Última horaBruno Pinheiro: «Demos uma boa resposta e fomos extremamente competitivos, deixa-me muito satisfeito»
Publicidade

Indian E-Prix: Os momentos da corrida

Ana Catarina Ventura · 1 min

Indian E-Prix: Os momentos da corrida
Foto: FIA

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

modalidades cabeçalho

Jean-Eric Vergne (DS Penske) venceu o primeiro e-prix de sempre na Índia, com Nick Cassidy (Envision) em segundo e no último lugar de pódio, António Félix da Costa (Porsche). Sebastien Buemi (Envision) terminou no pódio, mas uma penalização fez com que o suíço descesse para 15º.

A PERSEGUIÇÃO DE CASSIDY

Apesar de não ter conseguido apanhar o piloto francês da Penske, Nick Cassidy fez uma corrida brilhante, não largando o segundo lugar por nada, nem pelo seu colega de equipa. Foi considera o Driver of The Race e provou estar com motivação necessária para lutar por vitórias.

COLISÃO DE JAGUARES

Não foi a melhor manobra que podia ter acontecido a Sam Bird a meio do e-prix. Um dos pilotos mais experientes do grid, colidiu com o seu companheiro de equipa, quando tentava ultrapassar Sasha Fenestraz (Nissan). Mitch Evans, que começou da pole, via assim uma possibilidade de ganhar a corrida ir por água abaixo.

O REGRESSO ÀS VITÓRIAS

Jean-Eric Vergne já não vencia uma corrida há quase dois anos. Foi necessário chegar a uma nova pista para o bicampeão da categoria provar que não está a dar as últimas. Já o seu companheiro de equipa e campeão da última temporada tem tido menos sorte, sendo mesmo penalizado nesta corrida.

CENTÉSIMA CORRIDA COM DIREITO A PÓDIO

Como já aconteceu com outros pilotos, António Félix da Costa fez o seu e-prix número 100. Partiu de 13º e fez uma escalada até ao quarto lugar (com a ajuda dos vários pilotos que se retiraram ao longa da corrida). Depois de Buemi ser penalizado, o português acabou mesmo por conseguir o seu primeiro pódio da temporada, ajudando a Porsche a somar mais pontos, uma vez que Pascal Wehrlein conseguiu o quarto lugar

A próxima corrida será no dia 25 de fevereiro, na nova pista da Cidade do Cabo, na África do Sul.

Ana Catarina Ventura

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Enquanto houver estrada para andar Rui Borges vai continuar | Sporting 2-1 Marítimo

Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.