Publicidade

Lista “Unidos pelo Olimpismo” soma apoio de mais 6 federações para as eleições do Comité Olímpico de Portugal

Diogo Ribeiro · 1 min

Céline Dion Jogos Olímpicos 2024
Foto: Jogos Olímpicos 2024

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

A lista de Laurentino Dias e de José Manuel Araújo anunciou o apoio de mais seis federações desportivas para as eleições do Comité Olímpico de Portugal.

A lista de Laurentino Dias e de José Manuel Araújo anunciou o apoio de mais seis federações desportivas para as eleições do Comité Olímpico de Portugal.

A Lista “Unidos pelo Olimpismo”, liderada por Laurentino Dias e José Manuel Araújo, recebeu o apoio de mais seis federações na corrida às eleições do Comité Olímpico de Portugal. Com estas adesões, a candidatura conta agora com o apoio de 36 federações, entre olímpicas e não olímpicas.

As novas federações a apoiar a lista incluem as federações olímpicas de Natação e Squash, bem como as federações não olímpicas de Artes Marciais Chinesas, Damas, Filatelia e Aeronáutica. Anteriormente, a candidatura já tinha anunciado o apoio de 30 federações, asolímpicas de Andebol, Ginástica, Tiro com Arco, Tiro com Armas de Caça, Ciclismo, Voleibol, Vela, Surf, Ténis de mesa, Lutas Amadoras, Campismo e Montanhismo e Taekwondo e as não olímpicas de Paraquedismo, Corfebol, Jujitsu, Pesca de Alto Mar, Arqueiros e Besteiros, Atividades Subaquáticas, Lohan Tao Kempo, Jogos Tradicionais, Aeromodelismo, Orientação, Desporto para Pessoas com Deficiência, Kickboxing e Muay Thai, Motociclismo, Motonáutica, Pesca Desportiva, Padel, Petanca e Voo Livre.

Além do crescimento no número de apoios, a candidatura anunciou dois novos eixos programáticos: valorização e capacitação de atletas e treinadores e inclusão, solidariedade e apoio ao movimento desportivo.

As eleições para o Comité Olímpico de Portugal estão marcadas para 19 de março e contam também com as candidaturas de Alexandre Mestre e Fernando Gomes.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.