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Dez jogadores em final de contrato na Primeira Liga

Daniel Dantas · 3 min

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Cabeçalho Futebol NacionalRestando apenas duas jornadas para o término da Liga NOS 2016/2017, inúmeros emblemas do escalão principal do futebol profissional português procuram, atempadamente, reestruturar e reforçar os seus planteis para a próxima temporada.

Neste sentido, dando continuidade às políticas de contenção de custos que pautam o modus operandi de diversos clubes no mercado de transferências, as contratações a custo zero afiguram-se, indubitavelmente, como uma excelente oportunidade.

A lista que se segue conta com jogadores heterogéneos em termos posicionais e abarca a quase totalidade dos setores existentes no terreno.

Fonte: Facebook Oficial de António Filipe
Fonte: GD Chaves

António Filipe – O guarda-redes do Chaves completou este ano 32 anos e nem sempre foi primeira escolha para o técnico Ricardo Soares. No entanto, nas ocasiões em foi chamado a intervir, rubricou exibições de qualidade, particularmente na Taça de Portugal.

Fonte: Facebook Oficial de Cláudio Ramos
Fonte: CD Tondela

Cláudio Ramos – Cumprindo a sexta época ao serviço do Tondela e com alguma margem de progressão, o guarda-redes Cláudio Ramos, de 25 anos, destacou-se, sobretudo, na reta final da temporada transata, após um ciclo de exibições comprometedoras de Zubikarai. 2016/2017 assinalou verdadeiramente a afirmação do guardião português, que participou na maioria das partidas e, frequentemente, foi apontado como o melhor elemento dos tondelenses.

Fonte: FC Paços de Ferreira
Fonte: FC Paços de Ferreira

Rafael Defendi – O veterano guardião do Paços de Ferreira de 33 anos, perfeitamente ambientado ao campeonato português, está na Capital do Móvel há quatro anos. Mesmo sendo o terceiro guarda-redes mais batido do campeonato, o brasileiro apresenta bastante segurança nas saídas entre os postes e ótimos reflexos, sendo igualmente forte ao realizar a mancha.

Fonte: Getty Images
Fonte: Getty Images

Patrick Vieira – Com um grande pendor ofensivo e destemido nas disputas, Patrick Vieira, de 26 anos, pode atuar como lateral direito ou esquerdo, somando um golo e oito assistências na totalidade das competições pela formação maritimista.

Fonte: Boavista FC
Fonte: Boavista FC

Philipe Sampaio – O jovem Philipe Sampaio, de 22 anos, beneficiou da lesão de Nuno Henrique na fase inicial da época, ocupando de imediato o seu lugar no eixo da defesa axadrezada. Competente no jogo aéreo e doseando corretamente a agressividade que imprime em cada lance, Philipe surge agora com outra maturidade e é um dos pilares da defesa do Boavista.

Fonte: Boavista FC
Fonte: Boavista FC

Nuno Henrique – Participando apenas em 14 partidas, divididas entre a Liga NOS e a Taça de Portugal, devido a lesão, o experiente central Nuno Henrique, de 30 anos, é robusto fisicamente e fortíssimo nos duelos aéreos.

 

Fonte: CD Nacional
Fonte: CD Nacional

Nuno Sequeira – O lateral esquerdo de 26 anos que atua no despromovido Nacional é uma das mais-valias do plantel e, sendo hábil no capítulo defensivo, nomeadamente nas interceções, possui também alguma propensão ofensiva, cruzando com muita qualidade para o interior da área adversária.

Fonte: Boavista FC
Fonte: Boavista FC

Anderson Carvalho – Completando a sua terceira temporada ao serviço das panteras, o médio centro Anderson Carvalho, de 26 anos, executa um trabalho notável na cobertura de espaços, recuperando frequentemente o esférico e lançando a sua equipa para o contragolpe.

Fonte: Facebook Oficial de Renan Bressan
Fonte: GD Chaves

Renan Bressan – Depois de uma breve passagem pelo Apoel, o médio Bressan, de 28 anos, regressou ao campeonato português no mercado de inverno para representar os flavienses. Ao serviço dos valentes transmontanos, contribuiu com 5 golos em 17 jogos, fazendo circular criteriosamente a bola e cobrando eximiamente as bolas paradas.

Fonte: Moreirense FC
Fonte: Moreirense FC

Nildo Petrolina – Utilizado como médio ofensivo ou extremo direito, Nildo Petrolina, de 31 anos, distingue-se pelos seus pormenores técnicos, pela sua disponibilidade defensiva e pela capacidade de execução das bolas paradas.

Foto de Capa: Liga de Clubes

Daniel Dantas

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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