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SL Benfica 3-2 Sporting CP: Negra resolve meia-final da Supertaça

Andreia Araújo · 3 min

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A CRÓNICA: ENCARNADOS NA FINAL POR UMA UNHA

O voleibol português está de volta e foi o dérbi entre o SL Benfica e o Sporting CP, no Pavilhão Municipal de Óbidos, que fez as honras. O encontro, que teve de ser adiado devido a um surto de COVID-19 que infetou cinco elementos integrantes da equipa dos leões, terminou numa vitória por 3-2 a favor do SL Benfica.

O encontro demonstrou aquilo que já se teve oportunidade de ver na época passada em relação a ambas as equipas. A época mudou, mas o espírito vencedor permaneceu, tanto nas águias, como nos leões.

O primeiro set foi equilibrado durante os pontos iniciais, mas o Sporting CP ficou confortável muito cedo na partida e conseguiu mesmo um parcial de 6-0, que acabou por culminar numa vitória do set para os leões, terminando este num parcial de 25-15.

No segundo set, o SL Benfica conseguiu superar a exibição que demonstrou no primeiro, mas uma boa entrada do Sporting no set foi crucial para continuarem na frente do marcador num set que acabou a ser mais tenso e equilibrado entre as equipas que acabou num 25-22, favorável aos leões.

O SL Benfica não quis virar a cara à luta e fez por isso no terceiro parcial. A quebra de eficácia no serviço dos leões foi fundamental para um melhorar no jogo feito pelas águias, que acabaram por se aproveitar disso para conseguir uma vantagem que culminou na vitória dos encarnados do terceiro parcial por 25-19.

Para além disso, o SL Benfica não desistiu e levou mesmo o encontro à negra depois de uma vitória no quarto set por 25-13. A negra foi mais um embate equilibradíssimo entre ambas as equipas, mas o SL Benfica terminou o jogo da mesma maneira que o começou: decidido a vencer. E assim foi. O SL Benfica venceu no quinto set por 15-11 e chega, assim, à final da Supertaça.

 

A FIGURA

Determinação do SL Benfica – A equipa de Marcel Matz cedeu um pouco no início, mas não se desviou do objetivo principal que tinha traçado. Apesar dos percalços iniciais e dos “dois sets de avanço” dados aos leões, os encarnados lutaram até ao final e chegam à final da Supertaça por “uma unha negra”.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: Federação Portuguesa de Voleibol 

Jogo de emoções, sem emoções – Infelizmente, já se tornou um hábito, mas é nestes jogos que se sente. Não há fumo sem fogo, e jogos sem público vão dar ao mesmo. Em tempo “normal”, é de conhecimento comum que os adeptos de ambas as equipas que se defrontaram não desvalorizam esta modalidade e este encontro seria um prémio para esses mesmos adeptos que vibram.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Marcel Matz e os seus comandados jogaram sempre pela intensidade do encontro. Algo que lhes deu o boost necessário para chegar à vitória foram igualmente as recuperações de pontos.

FORMAÇÃO DO SL BENFICA

Marc Honoré (6)

Tiago Violas (6)

Raphael Oliveira (7)

Peter Wohlfahrtsttater (6)

Hugo Gaspar (6)

André Aleixo (7)

SUBS UTILIZADOS

Ivo Casas (5)

Theo Lopes (7)

André Lopes (5)

Nuno Pinheiro (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP 

O Sporting CP abordou o jogo conforme a sua eficácia nos serviços e foi esse o fator determinante para o decorrer do jogo dos leões.

FORMAÇÃO DO SPORTING CP

Robinson Dvoranen (7)

Hélio Sanches (6)

Bruno Alves (5)

Renan (6)

Victor Hugo (6)

Paulo Victor (7)

SUBS UTILIZADOS

José Rojas (-)

Eder Levi (5)

André Saliba (5)

Miguel Maia (-)

Gil Meireles (-)

João Fidalgo (5)

 

Foto de capa: Federação Portuguesa de Voleibol

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Andreia Araújo

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