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Os 10 acidentes não fatais mais impressionantes da F1

Mariana Fernandes · 3 min

Os 10 acidentes não fatais mais impressionantes da F1

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Cabeçalho modalidadesA Fórmula 1 sempre foi um desporto de emoções. Muita dessa emoção está nas ultrapassagens arriscadas, nas curvas passadas a ferro, nas manobras que nos deliciam. Mas aquilo que nos atrai nesta modalidade é, também, a sua vertente mais perigosa. Hoje, fazemos uma retrospectiva aos 10 acidentes mais incríveis da história da F1 que acabaram com um final feliz.

10 – Sébastien Buemi (Toro Rosso), Grande Prémio da China, 2010

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Quando se fala em acidentes, estamos à espera de carros que se despistam, de colisões entre veículos, de uma manobra mais corajosa que se revelou imprudente. Mas, com Sébastien Buemi, a história foi outra. Em 2010,o suíço competia pela Toro Rosso quando viu o seu monolugar ficar sem as duas rodas dianteiras.

9 – Jos Verstappen (Benneton-Ford), Grande Prémio da Alemanha, 1994

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Este é talvez o acidente mais dramático da história da F1 que não terminou com a morte do piloto. Jos Verstappen, o pai de Max Verstappen, estava a abastecer quando um dos engenheiros da box deixou derramar combustível. O carro do piloto holandês transformou-se de imediato numa enorme labareda. Resultado final: uma queimadura no nariz.

8 – Jos Verstappen (Benneton-Ford), Éric Bernard (Ligier) e Eddie Irvine (Sasol Jordan), Grande Prémio do Brasil, 1994

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Verstappen volta a estar na lista; desta vez, com um acidente que envolveu mais dois pilotos. Novamente em 1994, Irvine e Verstappen tentavam a abordagem a Bernard quando o Benneton saiu de pista. Quando voltou, o holandês perdeu o controlo do carro e bateu em Bernard, causando a colisão entre todos. O McLaren de Martin Brundle escapou por pouco à confusão.

7 – Nelson Piquet (Motor Racing) e Riccardo Patrese (Benneton), Grande Prémio do Mónaco, 1985

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Mónaco é sinónimo de adrenalina. Em 1985, Piquet tentou uma arriscadíssima ultrapassagem a Patrese, que resultou na destruição e incêndio dos dois carros. Tudo terminou com um amigável aperto de mão entre os pilotos.

6 – David Coulthard (McLaren-Mercedes) e Michael Schumacher (Ferrari), Grande Prémio da Bélgica, 1998

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Neste dia, David Coulthard queria correr sozinho. Na primeira volta, causou um acidente que envolveu 12 veículos. Mas não ficou por aí: a meio do GP, recusou-se a deixar Schumacher passar e travou, criando uma enorme nuvem de água atrás de si – chovia abundantemente. Schumacher não reagiu a tempo e bateu na traseira de Coulthard, ficando sem uma das rodas dianteiras.

5 – Ralf Schumacher (BMW Williams) e Rubens Barrichello (Ferrari), Grande Prémio da Austrália, 2002

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Ralf Schumacher acreditava que uma corrida tinha de começar com um pico de interesse. E pôs esta premissa em prática no GP de Melbourne, em 2002. Logo na recta da meta, voou por cima de Barrichello e deixou o caos para trás: oito pilotos foram prejudicados devido a esta atitude injustificável.

4 – Robert Kubica (BMW Sauber), Grande Prémio do Canadá, 2007

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Os espectadores do GP do Canadá, em 2007, achavam que tinham acabado de assistir à última corrida da vida de Kubica. O polaco foi direito ao muro a 300km/h e a força G do impacto chegou aos 75G. O piloto saiu do carro intacto e só não esteve presente na corrida seguinte.

3 – Gerhard Berger (Ferrari), Grande Prémio de Imola, 1989

[ot-video type=”youtube” url=”https://www.youtube.com/watch?v=asLvb9mQhuw”]

Cinco anos antes de Ayrton Senna perder a vida na curva Tamburello, Berger ficou sem a asa direita do monolugar e foi direitinho ao muro. O Ferrari ficou em chamas e o austríaco foi salvo graças à rápida acção dos bombeiros, presentes na pista. Gerhard esteve debaixo de fogo durante 15 segundos.

2 – Rubens Barrichello (Sasol Jordan), Grande Prémio de Imola, 1994

[ot-video type=”youtube” url=”https://www.youtube.com/watch?v=XSI27en56tg”]

Na véspera da morte de Senna, outro piloto brasileiro teve um acidente arrepiante. Numa volta de qualificação para o GP de Imola, Barrichello voou numa curva, acabando contra a barreira de pneus a 225km/h. Ficou inconsciente mas recuperou rapidamente, tendo estado ausente apenas na prova do dia seguinte.

1 – Christian Fittipaldi (Minardi), Grande Prémio de Itália, 1993

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No final do GP de Monza, em 1993, Fittipaldi tentava ultrapassar o piloto que estava à sua frente, quando acabou por lhe tocar. Resultado? Um “mortal” de 360°. Fittipaldi voltou ao chão e terminou a corrida em oitavo.

 Artigo revisto por: Francisca Carvalho

Mariana Fernandes

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