Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

Os 5 guardiões “abafados” por compatriotas acima de si

Diogo Fresco · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Cada Seleção deve contar com um guarda redes de classe mundial. Tal é fundamental. Trata-se de um elemento que fornece uma segurança tremenda a qualquer conjunto. Um elemento que aumenta significativamente as aspirações. Porém, certos guardiões exímios na sua arte ficaram na sombra de um par seu. Afinal, na baliza, basta mesmo só um…

Casos bem atuais como, por exemplo, no Brasil, onde Alisson relega um guarda redes como Ederson para o banco; ou na Alemanha, a disputa entre Neuer e Ter Stegen, ilustram de forma precisa este ponto.

5.

Fonte: Olympique Lyonnais

Grégory Coupet – Coupet ficou eternizado na memória quando assinou uma dupla defesa completamente milagrosa (frente ao Barça, em 2001, num lance em que Rivaldo foi também protagonista). Além desse facto, também Fabien Barthez eternizou o seu lugar no banco de suplentes gaulês…

O agora treinador de guarda redes do Lyon, venceu sete campeonatos enquanto jogador (todos no clube em que exerce hoje funções), tendo sido eleito o melhor guarda redes do ano por quatro ocasiões. Conta com seis supertaças de França (uma conquistada ao serviço do PSG, já em fim de carreira).

Apesar do talento reconhecido, assumira muitas poucas vezes as redes da seleção gaulesa.

4.

Fonte: FIFA

Pepe Reina & Victor Valdés – A Seleção de Espanha teve um leque de três “arqueros” da mesma geração que, embora de forma intrínseca disputassem o “número um”, para dois deles e para os espanhóis em geral, Casillas era intocável.

Dono de uma compostura irrepreensível, “San Iker” foi dono e senhor dos postes ao serviço de “La Roja”. Valdés e Reina, ambos formados na “La Masia”, viam um madrileno não lhes dar chance de representar as suas cores como “atores principais”.

3.

Fonte: Olympique Lyonnais

Anthony Lopes – Após uma era em que Baía fora afastado, e Ricardo convenceu os portugueses na arte do “mata mata” das grandes penalidades, em detrimento de Quim, hoje existe também uma dualidade de escolha no seio da Seleção de todos nós.

Anthony e Rui representam uma escola de guarda redes diferente (o segundo mais posicional e sereno, o primeiro mais felino e emotivo), mas veem as suas qualidades gerais equilibradas entre si.

Um em Inglaterra, outro em França, a verdade é que Anthony Lopes está num nível elevadíssimo…. Estando eternamente grato a Patrício devido às suas exibições no EURO 2016, deixar de referir a tremenda forma de A. Lopes seria injusto. Um guarda redes que, definitivamente, garante pontos.

2.

Fonte: CBF

Rogério Ceni – Exímio na marcação de livres diretos, penalties, Ceni é uma das maiores lendas do São Paulo. Enorme quando o tinha de ser, foi muito graças a si que, por exemplo, o clube paulista venceu o Liverpool no Mundial de Clubes de 2005.

Conta com um Mundial de Seleções também, é verdade. Contudo, não teve a mesma responsabilidade. Na sombra ou de Taffarel, Marcos, ou de Dida, Rogério Ceni não assumiu as redes do escrete tantas vezes como queria…

1.

Fonte: Federação Alemã de Futebol

Jens Lehmann – Jens Lehmann fez carreira em grandes clubes. Figura do Arsenal, também poderia ter sido isso na sua Seleção. Apesar de ter disputado o Mundial 2006 como titular (já em final de ciclo), o alemão foi sempre escolha de um outro.

Um outro enorme… Um guarda redes que marcaria qualquer era deste desporto. Falamos, obviamente, de Oliver Kahn. Ambos trocaram alguns “bitaites” pouco saudáveis em relação a isso em 2007 pelos media…

Lehmann fez carreira, inicialmente, como não poderia deixar de ser, em solo alemão (Schalke 04), mas saiu para o Milan. Sem grande sucesso, retornou ao seu país, mas para vestir o amarelo e negro do Dortmund. Deu nas vistas novamente, e foi ele o eleito para herdar o lugar do icónico David Seaman.

Foi um dos grandes responsáveis da inédita temporada invencível que os “gunners” efetuaram, em 2003/04.

Foto de Capa: Federação Futebol Alemã

Artigo revisto por: Jorge Neves

Diogo Fresco

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.