Publicidade

Bruno de Carvalho acusa César Boaventura e refere: «Cashball acabou a ser um Cash-bola»

Redação BnR · 3 min

Bruno de Carvalho Sporting CP
Foto: Sporting CP

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Bruno de Carvalho concedeu uma entrevista exclusiva ao Bola na Rede, após a condenação de César Boaventura. É a primeira reação do antigo presidente do Sporting.

Bruno de Carvalho falou em exclusivo ao Bola na Rede e abordou também o processo Cashball. O antigo presidente do Sporting acusou César Boaventura:

«Foi César Boaventura que deu origem a este caso, não me interessa o tipo de pena. O Benfica vai passando sempre de lado porque não tem culpa do Paulo Gonçalves e do César Boaventura. (…) só dizia disparates. Que eu era o mais corrupto, que eu era culpado do Cashball… Acho que ele até disse que eu tentei arrancar a árvore onde apareceu Nossa Senhora de Fátima. Esse senhor disse tanto disparate, mas vingou. O Cashball foi anunciado no dia em se deu o ataque à Academia. Percebam como está tudo interligado. O Cashball acabou a ser um Cash-bola. Ninguém foi condenado a nada. O César Boaventura quando é entrevistado e me chama corrupto, em vez de falar dele e do que lhe estavam a perguntar sobre se aliciou jogadores ou não, só falava dos encapuçados e do Bruno de Carvalho… As pessoas não se podem esquecer de que nessa entrevista que ele dá, ele chega ao ponto de acusar o Jorge Jesus de ter ligado para o Salin, guarda-redes do Marítimo. O Salin recebe um telefonema e diz: “Ó César Boaventura, vê lá tu que era o Jorge Jesus a oferecer-me 150 mil euros para eu não sofrer um golo”. Estou mesmo a ver o Jesus, que não dava um euro a ninguém, a oferecer dinheiro, fosse a quem fosse. Verifiquem as barbaridades que foram ditas… Cashball nunca existiu, foi uma notícia falsa», afirmou Bruno de Carvalho.

Podes consultar a entrevista exclusiva do Bola na Rede em baixo:

Sabe mais sobre o nosso projeto e segue-nos no Whatsapp!

O Bola na Rede é um órgão de comunicação social de Desporto, vencedor do prémio CNID de 2023 para melhor jornal online do ano. Nasceu há mais de uma década, na Escola Superior de Comunicação Social e em forma de programa de rádio.

Desde então, procura ser uma referência na área do jornalismo desportivo e de dar a melhor informação e opinião sobre desporto nacional e internacional. Queremos também fazer cobertura de jogos e eventos desportivos em Portugal continental, Açores e Madeira.

Podes saber tudo sobre a atualidade desportiva com os nossos Última Hora e não te esqueças de subscrever as notificações!

A 28 de outubro de 2019, avançámos também com introdução dos programas em direto, através do canal BOLA NA REDE TV, no Youtube.

Além destes diretos, temos também muita informação através das nossas redes sociais e em vários modelos de podcasts.

Se quiseres saber mais sobre o projeto, dar uma sugestão ou até enviar a tua candidatura, envia-nos um e-mail para [email protected]. Desta forma, a bola está do teu lado e nós contamos contigo!

Redação BnR

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.