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Tata Martino deixa o comando técnico Inter Miami por motivos pessoais

Mário Cagica Oliveira · 1 min

Tata Martino Inter Miami
Foto: Inter Miami

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Tata Martino vai deixar o Inter Miami nas próximas horas. O técnico argentino de 61 anos optou pela saída da equipa da MLS devido a motivos pessoais,

Tata Martino vai deixar o Inter Miami nas próximas horas. O técnico argentino de 61 anos optou pela saída da equipa da MLS devido a motivos pessoais,

Tata Martino esta de saída do comando técnico do Inter Miami. Segundo o jornalista Tom Bogert, o treinador argentino de 61 anos tomou a decisão nas últimas horas e alegou motivos pessoais para abandonar a equipa.

Tata Martino tinha levado o Inter Miami de Leo Messi ao primeiro lugar da fase regular da MLS, tendo alcançado um recorde de 74 pontos, mas acabou por ser eliminado logo na primeira ronda dos playoffs frente ao Atlanta United.

Mário Cagica Oliveira

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

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