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Top 10: Craques portugueses que “explodiram” (por cá) em 2015/16

João Amaral Santos · 4 min

Top 10: Craques portugueses que “explodiram” (por cá) em 2015/16

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[tps_title]10.º Iuri Medeiros[/tps_title]

Iuri Medeiros
Facebook Oficial de Iuri Medeiros

De aparência frágil, o extremo, formado nas escolas do Sporting, teve, na época passada, uma primeira experiência positiva na Liga, ao serviço do Arouca: 18 jogos e três golos (um deles ao Benfica). No entanto, foi já nesta temporada, ao serviço do Moreirense, que Iuri Medeiros, de 21 anos, começou a derrubar dúvidas em torno do seu valor. Evoluído tecnicamente, tem-se revelado assertivo e decisivo no último terço, já contribuindo com quatro golos, em 13 jogos, incluindo aquele que valeu o empate frente ao FC Porto.

[tps_title]9.º André Moreira[/tps_title]

Fonte: Facebook Oficial de André Moreira
Fonte: Facebook Oficial de André Moreira

André Moreira tinha concluído há pouco a sua formação no Ribeirão – clube da sua terra e de sempre – e, com apenas 18 anos, já era titular da equipa sénior. Os olheiros do Atlético de Madrid, impressionados com as suas capacidades físicas e técnicas, fizeram o seu trabalho e o jovem guarda-redes acabou por assinar pelos colchoneros. Sem espaço no Vincent Calderón, André Moreira foi emprestado, na temporada passada, ao Moreirense (dois jogos para a Taça da Liga) e, nesta época, ao U. Madeira. Apesar da sua juventude, tem merecido a confiança de Norton de Matos e muitos elogios, sobretudo, após manter a sua baliza inviolada frente a Benfica e Sporting.

[tps_title]8.º Andrezinho[/tps_title]

Fonte: Facebook Oficial de André Leal
Fonte: Facebook Oficial de André Leal

Andrezinho começou no Paredes, passou pelas camadas jovens do Rio Ave, mas foi em Paços de Ferreira que concluiu a sua formação como futebolista. Este médio criativo, de 20 anos, capaz de actuar no meio ou descaído nas alas (preferencialmente, pelo lado esquerdo), teve na época passada a oportunidade de se estrear na equipa principal dos Castores, somando sete jogos (cinco deles para a Liga). Com Jorge Simão, Andrezinho assumiu a titularidade e, este ano, leva já 16 aparições; a estreia a marcar no campeonato aconteceu na recente goleada (6-0) frente ao U. Madeira.

[tps_title]7.º º André Horta[/tps_title]

Fonte: Facebook Oficial de André Horta
Fonte: Facebook Oficial de André Horta

Começou no Benfica, no entanto, no Seixal, não houve espaço para o seu futebol. André Horta não se deu por vencido e reescreveu nova rota que, rapidamente, o colocou a jogar entre os melhores. Ingressou no V. Setúbal em 2012 e, com apenas 17 anos, foi chamado por Domingos Paciência para treinar com a equipa principal dos sadinos. Estreou-se na Liga na temporada transacta e, esta época, aos 19 anos, é um dos indiscutíveis da formação de Quim Machado. A qualidade deste médio-ofensivo, irmão de Ricardo Horta (Málaga), ajuda a explicar o surpreendente campeonato que o V. Setúbal está a realizar.

[tps_title]6.º Ivo Rodrigues[/tps_title]

Fonte: Facebook Oficial de Ivo Rodrigues
Fonte: Facebook Oficial de Ivo Rodrigues

Formado nas escolas do FC Porto, Ivo Rodrigues “explodiu”, finalmente, este ano, confirmando todos os prognósticos. Depois de impressionar ao serviço da equipa “B” dos Dragões – o que lhe valeu a estreia pela equipa principal, em jogo da Taça da Liga – e de meia época de empréstimo ao V. Guimarães (onde se estreou e cumpriu quatro jogos na Liga), foi ao serviço do Arouca que Ivo Rodrigues assumiu ter condições para, a breve trecho, chegar ao topo. Este extremo, de 20 anos, une velocidade, capacidade de drible e facilidade de remate: em 16 jogos, soma cinco golos.

[tps_title]5.º Gelson Martins[/tps_title]

Fonte: Sporting CP
Fonte: Sporting CP

Estreou-se na época passada, em jogo da Taça da Liga. Os bons apontamentos deixados faziam adivinhar a possibilidade de, brevemente, chegar à formação principal; Jorge Jesus nunca hesitou em utilizá-lo. O extremo (que deu os primeiros passos no Futebol Benfica) viu as portas da titularidade abrirem-se na sequência do processo da (não) renovação de Carrillo. Um desequilibrador nato, capaz de dar profundidade às alas, e que tem na velocidade a sua principal arma. Já soma três golos nesta temporada.

[tps_title]4.º Gonçalo Guedes[/tps_title]

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

O universo benfiquista desejava-o há muito: Gonçalo Guedes é a prova viva do projecto de formação, desenvolvido, na última década, pelo clube. Nascido e criado no Seixal, o extremo foi somando elogios e, nesse percurso, recebeu o carimbo de predestinado – e tudo o que de bom e mau esse estatuto confere. Com a lesão de Salvio (e os erros de casting do defeso) chegou à titularidade. Reúne todos os predicados necessários a um avançado e nunca dá um lance como perdido. Já marcou quatro golos (com destaque para o da vitória em casa do Atlético de Madrid) e estreou-se na selecção nacional.

[tps_title]3.º Nélson Semedo[/tps_title]

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL BE

Apesar do seu valor, viu adiada a sua estreia na equipa principal do Benfica, muito devido à forte concorrência com que sempre se deparou. O destino (e Maxi Pereira) cedeu-lhe uma vaga, aproveitando para revelar qualidades de um lateral moderno, com competências defensivas, mas sempre disponível para apoiar o ataque (em posições mais adiantadas, que não lhe são estranhas). Oriundo das escolas do Sintrense, o início fulgurante de temporada valeu-lhe a atenção da Europa e a estreia pela selecção nacional.

[tps_title]2.º Renato Sanches[/tps_title]

Fonte: FC Internazionale
Fonte: FC Internazionale

Perante a nova política desportiva do Benfica, muitos se interrogavam acerca das razões que mantinham Renato Sanches fora das opções de Rui Vitória, nesta primeira metade da época. Com naturalidade – e após a uma impressionante prestação na fase de apuramento para o Euro’ 2016, em sub-19 –, a oportunidade chegou. Renato Sanches não engana: um centro-campista completo, com competências de recuperador e organizador, que, quando presente, assume-se como o primeiro a defender e o primeiro a atacar. Aos 18 anos, já entrou no radar dos tubarões do futebol europeu.

[tps_title]1.º Diogo Jota[/tps_title]

Diogo Jota
Fonte: Facebook Oficial de Diogo Jota

Com apenas 19 anos, as marcas do extremo do Paços de Ferreira impressionam e fazem despertar o interesse dos grandes clubes na sua contratação. O seu percurso começou no Gondomar; com marcas notáveis nas camadas jovens, Diogo Jota tornou-se, pela mão de Paulo Fonseca, aos 18 anos, o mais jovem jogador da história do Paços de Ferreira a actuar no escalão principal – e logo com quatro golos na época de estreia. Nesta temporada, tem vindo a confirmar as suas qualidades e um incomum faro pelo golo: já leva seis, em 16 jogos.

João Amaral Santos

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