Última horaJosé Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano
Publicidade

Os 10 jogadores mais subvalorizados da Premier League

Guilherme Malheiro · 3 min

Os 10 jogadores mais subvalorizados da Premier League
Deeney tornou-se no quinto jogador a marcar 100 golos pelo Watford Fonte: TheSun

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Cabeçalho Liga Inglesa

A Premier League é o campeonato mais mediático do mundo. Mais de metade das equipas conta com jogadores de classe mundial. No entanto, há também jogadores de qualidade que passam despercebidos. Aqui ficam 10 deles (sem ordem particular).

10. 

Troy Deeney está a cumprir a oitava temporada ao serviço do Watford Fonte: FB oficial Watford
Troy Deeney está a cumprir a oitava temporada ao serviço do Watford
Fonte: FB oficial Watford

Troy Deeney (Avançado/Watford) – É o capitão e uma peça fundamental da equipa de Marco Silva. Um avançado lutador e com capacidade de liderança, está no Watford desde 2010. Os seus golos nas duas últimas épocas ajudaram o clube a manter-se na Premier League.

9.

Tom estreou-se pelo Everton em 2016 Fonte: FB oficial Everton
Tom estreou-se pelo Everton em 2016
Fonte: FB oficial Everton

Tom Davies (Médio/Everton) – É um dos mais recentes jogadores a sair da academia de formação do Everton. Depois duma estreia auspiciosa, tem sido um pouco esquecido. No entanto, com apenas 19 anos, é titular da equipa de Liverpool e internacional sub-21 por Inglaterra.

8.

James Mccarthur é um dos pontos de destaque do Crystal Palace Fonte: Crystal Palace
James Mccarthur é um dos pontos de destaque do Crystal Palace
Fonte: Crystal Palace

James McArthur (Médio/Crystal Palace) – É um dos jogadores de melhor qualidade do Crystal Palace, um clube que luta constantemente para não descer. Muito bom na recuperação de bola, com boa capacidade de passe e capaz de rematar com os dois pés, é internacional pela Escócia e soma já 175 jogos na Premier League.

7.

O internacional norueguês já defrontou Portugal, ao serviço da sua seleção Fonte: FB oficial Bournemouth
O internacional norueguês já defrontou Portugal, ao serviço da sua seleção
Fonte: FB oficial Bournemouth

Joshua King (Avançado/Bournemouth) – Contratado pelo Manchester United com apenas 16 anos, nunca teve oportunidades no clube inglês. Foi emprestado de forma sucessiva a vários clubes, até se fixar no Blackburn Rovers e, mais tarde, no Bournemouth. Neste último tem desmonstrado a sua qualidade. Avançado rápido e com boa mobilidade, marcou 16 golos na Premier League no ano passado.

6. 

O jovem extremo é um dos grandes talentos ingleses a atuar na Premier Fonte: GettyImages
O jovem extremo é um dos grandes talentos ingleses a atuar na Premier
Fonte: GettyImages

Nathan Redmond (Extremo/Southampton) – Depois de boas épocas ao serviço do Norwich, foi uma das principais figuras do Southampton a época passada. Rápido, com boa qualidade técnica e capaz de marcar golos, é um dos melhores na sua posição na Premier League. É, também, internacional por Inglaterra.

5. 

  Mark Noble é uma das figuras do histórico West Ham Fonte: West Ham
Mark Noble é uma das figuras do histórico West Ham
Fonte: West Ham

Mark Noble (Médio/West Ham) – É, talvez, o jogador inglês mais subvalorizado da Premier League. Titular indiscutível e capitão do West Ham, é um médio com boa capacidade de passe, visão de jogo, e um bom remate de pé direito.

Com a exceção de dois empréstimos, ao Hull e ao Ipswich, tem feito toda a sua carreira no West Ham, onde soma já 292 jogos na Premier League.

4. 

O jogador irlandês é a contratação mais cara da história do Burnley Fonte: Burnley
O jogador irlandês é a contratação mais cara da história do Burnley
Fonte: Burnley

Robbie Brady (Extremo/Burnley) – Passou pela formação do Manchester United, mas fez apenas um jogo pela equipa principal, a contar para a League Cup.

Tem um excelente pé esquerdo, para além de ser um exímio marcador de livres. É internacional pela Irlanda, e, antes de representar o Burnley, teve também passagens pelo Hull e pelo Norwich.

 3. 

O defesa ganhou três títulos da Premier League pelo Manchester United  Fonte:  West Bromwich
O defesa ganhou três títulos da Premier League pelo Manchester United
Fonte: West Bromwich

Jonny Evans (Defesa/West Bromwich) – Jogou no Manchester United, onde, mesmo não sendo um titular indiscutível, fez 198 jogos. Atualmente joga no West Bromwich, onde é peça fulcral da equipa. Alto, com boa presença física e bom jogo de cabeça, é internacional pela Irlanda do Norte.

2. 

O médio escocês atua na Premier League desde 2003 Fonte: Stoke City
O médio escocês atua na Premier League desde 2003
Fonte: Stoke City

Darren Fletcher (Médio/Stoke City) – Foi um jogador importante no Manchester United, onde fez 342 jogos e ganhou tudo o que havia para ganhar.

Tem uma excelente qualidade de passe, joga com os dois pés e tem um grande sentido de posicionamento. Nas últimas 3 épocas representou o West Bromwich, onde assumiu a braçadeira de capitão e teve grande preponderância. Este ano transferiu-se para o Stoke, onde é o sub-capitão. É internacional pela Escócia, onde soma já 78 jogos.

1. 

Son Heung-Min é, provavelmente, o melhor jogador asiático da atualidade Fonte: FB oficial Son Heung-Min
Son Heung-Min é, provavelmente, o melhor jogador asiático da atualidade
Fonte: FB oficial Son Heung-Min

Son Heung-Min (Extremo/Tottenham) – Tinha já uma grande experiência na Bundesliga, ao serviço do Hamburgo e Bayer Leverkusen, antes de chegar à Premier League. Rápido, com boa técnica, capacidade de trabalho e finalização, para além de jogar sempre a grande intensidade, é um nome que passa um pouco despercebido, quando comparado com outros colegas de equipa. No entanto, é um dos melhores extremos da Premier League e um jogador que tem evoluído constantemente desde que chegou a Inglaterra.

Foto de capa: Watford FC

artigo revisto por: Ana Ferreira

Guilherme Malheiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Quem é o rei da Andaluzia? É o Real Bétis. Ah, bem me parecia!

SEVILHA, ESPANHA- As últimas temporadas permitiram confirmar um novo paradigma no futebol espanhol. A Andaluzia, recheada de históricos por todas as suas províncias, acabou por ver o Real Bétis transformar-se na instituição mais forte da região. O designado de número 1. Há poucas missões mais difíceis que esta. Uma Comunidade Autónoma larga, com cidades com um espólio enorme, não é fácil de dominar. Para isso, os béticos lograram montar um projeto com vários prazos e uma figura central, beneficiando também do mau momento vivido por outras instituições. Ao pensarmos no futebol na Andaluzia, sem dúvida alguma que o Real Bétis é um dos primeiros emblemas que nos vêm à cabeça. No entanto, o Sevilha já foi o Rei da Europa League e é lembrado em primeiro lugar por muitos. Málaga, Granada, Cádiz, Almería, Real Jaén… as preferências dividem-se, como em tudo. Porém, o domínio estabelecido pela instituição do Benito Villamarín é inegável. Vivemos tempos em que o verde e brancos está na moda no sul de Espanha.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.