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Os 5 destaques do Benfica x Estrela da Amadora

Márcio Francisco Paiva · 2 min

Ángel Di María celebraçao Benfica
Foto: Luís Batista Ferreira/Bola na Rede

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O Benfica recebeu e venceu o Estrela da Amadora durante a noite deste sábado, em jogo dos 16avos da Taça de Portugal.

O Benfica recebeu e venceu o Estrela da Amadora durante a noite deste sábado, em jogo dos 16avos da Taça de Portugal.

O Benfica está qualificado para os oitavos de final da Taça de Portugal, depois de vencer o Estrela da Amadora por 7-0. Eis os destaques:

Di Maria – é, sim, um destaque escolhido e redigido aos 20 minutos de jogo. Não é suposto, mas há noites assim. E jogadores assim. Di Maria fez dois golos em cinco minutos, um deles de pontapé de bicicleta, e afastou bem cedo os fantasmas não tão antigos quanto isso que têm atormentado o Benfica nos regressos de paragens para jogos de seleções. Aos 18 minutos fez o hat-trick e a noite já não era de Taça, era Di Maria.

Defensiva amadora – a exibição de Di Maria deixou água na boca. Ora, a água tinha de vir de algum lado e veio da defensiva do Estrela da Amadora. Os pulilos de José Faria deram demasiado espaço ao Benfica, quer entre as suas linhas, quer entre os seus jogadores. O espaço entre os centrais estrelistas foi uma constante, muitas vezes aproveitados pelas águias. Nunca seria fácil, mas em alguns aspetos o Estrela da Amadora tornou ainda mais difícil o seu próprio trabalho.

Samuel Soares – ofensivamente, o trabalho do Estrela também era complexo, mas os homens da Reboleira não se deram mal. Ter-se-iam dado muito melhor se Samuel Soares não tivesse “sacado” de três ou quatro defesas de alta categoria. Com os pés, tanto colocou mal a bola, como colocou o esférico com a precisão de um laser.

André Luiz – José Faria fez três alterações ao intervalo, incluindo a entrada de André Luiz. O brasileiro entrou muito bem na partida e dinamizou o ataque estrelista. Não surtiu o efeito necessário (golos), mas surtiu o efeito possível e viu-se um Estrela diferente, para melhor.

Arthur Cabral – Akturkoglu e Amdouni entraram para acentuar o quão desinspirado Arthur Cabral esteve nesta partida. Em particular na finalização. É certo que não esteve mal no cômputo geral, mas ter as oportunidades claras que o brasileiro teve e não fazer golo (algo que não aconteceu com Akturkoglu e Amdouni) é de assinalar (mesmo com os dois golos que apontou na reta final da partida).

Márcio Francisco Paiva

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Dinis Jacob · 5 min de leitura
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