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Os 7 piores trincos do Benfica dos últimos 20 anos

Joana Libertador · 1 min

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Há que imortalizar as velhas glórias que honraram o símbolo que levavam ao peito, mas não nos esqueçamos nunca daqueles que nos levaram ao desespero só de ler o seu nome. As desgraças por cá passam e foram passando e, quando for altura de as recordar vamos rir e sentir o qualquer coisa oposto à saudade.

7.

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Bruno Caires – Alguém que sai do Benfica e acaba no Sporting das duas uma: ou é mau ou já deixou de ser bom.

6.

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Luís Andrade – 53 jogos foram demasiados para a sua qualidade como jogador. Já no que toca a expulsões e “partir pernas” era o maior.

5.

Fonte: Fórum Ser Benfiquista
Fonte: Fórum Ser Benfiquista

Everson – “Não quero ser lembrado como uma das piores contratações do Benfica“. Pois…

4.

Fonte: Fórum Ser Benfiquista
Fonte: Fórum Ser Benfiquista

Cristián Uribe – Era só mais uma promessa e grandes esperanças… E disso não passou.

3.

Fonte: Fórum Ser Benfiquista
Fonte: Fórum Ser Benfiquista

Jamir – “Gostava de ter dado mais ao Benfica“. Entre médio defensivo e médio ofensivo foi um qualquer coisa horrível que não deixou saudade.

2.

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Paulo Almeida – Há quem diga que era uma espécie de Michael Thomas, mas mais novo. Talvez por, à semelhança grande Thomas, não saber bem o que é correr ou desviar-se um milímetro da posição que ocupava no campo.

1.

Fonte: Alamy
Fonte: Alamy

Michael Thomas – Como qualquer jogador digno de entrar nestas rubricas, Thomas era apenas um incompreendido pela massa adepta benfiquista. Afinal ele estava sempre no sítio, o problema é que não saía de lá…

Foto de Capa: http://vozesencarnadas.blogspot.pt/

Joana Libertador

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2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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