como Sporting CP (Formação), SL Benfica, PSV Eindhoven, Liverpool FC, Everton FC, Galatasaray SK, AS Roma ou Hannover 96, entre outros.

2.

Fonte: FourFourTwo

Carlos Valderrama – “El Pibe” é considerado o melhor jogador colombiano de sempre, sendo também o jogador com mais jogos pela seleção da Colômbia (111 jogos). A sua farta cabeleira é inesquecível. Dono de uma técnica fabulosa, foi um dos últimos “10” puros provenientes do seu continente, tendo sido eleito o melhor jogador sul-americano em 1987 e 1993, à frente de nomes como Diego Maradona ou Romário.

1.

Fonte: FourFourTwo

Taribo West – Medalha de ouro nos Jogos Olímpicos 1996 em Atlanta e visto como uma das grandes promessas do futebol nigeriano, Taribo West nunca se conseguiu impor na Europa, mesmo tendo passado por clubes como os gigantes de Milão, Inter e AC Milan. Contudo, não deixará de ser recordado pelas suas tranças e pelo excelente jogador em que se tornava no jogo de computador “Championship Manager”.

Foto de Capa: FourFourTwo

Artigo revisto por: Jorge Neves

Frederico Seruya

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.