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Os onzes prováveis de Sporting e de Benfica para esta noite

Ricardo João Lopes · 2 min

Sporting Benfica
Foto: Carlos Silva/Bola na Rede

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Sporting e Benfica vão a jogo a partir das 20h45, em jogo relativo à primeira mão das meias finais da Taça de Portugal.

Sporting e Benfica disputam esta quinta-feira a primeira mão das meias finais da Taça de Portugal. O desafio realiza-se a partir das 20h45, no Estádio José de Alvalade. Eis os prováveis eleitos de Rúben Amorim e Roger Schmidt:

Sporting: Franco Israel; Ricardo Esgaio; Eduardo Quaresma; Sebastián Coates; Ousmane Diomande; Nuno Santos; Morten Hjulmand; Hidemasa Morita; Marcus Edwards; Pedro Gonçalves; Viktor Gyokeres

Benfica: Anatoliy Trubin; Alexander Bah; António Silva; Nicolás Otamendi; Fredrik Aursnes; João Neves; João Mário; Ángel Di María; Orkun Kokçu; David Neres; Rafa Silva

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Ricardo João Lopes

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

Pedro Cantoneiro · 7 min de leitura
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