Publicidade

WWE | A nova vida de Brock Lesnar

Filipe Torres · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Durante vários anos, os fãs da WWE estavam cansados de ver o mesmo Brock Lesnar de sempre.

Aparecia algumas vezes por ano, ganhava um dos dois títulos mundial, costumava fazer parte do último combate dos eventos especiais, sempre com a mesma atitude e roupa, com o Paul Heyman a fazer as falas inteiras e depois era “despedido” num segmento com uma figura de poder.

Foi sempre assim que víamos o Brock Lesnar, até ao WWE Summerslam de 2021. Nesse evento, Brock Lesnar aparece sem algumas das “marcas” que o identificou nos últimos anos: sem Paul Heyman, com um corte de cabelo diferente, com barba e com uma roupa totalmente diferente.

 

Desde que voltou à WWE em 2011 e depois de ter quebrado a streak de The Undertaker na WrestleMania, parecia que não íamos ver um Brock Lesnar que quisesse falar e se divertir, como acontecia durante a primeira passagem de Lesnar na maior companhia de luta-livre de entretenimento.

Um exemplo disso, foi quando Brock Lesnar fez uma festa de cinco de mayo, quando estava numa rivalidade com Eddie Guerrero, em 2004, no SmackDown.

O Lesnar dos últimos meses mostrou ser um indivíduo que consegue entreter o público sem o Suplex City e com um microfone na mão.

O segmento com Sami Zayn, neste mês, mostrou que Lesnar consegue ser engraçado e assustador ao mesmo tempo, uma combinação muito rara, que só um wrestler como Brock Lesnar consegue fazê-lo.

Além disso, está a mostrar que não necessitava de um manager para falar por ele, apesar de todos já saberem que Paul Heyman é um dos melhores de sempre.

 

 

A “Besta” voltou à WWE com dois objetivos: reconquistar o Universal Championship e, consequentemente, acabar com o longo reinado de domínio de Roman Reigns.

Além disso, Lesnar também teve uns pequenos confrontos com Paul Heyman, o suposto antigo manager, mas parece que estão de volta, após Reigns ter despedido e atacado Heyman.

 

 

Apesar de estar a salientar o carisma que Lesnar tem no microfone, é preciso reforçar que a mudança de Lesnar nas roupas e no corte de cabelo foram fundamentais para a sua nova versão.

A roupa fez com que Lesnar parecesse mais uma pessoa “normal” e o novo cabelo faz relembrar um samurais. Ora, também muitas pessoas afirmaram que Lesnar parecia ser um agricultor, o que também tem alguma verdade, pois ele tem uma quinta, no Canadá.

Muito possivelmente, Brock Lesnar não vai conquistar o título universal no evento Day 1, e até poderá não aparecer durante algum tempo, mas a melhoria de Lesnar nos últimos meses fez com que o público cantasse pelo nome da personagem em vários espetáculos semanais.

Muita gente espera que o combate de Lesnar na WrestleMania seja contra Bobby Lashley , se isso acontecer, vai ser um duelo muito interessante e um dos principais combates do maior evento do ano da WWE.

Foto de capa: WWE

Filipe Torres

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.