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[tps_title]10.º Iuri Medeiros[/tps_title]

De aparência frágil, o extremo, formado nas escolas do Sporting, teve, na época passada, uma primeira experiência positiva na Liga, ao serviço do Arouca: 18 jogos e três golos (um deles ao Benfica). No entanto, foi já nesta temporada, ao serviço do Moreirense, que Iuri Medeiros, de 21 anos, começou a derrubar dúvidas em torno do seu valor. Evoluído tecnicamente, tem-se revelado assertivo e decisivo no último terço, já contribuindo com quatro golos, em 13 jogos, incluindo aquele que valeu o empate frente ao FC Porto.
[tps_title]9.º André Moreira[/tps_title]

André Moreira tinha concluído há pouco a sua formação no Ribeirão – clube da sua terra e de sempre – e, com apenas 18 anos, já era titular da equipa sénior. Os olheiros do Atlético de Madrid, impressionados com as suas capacidades físicas e técnicas, fizeram o seu trabalho e o jovem guarda-redes acabou por assinar pelos colchoneros. Sem espaço no Vincent Calderón, André Moreira foi emprestado, na temporada passada, ao Moreirense (dois jogos para a Taça da Liga) e, nesta época, ao U. Madeira. Apesar da sua juventude, tem merecido a confiança de Norton de Matos e muitos elogios, sobretudo, após manter a sua baliza inviolada frente a Benfica e Sporting.
[tps_title]8.º Andrezinho[/tps_title]

Andrezinho começou no Paredes, passou pelas camadas jovens do Rio Ave, mas foi em Paços de Ferreira que concluiu a sua formação como futebolista. Este médio criativo, de 20 anos, capaz de actuar no meio ou descaído nas alas (preferencialmente, pelo lado esquerdo), teve na época passada a oportunidade de se estrear na equipa principal dos Castores, somando sete jogos (cinco deles para a Liga). Com Jorge Simão, Andrezinho assumiu a titularidade e, este ano, leva já 16 aparições; a estreia a marcar no campeonato aconteceu na recente goleada (6-0) frente ao U. Madeira.
[tps_title]7.º º André Horta[/tps_title]

Começou no Benfica, no entanto, no Seixal, não houve espaço para o seu futebol. André Horta não se deu por vencido e reescreveu nova rota que, rapidamente, o colocou a jogar entre os melhores. Ingressou no V. Setúbal em 2012 e, com apenas 17 anos, foi chamado por Domingos Paciência para treinar com a equipa principal dos sadinos. Estreou-se na Liga na temporada transacta e, esta época, aos 19 anos, é um dos indiscutíveis da formação de Quim Machado. A qualidade deste médio-ofensivo, irmão de Ricardo Horta (Málaga), ajuda a explicar o surpreendente campeonato que o V. Setúbal está a realizar.
[tps_title]6.º Ivo Rodrigues[/tps_title]

Formado nas escolas do FC Porto, Ivo Rodrigues “explodiu”, finalmente, este ano, confirmando todos os prognósticos. Depois de impressionar ao serviço da equipa “B” dos Dragões – o que lhe valeu a estreia pela equipa principal, em jogo da Taça da Liga – e de meia época de empréstimo ao V. Guimarães (onde se estreou e cumpriu quatro jogos na Liga), foi ao serviço do Arouca que Ivo Rodrigues assumiu ter condições para, a breve trecho, chegar ao topo. Este extremo, de 20 anos, une velocidade, capacidade de drible e facilidade de remate: em 16 jogos, soma cinco golos.
[tps_title]5.º Gelson Martins[/tps_title]

Estreou-se na época passada, em jogo da Taça da Liga. Os bons apontamentos deixados faziam adivinhar a possibilidade de, brevemente, chegar à formação principal; Jorge Jesus nunca hesitou em utilizá-lo. O extremo (que deu os primeiros passos no Futebol Benfica) viu as portas da titularidade abrirem-se na sequência do processo da (não) renovação de Carrillo. Um desequilibrador nato, capaz de dar profundidade às alas, e que tem na velocidade a sua principal arma. Já soma três golos nesta temporada.
[tps_title]4.º Gonçalo Guedes[/tps_title]

O universo benfiquista desejava-o há muito: Gonçalo Guedes é a prova viva do projecto de formação, desenvolvido, na última década, pelo clube. Nascido e criado no Seixal, o extremo foi somando elogios e, nesse percurso, recebeu o carimbo de predestinado – e tudo o que de bom e mau esse estatuto confere. Com a lesão de Salvio (e os erros de casting do defeso) chegou à titularidade. Reúne todos os predicados necessários a um avançado e nunca dá um lance como perdido. Já marcou quatro golos (com destaque para o da vitória em casa do Atlético de Madrid) e estreou-se na selecção nacional.
[tps_title]3.º Nélson Semedo[/tps_title]

Apesar do seu valor, viu adiada a sua estreia na equipa principal do Benfica, muito devido à forte concorrência com que sempre se deparou. O destino (e Maxi Pereira) cedeu-lhe uma vaga, aproveitando para revelar qualidades de um lateral moderno, com competências defensivas, mas sempre disponível para apoiar o ataque (em posições mais adiantadas, que não lhe são estranhas). Oriundo das escolas do Sintrense, o início fulgurante de temporada valeu-lhe a atenção da Europa e a estreia pela selecção nacional.
[tps_title]2.º Renato Sanches[/tps_title]

Perante a nova política desportiva do Benfica, muitos se interrogavam acerca das razões que mantinham Renato Sanches fora das opções de Rui Vitória, nesta primeira metade da época. Com naturalidade – e após a uma impressionante prestação na fase de apuramento para o Euro’ 2016, em sub-19 –, a oportunidade chegou. Renato Sanches não engana: um centro-campista completo, com competências de recuperador e organizador, que, quando presente, assume-se como o primeiro a defender e o primeiro a atacar. Aos 18 anos, já entrou no radar dos tubarões do futebol europeu.
[tps_title]1.º Diogo Jota[/tps_title]

Com apenas 19 anos, as marcas do extremo do Paços de Ferreira impressionam e fazem despertar o interesse dos grandes clubes na sua contratação. O seu percurso começou no Gondomar; com marcas notáveis nas camadas jovens, Diogo Jota tornou-se, pela mão de Paulo Fonseca, aos 18 anos, o mais jovem jogador da história do Paços de Ferreira a actuar no escalão principal – e logo com quatro golos na época de estreia. Nesta temporada, tem vindo a confirmar as suas qualidades e um incomum faro pelo golo: já leva seis, em 16 jogos.










