Michael Thomas – Como qualquer jogador digno de entrar nestas rubricas, Thomas era apenas um incompreendido pela massa adepta benfiquista. Afinal ele estava sempre no sítio, o problema é que não saía de lá…
Tem a vaidade, o orgulho, a genica, a chama imensa. Para além da paixão incontrolável pelo Benfica, tem um carinho especial pelas equipas que vestem vermelho e branco. Menos na NBA. Aí sofre por aqueles que vestem branco, ou azul, ou amarelo, ou preto (depende do dia) - os GS Warriors.
A Joana escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Não o levou a tempestade muito menos a ira de Poseidon, pois Rui Costa é abençoado pelos Deuses. Simplesmente adormeceu de manhã, enevoado pelo Bruma na janela (à espera de quem o leve), e quando acordou, o barco da Champions já era um ponto longínquo no horizonte.