Publicidade

Red Bull Bragantino | Um rumo fora da “Caixinha”

David Costa · 2 min

Pedro Caixinha
Foto: Talleres

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O Red Bull Bragantino, clube da cidade de Bragança Paulista, interior do estado de São Paulo, é o mais recente clube do treinador português Pedro Caixinha.

Depois de passar por vários clubes e países, Pedro Caixinha encontrou no Brasil um match perfeito. O Red Bull Bragantino é um clube em ascensão e vem crescendo de época para época. De recordar que em 2018 disputavam a Série C, que equivale à terceira divisão. Conseguiram duas subidas consecutivas, tendo chegado ao Brasileirão em 2020. Nesse mesmo ano, ingressaram no grupo Red Bull, obtendo então a designação de Red Bull Bragantino.

Em termos de curiosidade, esta equipa conta com alguns conhecidos do futebol português. Lucas Cunha, que passou por SC Braga, GD Estoril Praia e Gil Vicente FC, e Lucas Evangelista, que passou por GD Estoril Praia e Vitória SC.

A época iniciou, como de costume, com o campeonato estadual, neste caso com Campeonato Paulista. O clube de São Paulo disputou 14 jogos, tendo somado sete vitórias, três empates e quatro derrotas. A sua prestação finalizou-se nas meias-finais, onde defrontaram o EC Água Santa, equipa amadora, e perderam nas grandes penalidades, após empate a uma bola.

Neste momento, o clube ocupa a segunda posição do Brasileirão, estando a sete pontos do líder Botafogo FR.

No início da época, o objetivo principal era garantir um lugar no chamado G6 (primeiros seis lugares da classificação), lugares esses que dão acesso à Copa Libertadores da América. A verdade é que a diferença do segundo classificado até ao sexto é de apenas cinco pontos.

Pedro Caixinha é o treinador do Red Bull Bragantino
Fonte: Red Bull Bragantino

No entanto, ainda há esperança de que consigam chegar ao primeiro lugar. A equipa joga bem e entusiasma. No entanto, como o próprio Pedro Caixinha admitiu em várias entrevistas, o objetivo principal é assegurar um lugar no G6. A ideia é focar no jogo a jogo e no fim fazer as contas.

A prestação na Copa do Brasil acabou por ficar aquém das expectativas. Empataram com o Bahia de Feira 1-1 e foram derrotados pelo Ypiranga-RS por 3-1. Foi uma prestação muito abaixo do que seria esperado.

Na Copa Sudamericana, a equipa de Pedro Caixinha ganhou o grupo C, onde estavam inserida com o Club Estudiantes de La Plata (Argentina), Tacuary FC (Paraguai) e CD Oriente Petrolero (Bolívia).

Acabariam por ser eliminados nos oitavos de final frente ao América FC. A primeira mão acabou empatada a uma bola. A segunda mão acabou por se decidir nas grandes penalidades, após empate 3-3.

Depois dos desaires algo precoces nas competições a eliminar, o Red Bull Bragantino conseguiu encontrar a sua regularidade no Brasileirão. Dá a ideia de que fizeram um all in no Brasileirão, de forma a sonharem com a conquista do título.

David Costa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

GP Estados Unidos: Kimi Antonelli a dois pontos do título

A CORRIDA: AINDA NÃO FOI DESTA, MAS KIMI ANTONELLI FEZ TUDO O QUE LHE COMPETIA NO FIM DE SEMANA DE AUSTIN Kimi Antonelli venceu este domingo o Grande Prémio dos Estados Unidos de Fórmula 1, com o título a ser apenas uma formalidade à espera de acontecer, que será provavelmente na ronda seguinte, no México, onde um nono lugar chega para assegurar o cetro.

Bernardo Figueiredo · 2 min de leitura
Ler a crónica
Benfica

O Açor não tem medo da Águia | Santa Clara x Benfica

«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

Pedro Cantoneiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.