Publicidade

João Virgínia abre a porta ao Benfica: «Sei que há interesse e que segue o meu percurso»

Diogo Ribeiro · 1 min

João Virgínia Everton
Foto: Everton FC

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

João Virgínia fez a formação no Benfica. O guarda-redes é o atual suplente do Everton e está a entrar em final de contrato.

João Virgínia fez a formação no Benfica. O guarda-redes é o atual suplente do Everton e está a entrar em final de contrato.

João Virgínia é o habitual suplente no Everton, tendo tido oportunidades para jogar nas Taças. O guarda-redes deu uma entrevista ao jornal A Bola e falou na condição de suplente e do facto de estar a entrar nos últimos meses do contrato.

«Suplente? Não é a situação ideal. Claro que eu quero jogar. E quanto mais jogar, melhor. Mas, por outro lado, tenho um guarda-redes muito capaz, que tem tido temporadas muito boas. Tenho-o ajudado e pressionado, também, para ele estar a este nível. E tenho uma relação boa com o Jordan [Pickford], com a equipa. Não é fácil ser o guarda-redes suplente, mas eu tenho estado preparado por qualquer situação», revelou João Virgínia que termina contrato no verão.

«São os meus últimos seis meses, mas o clube tem opção para renovar. Já falou em renovar além desse ano, mas nada avançou, nada foi concreto. E continuo só com os meus últimos meses», vincou ainda o guarda-redes.

Com passagem como profissional no Sporting, em 2021/22 por empréstimo do Everton, João Virgínia fez a formação no Benfica antes de rumar a Inglaterra. O guarda-redes admitiu o interesse das águias.

«Voltar ao Benfica é algo que vejo com muito bons olhos, é o clube onde fiz a formação, onde cresci como jogador, desde pequeno. Eu sei que há interesse e que segue o meu percurso, mas nada houve que avançasse, algo em concreto. Janeiro? O interesse está lá e houve interesse em vários mercados, não só do Benfica, como de outros grandes na Europa, mas nada se desenvolveu», confirmou o guarda-redes.

Esta época João Virgínia soma apenas dois jogos pela equipa principal do Everton. O guarda-redes tem 25 anos de idade.

João Virgínia Everton FC
Fonte: Everton FC
Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.